Notas iniciais
Meus singelos agradecimentos a todos que vêm comentando e favoritando essa fic e a todo o apoio que estou recebendo. Sério mesmo, vocês não fazem ideia de como isso significa pra mim; o quanto isso me afeta positivamente. Vocês já sabem que sou super insegura com a minha escrita, né? Mas tipo, a minha insegurança com esse cap. quadruplicou. Esse é o primeiro hot que escrevo... Digo, é o segundo, porque o primeiro eu não salvei #SouUmaAnta. Mas é o primeiro que compartilho. Por isso eu gostaria de pedir duas coisinhas: 1. Sejam pacientes e revelem porque eu nunca vivi e/ou senti nada do que eu escrevi aqui. Isso é tudo fruto da minha cabeça, sabe? É complicado você falar, tentar explicar coisas, sensações que lhe são desconhecidas. 2. Eu sempre peço que vocês deixem comentários, mas agora é pra valer, pessoal. Eu realmente necessito de um retorno nesse capítulo. Podem falar qualquer coisa. Eu só preciso saber se vocês gostaram, o que eu preciso mudar, o que precisa melhorar, se existem dúvidas. Enfim é isso! Boa leitura e relevem os erros ortográficos, vocês sabem que nunca reviso o capítulo.

Emma e Regina saíram do elevador em meio a beijos invasivos, eróticos e carícias exploradoras. Elas andavam cambaleando, e uma amparava a outra a cada tropeço. Quando finalmente chegaram em frente a entrada do apartamento da loira, a mesma prendeu a morena lá, entre ela e a porta.

Emma deixou-se se perder na imensidão daquele mar de chocolate que eram os olhos de Regina. E conseguiu encontrar naquele olhar repleto de luxuria e sedução, pequenos traços de insegurança. Gentilmente, ela levou uma das suas mãos ao rosto de Regina, enquanto a outra repousava na cintura da mesma, e o acariciou. Seu polegar brincava com o lábio inferior da outra mulher, quando de supetão, a morena começou a chupá-lo, fitando-a de maneira sedutora.

Regina não fazia ideia que o seu ato de provocação teria como reação uma Emma completamente avassaladora e um tanto descontrolada. A loira tomou os seus lábios de maneiro selvagem, como se necessitasse deles para sobreviver. Línguas duelavam de maneira árdua. Lábios eram vítimas de chupões e mordidas. Se fosse possível, Regina poderia jurar que as mãos de Emma se multiplicaram, pois ela podia senti-las por todo o seu corpo. Enquanto as suas se dedicavam a abrir a camisa da loira e acariciar o seu abdômen.

– Eu preciso abrir a porta. – Emma falou em meio às lambidas que dava no pescoço de Regina.

– O que está te imped... Ah! – Emma posicionou o seu joelho entre as pernas de Regina e pressionou o seu centro, fazendo a mulher perder o raciocínio.

– Desculpe, mas o que você disse? Eu não entendi. – Deu m sorriso malicioso, friccionando ainda mais o seu joelho no núcleo da outra advogada.

– Você vai mesmo judiar de mim... – Sussurrou ao ouvido de Emma – Srta. Swan? – Passou a língua lentamente pelo lóbulo da orelha e depois o mordiscou.

Swan teve dificuldade para abrir a porta. Ela já estava com a chave na mão, mas era difícil encontrar o buraco da fechadura e destrancá-la enquanto Regina mordia a sua orelha e arfava no seu pé de ouvido. A missão se tornou praticamente impossível, quando os dedos de Regina perderam-se em meio aquela juba loira, puxando-a em seguida.

Com o pescoço liso de Emma a sua mercê, Regina depositou diversos beijos intercalados entre mordidas e arranhões. Aquela foi a forma que ela encontrou para torturar Emma, que fazia o mesmo com ela no meio das suas pernas. De repente Regina sentiu o seu corpo tombar para trás, a porta finalmente fora aberta, se Emma não a tivesse segurado pela cintura, ela provavelmente teria caído. É, os braços fortes de Emma a salvaram pela segunda vez em menos de 1hora.

Uma vez que as duas já se encontravam no interior da casa, elas fizeram o trajeto em direção ao quarto principal, mas nunca deixando de se tocar, se beijar. As roupas úmidas eram retiradas com urgência e ficavam pelo caminho.

Ao chegarem ao quarto, ambas às mulheres se encontravam apenas de roupas íntimas. Regina com o seu conjunto de lingerie rendada na cor branca com detalhes em vermelho e Emma com uma calcinha boxer e sutiã na cor preta. Elas eram o oposto uma da outra, tanto no aspecto físico, como na personalidade e gostos. Vai ver foi por isso que elas tiveram um encaixe tão perfeito.

O quarto estava escuro, a pouca luz existente no ambiente era a que vinha da rua que adentrava pela janela. Os sons dos sussurros e gemidos das duas amantes dançavam em meio ao barulho da chuva que caia lá fora.

Emma conduziu Regina até a sua cama. Lentamente, ela utilizou o peso do seu corpo contra a morena para fazer a mesma deitar-se, colocando por cima dela. Durante ação, o contato visual nunca fora quebrado. As advogadas respiravam com dificuldade devido à excitação.

Regina passou suas mãos pela juba loira e reinvidicou a boca de Emma. Sua língua invadira a boca da loira de maneira urgente. Ela mordiscou, chupou toda a extensão dos lábios da outra enquanto as suas mãos dedicavam-se em tirar o pano que cobria os seios que ela tanto queria experimentar. Uma pontada de desapontamento atingiu seu peito quando Emma quebrara o beijo, ela já estava pronta para puxar a loira novamente para si, quando a sentiu sentando sobre o seu abdômen para retirar o seu próprio sutiã.

Um gemido rouco escapou dos lábios de Emma assim que ela sentiu Regina cravar e contrair as unhas em suas coxas. Seus batimentos estavam descompassados. Sua boca estava sedenta por aqueles lábios carnudos, seios convidativos, barriga lisa, coxas firmes e grossas. Ela desejava tanto aquela mulher de corpo escultural tal como um peregrino deseja água após cruzar um deserto. Emma colocou-se de joelhos na cama e chamou Regina para ficar na mesma posição e a despiu por completo, fazendo o mesmo consigo logo em seguida. Gentilmente, Emma levou suas mãos aos seios medianos e firmes de Regina. Acariciou toda a sua extensão sem pressa, beliscou-se os mamilos enrijecidos e deleitou-se com os gemidos que obteve em resposta. Voltou a deitar Regina em sua cama se pondo sobre ela e atacou o seu pescoço enquanto suas mãos continuaram a apalpar os seios.

Um rastro de saliva foi feito do pescoço de Regina até os seus seios por Emma. A loira chupava gulosamente um dos seios da morena. Mordiscava e puxava o mamilo causando uma dor prazerosa na mulher sob si. Passou a língua calmamente pelo vale entre os seios e logo deu a mesma atenção ao outro.

Regina mordida os próprios lábios com fúria numa tentativa falha de conter os gemidos. Ela tinha as mãos na nuca de Emma a puxando mais para seus seios. Seus olhos se encontravam fechados, respirava com extrema dificuldade. Arqueou seu corpo involuntariamente quando sentiu a língua de Emma traçar o caminho do seu colo, passando por sua barriga e indo em direção ao seu núcleo.

Emma beijava a barriga sarada de Regina e divertia-se com as palavras sem nexos que a mulher murmurava. Seus lábios desceram mais em direção ao sexo de Regina, mas antes de senti r o gosto da morena, Emma resolveu provocá-la mais. Começou a acariciar, apertar, arranhar as coxas firmes da moça. Ela fitava Regina de forma maliciosa e recebia um olhar suplicante em resposta.

Por mais que Regina estivesse gostando de toda calma e atenção que estava recebendo da loira, ela precisava sentir o quanto antes a língua quente e viçosa de Emma no seu centro. Sentiu as mãos de Emma serpentearem pela lateral de seu corpo, encontrando-se com suas mãos. Quando Emma entrelaçou os seus dedos aos de Regina, um suspiro calmo escapou pelos lábios entre abertos da mesma. Fora questão de segundos até a morena sentir a boca rosada de Emma beijar os seus lábios inferiores. Regina já estava possuída por tamanha loucura, ela simplesmente cerrou os olhos e relaxou, se entregando por completa a Emma.

– Oh, nossa... – Regina gemeu baixinho apertando as mãos da loira e arqueando a sua parte dominada para a mesma.

Os lábios de Emma brincavam com a parte íntima de Regina. Eles a apertavam, a chupavam intensamente, os estalos surgidos do atrito juntamente com os gemidos de Regina eram como uma suave cantiga para os ouvidos de Emma. Sem pestanejar, levou a ponta da sua língua ao clitóris rígido, inchado e quente da mulher a sua mercê. Ela o sugava com precisão quando sentiu Regina desvencilhar-se de uma das suas mãos, repousá-la em sua cabeça e empurra-la cuidadosamente.

Regina estava ofegante, sentia seu coração pular dentro de si e uma fina camada de suor começar a cobrir o seu corpo. Emma a estava levando a loucura. A mulher agora começara a penetrá-la com a sua língua.

– Por favor... – Suplicou entre gemidos.

Regina se sentira frustrada quando Emma parou de sua ação e a olhou com aqueles olhos de ciganas. A loira levou dois dos dedos a sua boca e os chupou demoradamente, depois levou os mesmo à boca de Regina e a fez chupá-los também. A loira uso os dedos umedecidos com a saliva de ambas as mulheres para penetrar Regina enquanto voltava a sua boca para o seu ponto sensível.

– Não para, por favor. – Regina falou trêmula. Ela segurava o lençol e o puxava em meio a gritos de prazer enquanto sua outra mão que ainda estava unida a de Emma apertavam-se. Ela queria mais, muito mais, aquilo era tão delicioso, entretanto não aguentava mais segurar, estava frágil, seu corpo já se contraia. Ela ia rebolando contra a boca e os dedos de Emma que a penetravam sem dó. O vai e vem era rápido e gostoso. A loira ia fundo dentro dela. Minutos depois Regina sentiu seu corpo enfraquecer, perdeu o controle. Ela havia atingindo o clímax.

Emma retirou lentamente os dedos dentro de Regina e os levou aos lábios dela para que a mesma experimenta-se o seu gosto doce e viciante. E a morena o fez. Sugou os dedos da loira de forma voraz deliciando-se com o seu próprio sabor enquanto Emma voltou-se para o seu sexo e lambeu todo o excesso de líquido da morena. A loira subiu depositando beijos por todo o tronco de Regina que ainda respirava com dificuldade. Aqueles olhos famintos e luxuriosos se acharam novamente.

– Você é linda! E o teu gosto é incrível. – Emma sussurrou para a morena como se a estivesse contando um segredo. Sua língua logo voltou a se esfregar nos lábios de Mills, que receptivamente abriu sua boca permitindo o início de um beijo quente, carregado de possessividade. Lábios deslizavam freneticamente, línguas laçavam uma a outra.

Regina, que já estava recuperada do orgasmo, tomou um impulso e posicionou-se sobre a loira, invertendo as posições. Ela quebrou o contato labial em busca de ar e fora descendo pelo corpo da loira até chegar aos seus pés. Docemente, a morena subiu pelo corpo de Emma distribuindo beijos carinhosos pelas longas pernas da moça; em resposta a suas carícias, Regina sentiu a pele de Emma arrepiar-se sob os seus lábios. Chegando ao sexo de Emma, Regina encostou a sua face e inalou aquele cheiro inebriante do qual a loira era dona. Ela estava louca para prová-la, mas antes queria explorar mais seu corpo.

– Não faz isso. – Emma falou chateada quando viu Regina se afastar da sua intimidade.

– Shh. – Reprendeu Regina com um olhar malicioso. Ela voltou a traçar o caminho que pelo corpo da loira. Os toques ternos eram depositados por todo o corpo, sem exceção. Chegando ao par de seios rosados da loira, Regina sugou um deles paciente, enquanto apertava o outro. Ora passava a língua pelo mamilo rígido, ora o mordiscava.

Emma sentiu a língua de Regina subir pelo seu pescoço deixando para trás um rastro de saliva que queimava em sua pele. Sentira a morena morder vigorosamente o seu queixo e quando ia deixar espaçar um grito de dor, a língua quente de Regina penetrou sua boca, entretanto quando a loira ia corresponder ao beijo, Regina se afastou com um sorriso maldoso.

– Sacanagem. Você tem mesmo... – Emma começou, mas perdeu o raciocínio, pois Regina começou a chupar o seu outro seio.

Uma das mãos de Regina escorregou pelo corpo atlético de Emma até encontra-se no seu centro. Seus dedos acariciavam o clitóris rígido da loira. Ela deslizava e movimentava meus dedos freneticamente, fazendo a mulher sob si contorcer-se e soltar gemidos enquanto ela ainda saciava-se com seus seios suculentos. Regina penetrou bem devagar seu dedo em Emma para poder senti-la por dentro. Fazia um vai e vem lento, arrancando suspiros excitados da loira. Instantes depois, acrescentou mais um dedo e aumentou a velocidade.

Emma gemia, estava ao delírio. Queria mais daquela mulher que a estava levando a loucura. Reivindicou aqueles lábios carnudos para si. Um beijo quente e molhado era travado pelas duas. Emma sentiu seu interior pulsar, seus músculos se contraíram anunciando a chegada do clímax.

Quando Regina percebeu que Emma estava à beira de um orgasmo, parou a penetração e retirou os dedos devagar. Não queria que ela atingisse o clímax, não assim. Rapidamente posicionou-se entre as pernas da loira e devorou com fervor o seu sexo. Sua língua viçosa invadiu a vulva encharcada da loira, lambendo, sugando e a penetrando com a língua enquanto dedo indicador estimulava o clitóris.

Emma apertava os cabelos negros de Regina e empurrava a sua cabeça contra o seu sexo, como que pedindo para que ela fosse mais forte e fundo. A língua de Regina era ágil, seus movimentos eram perfeitos, fora questão de minutos para que os músculos de Emma voltassem a se contrair e seu orgasmo chegasse. Mas Regina continuou a chupá-la enquanto a loira desfrutava do clímax.

– Isso foi incrível. – Regina falou deitando-se ao lado de Emma.

– Você foi incrível! – Disse a loira ainda com a respiração cortada, tendo como resposta um sorriso da morena.

Regina levou uma de suas mãos à face de Emma e a acariciou. Nada passava pela sua cabeça. Era como se naquele momento o mundo todo tivesse desaparecido, e com ele todos os seus problemas. Sentiu quando Emma sentou sobre ela e na mesma hora ela levou suas mãos aos quadris da loira.

– Eu quero te beijar. – Sussurrou a loira enquanto seus dedos brincavam com os lábios de Regina.

– Então me beija. – Disse, acariciando as coxas da mulher.

Sem delongas Emma curvou-se sobre a morena e a beijou sem pressa. Ela estava curtindo os carinhos feitos pela morena e gozando dos seus lábios, quando a sentiu tomar um impulso e girá-la pela cama trocando as posições. Mas como elas já estavam na beirada da cama, a ação feita pela morena acarretou na queda das duas.

– Ai! – Reclamou Regina de costas contra o chão e com a loira ao seu lado.

– Deus, você não existe. – Falou Emma em meio a risos.

– Para de rir. – Fingiu estar brava enquanto sentava no chão e alisava o cotovelo que batera na queda.

– Como você pode ser assim... – Começou, pondo-se sentada ao lado da mulher. – Tão... Tão desastrada? – Ainda não conseguindo conter o riso.

– Você é tão engraçada. – Falou irônica. – Me ajuda aqui! – Pediu, esticando sua mão para mulher que acabara de levantar.

Emma tomou a mão de Regina e ajudou a sentar-se na cama. O Corpo de Regina fora o que mais sofrera com a queda, uma vez que o mesmo amparou o corpo da loira.

– Tá doendo? – Perguntou preocupada ao ver que a morena voltou a colocar a mão no cotovelo.

– Já tá passando. – Falou deitando-se na cama e fechando os olhos. Ela sentiu a loira deitar-se ao seu lado e acariciar o seu braço. Um sorriso satisfeito nasceu de seus lábios quando ela abriu os olhos e constatou a sua suspeita: Emma estava beijando o local do seu machucado.

– Passou? – Questionou ao ver que a morena a fitava.

– Aham. – Sussurrou. – Não precisava fazer isso.

– Shhh! – Murmurou deitando na mesma posição da morena e fechando os olhos.

Regina que ainda olhava admirada para a mulher ao seu lado debruçou-se sobre ela e beijou os seus lábios. – Obrigada! – Agradeceu voltando a deitar-se, mas ainda pode ver os lábios de Emma curvar-se em um sorriso.

Sim, elas estavam sobre o efeito do álcool. E sim, talvez elas nunca fizessem isso se estivessem sóbrias. Mas um fato interessante sobre o álcool é que ele nos leva a fazer coisas que nós nunca faríamos em nossa plena consciência. Dá-nos a coragem para falar o que pensamos e nos dá força para agir e fazer o que queremos. Isso significa que as duas queriam esse momento. Apesar de toda implicância, picuinha, negação, no interior, ambas ansiavam por isso, elas apenas não tinha coragem, forças para buscá-lo. Felizmente, elas encontraram tudo isso no fundo dos copos.

Notas finais
E aí? O que vocês acharam? Me deem uma luz. aoksaoskoas Eu tô super curiosa para saber a opinião de vocês. Muito obrigada por ler a fic! Devo estar atualizando na terça/quarta, vou aproveitar já que estou com umas “férias” no trabalho. rsrs Beijos&Queijos