League Of Legends - A Lenda Perdida

1 T1C1-Ashe, Braum e Sejuani: Destinos entrelaçados.


Notas iniciais
Conheça a história alternativa de League of Legends e o desenrolar de uma saga de campeões até uma lenda perdida.
Na Temporada 1, Capítulo 1(T1C1) vamos conhecer Ashe, Braum e Sejuani. Três guerreiros de Freljord, que formam uma aliança para combater Trundle, um general do exército de Zotark que domina as terras frias.

Nem o maior inverno poderia congelar o coração dela, nem o maior deserto de gelo. Nem mesmo os ares frios que desciam da extensa montanha. Ela tinha um coração quente e fervia para uma batalha. Ela tinha espírito independente e trazia consigo sua presença marcante. Era impossível não notar a beleza mortal que ela trazia em suas costas. A aljava acompanhava a silhueta dessa bela moça enquanto sua capa traçava uma pintura no vento gelado e cortante que soprava sobre ela. Ela é a maior guerreira que a neve já viu e estava pronta para mais um combate. Ela lutava não só por si, mas por todos aqueles que ela ama e que estão com ela. Ela não carrega o peso da guerra nas costas, ela termina todo e qualquer embate e não leva desconfiança ao seu pequeno grupo que vivia escondido dentro de uma caverna na montanha de Glacius. Ashe não temia o destino que seus inimigos iriam trazer.

Ela acabava de sair para caçar algo para que seus aliados pudessem se alimentar. Eles estavam famintos e a maioria jovem deles não estava preparada para sair do esconderijo. Freljord, sua cidade natal foi dominada pelo exército de Trundle, o general mais insano que o mago Zotark enviou. Enquanto ela passava rápida e silenciosamente entre as árvores, já tinha seu alvo, uma fera grande. De quase 9 metros de altura. Que tinha carne suficiente para saciar a fome daqueles que a seguiam. Apesar da grossura da pele daquele animal, apenas uma flecha bem disparada ao centro da cabeça foi necessária para derrubá-lo. Ela amarrou o animal e pediu para que seu fiel amigo, Braum, o levasse em seu escudo junto a Sejuani. Devo contar a origem dessa grande união primeiro e o caos em que Valoran está mergulhada.

Runeterra é um continente onde Valoran se encontra. Valoran é um país de grandes guerreiros e de várias culturas que se juntam e existem em sintonia. Esse país se viu ameaçado quando um mago maligno e sedento de poder político começou sua ascensão em Noxus e destruiu toda Valoran erguendo seus generais para comandar cada Região. Em Noxus, o Mago Zotark comanda com seu general, Swain. Nas terras frias de Freljord, Trundle era o general que espalhava o caos. Logo em Demacia,o reino da justiça, Quinn comandava suas tropas. Em Zaun, Viktor usava suas gloriosas maquinas de combates e se aliava ao exercito de Zotark para comandar e destruir aquela cidade. Logo, em Piltover, Camille era a responsável por todo o medo e pavor. Em Shurima, Renekton mostrava sua ira e derramava muito sangue inocente, ficando conhecido como General Crápula, ou Sanguinário. No reino da calmaria em Ionia, Zed eliminava silenciosamente qualquer inimigo ou ameaça que Zotark tinha por lá. Nas pequenas terras de Bandópolis, Veigar mostrava seu enorme poder e talento para a corrupção. Tempos sombrios criavam guerreiros explendidos, que se juntaram a um movimento revolucionário, que se deu por início apenas para salvar Freljord das garras de Trundle, mas que depois passou a ser uma enorme ameaça para domínio do Mago maligno...

Braum é um homem cuja a idade entregava que ele já sentiu o calor de uma batalha. Que ele já se envolveu no calor de uma mulher. Ele, antes de abandonar sua cidade, tinha filhos e uma linda esposa. Um homem grande e forte, com um coração doce e gentil. Era assim que ele era chamado. Morava longe do centro de Freljord, e cuidava dos animais que por lá passavam. Certa noite ele acordou com os berros do seu filho, que estava sendo atacado por alguns trogloditas de Trundle, logo após o governo de Anivia cair. Ele saiu de casa e com punhos ferozes lutou contra os malfeitores. Após uma longa luta punho a espadas, ele acabou com seus inimigos, protegendo o menino. Infelizmente sua ajuda foi demorada demais e o menino veio a falecer devido a uma estranha marca em esfera no rosto. Braum gritou uma dor que foi ecoada pelos quatro cantos de Freljord. Ele se levantou e pediu desculpas á sua esposa, que não aceitava a dor de perder seu filho. Ele correu incessantemente até o centro onde ficava a cúpula do poder de Trundle para enfrentá-lo, mas seu desejado inimigo não estava lá. Braum lutou contra os magos remanescentes e destruiu todo o lugar com uma fúria indomável. Após a destruição de todo o local, apenas um ornamento ainda ficou em pé e intacto. Um escudo enorme que bloqueava qualquer projétil ou feitiço. Ele ergueu o escudo e uma força arcana se apresentou, selando seu destino como o guardião do povo. Braum prometeu se vingar de Trundle por trazer o exército de Zotark até a sua amada cidade e matar seu único filho. Mas o preço de ter destruído toda a cúpula não estava no seu orçamento... Trundle soube dos boatos que ecoaram muito longe dali, e em poucos dias foi até a residência do nosso herói vingativo. Enquanto Braum cuidava de seus animais de pastoreio, sua esposa foi atacada e sequestrada. Eles a transformaram numa feiticeira que não sabia de sua vida antes de ter sido levada ao templo profano dos observadores. Lá, uma bruxa gélida até então desconhecida e esquecida pelo povo, mostrou para ela a essência do gelo negro. Quando Braum descobriu prometeu que não pararia até encontrá-la e salvá-la das garras dessa feiticeira. Se juntou a Ashe pouco tempo depois e juntos, foram até uma tribo afastada procurar por guerreiros poderosos que pudessem livrar Freljord daquela situação.

Ao chegar nessa tribo, descobriram que ela estava sendo atacada por dias a fio, sem folga ou pena dos habitantes. Sejuani, a filha do líder dessa tribo era uma guerreira formidável e voraz que dominava os campos de batalha ao lado de sua fera. Alguns diziam que era um urso, outros diziam que era um javali de guerra. Mas a verdade é que junto a Sejuani, aquela fera era imbatível. Ashe e Braum ofereceram auxílio em troca de guerreiros e influencia na tribo, mas o líder já tinha muitos inimigos e não queria mais problemas. Pediu para que eles fossem embora. Sejuani ao ouvir isso ficou indignada. Na verdade ela estava cega pelo desejo da luta e os seguiu até uma casa escondida na floresta congelada. Depois de algumas horas de conversa, foi decidido. Sejuani os ajudaria. Mas apenas três guerreiros não eram o suficiente para derrotar as tropas de Trundle, por isso ela voltou para sua tribo e começou uma corrida ao poder de dentro para fora. A política na tribo era complicada, era necessário mostrar um poder inabalável e derrotar os guerreiros mais fortes e experientes num duelo que era visto por todos. O perdedor além de humilhado por não ser forte suficiente, era desertado e tinha que viver por si só em toda a Freljord. Por honra, Sejuani era imbatível e nenhum dos guerreiros se mostrou estar aos seus pés, exceto seu pai, o líder da tribo. Ele se levantou de onde assistia e propôs a ela um duelo de vida ou morte, o vencedor ficaria com o poder total da tribo, o perdedor iria conhecer o poço da morte. Sejuani se chocou com a oferta do próprio pai, mas seus interesses pela guerra falavam mais alto. Ela duelou com ele por quase um dia inteiro sem nenhum intervalo. Até que mesmo exausta, levantou seu martelo e o atingiu na cabeça. Foi um movimento imprevisto. Ela se ajoelhou perante ele e teve uma conversa com final dramático. “O povo agora é seu. Minha arma agora é sua. Minha filha, sua mãe ficaria honrada de ver você assim. Vingue-a e viva sua revolução.” Seu pai entregou sua arma encantada nas mãos dela. Um pedaço de gelo negro robusto e com uma ponta afiada que estava preso a uma corrente e a um cabo de espada.

Empunhando esse premio por vencer seu próprio pai, Sejuani se esqueceu do acordo com Ashe e Braum e liderou sozinha uma força revolucionaria contra o governo de Trundle em sua cidade. Mas a maior parte de seus soldados foi morta em combate. Vendo a quantidade de baixas e o poder que Trundle tinha, ela recuou. Ao voltar para sua tribo com menos de 30% dos seus homens, ela se viu rebaixada e humilhada. Envergonhou-se por ter se desesperado e desejado uma revolução nada planejada contra uma força que havia dominado Runeterra inteira e percebeu que não iria muito longe assim. Ela abandonou o cargo de líder da tribo e foi sozinha para o meio da floresta. Lá ela encontrou acidentalmente Ashe e contou o que aconteceu. Ashe a elogiou por sua bravura e por ter reconhecido seus erros. Ashe explicou que ela e Braum voltaram para a cidade e conseguiram um numero grande de guerreiros que se uniriam a uma revolução para a tomada do poder de volta, mas que não seria fácil sem armas. Elas formaram ali, a aliança que seria talvez, a salvação de toda a Valoran, ou o inicio de sua total destruição. Sejuani voltou correndo para sua tribo e contou a novidade. Alguns acreditaram nela, outros ficaram contra, alegando que ela estava louca por causa da atual situação de Freljord. Mas Ashe e seu escudeiro apareceram na hora certa e com um discurso incrível, Ashe mudou o pensamento de todos. Sejuani lideraria as tropas da tribo. Braum lideraria os outros guerreiros que viviam em regiões afastadas da cidade e Ashe, comandaria um grupo grande de soldados que iriam lutar de dentro pra fora. Os preparativos estavam prontos e a revolução, batia a porta do castelo em que Trundle se sentava e esbanjava poder.

Notas finais
A saga do nosso pequeno trio acaba de começar. Será que eles conseguem salvar Freljord?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.