Leah - I See You

21 Capitulo 21 - Somos um.


Notas iniciais
Olá, olá, meus queridos, amados e divosos leitores da minha vida!! Esse capitulo veio rápido, não? Pois é, tive muita fonte de inspiração essas semanas e cá estou eu. A primeira coisa que eu preciso dizer é que estou em uma fase que só consigo escutar musicas em Male Version e k-pop, e antes que vocês pensem "Mas ninguém te perguntou nada, Cristal." vou logo avisando que só estou dizendo isso, pois as perguntas sobre quais são as músicas dos capítulos ou qual a música tema da fic estão se tornando frequentes e eu queria deixar claro que... Bem, a música tema da fic muda de acordo com o meu humor e o da Leah. No momento está sendo Keepingi your head up da Birdy (em male version, claro). Quanto as músicas dos capítulos, eu nunca havia parado para pensar nisso, mas eu poderia dizer qual música me deu o tchã para o começo do paragrafo, talvez. Na próxima vez que "nos vermos" a música do capitulo já estará nas notas iniciais. A segunda coisa era que eu gostaria de agradecer grandiosamente a todas as pessoas que acompanharam e favoritaram essa fic. Obrigada, gente. Vocês são demais!! Obrigada também a Gabriela Gomes, joycynha, Bella Hathaway, Terumy M W Lahote, Nessie Carlie Cullen, Evy Bianchi, Sinistra, Nikki Hale, Dudis Clearwater, Natualha, Leandra Volturi, Thaynara Gianvecchio, Stalker, Nikki Regina, Lauura e Ali Blackwater pelos comentários mais que maravilhosos que me inspiram e alegram infinitamente!! Vocês são fodasticas!! Quero agradecer muitíssimo também a linda da Ali Blackwater que deixou-me saltitante e eletrizada pelo resto da semana ao ver a recomendação extremamente perfeita que ela havia deixado. Obrigada de coração!!! Saiba que sua recomendação divosa deixou-me em um estado tão feliz que dois capítulos já foram escritos e um pedaço do terceiro está em andamento. Sério, obrigada, obrigada mesmo!! Bom... Já enrolei demais. Espero que gostem!! Boa Leitura *---------------* PS: Lembrando que nessa fic a história de imprinting será um pouco manipulada. Definitivamente, o imprinting não será para criar guerreiros fortes, mas sim para encontrar a sua outra metade, como na lenda japonesa Aka Ito. A minha ideia é que Sam e o conselho de La Push não saibam da "missa a metade" do que sucede com os lobos. Fiquem tranquilos. Sebastian Lindão Trizolli está chegando para tirar todas as duvidas. PS²: Ora posso baciarti, posso gustare il vostro gusto, posso toccare nella tuo corpo. = Agora posso beijar-te, posso provar do seu gosto, posso tocar em seu corpo.

Empurrei-o delicadamente, infelizmente ainda precisava de oxigênio em meu sangue. Ele resmungou levemente, e se afastou um pouco. Não comentou nada, nem se levantou de cima de mim, sua mão continuava agarrada a minha cintura em um aperto forte que me fazia ter vontade de esquecer o ar e beija-lo novamente. Seus olhos não desviavam nem por um segundo dos meus. Havia tanto carinho, tanta compreensão, tanto amor dentro deles que me emocionei. Parecia que tudo estava concretizado, tudo havia se solidificado. Meu coração saltou reconhecendo-o como seu par, e senti um sorriso grande crescer em meus lábios. Não havia mais espaço para dor, raiva, ou remorso do passado em meu peito, simplesmente não tinha como aqueles sentimentos viverem lá dentro. Derick havia roubado tudo para si. Todo e qualquer pedacinho do meu coração era dele, total e completamente. E, estranhamente, não me senti mal por isso. Sabia que ele sentia o mesmo só pelo modo como seu coração batia enlouquecido junto ao meu, pelo jeito como seus olhos brilhavam quando me viam, pelo fogo que queimava forte quando nós nos tocávamos. Não era preciso palavras. Os corações se comunicavam silenciosamente.

Ali, deitados na grama molhada em frente à minha casa, embolados como dois adolescentes bobos, nos tornamos um. Sorri ainda mais e ele suspirou derrotado, rolando os olhos. Encarei-o inquisidora, não entendendo sua expressão.

—Isso é muito injusto! — Ele exclamou. Continuei olhando-o, procurando entender. -Não é justo, Clearwater! Acho que tive outro imprinting no exato momento em que vi você sorrindo desse jeito para mim! É possível? — Gargalhei com sua exasperação. -Isso, ria. Ria do meu martírio. — Ele dramatizou. Revirei os olhos.

—Largue de dramas, Abbado. — Puxei-o pela gola de sua camiseta e beijei sua bochecha suavemente. Sua barba por fazer arranhou meu rosto em uma fricção gostosa. Ouvi-o suspirar novamente. -Vamos entrar, alfa. Não quer que minha mãe te pegue desse jeito comigo, não é? — Sussurrei em seu ouvido, sentindo-o estremecer. Ele concordou e, com um impulso, se levantou. Imediatamente, senti falta do calor de seu corpo. Ignorei sua mão estendida para me ajudar e me ergui sozinha. Ele balançou a cabeça em desaprovação e murmurou algo como "Uma vez orgulhosa, sempre orgulhosa" a qual não me dei o trabalho de responder.

Depois de tentar desamassar minha blusa e quase o socar por rir de minha tentativa fracassada, abri a porta, ouvindo mamãe e Charlie conversarem animados na sala. Sorri quando Charlie engoliu a seco ao me ver. Ele gostava muito de vir em casa quando eu não estava. Mamãe dizia que ele se sentia um pouco mais á vontade longe de minhas ameaças.

—Entre, Derick. — Falei alto o bastante para que eles pudessem ouvir. Mamãe sorriu para nós.

—Voltaram cedo, crianças. Seth ainda nem chegou. — Ela disse.

Derick piscou para mim.

—Prometemos voltar cedo.

Ela incentivou Charlie com um olhar "sutil" e ele se levantou, estendendo a mão á Derick.

—Olá, eu sou Charlie. Noivo da Sue.

Derick aceitou o cumprimento e, para minha surpresa, sorriu para ele. Pensei que ele não gostaria de Charlie por ele ter algum parentesco com um sanguessuga, mas aparentemente ou ele não ligava, ou estava feliz demais para ranhetar com alguém.

—Derick Abbado. É um prazer conhece-lo.

Charlie assentiu e respondeu-o com um singelo "o prazer é meu" antes de sentar-se novamente.

—Estão com fome? Quer alguma coisa, querido? — Ela ofereceu educadamente. Derick negou com a cabeça.

—Obrigada, Dona Sue, mas eu tenho que ir. Os outros ficarão preocupados. — Ele agradeceu. -Até amanhã, Perdizione. — Despediu-se, puxando-me para um abraço. Enfiei-me em meio a seus braços, desfrutando de seu perfume.

—Vai ficar, não vai? — Sussurrei em seu ouvido. Ele riu discretamente e minha pele se arrepiou.

—Acha que vou deixa-la depois do que acabou de acontecer? Vou devolver a moto para o Jacob e já volto. Vou estar no seu quarto te esperando, tente não demorar. — Sussurrou de volta e saiu, o sorriso cafajeste dançando nos lábios.

Fechei a porta e sorri, lembrando do modo que seus lábios se encaixavam aos meus, do jeito que seus dedos se embrenhavam em meus cabelos, do rastro de fogo de seus toques, do sabor de seu gosto e suspirei. Céus, se pensasse com vontade ainda podia sentir o gosto na língua.

—Tudo bem, querida? — Mamãe perguntou, as sobrancelhas franzidas. Pigarreei, voltando ao presente.

—Maravilha.

Ela sorriu.

—Então, foi bom?

—Foi razoável. — Menti descaradamente. Ela balançou a cabeça. -Ora vamos, mamãe. Foi razoável, sim.

—Admita que gostou. Estava suspirando encostada a porta á segundos atrás. — Acusou-me, sorrindo presumida quando me calei.

—E o que Charlie está fazendo aqui sem a sua viatura? Não me lembro de tê-la visto lá fora. — Impliquei, mudando de assunto. Charlie que estava quietinho sentado no sofá, se engasgou com minha pergunta.

—Ele vai passar a noite aqui, querida, e, inutilmente, tentou esconder seu carro deixando-o duas quadras para baixo. — Mamãe respondeu, fazendo o rosto dele se avermelhar.

—É bom eu não escutar barulhinhos estranhos do quarto da senhora, mamãe. Sou muito inocente para isso. — Provoquei, subindo as escadas correndo. Ouvi um "Leah!" indignado dela e gargalhei.

Decidi tomar um banho antes que ele chegasse. A água quente era aconchegante e relaxante, fazia-me relembrar da sensação de seu corpo aquecendo o meu, fazendo a expectativa ansiosa aumentar, logo, saltitei rapidamente para fora, devidamente vestida e com a toalha secando os cabelos.

Não me surpreendi com sua presença, seu perfume fresco já havia o denunciado. Ele estava confortavelmente esparramado em minha cama. Sua roupa estava diferente, e seu cabelo um pouco úmido, o que dizia que ele também tinha tomado banho.

—Olá.

Ri de seu sorriso sacana.

—Olá, Derick.

—Charlie, ãhn? Dona Sue parece gostar do sobrenatural. — Ele comentou. Joguei a toalha na cadeira da mesinha e deitei-me ao seu lado. Sua mão imediatamente se encaixou com a minha.

—Parece que sim.

Ele riu zombeiro.

—O pai da sanguessuga parece ter certo receio em ficar no mesmo lugar que você. O que acontece?

—Ele aparentemente se sente pressionado com o casamento quando eu dirijo a palavra a ele. Não sei por que. — Falei inocentemente. Ele me olhou, concordando falsamente.

—Claro que não sabe, Principessa. Você é um anjinho. — Sorrimos juntos. -Sabe, faz anos que não rio tanto assim.

Pensei um pouco tentando lembrar se alguma vez em minha vida essa felicidade enorme já havia preenchido meu coração. A resposta era simples: Nunca. Nem com Sam, nem com minha família, nem com a matilha, nem com ninguém. Derick me fazia feliz apenas por existir.

—Eu também. Na verdade, acho que nunca me senti assim tão... tão...

—Completo. — Ele terminou minha frase, o sorriso doce iluminando sua expressão. -Sei como é. Nós nunca tivemos momentos de paz em Lupi Luna. Sempre estávamos alerta e desconfiados, pois tudo poderia ruir em segundos. Tudo era horrivelmente tenso e repleto de regras, e a paz... — Ele me apertou de encontro a seu peito, suspirando. -Dio, sentir paz é algo inimaginável! Você não tem ideia!

Sorri.

—Não se anime tanto, daqui a pouco as coisas começarão a se agitar. Sabia que o casamento de Sam e Emily está chegando? — Indaguei, brincando. Ele negou, parecendo surpreso. -Eles já escolheram a data da cerimonia, mas ainda não revelaram o dia. Querem fazer uma surpresa e, só para avisar, eu vou ser uma das damas de honra, então, você trate de estar apresentável no dia. Não vou entrar com um Abbado idiota todo desarrumado ao meu lado. — Pisquei, tentando manter a risada presa com a sua expressão indignada. Não conseguindo.

—Apesar de saber que você obviamente se ofuscaria após a minha gloriosa entrada na cerimônia, fique tranquila. Um Abbado jamais é deselegante com uma dama. — Ele se vangloriou, sorrindo seu sorriso cafajeste. -Não sabia que você iria ser uma das damas de honra.

Dei de ombros.

—Eu e as imprintings seremos. Emily convidou-nos faz tempo. Aliás, até que demorou essa coisa toda de casamento dado o tempo que eles estão juntos. — "E os anos que esfregaram a felicidade na minha cara", completei mentalmente, sorrindo. Ah, humor negro, estava com saudades suas.

—Faz tempo?

Contei mentalmente.

—Faz alguns anos.

—E onde nesse período de tempo você se envolveu com Sam? — Sua pergunta me assustou. Desmanchei o abraço e o encarei. Como, raios, ele sabia? Ele deve ter percebido minha pergunta muda, pois logo explicou: -Os garotos deixam escapar muitas coisas quando estão animados. Por que? Não iria me contar?

—Claro que ia. — Estrangulei, ainda pasma. -Mas, não seria hoje. Muito menos na semana que vem. Na verdade, eu tentaria evitar um pouco esse assunto.

—Agora já era. Eu já sei, então continue. Onde nesse período de tempo você se envolveu com Sam? — Sua voz não era alterada, nem desconfiada. Apenas pedia que contasse, como se fosse completamente normal, o que eu realmente não acreditava. Quando ele entenderia que não me enganava nem um pouco?

—Eu não me envolvi com ele quando eles estavam juntos, nunca faria isso com a minha prima. — "Apesar de ser exatamente o que ela fez comigo.", gracejei comigo mesma. -E é só isso que você saberá por enquanto. — Ele abriu a boca para retrucar, porem fui mais rápida. -Quer mesmo ficar perdendo tempo com assuntos como esse? — Ele se calou, prensando os lábios, e seus olhos se desviaram dos meus. Parecia contrariado. -Derick, qual é? Por favor, não termine a noite com magoas e assuntos passados sem importância. Eu realmente não quero falar sobre isso agora. Você sabe que eu vou te contar isso em algum momento, assim como eu sei que você vai me contar o que te aflige a todo momento. — Ele voltou rapidamente seus olhos para mim, impressionado. Sorri. -Se você ficou sabendo de algo que eu tento esquecer à anos, achou mesmo que eu não iria perceber? — Ele concordou e a quietude predominou.

Após alguns minutos de silêncio em que pensei ter acabado com a noite pela menção de Sam e Emily e de ter o xingado de idiota dez mil vezes em minha cabeça. Ele sorriu de novo.

—Tem razão. — Suspirei aliviada. -Não vamos deixar a noite terminar assim. Vamos falar sobre outra coisa.

Encarretamos em uma conversa longa e maluca sobre coisas diversas. O assunto desconfortável e estranho de "Triangulo Amoroso entre eu, minha prima e outro Alfa" completamente esquecido. Eu ria ouvindo-o falar sobre a mulher de Sr.Trizolli e dos bolos deliciosos que ela fazia, de como Sebastian Trizolli conseguia ser um amor de pessoa ao lado de sua esposa, de sua mãe e seu pai, sobre os micos de Joseph e as brigas intermináveis de Allan que ele, inocentemente, havia sido puxado. Ele ficava extremamente triste quando tocávamos no nome de qualquer um dos desaparecidos e eu tentei o máximo possível faze-lo não pensar muito neles enquanto me contava sobre Lupi Luna.

Ele escondeu uma gargalhada em meu travesseiro quando contei o maior mico de Seth e Embry no supermercado e do jeito como Quil quase se afundou no chão com os olhares das pessoas que passavam ao lado deles, e ouviu altamente interessado quando falei de meu pai e de como era legal vê-lo pescar com Billy, apesar de ser extremamente chato ao mesmo tempo.

Em certo ponto, ouvimos Seth chegar e logo depois ir direto para seu quarto, mamãe e Charlie desligaram a TV e foram se deitar. Decidi apagar a luz de meu quarto também e quando fiz isso, imediatamente, ele me puxou para mais perto. Meu coração se acelerou e o abracei também, escutando o som de seus batimentos igualmente rápidos, suspirando com a paz que seu cheiro me passava. Não era um simples perfume que me atraia ou me despertava, cheirava a família, conforto, casa.

—O que aconteceu hoje quer dizer que eu posso te beijar na hora que eu quiser? — Inquiriu de repente. Sorri.

—Não. — Respondi simplesmente.

—Não? — Ele repetiu atônito. Sorri ainda mais.

—Não... Só quando eu quiser também. — Concluí e ele suspirou aliviado.

—Oh, sim. Mas isso dá quase na mesma. Você quer usufruir do meu corpo o tempo todo! — Retrucou, arrogante.

—Claro que não! — Ele não precisava saber que era verdade.

Sua risada tomou todo o ambiente e ele nos virou, prensando-me entre a cama e seu corpo. Seus olhos pareciam brilhar em seu tom mais bonito em contato com a luz da lua.

—Não foi isso o que pareceu na noite passada. — Revelou presumido. -Você me disse coisas que podem confirmar muito o meu ponto. — Fitei-o confusa.

—O que eu disse na noite passada?

Ele se abaixou, acariciando seu rosto com o meu. Não pude evitar o arrepio, nem o sorriso leve que se repuxou por meus lábios sem a minha permissão.

—Me pediu para beija-la. — Sussurrou sedutoramente. Arregalei os olhos, estupefata.

—Eu o que?!

Seu sorriso fez cócegas em minhas orelhas.

—Você me pediu para beija-la e posso afirmar com toda certeza que não atender ao seu pedido naquele momento rendeu quase todo o meu autocontrole. — Seus lábios roçaram em meu ouvido e suas mãos foram para minha cintura, apertando, marcando. Suspirei. -Ora posso baciarti, posso gustare il vostro gusto, posso toccare nella tuo corpo. — Murmurou, a voz rouca em seu idioma natural saindo extremamente sexy. Arfei quando ele mordeu meu pescoço, os dentes arranhando carinhosamente a pele e a língua apaziguando o ardor passageiro. Fogo se alastrou por meu corpo. Meus braços, sem minha permissão, subiram por seu corpo até seu pescoço, prendendo-o em mim. Ele riu quando mordi os lábios para segurar um gemido no momento que suas mãos apertaram minhas coxas, e no segundo seguinte sua boca já estava na minha. Todo o reboliço de sentimentos voltou a explodir ao meu redor quando seu gosto me atingiu. O beijo não era doce, muito menos "com boas intensões", ele era selvagem, quente, instigador. Nossas línguas brigavam pelo comando, envoltas em um ritmo intenso e sedutor. O desejo era notável, como se um imã unisse nossos corpos, atraísse nossos lábios. Minhas unhas arranharam seu pescoço com força e ele gemeu, mordendo meu lábio inferior e o puxando com os dentes, afastando-se apenas para sorrir para mim. -Esse é o comportamento de quem não quer usufruir do meu corpo? — Ele sussurrou implicante. Rolei os olhos.

—Você é muito idiota, Abbado. — Exclamei, puxando-o de volta para mim, iniciando outro beijo.

Nos beijamos entre mais conversas até que Charlie se levantou para ir à cozinha. O silêncio predominou e apenas ficamos lá, deitados um nos braços do outro. Sentia pequenos choquinhos percorrendo meu corpo com os dedos dele me acariciando lenta e distraidamente. O sono foi chegando devagarinho, o carinho que o toque dele me passava fazia uma sensação tranquilizadora cair sobre mim, sentia-me bem. Completa.

Já quase não distinguia sonho de realidade quando ele parou suas caricias. Imediatamente, acordei. Resmunguei irritada por ele ter parado e tateei seu corpo, procurando sua mão. Quando a achei, coloquei-a sobre meus cabelos novamente, esperando seus dedos começarem a se mexer. Ele sorriu surpreso por meu ato, mas logo começou a embaraçar levemente meus cabelos. Não ligava se eles estariam um ninho amanhã, a sensação era boa demais para que pudesse me preocupar com outra coisa.

—Somos um, Principessa. Já estava escrito. — Sussurrou ele, apertando-me em seus braços e aconchegando sua cabeça na volta de meu pescoço. Aquela era uma posição completamente confortável para se estar. Sentia seu coração batendo acelerado em minhas costas, ouvia sua respiração em meu ouvido. Cada pedacinho do meu corpo encostado ao dele. Sentia sua mão apertando minha cintura possessivamente, suas pernas entrelaçadas as minhas e o carinho que eu irritantemente sentia por ele.

—Não saia se gabando por aí. — Murmurei em resposta, escutando sua risada e adormecendo logo depois.

Notas finais
Eii pessoas!! Se acharem qualquer erro me avisem, beleza?? Eu sempre reviso o texto antes de posta-lo, mas sempre algum erro passa despercebido. Comentem, favoritem, recomendem, mandem MP's, acompanhem, perguntem! Sabe, uma recomendaçãozinha é sempre bem vinda!! Até mais!! Bjkss *---------------------*