Le Excursão
10 Capítulo 9 - Sem sinal.
– Finalmente – o japonês exclamou quando uma limusine parou ao nosso lado. Entramos e logo escutamos Watari anunciar por interfone. Porra, isso aqui pode ser grande, mas não é um avião!
– Ryuuzaki, enquanto o novo prédio é construído o senhor prefere ir a uma cabana no parque de Shelter Mountain Inn, ou se hospedar em um hotel? – perguntou. Cara, mas que porra mais obvia! Logico que um Hotel! Cinco estrelas Okay?
Lawliet então olhou no rosto de cada um de nós. E eu fiz questão de fazer o mesmo. Era como se estivéssemos com um papel colado no meio da fuça escrito “hotel sete estrelas demo”.
– Já me decidi Watari – ele então olhou para o motorista – vamos acampar na montanha – não se atreveria L! – compraremos roupas novas e enquanto isso agente o voo.
Capitulo 09.
Sem Sinal.
Lawliet POV
Estávamos no avião a cerca de duas horas e ainda estávamos longe de aterrissar, Raito estava acorrentado ao meu lado na janela e do outro lado estava Beyond com sua maldita geleia, atrás de nós estava Mello atrás da poltrona de Raito, Matt atrás de mim e Near atrás de BB.
– Vai demorar muito para chegarmos? – Era a sexta vez que Matt perguntava, ele estava sem seus joguinhos.
– Vai – Respondi novamente.
Que viagem tediosa, Raito estava quase cochilando, mas para seu azar Mello chutou sua cadeira.
– Seu maldito... – Raito começava a reclamar, apenas ignorei a discussão entre os dois e voltei à atenção aos meus adorados doces enquanto Mello se levantava e tentava pegar alguma coisa na bagagem de mão acima de nossas cabeças.
Concentrei-me no que era importante, o bolo de morango tinha um gosto tão bom, a tempos eu não comia um bolo assim, tão bom quanto o de Watari e...
Alguma coisa bateu na minha cabeça e me fez afundar o rosto na fatia de bolo.
– L! Desculpa! – Mello gritou chamando a atenção de todos para nós.
– Ryuuzaki você está bem? – Tirei a cara de dentro do prato e olhei para Raito, ele me encarou durante alguns segundos até cair na gargalhada.
– Não vejo graça – Disse limpando meu rosto com a manga da camisa.
“senhores passageiros, por favor, apertem os cintos, passaremos por uma leve turbulência” Anunciou uma voz feminina.
– Achei! – Mello tirou um game boy da mala e jogou para Matt – Agora pare de me perturbar e vai jogar.
– Melhor se sentarem... – Acho que avisei tarde de mais, o avião começou a tremer violentamente e Mello foi para o chão se segurando em Near que acabou indo junto com ele.
– Esses seus pupilos são problemáticos Ryuuzaki – Raito riu.
Tirei o cinto fui atrás deles tentando me equilibrar para não cair, nesse momento o avião inclinou sua frente para baixo e começou a descer me fazendo cair e rolar corredor a baixo entre as poltronas onde pessoas gritavam de medo.
O avião então se estabilizou um pouco, deixando-me levantar.
– Nós vamos viver! – Matt gritou parecendo aliviado enquanto erguia suas mãos junto ao game-boy.
Caminhei até uma das aeromoças que estavam na porta da cabine quando o avião se estabilizou novamente.
– Nós vamos morrer! – Ouvi Matt gritar novamente ao fundo fazendo as pessoas ficarem mais desesperadas.
– Abra essa porta – Pedi educadamente apontando para cabine.
– Lamento senhor, eu não posso.
– ABRE A PORRA DESSA PORTA AGORA! – Gritou o loiro ao meu lado apontando uma arma para a cabeça da moça.
– S-sim... – Ele digitou rapidamente a senha enquanto o avião ainda caia.
Abri a porta e vi o piloto desmaiado o copiloto tentando reanima-lo.
– O que aconteceu? – Perguntei assumindo o controle do avião.
– Ele ficou nervoso com a turbulência e teve uma parada cardíaca e eu acabei perdendo meus óculos no meio de toda confusão.
Que despreparo... Estabilizei o avião com dificuldade e deixei nas mãos do copiloto, nada que me desse muito trabalho.
Sai da cabine com Mello e Near atrás de mim, ambos com os olhos brilhando de admiração.
– Você foi demais L! – Mello me elogiou.
– Obrigado, mas mudando de assunto que cheiro estranho é esse? – Perguntei me aproximando de nossos acentos.
– Esse cheiro parece...
– Fui eu pessoal – Matt levantou a mão e saiu andando devagar com as pernas abertas em direção ao banheiro – Foi o medo de morrer sem usar meu novo game boy.
Near POV
Lawliet seria eternamente meu ídolo. Depois daquele transtorno no avião finalmente pousamos. Ao descer Mello deu um chilique com um chihuahua que pegou um bombom que caiu da mala dele.
Um carro de quatro portas preto estava esperando agente fora do aeroporto. Sem motorista.
Ryuuzaki acionou o alarme do carro e entramos deixando as malas no porta-malas. Rumamos em frente passando por uma cidade que não parecia ser muito movimentada. Cidades de interior.
Depois de termos passado pela cidade entrando na parte do parque florestal o céu ficou nublado. Que não tenha goteira nessa cabana.
– Mello, você poderia, por gentileza parar de chutar meu banco? – perguntou Raito que estava logo à frente com L.
– Não. Detesto fazer gentileza aos outros – riu o loiro do meu lado, enquanto Beyond cochilava encostado ao meu ombro esquerdo. O ruivo estava logo do lado de Beyond atrás de L jogando o game-boy.
– Como é que é? – o japonês pareceu se irritar.
– Não sabia que você era surdo Yagami – e nisso o loiro chutou com mais força o banco fazendo Raito bater com o nariz no painel do veiculo.
– Seu... – e novamente a briga estava formada. Raito estava virado para trás enquanto Mello se livrava do cinto e partia para cima do mais velho.
– Parem, por favor – L bem que tentou, mas nunca conseguiam parar o loiro tão fácil – Raito-kun, chega – ele puxou Yagami pelo cinto no mesmo instante que Beyond se agarrou a gola da minha camisa escondendo o rosto nos meus cabelos. Aquilo fez cada pelo da minha nuca se arrepiar.
– Mas Ryuuzaki! Discipline seus pupilos! Que merda – reclamou se sentando no banco de cara emburrada. Kira fazendo birra?
– Certo Raito-kun – L pisou mais fundo no acelerador fazendo o carro avançar mais rápido. Isso só ajudou para o carro pular junto ao chão de terra e buracos.
– O que você está fazendo L? – enfim o ruivo se pronunciou.
– Estou sem doces, quero chegar logo lá — ...
– Ryuuzaki! – Yagami gritou no momento em que L atingiu uma árvore de frente.
O cinto me segurou no mesmo lugar, e os airbags da frente abriram.
Dois minutos depois L pareceu se tocar da situação.
– Todos bem? – perguntou olhando para trás. Matt ainda jogava, Beyond ainda dormia ainda e Mello estava tossindo. Com toda certeza havia se engasgado com o chocolate.
– Uhum – respondi olhando para os lados. Onde estávamos?
O detetive moreno então pegou o celular no bolso, pronto para chamar apoio e...
– Sem sinal – o mais velho do grupo pareceu bem desanimado com a noticia.
– Okay então. Vamos pegar as malas e andar – o loiro abriu a porta e saiu pegando as malas no porta-malas.
Todos enfim concordaram.
– Não dá para ficar pior – o ruivo comentou arrastando a mala de couro que provavelmente só havia chocolate por impulso do loiro.
Então começou a chover. Vida.
– Tinha que abrir a boca né ruivo? – Beyond que tinha acordado comentou.
– Idiotas – Yagami reclamou e começou a andar na frente.
Raito POV
Não fazíamos ideia de onde estávamos, só sei que estou com fome, molhado, carregando essa mala pesada e na companhia de pessoas irritantes.
– Acho que é aqui – Ryuuzaki parou no meio da estrada.
– Vamos acampar na estrada? – Mello perguntou indignado.
– Aqui não, ali – Ele apontou para algumas cabanas com uma péssima aparência.
– Me recuso! – Protestei. Eu o deus no novo mundo jamais ficaria em um lugar assim.
– Vamos logo Raito-kun – Ryuuzaki me puxou e fomos andando em direção as cabanas.
Entramos em um lugar que parecia ser uma recepção, havia apenas um homem ali passando o espanador no balcão.
– Bem vindos – O homem no cumprimentou – Já estava esperando por vocês.
– Onde vamos ficar? – Ryuuzaki perguntou apresado, ele parecia estar com um péssimo humor.
– Na cabana 12 – Ele colocou alguns copos em cima da mesa e uma chave em baixo de um deles.
– Onde estão as chaves? – Ryuuzaki estava REALMENTE estressado.
– Terão que adivinhar, você venha aqui – Ele apontou para o loiro – Ache a chave e poderão ir para a cabana.
– Vamos logo com isso – Ele mordeu o chocolate molhado e derretido com cara de estragado, ele deve ser cheio de caries.
O homem mexeu os copos rapidamente, que truque barato.
– É esse aqui – O loiro apontou para o copo do meio.
– Errado! – Vazio.
E denovo ele mexeu os copos.
– É esse! – Agora apontou para o da ponta direita.
– Errado novamente! – O homem ria da cara de Mello. – Vamos fazer denovo e...
– PASSA A PORRA DA CHAVE! – O loiro estressado tirou uma arma de baixo do casaco molhado, essa merda já é pesada, imagina molhada?
– C-calma, tenham uma boa estadia – Ele jogou as chaves para Mello que deu mais uma mordida em seu chocolate “estragado” e saímos.
Andamos entre as cabanas até achar a 12...
Era horrível, talvez eu deva voltar e me hospedar na casa da Misa ou virar um morador de rua, mas qualquer coisa é melhor que isso!
– Vamos entrar – Beyond abriu a porta e empurrou Matt pra dentro.
O lado de dentro conseguia ser pior que o de fora, havia baratas, objetos quebrados e corpos de animais em decomposição.
– Mello vá até a entrada e traga uma vassoura – L ordenou e depois largou as malas no canto do quarto – Vamos limpar isso Raito-kun!
– Não! – Tudo menos fazer um trabalho desses. Era isso que eu tinha que aturar para descobrir o nome dele? Mas que... Demônio.
21/Dezembro/2011
~LE CABANA~
Mihaell: Não ligem para a cabana exageradamente exagerada. Sei que ela é muito grande para eles HSUUAHSUHA Parei, estou falando do tamanho do imagem mesmo. Estou com pressa e não consegui deixa-la do tamanho adequado para o Nyah.
Gostaram da nova casa dos nossos gostosos? *--* Estou postando hoje porque sei que dia 24 ninguém vai ler mesmo; Apesar de eu estar aqui '-'
Minha marida não quis deixar notas nesse cap. então não me perguntem dela.
Perguntinha: Alguém aí lembra de uma certa loira que ficou no predio quando ele desabou? SHUAHSUAH Coitada da Misa, ninguém lembrou dela. E euri.
Enfim, até o proximo o/ Feliz natal *-* E os presentes hm... Eu ganhei meu Xbox *pose* sou um Matt na vida, de tão viciada. (Cala a boca Gabriela u.ú Admiti).
Até povo; Beijos
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