Leah - I See You

22 Capitulo 22 - Não há espaço para rancor.


Notas iniciais
Olá, olá, meus queridos!!! Desculpem-me pela demora, dessa vez ela não foi por alguma falta de inspiração e tal, mas sim por falta de tempo mesmo. Quero agradecer a todas as pessoas que comentaram no ultimo capitulo. Vocês são tão fodasticamente divos!!! Obrigada também a todos os que acompanharam e favoritaram essa fic. Obrigada mesmo, galera!!! Ali Clearwater, sua linda, ainda não me esqueci de sua recomendação. Obrigada por deixar-me saltitante!!! Não colocarei o nome de vocês que comentaram aqui em cima, pois estou com um pouco de pressa, okay? Mas saibam que eu amo todos vocês, queridos, que mandam-me incentivos, dicas, opiniões e etc. Obrigada!! Gente, se no capitulo anterior ficou a imagem de que eles "ficaram" (transaram) no jardim da casa da Leah, desculpem-me, tá? Eles, definitivamente, não estão nesse nível ainda. (Não que as mãos bobas não ocorram. É Derick Abbado e Leah Clearwater, afinal.) Eu usei a expressão "nos tornamos um" por mera poesia. Quis dizer que eles haviam aceitado o que sentiam um pelo outro, que seus corações finalmente se reconheceram como um, se tornaram co-dependentes. Okay? Se tiverem mais alguma duvida, por favor, não exitem em expô-la nos comentários ou em MP'S. Em uma das primeiras falas da Leah, ela compara o olhar de Derick e de Sam. Essa pequena frase foi feita pela escritora Collen Houck, escritora das Séries A maldição do Tigre e Deuses do Egito. Ela foi modificada para se encaixar nos personagens e na história em si, e os devidos créditos são todos dessa autora divina. Esse capitulo é só uma "passagem de tempo", digamos assim. No próximo daremos um pulo e já será o casamento da Emily e do Sam (que já está escrito) e depois, bem, só posso dizer que será emocionante. Não colocarei a tradução especifica da palavra axis aqui, pois ela será mais explorada nos próximos capítulos. Digam-me nos comentários quais são as especulações de vocês sobre o "segredo" do meu (ou nosso) querido italiano, Klaus. Espero que gostem!! Boa Leitura *------* Música que me deu o tchan inicial: War Of Hearts - Ruelle (entendedores entenderão)

Quando acordei Derick não estava mais lá. A janela estava aberta e seu relógio em cima da mesinha de cabeceira denunciava sua saída sorrateira. Seu perfume tomava todo o quarto e a lembrança de seus beijos ainda me fazia corar como uma garotinha.

Mamãe e Seth, como sempre, já estavam acordados quando desci e cantarolavam pacificamente uma música animada do rádio. Não perguntei de Charlie para ela, pois sentia que deixa-la envergonhada aqui em casa seria a mesma coisa que pedir para que ela me envergonhasse quando encontrássemos Derick em algum momento do dia, mas Seth não tinha nada a perder e, logicamente, seu instinto engraçadinho era quase impossível de se controlar, então, ele não perdeu tempo para importuna-la com inquisições perturbadas e pervertidas demais para que eu pudesse esconder com certa dignidade uma gargalhada. Era hilário e tranquilizador vê-la tão encabulada, tanto por vê-la sem aquele ar cabisbaixo, quanto por Seth estar ocupado demais azucrinando-a para perceber o perfume de Derick em mim.

Tentando fugir das perguntas improprias de Seth, ela avisou-nos que Sam e Emily ligaram para pedir que fossemos à casa deles para uma espécie de comemoração dupla pelo bebê que estava a caminho e a "tão esperada" revelação da data do casamento. Seth adorava ir ver Emily (ele era o preferido dela e todos sabíamos disso), então não era grande surpresa sua animação em irmos logo, porém, espantosamente, eu também estava um tanto empolgada. Claro que não pelos mesmos motivos de Seth. Na verdade, não estava ligando muito para datas de casamento ou bebês, só queria ver Derick de novo, sentir seu cheiro de perto novamente.

Quando finalmente seguimos para lá, o barulho de conversas gritadas, risos escandalosos e pratos batendo, podia ser escutado á quadras. Todos estavam lá, desde os anciões, aos imprintings e lobos menores. Não me surpreendi quando avistei Reneesme em meio a uma conversa animada com Kim e Rachel. Ela podia passar livremente pela fronteira desde que virou imprinting de Jake quando era bebê e já estava tão familiarizada com as garotas e com a tribo que as imprintings nem tinham mais tanto receio assim. Aprenderam a gostar verdadeiramente dela.

Aliás, quem resistia a Reneesme era um mistério para mim. A garota simplesmente conquistava todo mundo.

Admito que não gostava muito dela quando ela nasceu... Okay, talvez eu sentisse certo nojo e algo mais forte que desafeto pela monstrinha, mas com o longo tempo tendo que aguentar toda aquela melosidade na cabeça de Jacob e ver todas as etapas de sua vida extremamente de perto, talvez eu tenha acabado por gostar dela um pouquinho a mais. Além disso, ela não mexericava nas minhas costas, como já havia visto Kim e Rachel fazendo, nem me importunava com olhares pesarosos ou acusadores. Ela era apenas gentil e, bem... não eram muitas as pessoas que eram gentis comigo.

Deixei de prestar atenção na meia vampira do outro lado da sala quando meus olhos se focaram no sorriso brilhante de Derick para mim. Senti meu corpo relaxar instantaneamente e sorri de volta, um pouco abobada com a perfeição à minha frente.

—Limpa a baba, mana. Está escorrendo aqui. — Gracejou Seth, apontando para meu queixo e ganhando uma cotovelada no estomago como resposta.

—Vá encher o saco de outro antes que eu acabe te espancando, Seth. — Sibilei, irritada. Ele sorriu em meio ao resmungo de dor e saiu, indo de encontro a Embry e Paul.

—Se comporte, querida. Não estamos em casa. — Mamãe advertiu-me entre sussurros. Fiz minha melhor expressão inocente.

—Quem disse que eu não me comporto sempre? Sou um poço de educação, Dona Sue. Como minha mãe a senhora deveria me dar mais credito, sabia?

Mamãe sorriu, balançando a cabeça em descrença, e depois de encontrar seus dois velhos amigos, Billy e Velho Quil, e Dona Stella em uma partida extremamente emocionante de truco, foi para o lado deles dizendo algo como "Ensina-los a perder!".

Quase no mesmo instante, Derick se teletransportou para o meu lado. Aparentemente, a vontade de estar perto não era só da minha parte. Senti um sorriso grande se espalhar por meus lábios, era incapaz de esconder minha felicidade em tê-lo próximo.

—Olá, mio bene. — Ele cumprimentou-me, o sorriso intacto. Levantei-me na ponta dos pés e beijei delicadamente sua bochecha. Ele suspirou e sorriu ainda mais, os olhos intensos.

—Você esqueceu isso quando saiu de casa hoje. — Informei-o, rodando seu relógio em um dedo e desviando o olhar, tentando não pensar no quanto seus lábios eram macios ou lembrar de seu gosto contra a minha língua. Não estava obtendo muito sucesso em meu objetivo com o peso do olhar cravado dele. Não me lembrava de alguma vez ter visto Sam fitar-me daquele jeito ou sequer sentir as emoções que Derick me fazia sentir. Era impossível querer comparar os dois, era tudo diferente. As sensações que Sam antigamente conseguia despertar com abraços e beijos profundos, Derick fazia apenas com o olhar. -E deixou a janela aberta. Quase me matou de frio, Abbado! — Impliquei. Ele sorriu aquele seu sorriso matador, pegando o relógio de minhas mãos de maneira ágil e colocando em seu pulso.

—Claro, Principessa. Como pude deixar a minha single frágil e indefesa em meio ao frio glacial de La Push? Que cavalheiro sou eu, afinal? — Provocou ele.

Não tive a chance de responder, pois Allan, Joseph e Klaus vieram para perto e nos encararam com expressões maliciosas.

—Olá, Principessa. — Allan espetou, o olhar malandro. Derick rosnou baixo com a menção de meu apelido, como em um aviso. Allan ignorou-o completamente. -Sabe, nós notamos que nosso alfa não está passando a noite conosco, está...digamos que escapulindo pela janela e voltando só de manhãzinha. Tem alguma ideia de onde ele descansa esse traseiro pulguento?

—Não aja como se o fato deles estarem juntos fosse um segredo, Allan. Nem consigo mais distinguir onde começa o cheiro da Leah e onde acaba o cheiro do Derick de tão misturado que estão. — Klaus falou, o tom maroto. -Derick não dormir aqui foi só a confirmação do que todos nós já sabíamos.

Joseph gargalhou e Klaus tentou inutilmente esconder o sorriso. Derick apenas rolou os olhos.

—Está muito engraçadinho hoje, Klaus. O que aconteceu? Dormiu com o Bozzo? — Inquiri, importunando-o. Ele nem pareceu se abalar.

—Quem me dera poder dormir com alguém fora esses dois palermas. Nem todos tiveram a sorte de encontrar seu axis com uma cama quentinha nessa cidade enorme. — Ironizou ele, rolando os olhos. Sorri com seu escarnio, mas fiquei um pouco confusa com a palavra nova.

—Fique tranquilo, Klaus. Seu axis aparecerá e lhe dará a cama mais quentinha do universo. — Derick consolou-o, a provocação transparecendo em cada silaba. Klaus mandou-o uma olhada nada amistosa.

—Até lá vocês podem ir para minha casa quando quiserem. — Sugeri, sorrindo com a expressão pasma deles. Qual é? Não era o fim do mundo eu ser um pouco simpática com eles! -Não me olhem assim. Sei o quanto é estranho ficarem aqui sem conhecer ninguém direito ou gostar desse lugar. Talvez fiquem mais à vontade lá.

Allan deu-me seu primeiro sorriso verdadeiro, sem sinal de zoação ou gracinha.

—Obrigado, Leah. E se para Derick estiver tudo bem, nós gostaríamos de passar um tempinho com vocês também. Ficar trancado aqui é entediante!

—Não tem isso de " se para Derick estiver tudo bem". A casa é minha (tecnicamente, da minha mãe) e eu convido quem eu quiser. Derick não manda em nada lá, okay? Leah é a capitã na casa dela.

—Sim, senhora capitã! — Exclamaram eles três, batendo continência como soldados.

Emily chamou-nos para o comunicado importante, impedindo-me de mostrar-lhes a língua perante as gracinhas idiotas.

—Obrigada por todos vocês terem vindo comemorar com a gente. — Disse ela, abraçada a Sam. -Bem... estávamos planejando tudo para daqui seis meses, mas surgiram imprevistos. — Sua mão desceu para seu ventre e por lá ficou. O sorriso diminuiu em meu rosto enquanto a sensação amarga voltava a minha boca. O que... o que ele faria quando descobrisse meu defeito? -E como sabemos o quanto essa gente fala, marcamos o casamento para daqui um mês. Dia 21 de julho! Assim, ninguém notará a barriga. Então, quero todos preparados, pois não vou ajeitar toda a festa sozinha.

Todos sorriram e parabenizaram o casal. As imprintings embrenharam em uma discussão sobre como e onde elas iriam comprar vestidos de damas iguais, do qual eu não me dei o trabalho de escutar direito ou me envolver. Não era a pessoa mais adequada para entrar nesse tipo de conferência, meu gênio era pouco confiável em relação a frufrus e milhares de tons de bege.

A festa continuou solta com mais comidas, mais conversas e mais gracinhas, porém não me sentia tão feliz como antes. A dúvida havia se instalado em meu peito.

Ele ficaria chateado por ter acabado amarrado ao maldito fim de uma linhagem? Ficaria nervoso por essa magia idiota tê-lo ligado a uma mutação genética infértil, incapaz de produzir herdeiros para a longa geração dos Alfas Abbado?

Meu coração se apertou de uma forma extremamente dolorosa. Ele não me rejeitaria, não é? Era imprinting, afinal. Não havia nenhuma possibilidade dele me deixar. Era certo, confirmado... não era?

Derick havia notado minha mudança óbvia de humor e ficava me encarando de minuto a minuto com seus olhos questionadores, porém não me pressionou ou perguntou qualquer coisa, apenas rodeou seus braços em torno de minha cintura, enlaçando-me para perto de seu corpo, em uma forma muda de dizer-me que estava ali. Seu carinho me acolheu e permiti-me suspirar em meio ao meu lugar preferido no mundo.

—Obrigada por ter vindo, Leah. Ficamos imensamente felizes por te ver aqui. — Emily murmurou quando se aproximou, o olhar hesitante. Sam estava ao seu lado, o porte orgulhoso, parecendo brilhar tamanha felicidade.

—Vocês... merecem a felicidade, sabe? Tenho certeza que tudo será lindo. — Disse, tentando ser simpática. Derick sorriu para mim, aprovando meu ato. O olhar que ele me mandou espantou toda e qualquer preocupação aparente. Pelo menos por enquanto.

Emily ficou em estado de êxtase com minha frase. Seu rosto se iluminou como em uma explosão e seus olhos lacrimejaram.

—Sem mágoas, finalmente? — Perguntou, a voz tremida. Sorri com o beijo estalado que Derick havia dado furtivamente em minha bochecha antes de responde-la.

—Talvez. — Zombei, vendo-a arregalar os olhos. Ele balançou a cabeça e repreendeu-me com um "Clearwater" bastante enfático. Rolei os olhos e sorri novamente. -Estou brincando, okay? Sem mágoas, finalmente.

Ela abraçou-se a Sam, a alegria fluindo por seus poros e ziguezagueando por todo os átomos do lugar.

—É bom ver a Lee-Lee de volta. — Sam comentou, o sorriso gentil. Notei que a menção do apelido antigo não me afetava mais. Na verdade, soava mais como uma lembrança feliz e distante.

—Lee-Lee? — Derick perguntou, confuso. Dei de ombros.

—Um apelido antigo.

Ele fez uma careta.

—Você era chamada assim? Esse apelido é horrível! — Exclamou ele, fazendo uma gargalhada minha escapar. -Pode falar, Principessa é muito melhor.

—Não seja tão egocêntrico, Alfa.

Ele arqueou uma sobrancelha. Desafiando-me.

—Ora, admita, Clearwater. Você ama seu novo apelido. — Afirmou, arrogante.

—Não vou ajudar seu ego a ficar maior, Abbado. Pode tirar seu cavalinho da chuva. — Retruquei, dando de ombros. Ele rolou os olhos.

—Veem como a minha single é amável? Chega a ser quase um poço de gentileza. — Ele respondeu em escarnio. Dei-lhe uma cotovelada nas costelas como punição.

—Não use sarcasmo com a sua single. — Repreendi-o, fingindo irritamento. Ele riu, apertando-me mais em seu meio abraço e beijando minha bochecha novamente. Ele não sabia que meus instintos ficavam todos nublados quando ele me beijava daquele jeito? Sua doçura fazia-me quase entrar em erupção!

—Eu vou usar, sim. — Replicou ele. Emily e Sam riram, chamando nossa atenção. Era fácil esquecer que estávamos em volta de outras pessoas.

—Bom... se nos derem licença, nós vamos agradecer aos outros. — Emily falou, empurrando sutilmente Sam para o outro lado. -Até mais.

Assenti, me virando para Derick quase no mesmo instante.

—O que é axis? — Inquiri, curiosa. Ele piscou rapidamente, surpreso pelo assunto.

—É a mesma coisa que single, praticamente. Quer dizer caminho, destino. Quando uma pessoa diz que achou seu axis, quer dizer que ele achou o seu caminho, o seu rumo. Encontrou o seu imprinting, como vocês dizem aqui.

—Oh, sim. Entendi. Nunca vi você falar axis, fiquei confusa.

Ele riu com algum tipo de piada interna.

—Klaus gosta de chamar a magia assim. É uma coisa dele.

—Por quê?

Ele deu de ombros.

—Não é bem uma coisa que eu esteja autorizado a falar para você. — Abri a boca para retrucar, porem ele foi mais rápido. -Mas não fique brava, do jeito que ele gosta de você, vai acabar te contando em breve. Entenda, não é o segredo meu para sair contando para os outros. Não que você não seja importante, ou que não faça parte do bando, porque você é parte muito importante do nosso bando e é a pessoa que eu mais confio em todo o mundo, e tenho certeza que ele também confia em você, mas é um assunto um tanto delicado e ele...bem...

Sorri com seu atrapalhamento verbal e o calei com um beijo casto no canto de seus lábios. Meu coração saltou com a necessidade gritante de agarra-lo. Meu Deus, controle-se, garota!

—Eu entendi, Derick.

O sorriso doce dele deixou minhas pernas bambas.

—É bom mesmo. Pensei que os olhos do Klaus sairiam pulando das orbitas do tanto que estavam arregalados. — Ele sussurrou, encarando Klaus do outro lado da sala e, bem, a expressão dele ainda estava voltando ao normal. -É muito feio escutar a conversa dos outros, sabia?

Klaus deu de ombros parecendo um pouco envergonhado por ter sido pego no flagra. Sorri tranquilizadora para ele. Não queria parecer enxerida, sabia o quanto isso era irritante.

—Foi mal, Klaus. — Murmurei para ele tomando cuidado para que ninguém escutasse, recebendo como resposta um sorriso tímido. Pelo que notei, nenhuma pessoa estava prestando atenção o suficiente em nossa conversa para saber do que estávamos falando.

—Vamos lá para fora? — Derick perguntou em meu ouvido, a malicia impregnada na frase. Sorri, assentindo e puxando-o pela mão para os fundos. Jake deu-me uma piscadela maliciosa quando passamos por ele e Reneesme. Não me dei o trabalho de responder algo a ele.

Mal acabamos de pisar do lado de fora e as mãos dele já rodearam a minha cintura, encostando-me na parede fria e prensando seu corpo no meu. Suspirei com aquele excesso de contato. Céus, aquele perfume fazia minha cabeça rodar!

—Fiquei com vontade de fazer isso desde o momento que te vi entrar. Sério, essa coisa... Esse sentimento não é normal. — Ele gracejou, o sorriso brilhante. Seus olhos azuis cintilavam de encontro aos meus. -Tem noção do quão bonita você é? — Disse, acariciando minha bochecha com as costas de sua mão. -Eu quase tenho um ataque toda vez que te vejo!

Sorri, um pouco encabulada.

—Eu não sei se te agradeço ou se te dou um soco.

Ele arqueou uma sobrancelha, curioso.

—E por que eu levaria um soco?

—Por me deixar desse jeito... Toda envergonhada e... estranha. — Respondi, dando de ombros. Sua mão em minha cintura se agitou, fazendo um arrepio subir. Seu sorriso cafajeste apareceu.

—Posso pensar em outras coisas que você pode fazer para demonstrar seu desagrado. Coisas essas muito mais agradáveis que um soco, devo ressaltar. — Cochichou, aproximando seu rosto do meu.

—Você é muito idiota, Alfa. — Sorri, puxando-o pela gola de sua camisa e encurtando rapidamente a distância entre nossos lábios.

Notas finais
Eii pessoas!! Se acharem qualquer erro me avisem, beleza? Eu sempre reviso o texto antes de posta-lo, mas sempre algum erro passa despercebido. Comentem, favoritem, recomendem, mandem MP's, acompanhem, perguntem! Até mais!! Bjkss *---------------------*