Notas iniciais
Oiiie gente, tudo bem? Desculpe a demora para aqueles que aguardavam ansiosos, mas foi complicado colocar a escrita em prática. Sou uma clone do George R.R Martin. Mas estou sentindo muita falta dos comentários, ainda tem muita gente fiel que tá sempre me incentivando, mas dá um pouco de desanimo quando a gente fica empolgado para postar e pouca gente da importância, quero saber o que estão achando, principalmente nessa fase da fic. Enfim, desculpe por esse desabafo rsrs Espero que gostem! Desculpem qualquer erro

Capítulo LXIX

Não se recordava quando fora a última vez em que havia pregado os olhos em um sono profundo. Sempre que suas pálpebras pesavam e ele adormecia, era acometido pelo mesmo sonho de sempre. Esse que poderia ser considerado um pesadelo, não por lhe causar medo ou angústia, mas sim pelo calafrio de algo que ousava espairecer em seu ser, algo que não deveria existir.

O som era como uma leve ventania que arrepiavam suas peles, adentrando seus poros e os obrigando a segui-lo até que caíssem ao mar se afogando dentre as águas escuras como pedras sem vida jogadas ao relento.

Não era atoa que era considerado o som da morte, assim que ouvisse a beleza que a música poderia lhe proporcionar, já estaria fundo o suficiente para jamais retornar.

Contudo, em seu sonho que mais se adequava a uma lembrança que insistia em ressurgir, a voz melodiosa não lhe causava efeito nenhum. Estava apenas em choque observando seus marujos se jogarem ao mar em busca de algo que jamais poderiam obter.

Lembrava-se vagamente de correr e jogar os braços sobre os ombros dos homens de olhares anuviados, esses os quais pareciam obter uma força sobre humana para fugir de seu agarre e se atracarem ao desconhecido. Não importava o quanto gritasse, ordenasse ou implorasse, seus marujos estavam destinados a morte no minuto que a melodia se iniciou.

Aquele fora o declínio da famosa Fairy Tail, conhecida como uma tripulação que sempre conquistava o que queria e ia até aonde os mais temíveis homens fugiam. Assim como seu nome causava potência, da mesma forma fora sua queda.

E todas as noites, Zeref ainda escutava aquela doce melodia que o atormentou desde então. O canto da sereia havia sido o seu declínio, no entanto, agora seria sua guinada.

O demônio da morte odiava seres humanos pelo que lhe causaram, pelo sofrimento que lhe impuseram por algo que não havia feito, apenas pelo que era, um pobre moribundo. Odiava os Deuses por serem cegos e surdos a aqueles que lhe importavam, fingiam se de bons samaritanos quando na verdade tapavam os olhos para a covardia existente no mundo, apenas por que quanto mais sofrimento, mais pessoas rezariam por paz.

Sobretudo, odiava ainda mais as sereias por serem a recordação do seu caimento e ruína, e principalmente por representarem a única coisa que já amou, como também o destruiu.

Não importava em como fosse, mesmo que em outra vida, Zeref já havia compreendido que pessoas como ele e Mavis jamais poderiam ficar juntos. Nem mesmo se a história houvesse a se repetir com outros seres.

**

Por um longo tempo em sua vida o mar fora seu ponto de equilíbrio, um lugar aonde ela encontrava calma quando precisava descansar sua mente das vozes insistentes que a cobravam a perfeição.

Vozes essas que se pareciam com mãos invisíveis se agarrando ao seu pescoço como se fosse o último resquício de vida em meio a morte. Sugando sua vitalidade, prendendo sua traqueia sob os dedos invisíveis, porém firmes.

Forçando-a a se lembrar que não fazia parte de lugar nenhum e embora obtivesse grande papel em meio aos outros, não passava de um peão de difícil controle.

Enquanto observava o mar cristalino sob o luar naquela noite fria que mesmo que fosse verão estava com uma temperatura baixa o suficiente para se obrigarem a usar um casaco, contudo ela não sentia frio, nem mesmo quando o vento batia em seus cabelos os ricocheteando em seu belo rosto de bochechas rosadas. Seus olhos apenas se focavam no mar calmo em busca da sensação acolhedora que sempre a recebera com calma, mesmo quando estava revolto.

Entretanto, não havia sido felicitada com nenhuma outra emoção além do vazio de se observar algo que deixara de ser importante. Ao observar as ondas lentas que batiam contra a madeira desgastada do navio, Lucy sentia como se aquele não fosse mais o seu lar. Por mais que soubesse que seu lugar fosse no reino dos mares, não conseguia mais enxergar aquele lugar como sua casa.

Seu ponto de paz deixara de ser um lugar para se tornar uma pessoa, contudo, havia perdido aquilo também.

Após o breve momento de lucidez de Natsu ele desacordou logo em seguida, e mesmo em choque a sereia gritou e buscou por seus amigos para que a ajudassem a levá-lo ao navio, não demorou muito para que todos corressem até ela com preocupação pelo estado da loira.

A sereia que sempre parecia equilibrada, estava ao ponto de um colapso. Suas mãos finas tremiam e os olhos vermelhos de lágrimas que não caiam. E em seu coração, ah esse fora o que mais estava sofrendo se apertando a cada respiração. De certa forma ele ainda não havia se acalmado.

Eram emoções fortes demais para ela conseguir lidar e ela temeu por isso. Não gostava da sensação de não estar sob controle de si mesma, no entanto, tem sido assim desde que o conheceu.

—Como estás? — levou um pequeno susto com o pequeno homem se sentando em um barril ao seu lado, os olhos vidrados em seu rosto em busca de alguma coisa que indicava sobre o seu estado.

—Ele…- não conseguiu proferir as palavras, finalizar o questionamento que ainda perfurava seu peito, feito uma ferida aberta ainda com sua arma em pele.

—A memória dele foi completamente apagada em tudo que envolva você. — Apesar de saber a reposta, ela ainda lhe causara dor. – Ele sabe sobre os portais, sabe que pegamos uma sereia, porém, de alguma forma, não tem nenhuma memória significativa sobre você além de…- observou os olhos escuros de Makarov em busca de respostas, o senhor apenas a observava com certa tristeza e ela não gostara daquilo.

—Além de…- ofereceu-lhe a oportunidade para prosseguir, ansiando por uma conclusão que talvez não a calmaria.

—De que a odeia por ser uma sereia, ele parece bastante avesso a sua pessoa. – Assentiu levemente baixando os olhos para seus pés, não olhando nada em específico apenas fugindo dos olhos de pena do senhor. Jamais soubera o que era aquele sentimento antes. – Não a alguma forma de reverter?

—Não, os efeitos de um feitiço de um Deus são imutáveis. — Suspirou fundo antes de erguer os olhos para o mar calmo que nada refletia como se sentia. – Algumas memórias podem ser recuperadas com algum tempo, mesmo aquelas embaralhadas como brinquedo pelas sereias, pode ser reversível por uma outra sereia, no entanto, não a feitiço no mundo que consiga reverter a de um deus além dele próprio.

—Isso significa…- a feição do senhor era de puro choque, os olhos arregalados e lábios entreabertos indicavam sua supresa.

—Isso significa que Natsu jamais vai se lembrar de mim. — Apertou os punhos quando suas mãos tremeram como se de alguma forma mesmo que inútil, tentasse refrear o que estava sentindo. – Talvez seja melhor assim… ele sempre estaria em perigo. – Não possuía coragem de encarar os olhos do senhor, porém, podia sentir ele a observando com decepção.

—Sabe, acho que Natsu jamais desistiria tão facilmente. – Sua respiração se prendeu com aquelas palavras. – Ele teria lutado por você até o fim. — Os olhos castanhos arderam sob as lágrimas que necessitavam de serem libertas — talvez no fim, toda sereia tenha essa sina. – Dito isso, ele se virou se retirando do local a deixando sozinha novamente.

Não fora necessário que mais nada fosse dito, havia compreendido as entrelinhas de suas palavras. Assim como Mavis havia desistido de tentar lutar por seu amor e salvá-lo da morte, Lucy estava desistindo de Natsu.

No fim, sereias não passavam de seres covardes escondidos sobre uma grande camada de indiferença e coragem.

**

O palácio estava uma bagunça desde aquela manhã, após o anúncio do rei sobre as execuções públicas que viriam a ocorrer naquele dia. Os palanques foram prontamente colocados no meio da praça mais movimentada de Fiore, as cordas muito bem amarradas e fortes para suportar os diversos tipos de corpos.

Os empregados limparam todo o palácio de suas enormes janelas de vitrais aos corrimãos de todos os andares, a capa vermelha do rei a qual sempre usava quando discursava com o povo, estava limpa e muito bem passada.

Diziam as más línguas que o rei receberia seu convidado de honra, um homem de capuz preto que sempre que vinha trazia informações que modificavam o reino de alguma forma. A quem diga que é um plebeu que recebe moedas de ouro para dedurar traidores, ou um nobre o qual utiliza de seu poder para controle. Seja qual fosse, o homem possuía grande influência sobre o rei.

Naquele dia em especial assim como em qualquer outro dia de execuções, os soldados do conselho estavam dispostos pelo castelo se preparando para levar os prisioneiros ao seu juízo final.

Havia um soldado em específico que estava bastante curioso sobre a visita que o rei recebera. O homem chegou a passar próximo de si e não ousara olhar em qualquer outro lugar, se manteve com a cabeça baixo e olhos no chão. O capuz tapava o seu rosto o qual não permitia uma única brecha sobre sua feição.

Escoltado pelos soldados como alguém importante, fora levado até a sala do trono e por lá ficou nas duas horas seguintes.

Doranbolt era um homem desconfiado por natureza própria, afinal, havia crescido em uma cidade rejeitada pelos homens e esquecida pelos deuses, um lugar aonde apenas os mais fortes sobreviviam se alimentando dos mais frágeis. Sua vida sempre fora uma eterna provação dos motivos pelos quais ele merecia viver.

Apesar da vida difícil em que viveu em seus dias moribundos, jamais deixou o seu eu verdadeiro para trás, aquele o qual fora o motivo pelo qual estava vivo até hoje. Muitas pessoas fingiam tanto ser alguém que acabavam por acreditar em suas próprias mentiras e se perdiam em quem verdadeiramente eram.

Não era daquela foram para Doranbolt, ele deixou Mest para trás, para se tornar alguém que merecia viver e não precisava se provar por isso. Porém, seus olhos e ouvidos estavam sempre a postos a espera de algum ataque durante a noite, em algum momento de vulnerabilidade, por isso, jamais confiava em ninguém.

E nada era mais suspeito do que o homem mascarado, deixando a todos alvoraçados para recepcioná-lo e agradar as exigências do rei após a visita.

Compreendeu menos ainda quando todos foram mandados em direção a praça de execução para um anúncio real. Haviam homens de prata, soldados reais treinados desde a infância para se tornar a infantaria do rei, por todo o local.

Suas vestes brilhantes refletiam a pequena faixa de luz que o sol projetava aquele dia, estando escondido em meio as nuvens negras. Como se o céu pressentisse o que estava por vir. Escuro e sem vida.

Havia uma grande multidão ansiosa com pessoas de vestes simples e pele suja, gritavam por justiça apontando para a forca como se aquele objeto trouxesse o extermínio de seus problemas.

E então, caminhando por uma trilha formada de soldados de prata que erguiam suas espadas ao ar formando um arco sobre a cabeça do pequeno homem que caminhava em meio ao povo o qual se destoava, com suas roupas de pele animal e diamantes das grutas de dragões, apenas um de seus cinco anéis, alimentaria toda a população por um década.

Ao chegar ao pequeno palco posicionado ao lado da forca, o soldado observou o rei subir em seu palanque e segurar uma espécie de microfone e todos lacres distribuídos pela cidade se iluminaram com a feição do homem mais poderoso de toda Fiore.

—Meus queridos súditos, hoje estou aqui para nos livrarmos de mais uma praga que assola nossa comunidade. — Houveram-se gritos estridentes por toda a população. – Como podem ver, aos poucos temos nos livrado da maldição imposta pelos deuses. – Doranbolt lançou um olhar a Lahar que estava ao seu lado, o soldado em questão apenas permaneceu quieto.

A praga não havia sido extinta, apenas o piche que manchava os mares havia sumido como pó. No entanto, algumas mortes de causa desconhecida ainda ocorriam por todo o país, tudo apenas encobertado por debaixo dos panos, na intenção de não alarmar a população.

Haviam três tipos de jurisdição disposta pelo país. O rei era teoricamente a supremacia de todos, entretanto era apenas um disfarce para ter quem controlar os cidadãos. As pessoas têm de a ficar irrefreáveis quando não possuem controle.

No entanto, acima de todos estava o povo de Zentopia controlado pelo bispo o qual guiava o conselho e consequentemente o rei. Era o bispo quem possuía a maior jurisdição para decidir o que ocorria com as cidades e seus habitantes, no entanto ele jamais intervia, apenas se a situação viesse a ser um caso meritório. Então, o conselho possuía a maior autonomia para tomar as decisões, não cuidavam apenas de casos isolados como o rei ou Zentopia, mas tudo que viesse a atrapalhar a paz.

Contudo, nenhum tinha autonomia para intervir em decisões que estavam dentro de suas jurisdições, a cidade de Crocus era inteiramente comandada pelo rei assim como a cidade de Era era pelo conselho.

—E hoje trouxemos cinco daqueles traidores da fé, da lei, aqueles que destroem e roubam nossas cidades. – Mais gritos foram ouvidos e quando três homens preso a correntes foram jogados ao palco, a população gritou como se houvesse conquistado a maior honra de sua vida. – Por conta desse tipo de pessoas, nosso reino e vida tem estado em perigo, porém, hoje iremos livrar o mundo novamente dessa praga. – Dito isso os homens foram guiados até a forca com mordaça em seus lábios impedindo os de dizerem suas últimas palavras e protestos. Logo depois o chão por seus pés caiu deixando os corpos pendurados pelas cordas grossas que estrangulavam seus pescoços.

Os corpos se debatiam, pulando em busca do ar que lhe era coibido. A multidão gritava e sorria em satisfação, se felicitando da desgraça de outras pessoas desde que não fosse com eles.

E quando pararam de se mexer, quando o fio da vida fora cortado e duas almas levadas ao rio estige, foram removidos e jogados em uma carroça como se fossem esterco. Posteriormente duas pessoas subiram sendo seguradas por algemas de ferro pesadas e soldados de prata, seus rostos tapados por um saco escuro impedindo de que visse o caminho de seu fim.

Doranbolt ergueu uma sobrancelha observando o segundo prisioneiro que fora jogado ao chão e forçado a se pôr de joelhos. A estatura baixa e ossuda o deixara intrigado sobre a identidade do encarcerado, e como se suas perguntas fossem ouvidas, os capuzes foram retirados sendo revelados uma mulher de pele negra e um garoto de pouco mais de nove anos, ajoelhados ao chão e pulsos presos atrás das costas.

Não conseguira disfarçar sua surpresa em observar o menino sendo culpado como um adulto, os olhos negros estavam vermelhos com as lágrimas que escorriam de sua bochecha formando um caminho em meio a sujeira de sua pele. Pouca fora sua surpresa ao ouvir os gritos da multidão sem se importar com o fato de que uma criança estava para ser assasinada a sua frente.

—Esses dois foram pegos ajudando piratas, fornecendo comida a essa escória que mancha a nossa sociedade com sua podridão. – Doranbolt olhou abismado para o rei que dizia tudo com o peito estufado, e a multidão que se engrandecia a cada frase dita. – e hoje serão punidos por suas ações! — quando os homens com capuzes preto posicionou o machado sobre suas cabeças fazendo com que a lâmina brilhasse com sua potência. O soldado deu o primeiro passo em direção ao palco, com os olhos presos no menino em desespero, porém, fora impedido pelo o amigo que o segurou pelo braço.

—Me solte inferno! — balançou o braço com brutalidade para que fosse solte, no entanto, a mão de Lahar permanecia firme. – Vão matar aquela criança!

—Não podemos fazer nada Doranbolt! — observou os olhos do amigo por baixo de seus óculos de aro fino. – Se você for lá, vai ser morto por traição!

Um zunindo fora ouvido, como se algo cortasse o ar, e então algo caindo oco ao chão de madeira. O mundo pareceu paralisar e ao virar o seu rosto, observou quando os corpos sem vida caíram ao chão ao lado de suas cabeças.

Seus ouvidos pareciam surdos em meio aos gritos da multidão, seus olhos presos no corpo miúdo ao lado do rosto magro de olhos fundos e agora sem vida, no entanto, suas lágrimas ainda estavam úmidas em sua pele.

—Os grandes culpados pela ira dos deuses é aquela tripulação que sempre causara discórdia no nosso mundo. – Ainda estava absorto quando o rei soou firme em meio aos alto-falantes. — A existência da Fairy Tail em si é uma afronta quanto aos deuses, são humanos que vão contra as leis da natureza e vida, fazendo o que bem entenderem. – Levou aos olhos ao homem pequeno que usava uma coroa grande demais para seu crânio, caindo para o lado direito frouxa em meio aos fios cinzas. – Toda a tripulação deve ser morta com excessão destes dois. – Dois grandes cartazes caíram sobre os postes mostrando um homem de cabelos róseos e olhos verdes e o outro uma jovem de longos cabelos loiros. O soldado observou com supresa e cada um dos lacrimas que agora exibiam as imagens dos dois tripulantes. — Uma recompensa será oferecida a quem captura-los, para então serem julgados como os marginais que são.

—O que significa isso? — questionou a Lahar que não parecia surpreso com a decisão repentina do rei. – Por que estão caçando a Fairy Tail? E principalmente o capitão e essa jovem? – o homem suspirou fortemente antes de retirar os óculos e limpa-lo na roupa branca de seu uniforme.

—O rei possui um informante que lhe passou dados importantes sobre uma suposta tripulação. – Ergueu uma sobrancelha o olhando em questionamento. – Não tenho certeza sobre quais informações são ou sua relevância, sei apenas que após sua visita o rei decretou o extermínio da Fairy Tail.

Recordou-se vagamente do homem encapuzado que fora recebido em segredo pelo matriarca.

—O conselho ou Zentopia sabe disso? — o homem lançou o olhar para o palco aonde os corpos eram removidos e o rei se despedia da multidão extasiada antes de se virar para o amigo.

—Desde quando extinguir uma tripulação de pirata seja algo que eles se importariam para interferir? Eles concordaram com a decisão. – Bufou balançando sua cabeça em discordância.

—Isso não faz o menor sentido! — colocou as mãos dentro dos bolsos em busca dos seus cigarros. – No que isso iria interferir nos assassinatos?

—Dizem as más línguas que a Fairy Tail está envolvida com magia negra e que esses dois em especial, são motivo de preocupação para os deuses. — Lançou os olhos para os lacrimas com as fotos. – Acredito que alguém com interesse pessoal esteja envolvido, afinal, por que esses jovens seriam motivo de preocupação para alguém ainda mais os deuses? – logo compreendeu o que seu amigo disse e complementou.

—Estão nos usando para captura-los! — não fora um questionamento, porém, Lahar acenou com a cabeça em confirmação mesmo assim. – basta saber o por que agora.

Os dois observaram as fotos e a garota de longos cabelos loiros atrairá sua atenção. Não havia um nome a identificando como Natsu Dragneel possuía e o esboço de seu desenho parecia mais um rabisco sem precisão, como se a pessoa não soubesse como de fato ela era.

—Quem é a garota? — seus olhos estavam presos nos dela, como se algo chamasse sua atenção mesmo com os rabiscos sem exatidão. Conhecia toda a tripulação do Fairy Tail assim como de qualquer outro pirata, haviam centenas de cartazes de procurados espalhados pelas cidades exibindo seus feitos. No entanto, nenhum deles havia a tal garota desconhecida.

—Ninguém sabe, a única informação é que ela está junto da Fairy Tail.- deu de ombros como se não fosse nada importante. – Talvez alguma xamã de magia negra, mas com certeza alguém a se preocupar, pareciam bem dispostos em captura-la.

Apenas assentiu com os olhos ainda nos cartazes, a multidão já se desprendia, cada um seguindo seu caminho normalmente como se nada houvesse acontecido, como se uma criança e uma mulher inocentes não houvessem sidos mortos a sua frente.

A humanidade não era falha apenas por roubar como julgavam os piratas, mas sim por serem individualista o suficiente para não se importar com a vida a ponto da morte se tornar comum e aceitável quando destinada a outro.

Não era um problema que pessoas morressem por ajudar alguém com necessidade, desde que isso lhes passassem a sensação de paz e segurança.

Talvez a humanidade estivesse perdida o suficiente para que homens com más intenções conseguissem guia-lós em meio a sua ignorância para suas realizações próprias.

E em seu navio escuro e em meio aos vidros e poções, um homem se satisfazia da estupidez humana.

Fim!

“O egoísmo causa a ignorância, a cólera e o descontrole, que são a origem dos problemas do mundo.”

—Dalai Lama-

Notas finais
Fiiim, espero que tenham gostado! Agora vamos entrar em uma fase de tiro, porrada e bomba na historia Gente essa é a musica que a Mavis canta para os marujos e a voz que o Zeref sempre escuta, é um cover da musica do piratas do caribe que eu amo, e que eu acho que combina com a fic https://www.youtube.com/watch?v=tPLodwT58nE Sei que muita gente esperava um momento Nalu, mas vai ter no próximo, e não deve ser do agrado rsrs Caso tenham qualquer duvida, podem me perguntar principalmente e algo estiver confuso Alguma ideia de quem é o homem que foi falar com o rei e por qual motivo? talvez esteja bem obvio *Enfim, não tem previsão para o próximo, tentarei ser mais rápida * Estão gostando? estão me odiando muito? lkkk espero que não Tenham um ótimo dia Beijocas e Arigatou! I.C.S