Le Urlaub
14 13. a volta dos que não foram,
Notas iniciais
LEIAM PELO AMOR DE SHISUS, Ô:
Mihaell: Nhaw, como eu sou foda, eu posto minhas notas aqui, depois de ter voltado do hospital para atormentar a vida de vocês o/ e aqui eu posso xingar like a boss, hein, Nyah?
Ok, para quem não sabe -para que não lê as notas iniciais e finais- eu sofri um acidente de carro, pois meu amigo dirigi MUITO SAKA? AQUELE FILHO DA PUTA SAIU SEM SEQUER UM OSSO QUEBRADO!
Depois a KAMI veio aqui pra minha cidade e tentou me agarrar na cama do hospital, e depois eu sou a drogada aqui, mas tudo belê. Voltei tem 4 dias.
Espero que gostem do capítulo enorme u.u e eu respondi à alguns reviews. Daí eu tô postando hoje, sexta, porque amanhã eu não terei tempo '-' tenho que fazer uns exames e blá blá e a KAMI não é confiavél para esse tipo de coisa, então... Aproveitem o/
–x-
– Shinwaiadaki você pode me dizer como faço para sair daqui?
– Só quando os pescadores forem novamente ao Nilo – Ele sorriu gentilmente.
– Ótimo quando é isso?
– Em uma semana – UMAS SEMANAS? Em uma semana Beyond já terá matado todos os meus pupilos e Raito virado o Deus do novo mundo. Eu não posso deixa-los sozinhos tanto tempo.
Tenho que encontra-los, nem que eu precise ir nadando até a china!
13. A volta dos que não foram.
– Senhor Shinwaiadaki poderia me dizer aonde está o barco dos pescadores? – Perguntei ao homem que agora caminha comigo pelo deserto.
– Ah fica guardado dentro da pirâmide do faraó Sakatuiwanidalo – Ele explicou calmamente. Mas que porra de nomes são esses?
– Eu adoraria visitar essa pirâmide – Comentei me alongando. Agora eu só tenho que achar o barco, rouba-lo e dar um jeito par traze-lo até o rio Nilo e depois achar o caminho até a china... e tudo isso ainda hoje.
Raito-kun POV
O quarto do hotel era enorme, e pela primeira vez eu podia dormir sozinho numa cama descente e aconchegante. Sem nenhum detetive me perturbando, nenhum fantasma querendo me matar, nem um deus da morte rindo loucamente do meu lado, nenhuma loira irritante querendo dar pra mim, sem os pestinhas fazendo barulho, ah como tudo era perfeito.
Me joguei na cama de casal e abracei o travesseiro, era tão confortável, finalmente um lugar digno de um Deus. Estava prestes a cair no sono quando escutei alguém batendo na porta. Se for um daqueles pestinhas eu não hesitarei nem um segundo em mata-los.
Me arrastei para fora da cama preguiçosamente e caminhei em câmera lenta até a porta do quarto. Ajeitei meus lindos fios de cabelo antes de abrir a porta.
– V-você?! – Exclamei assustado ao abrir a porta e me deparar com o moreno ali. Ele estava usando um sobretudo preto, os cabelos negros na altura do ombro e seu óculos estava torto além dele está arfando, parecia que ele havia corrido uma longa distância.
– Deus você não sabe o quanto eu demorei para acha-lo! – Ele disse se ajoelhando a minha frente e beijando meus pés.
– Mikami o que diabos você está fazendo aqui?! – Perguntei dando alguns passos pra trás e puxando ele para dentro do quarto.
– Misa me contou que desistiu de você e me entregou o rastreador do chip – Ele disse fazendo uma carinha triste de quem estava prestes a chorar – Achei que estivesse com problemas então vim ajuda-lo.
– Mikami vai embora – Suspirei apontando pra porta – Não quero você aqui.
– Isso não é uma opção, desculpe Deus, mas eu tenho que me certificar de que está tudo bem – Ele disse cruzando os braços – Pode continuar o que estava fazendo, finja que eu não estou aqui.
Claro como se fosse fácil ignorar um cara desse tamanho parado no meio do meu quarto. Wtf? Qual o problema dele? Porque todo mundo é tão problemático? Eu sem dúvida sou o único normal de todo esse povo.
Voltei pra minha cama macia e quentinha. Me joguei ali e fiquei agarrado ao travesseiro esperando que o sono voltasse, e não demorou muito para que eu dormisse. Tive o mesmo sonho que havia tido semana passada quando desmaiei pegando as mangas na ilha, Ryuuzaki vestido de odalisca dançando pra mim.
– Vai Ryuuzaki – Gemi segurando meu membro, e ouvi uma porta se abrir. Foi então que me dei conta de que não estava mais dormindo, e que eu não estava sozinho no quarto. Abri os olhos lentamente e vi Mikami entrando com uma bandeja de comida e a colocando em cima da cômoda do quarto.
– Já acordou Deus? – Teru perguntou enquanto tomava um gole da lata de cerveja que estava na bandeja.
Fiz que sim com a cabeça e me sentei na cama notando que minha ereção ainda estava pulsando e implorando por alivio. Merda, maldita puberdade que me deixa nessas condições nos momentos mais inoportunos.
– Estou tão cansado – Mikami se espreguiçou tirando o sobretudo e o jogando numa poltrona enquanto desabotoava a camisa branca e tirava a gravata... tão sexy.
– Pode deitar na cama se quiser – Comentei casualmente, mas que merda eu tô fazendo?
– Obrigado Deus – Ele disse animado terminando de tirar a camisa e a jogando por cima do abajur. Bons modos mandaram lembranças.
O moreno se deitou ao meu lado na cama e se espreguiçou novamente bagunçando os cabelos negros logo em seguida. Mikami era tão convidativo, e meu auto controle estava indo para o espaço com aquele moreno ao meu lado. Até que ele virou o rosto na minha direção e tirou o óculos de forma sexy.
– Não vai se deitar? – Ele perguntou em um tom tão inocente que me fez perder a cabeça.
Girei para o lado ficando em cima do moreno e o beijei urgentemente o deixando em estado de choque. Demorou um pouco, mas por fim ele retribuiu o beijo ainda de forma receosa enquanto eu alisava seu corpo de forma possessiva. Coloquei meu joelho entre suas pernas e esfreguei ali até senti que Teru estava na mesma situação que eu. Interrompi o beijo somente para tirar minhas roupas enquanto ele me devorava com o olhar e em seguida abri sua calça com a boca fazendo o moreno morder os lábios para não gemer.
– Teru desde quando você é tão bonito assim? – Perguntei ironicamente massageando seu membro por cima da boxer preta que ele usava.
– Desde sempre senhor – Ele gemeu se agarrando aos lençóis da cama. Abaixei sua cueca revelando sua ereção recém formada.
– Tão animado Mikami-kun – Falei de forma depravada e vi o moreno se contorcer inquieto – Eu resolverei o seu problema – Sorri de lado e abocanhei seu membro recebendo um longo gemido de prazer em resposta.
Chupei o membro de Mikami intensamente fazendo o moreno gritar de prazer e dizer palavras sem sentido. Apertei as coxas brancas do moreno enquanto passava minha língua por toda a extensão de seu membro e voltava a chupa-lo. Mikami estava suando e seus dedos estava tão apertados no lençol da cama que chegavam a ficar vermelho, o moreno mantinha os olhos fechados e se contorcia hora ou outra gemendo de prazer.
– Está gostando? – Perguntei ironicamente interrompendo o que estava fazendo para poder observar o rosto do moreno que mordia novamente os lábios para conter um gemido – Ah Mikami, não se controle, eu quero ouvir você gemer meu nome com uma vadia.
Contornei seu membro com a minha mão fazendo movimentos rápidos e cada vez mais fortes apertando mais e mais seu membro.
– Diga Mikami, quem é o seu Deus?
– Você! – Ele gemeu.
– Quem é o seu dono?
– Você!
– Quem é que te dar prazer como nenhuma vadia vai te dar? – Perguntei aumentando o ritmo dos movimentos com a mão.
– Você Yagami! – Ele gemeu alto e então se desfez na minha mão sujando o próprio abdômen.
Sorri satisfeito ao ver o moreno exausto a minha frente tentando controlar a respiração descompassada. Passei o dedo pelo abdômen do mais velho lambuzando meus dedos com o liquido branco e levando até sua entrada para usar como lubrificante. Meu membro estava dolorido demais para eu ter a paciência de prepara-lo, então apenas o lubrifiquei e me posicionei entre suas pernas e ele as prendeu em minha cintura.
– Yagami eu ainda não... AAAH! – Penetrei o moreno sem aviso prévio interrompendo o que ele iria dizer. Finalmente alivio!
Comecei a estocar o moreno sem nenhum cuidado, afinal eu já havia esperado demais por aquilo. A cada estocada Mikami gritava de dor cada vez mais alto e ele abraçava meu pescoço enquanto as lagrimas escorriam caindo no meu ombro. Vê-lo tão vulnerável só me deu mais tesão e eu aumentei o ritmo das investidas. Apertei a cintura do moreno com as duas mãos e girei na cama fazendo com que ele ficasse por cima de mim com uma perna de cada lado do meu corpo sentado sobre o meu membro. Teru automaticamente começou a se movimentar em um ritmo lento ainda tentando se acostumar com a invasão dentro de si.
Ajudei o moreno a se movimentar dando impulso com as mãos no seu quadril, mas ainda estava lento pra mim, eu precisava de mais velocidade, mais intensidade. Gemi para o moreno pedindo para ele ir mais rápido e ele prontamente me obedeceu. Mikami cavalgava sobre mim com a cabeça jogada pra trás enquanto ele gemia coisas aleatórias e arranhava meu peito, e eu não estava muito longe dessa depravação. Apertando a cintura do moreno e o ajudando com os movimentos, mas ao contrario dele eu tentava não gemer tão alto e nem dizer coisas das quais eu me arrependeria depois.
Nossos gemidos ecoavam pelo quarto assim como o ranger na cama balançando, nossos corpos suados se chocavam um contra o outro e a mão do moreno deslizava pelo meu peitoral definido e suado. Apertei novamente as coxas do mais velho e gemi alto enquanto gozava dentro de Teru, e o mesmo caiu derrotado por cima de mim como se fosse ele mesmo que tivesse chegado ao orgasmo. Contornei o corpo do moreno em um abraço sem jeito enquanto ele descansava com a cabeça em meu peito.
– Deus isso foi incrível – Ele arfou abraçando minha cintura – Podemos fazer denovo?
– Vou pensar no seu caso, por enquanto vamos tomar banho – Tirei ele de cima de mim e me levantei da cama ajudando o moreno a fazer o mesmo. Havia sangue nas coxas dele, acho que peguei pesado demais. Suspirei longamente e peguei o moreno no colo o jogando sobre o meu ombro e o velando em direção ao banheiro. Ele apenas riu do ato, mas não protestou.
O deitei em pé dentro do box do banheiro – que por sinal era de luxo – e liguei o chuveiro, tirei todo o resto de orgasmo que havia em mim e notei que Mikami estava apenas encostado na parede como se tivesse esperando eu acabar para poder tomar banho. Puxei o moreno pela cintura e o abracei em baixo do chuveiro.
Assim que estávamos devidamente limpos e descansados desliguei o chuveiro e beijei o moreno o prensando contra a parede do banheiro. E começamos outra sessão de “diversão”.
Mail POV
Estou procurando pelo Mihael tem mais de meia hora. Já o procurei pelo saguão, estacionamento, cobertura, creche, biblioteca e no quarto das empregadas. E não o achei em nenhum destes locais. Como pode? Vou mesmo ter que fazer um cartaz escrito “PROCURA-SE”?
– moça, -parei uma loira que estava passando na minha frente – viu um loiro parecendo a... – a encarei bem... Aquela era... – Madonna?
– Sim, sou – ela me olhou dos pés à cabeça – o que iria perguntar?
– Er... – fiquei de boca aberta, mas então notei o papel ridículo que eu estava fazendo, limpei a garganta e tomei folego – você viu um menino muito parecido com você, por aqui? – ok, minha voz saiu fina como a de uma menininha.
– Não – ela se virou e metade da cabeleira veio na minha cara.
– Mas então... – fiz voz de choro e ela se virou para mim novamente, me encarando – me de um autógrafo! – pedi me ajoelhando na sua frente e juntando as mãos – por favor!
– Se levante – ela mandou – está me constrangendo – olhou para os lados – onde é para eu autografar? – perguntou e eu fiquei porkerface. E agora? A única coisa que eu tinha comigo era... OMG!
– NO MEU PSP! – gritei me levantando, sorrindo e quase a beijei devido à velocidade exagerada.
– Cuidado menino... Sabe que jogo no outro time... – ela falou. Masq?
– Eu também – mimi – tanto que o loiro que eu tô procurando e que se parece contigo é meu macho.
– Certo – ela me olhou com os olhos arregalados, colocou no meu PSP “Para o mlk sedução e gay (...) — qual seu nome?
– Ma... Mai.... Mat... Jee... – OMG. E agora? Será que o Yagami chega a pegar meu PSP? – Mail Keehl! – sorri. Futuramente eu seria casado com o Mello mesmo.
“Para o mlk sedução gay Mail Keehl, da Madonna”. Own.
Sorri, a agradeci e saí de perto. Procurar meu loiro agora. Senti luzes coloridas e fortes do outro lado da rua e cerrei os olhos para enxergar através da chuva, que caía com força.
O neon bem grande, havia escrito “CASSINO G-DRAGON CHINÊS” em inglês.
Por algum motivo sabia que meu loiro devia estar ali e com isso corri pela rua, cuidando para o meu PSP não cair no chão. Entrei no Cassino todo encharcado e olhei ao redor. Estava um pouco vazio, acho que devido à chuva. Varri o local com os olhos, mas não o achei. Comecei então à caminhar pelo local.
– AAAH – gritou alguém do meu lado, me fazendo da um pulo pro lado – Diūshī – começou a chorar um homem — Nǐ biǎo zi biànzhí de shíwù de érzi! Wǒ de qián hái gěi wǒ! – ok...
Continuei meu caminho, até chegar num local onde havia diversos tiros ao alvo. Era o lugar mais cheio dali, na verdade.
– VOCÊ ACABOU DE PERDER UM RUIVO, MADONNA – Madonna? Qual delas?
– Sua... – Era meu loiro. Mello bateu os olhos em mim e paralisou.
– Amor – corri até ti, sorridente, mas um a mulher-alfa-macho parou na minha frente. Alta e com ombros largos.
– Ele perdeu uma aposta para mim e te apostou. Serás meu escravo agora – a mulher me pegou pela gola da camisa e saiu me arrastando. Mello virou o rosto e se levantou. Nem mesmo a arma dele estava com ele; ele apostou a arma também?
Near POV
Estou sentado no quanto do quarto tem horas já. Estou começando a me incomodar com o silêncio. Beyond estava deitado numa das poltronas reclináveis observando uma de suas navalhas à quase três horas. Levantei-me, decidido a pegar um livro e ler, já que eu não havia trago nenhum brinquedo comigo e o moreno parecia estar de mal humor.
– por que saiu sem me acordar, àquela hora, no avião? – a voz saiu rouca e ele sequer me olhou. O observei vendo que seu semblante estava calmo e os olhos avermelhados sem brilho, opacos.
– eu não queria te acordar... – falei baixo, olhando para o carpete.
– sabe que eu nunca durmo e que não tem problema em me acordar; vou repetir minha pergunta: por que não me acordou? – novamente, só que desta vez ele me olhou nos olhos e isso me fez sentir uma criatura horrível. Birthday estava triste comigo.
– sei disso – respondi, e é verdade, não foi minha intenção, mas eu era frio desde sempre. A resposta saiu fria e ríspida – eu só queria sair um pouco. Sair alguns segundos de seus olhos.
– Ah... Não gosta de ser vigiado, Nate? O que quer com isso então? – se levantou, com a faca na mão, caminhando em minha direção – ficar bêbado? Dar pra outro?!
Franzi o cenho e ele percebeu que aquela expressão fora baixa demais, para meu gosto e sorriu, desafiante. Segurou-me pelos ombros e me empurrou até a parede. Ele então levou a navalha ao meu pescoço, fazendo-me automaticamente levantar o rosto, o encarando.
– Solte-me – mandei, e fechei os olhos por um segundo, sentindo o instrumento frio em contato com a minha pele.
– Eu te solto... – riu – eu te solto, para ir atrás de um de seus amantes, é?
– que amantes?
– Não sei... Mas me diga River. Você é fiel? – a rizada sacana dele preencheu o quarto, e aquilo me deixou para lá de incomodado. Só escutei um barulho no momento seguinte, e o rosto do moreno vermelho, do lado esquerdo. Aceitei um tapa com força no local e ele me soltou, me olhando incrédulo – o que você...?
– Infiel... – me soltei das mãos do moreno, sentindo meu peito doer.
– Se não é infiel é o que? – ele aumentou o tom de voz dele, se virando para mim – O QUE VOCÊ É RIVER?
– Eu? EU SOU FIEL. Um garoto... – tomei folego – um garoto que estava quieto num orfanato e logo depois você apareceu e derrubou meu mundo!
– Isso mesmo. Derrubei seu mundinho infantil, seu moleque. Preste atenção. Sabe o quanto gosto de ver sangue jogar, e você com uma atitude dessas – ele apontou para o próprio rosto. Os olhos dele estavam escuros de tanto ódio – está pedido para morrer, mas antes eu deveria e foder não é, albino...?
Não pensei em nenhuma resposta. Só saí do quarto segurando um grito em minha garganta.
Notas finais
Sweeney: Sou foda e quero farofa lol
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