Le Chant des Sirènes
66 Capítulo LXV
Notas iniciais
Capítulo LXV
—Dizem que antigamente o mundo era recheado de magia, com ethernano em abundância para todos aqueles que possuíssem acesso a essas forças míticas conseguissem manipular a magia, no entanto, quando todos a cobiçaram de maneiras audaciosas o poder fora retirado e então desaparecera. – a pequena garota com uma pena entre os dedos contava a história que bem conhecia enquanto descrevia os pontos principais em um papel. – com isso, apenas alguns seres mitológicos específicos conseguem usar magia. – ergueu os olhos em direção ao homem sentado por sobre a cadeira a frente. – é provável que você consiga acesso a essa parte restrita. – uma sobrancelha rosada se ergueu em um silencioso questionamento. Os braços estavam cruzados frente ao peito com o corpo sentando de maneira preguiçosa.
—A magia é um poder que te permiti acessar e manipular essas forças ocultas, de modo que afeta a matéria e energia para manipulá-la. – virou o rosto para a sereia sentada ao seu lado. – como ela se tornou um recurso escasso, as pessoas que possuem acesso a ela necessitam de um meio como uma espécie de conector para acessá-la, um exemplo é a Yukino que precisa de seu potes que é um artefato mítico juntamente de encantamentos para fazer sua magia. – sua mente parecia interligar os pontos de modo que fosse fácil sua compreensão. – as pessoas que podem usar magia são divididas por categorias baseando-se nas propriedades da mesma. – abriu o livro em uma página específica e mostrou um desenho onde retratava os locais que a magia se acumulava. – a magia de Yukino é a magia de conjuração a qual ela convoca coisas ou seres a sua presença.
—De qualquer forma, alguns usuários são delimitados a variações específicas. – Levy prosseguiu com o que a sereia dissera. – acreditamos que a sua magia seja como a de Lucy, magia de encantamento focada no controle de maldições que é como é chamada a magia de demônios. – soou receosa com medo de que a reação do rosado pudesse ser controvérsia. Contudo, se surpreendeu quando ele permaneceu do mesmo modo, indiferente a sua verdadeira natureza. – com isso em mente, acreditamos que possa manter o controle.
—Como faço isso?- Questionou sucinto e observou quando as duas se entreolharam antes de responder.
—Isso é o que temos baseado nas informações que adquirimos, no entanto, ainda é um incógnita como seu poder funciona ou se ele pode variar como o meu que funciona além dos encantamentos. – encarou a garota de longos cabelos loiros e pele alva, o olhar que ela lhe lançava o fazia não ousar desistir. – devido ao selo, sua magia está aprisionada e com isso você não pode obter acesso por completo até que o selo seja desfeito, mas como não sabemos o efeito que isso pode vir a acarretar, é melhor tentar controlar o pouco que tem, como... Os surtos. – engoliu em seco ao finalizar a frase ao se recordar da cena que havia presenciado. Aquilo ficaria guardado em sua mente para sempre.
—De qualquer forma, ninguém nasce sabendo!- Levy pronunciou afim de desfazer o clima que havia se instalado. Colocou o livro de capa negra por sobre a mesa em um baque surdo atraindo a atenção do rosado, com os olhos verdes curiosos. – esse livro fala sobre a magia dos demônios, sugiro que comece a lê-lo agora se deseja ir ao portão de Scorpion. – colocou a mão no queixo de modo pensativo. – ou seja, tem exato cinco dias! – respondeu simplista o fazendo arregalar os olhos em resposta.
—Está louca? Como irei ler isso tudo em cinco dias?- Questionou incrédulo folheando o livro que deveria ter no mínimo novecentas páginas.
—Isso é mais do que possível!- respondeu em choque, ela havia levado um dia inteiro para ler aquele livro por completo. – mas não vou exigir demais da sua pouca capacidade. – apertou os olhos a fuzilando. – você precisa ao menos conseguir se controlar um pouco.
—O sofrimento que você sente sempre que um pouco do selo é desfeito, é consequência da sua magia sendo liberada gradualmente , e por estar a muito tempo acumulada e o corpo não estar ajustado a ela, acaba por ocorrer esses efeitos colaterais. – a sereia explicou de forma branda para que ele compreendesse o primeiro passo que deveriam dar. – você deve adequar o seu corpo a receber essa força mítica.
—Tem alguma possibilidade de que eu não tenha magia?- Questionou algo que estava considerando ao pensar no decorrer de sua vida. – por que até então, não ocorreu a materialização da magia em si.
—É improvável!- respondeu a loira com convicção. – independente de ser um híbrido, não anula a magia, pois os demônios são seres primários, foram eles que criaram a magia antiga que agora é esquecida, isso está em seu sangue Natsu!- falou com a voz leve o encarando nos olhos.
Poderia não demonstrar tão abertamente como estava se sentindo a respeito da nova descoberta, entretanto, ela o conhecia o suficiente para saber como aquilo o estava corroendo por dentro. Os olhos estavam opacos e por vezes o pensamento disperso.
O que era aceitável levando em conta o que ele havia descoberto. Não era fácil aceitar que passou toda sua vida imaginando ser algo para no fim, a verdade ser algo completamente divergente. Não era uma questão que se aceitava com facilidade, porém, ele agia como se devesse ser. Ignorando o quanto aquilo o estava massacrando e não dando a devida atenção ao fato. A realidade era que Natsu pensava que se ignorasse por tempo suficiente, automaticamente as coisas se ajustariam e sumiriam, até que não houvessem mais complicações. Sobretudo, que mantivesse a máscara de que estava tudo perfeitamente bem, ela acabaria por se tornar realidade.
Todavia, havia um ser a qual ele jamais poderia enganar, Lucy. A sereia poderia descrever com facilidade como estava se sentindo apenas o observando, e mesmo que ele tentasse com afinco enganar a se mesmo para não preocupar os amigos, não poderia obter sucesso com ela, não, ele jamais conseguiria engana-la.
—Você não precisa se preocupar capitão!- a azulada soou mais empolgada. – eu li o suficiente do livro para saber que obtendo o conhecimento adequado, qualquer magia pode ser controlada. – sorriu convicta tentando repassar ao homem a força necessária que ele carecia.
E o sorriso despontando de seus lábios, indicava que ele havia recebido com clareza as intenções da amiga. Não havia nada que o pudesse impedir desde que decidisse que era aquilo que se devia fazer.
**
O vento balançava as copas da árvores em um ruivo em meio a floresta silenciosa. E sentada por sobre uma pedra observando o lago a frente, estava a jovem de longos cabelos ruivos presos a um elástico, trajando sua armadura por sobre o vestido curto. Nunca de fato, conseguia se ver livre do metal que a protegia daquilo que ela mais temia.
Desde de muita nova, sempre foi exposta as situações que a obrigaram a lidar com a dor tanto física, quanto mental. Sofrera perdas inimagináveis ao longo dos anos e afim de impedir mais sofrimento, fazia uso da armadura. Pela ferida mental, nada poderia fazer, contudo, a armadura a impedia da dor física.
Ouviu os passos sucintos, e soube que ele havia chego muito antes de se anunciar. Ela acreditava que poderia encontrá-lo em qualquer lugar, em meio a um povoado ou milhas de distância, ela sempre saberia aonde Jellal estava.
—Mandou me chamar?- as mãos estavam dentro dos bolsos da calça, o que ela jamais imaginaria era que fazia aquilo para que ela não percebesse como ele tremia por debaixo dos panos.
Respirou fundo observando a clareira a frente, estavam a poucos quilômetros da casa da Fairy Tail e reconhecia aquele lugar como seguro o suficiente para conversarem sem interrupções.
—Sim!- a voz estava firme quando ela se virou para encarar a expressão indiferente dele. — ouça Jellal, irei lhe dar a oportunidade de se explicar e expor seus motivos. – os olhos demonstravam todo sua convicção. – contudo, se não o fizer, serei obrigada a passar adiante a informação ao mestre, e você tem consciência de qual a consequência de seus atos. – demonstrou a primeira reação, fornecendo um passo para atrás e olhos arregalados. Como se o impacto da informação fosse algo físico.
—Erza...- suas falas morreram em seus lábios e a ruiva tomou a fala, prosseguindo com seu ultimato.
—A decisão é sua!- olhou nos olhos verdes repassando todo os seus sentimentos conflituosos a respeito daquilo. – você sabe o que é importante! – apesar da feição triste, seus lábios tremeluziram ao fim.
Os olhos permaneceram um no outro como se realizassem todas as vontades que seus corpos desejavam, mas não possuía coragem para fazê-lo. Eram incapazes de desviar ou negar o arrepio que corria por sua pele sempre que se viam, o sentimento era mútuo, contudo, as intenções pareciam distintas.
Engoliu em seco antes de se virar com a intenção de se retirar do local, antes que o bolo em sua garganta se forçasse a ser solto e suas lágrimas escorresse de seus olhos. O que estava esperando? Não saberia dizer, porém, com afinco esperava que seja o que fosse mais importante para ele, ela estivesse inclusa. Tanto quanto ele estava para ela.
—Eu tinha dez anos quando minha família foi massacrada por um demônio. – seu corpo paralisou quando ouviu a voz grossa. – e fora no mesmo dia que fui possuído por esse mesmo demônio. – virou abruptamente o olhando de olhos arregalados. Ele já havia lhe contado vagamente sobre aquilo anteriormente. – não diria possessão direta, mas ele me influenciava a fazer coisas para que ficasse exposto o suficiente para que pudesse possuir meu corpo, e então, eu fui influenciado a matar uma família em um pequeno vilarejo. – seu corpo paralisou e as mãos tremeram, os lábios abertos conforme o choque se instaurava em seu corpo. – e eu o fiz Erza. – a encarou com uma expressão cabisbaixa e completamente vulnerável. – eu ceifei a vida de um homem e uma mulher, tornando uma criança órfã. – o ar parecia rarefeito. – consegui recobrar minha consciência, mas não a tempo o suficiente de salva-los, fui levado para uma espécie de organização religiosa aonde fui submetido a vários de tipos exorcismos e experimentos, para depois ser jogado naquele orfanato aonde te encontrei. – não conseguia reagir de outro modo além do choque. – foi quando eu senti esperança novamente, e uma necessidade de ser bom, você me fez desejar isso!- piscou os olhos pela expressão de firmeza a qual ele dizia as palavras. – então, eu entrei para o conselho um pouco depois de termos conseguido fugir. – um vinco se formou em sua sobrancelha. – eu desejava pagar pelo meu pecado salvando vidas, e mesmo sendo muito jovem, consegui muitas premiações e me foi fornecido o posto para conseguir aplacar o meu pecado. – não ousou dizer nada enquanto o ouvia. – eu poderia conseguir vingança aquela família, e com isso eu me aliei a Ultear para conseguir informações a respeito desses demônios, e devido as informações recentes eu interliguei os pontos e percebi que tudo pode ser mais profundo do que imaginava. – suspirou antes de olhar nos olhos castanhos. – é por isso que repassei as informações Erza, por que quero destruir esse mal que vem assolando a terra a mais tempo do que imaginamos.
—E quanto a Fairy Tail?- sua voz estava baixa, como se temesse a resposta que a pergunta poderia acarretar.
—É a minha família!- respondeu convicto e suspirou demonstrando uma reação fragilizada. – é a única coisa que importa para mim!- soou sincero com os olhos brilhantes de palavras não ditas. De algo a mais que ele desejava dizer sem saber como.
—Por que nunca me contou isso?- Aproximou devagar ficando a sua frente.
—Eu queria ter resolvido antes, porém, levou mais tempo do que o esperado. – sorriu sem mostrar os dentes. – eu não queria que você visse esse lado... Esse parte de mim.
—Por que?- piscou os olhos com a voz frágil. – não foi sua culpa...
—Foi Erza, foram as minhas mãos que ficaram sujas de sangue! – falou firme com um gosto ruim que aquelas falas lhe deixavam na boca. – eu mereço conviver com isso, mas não poderia despejar isso em vocês. – negou com a cabeça balançando os cabelos vermelhos no processo.
—Somos seus amigos Jellal, e amigos ajudam os outros em momentos de dor e dificuldade. – observou a face do homem a sua frente, os cabelos de tonalidade azuis como o mar ao cair da noite com os olhos esverdeados abaixo dos fios que caiam como uma cortina em seu rosto.
—Não me considera um traidor, pelo que fiz e ao me aliar ao conselho?- Questionou baixo e ela negou com um sorriso mínimo no rosto.
—Se fosse nós entregar, já o teria feito!- deu de ombros como se fosse óbvio. – eu disse que não o julgaria se compreendesse seus motivos, e agora eu entendo o que fez... Mesmo que tenha sido divergente da maneira convencional que fazemos, eu o entendo. – seus olhos brilharam em surpresa e admiração. Havia algo naquele garota que o fazia se encantar cada vez mais e ao mesmo tempo se odiar por desejar algo tão imaculado e belo, ele não era digno. – eu apenas espero que Ultear seja tão confiável quanto pensa.
—Ela é!- respondeu prontamente sem dúvidas de sua resposta. A ruiva ergueu uma sobrancelha o encarando. – ela também tem os motivos para fazer isso. – ela era como ele e fazia sofrido as consequências da maldade dos demônios e assim decidiu que só obteria paz se livrasse o mundo deles.
Erza assentiu, decidindo por confiar na decisão do amigo. Sabia bem que intrigas pequenas serviam para destruir a irmandade do grupo, e o trabalho em equipe era crucial para uma tripulação harmônica. Jellal sempre esteve ao seu lado e salvou sua vida a libertando da vida sofrida e abusadora que vivia. Seria eternamente grata ao homem a sua frente.
Ele por sua vez, a observava com o coração inquieto. Possuía tamanhos desejos ao tê-la tão perto de si e ao mesmo tempo tão longe. Fora quem lhe fornecera luz quando estava a tempo demais na escuridão, fora ela quem lhe deu motivo para viver. Era de longe a pessoa mais essencial em sua vida, sem ao menos imaginar isso.
Então, ele a puxou para um abraço decidindo ser egoísta por apenas um momento. A surpresa se estampou no rosto da jovem, porém, não teve forças para negar o pedido e aceitou de bom grado o carinho. Pois era em seus braços que conquistava a paz e aquecia o coração.
E ela enlaçou sua cintura depositando a cabeça em seu peito, enquanto ele acariciava seus cabelos vividos como uma aurora da manhã. Sem nem ter consciência de que aquele que a abraçava, havia matado seus pais e a deixado órfã. Jellal se martirizava por desejar aquela que ele jamais poderia obter, pois fora ele quem havia retirado todo sua felicidade quando criança.
**
Havia uma lenda sussurrada em meio aos povos humildes aos quais viviam em uma terra esquecida pelos deuses. A lenda da criatura que vivia no limbo da vida e a morte, que possuía conhecimento o suficiente para navegar entre os dois mundos e ainda assim, permanecer vivo o suficiente para estar aqui, mas tão morto quanto para visitar o pós vida.
Contudo, não haviam lendas que exemplificassem sua aparência ou o local em que se deleitava de suas refeições, conhecidas como o choros de homens que jamais poderiam ser perdoados apenas com a morte, não, aquilo era pouco perto do que mereciam de fato.
O homem conhecido como mago negro ou demônio da morte, tinha plena consciência de que aquele seria o lugar que sua alma vagaria caso não tivesse se transformado no que era hoje. Afinal, aos olhos dos humanos puros e perfeitos, ele era um homem horrendo que carregava nas costas a morte de sua amada e tripulação. Um amaldiçoado que levaria consigo a maldição até mesmo depois da morte.
O silêncio no navio era ensurdecedor, aonde apenas a água batendo contra o casco do navio se era ouvido. Nenhum dos tripulantes ousariam dizer qualquer coisa, como se até mesmo respirar fosse um ultraje, estando naquele local a qual o ar parecia em falta. Assim como qualquer outra indicação de vida. Não havia o menor sinal dela ali, apenas a morte e a destruição que ela deixava depois.
A neblina cobria toda a região e dificultava a visão pelo local o qual o sol não visitava. Era um local esquecido até mesmo pela natureza, que se encontrava morta nos poucos galhos que haviam retorcidos e podres pela água, essa no entanto, era tão escuta e pegajosa que os faziam duvidar sobre o que estavam em cima.
—Quais as ordens meu senhor?- permaneceu com o rosto centrado em uma direção vaga. A mulher que possuía um capacete com penas nas extremidades do mesmo, o observava com curiosidade, aguardando até então sua próxima ordem.
—Creio que como visitantes, devemos fornecer um presente ao nosso anfitrião!- não foi preciso que mais nada fosse dito para que ela compreendesse a ordem nas entrelinhas.
—Joguem iscas ao mar!- berrou aos tripulantes que caminhavam com suas espadas e cimitarras afiadas em direção aos escravos, magros e maltrapilhos que empurravam com os braços os remos da grande embarcação.
Os gritos agonizantes foram preenchidos pelo local, deixando para trás o silêncios mórbido como uma lembrança do passado. O piso de madeira escuro devido ao lodo, se encontrava úmido pelo sangue dos homens que eram jogados ao mar com insignificância. E de fato era o que significavam para o capitão daquela embarcação, não mais que o alimento do ser que guardava seu néctar da imortalidade.
—E agora o prato principal!- virou o rosto apenas para observar quando Mad Geer jogou o corpo desnutrido por sobre seu pé.
Observou os cabelos cacheados e longos da jovem garota, que poderia ser tudo, menos humana. Mesmo que suas pernas negras e grossas estivessem a vista assim como o restante de seu corpo, ao bel prazer de cada um. Os seios pequenos com mamilos intumescidos devido a exposição ao frio, lábios carnudos e olhos tão escuros quanto aquela noite. Estes os quais o encaravam com um ódio implícito.
—Aquela besta com certeza vai se deleitar da carne dessa vadia. – os olhos escuros encararam o loiro que havia dito as palavras. Ele a observava como se fosse seu objeto de maior desejo, e mesmo que não pudesse se deleitar do corpo, aquilo não o impediu que a abusasse com objetos. Os ferimentos por todo seu corpo era a comprovação da tortura que tem vivido.
—Mesmo que seja uma espécie pútrida, ele gosta de se alimentar das almas imortais. – fora Kyoka quem prosseguiu com a observação, porém os olhos da sereia se mantiveram no homem de túnica escura a qual a encarava com indiferença. Como se não valesse mais do que o chão em que pisava.
—Apesar do que todos acreditam, seres imortais podem serem mortos. -a voz aveludada atraiu a atenção dos presentes. – a diferença é que eles não possuem uma chance de recomeçar como os mortais, eles apenas… desaparecem de vez. – seus olhos faiscaram de todo o ódio que experiência em seu corpo. – o que você viveu, não é nada perto do que lhe aguarda.- ameaça no entanto não surtira efeito. – será muito pior do que a morte Zeref!
Foi necessário apenas um olhar do homem, para que o corpo debilitado e algemado fosse jogado ao mar. Tão longo os gritos da sereia se tornaram mais agudos do que os dos humanos, altos o suficiente para ensurdecer os ouvidos dos presentes, enquanto o monstro se alimentava do corpo e mais profundamente da alma da sereia.
O canto da sereia era algo magnificamente belo, no entanto, não havia nada mais hediondo do que seus gritos de pavor.
Fim!
“O Inferno está vazio e todos os demônios estão aqui.”
—William Shakespeare-
Fale com o autor