Notas iniciais
>.< Gomen pela demora! Eu tive provas, e uma crise sem criatividade! Mas espero que gostem desse capítulo.
Eu não gostei.
Pelo menos não do Watari.

PV Jakujo

Lawliet — Eu te amo.

Jakujo — ...

Lawliet — Tudo bem, olha, esqueça isso, eu sabia que a probabilidade de que você me rejeitasse era de 67% e que era MUITO provável que você não

gos- Coloquei meus lábios sobre os dele, ele falava muita besteira ás vezes. Um beijo rápido, para que ele parasse de pensar em estatísticas inúteis e

notasse o que tinha falado.

Jakujo — NUNCA diga que eu não gosto de você.

Lawliet — Então... vo- você...

Jakujo — Você fala demais, sabia?- L tentou responder, mas abriu a boca e a fechou rapidamente em vão. Desviou o olhar, como se tentasse esconder

seu rosto. Ficamos em silêncio por longos segundos. Ele voltou-se pra mim e passou involuntariamente a mão por meus cabelos, com um sorriso se

formando em seu rosto.

Lawliet — Eu... p-posso?- Ele disse confuso. A sua dificuldade em perceber sentimentos é engraçada, e ele encarou meu risinho como um sim. Me

aproximei dele fechando os olhos, sem deixar aquele risinho anterior. Nesse momento único, eu me sentia feliz como nunca na minha vida. A

primeira pessoa que eu beijei na vida, a única que eu ia beijar. Nos separamos por causa do bendito ar e ficamos sorrindo como bobos com as testas

coladas e as mãos dadas. Até que ele se distanciou um pouco, acariciando meu rosto. Segundos depois, ele fechou os olhos, fez uma cara séria e

sussurrou:

Lawliet — Watari.

Em menos de um segundo a porta de seu quarto foi aberta, e o próprio veio até nós, na varanda.

Watari — Jakujo?

Jakujo-Sim?

Watari — Temos um caso. Um caso diferente, parece que o bandido manda cartas ás pessoas, com o nome "Alice" e de algum modo, faz com que as

pessoas acreditem na suposta realidade que ele cria, 50% dos casos terminaram em suicídio, e nos outros 50% dos casos, as pessoas foram

encontradas mortas com várias facadas. Todas as 12 pessoas mortas tinham uma das cartas no bolso. Quero que investigue e descubra quem manda

estas cartas. Você é capaz disto, certo?

Jakujo — E-eu acho que sim. Quando posso começar?

Watari — Amanhã lhe darei os dados sobre o caso. Você vai trabalhar onde há o foco dos crimes. No Japão.

Acho que fiz uma expressão surpresa e ao mesmo tempo, triste assim como o rosto de Lawliet. Depois de tudo isso, quando eu finalmente descobri

que ele também gos... me ama como eu o amo, eu irei pra longe. Mas ao mesmo tempo, eu iria pra o japão, meu sonho, desde sempre, já que nasci lá.

Ver de perto os costumes que eu teria se tivesse continuado por lá, ver como o ambiente era. Observei até que Watari atravessasse a varanda, passasse

todo o quarto e batesse a porta sem olhar para nós outra vez.

Acho que fiquei parada olhando pra o nada tempo demais, porquê L começou a balançar a mão na minha frente como se quisesse me acordar. Ainda

quase paralisada, virei-me pra ele e continuei coma mesma expressão, lágrimas começaram a se formar nos meus olhos. Coloquei a cabeça em seu

ombro como que para secar a tristeza que aumentava dentro de mim. Corei, chorei muito enquanto ele tentava inutilmente me consolar por longos

minutos.

Lawliet — Ei, garota. — Ele me puxou colocando suas mãos em meus ombros — Tudo vai ficar bem. Você é inteligente, vai resolver este caso bem

rápido, vai conhecer o Japão e vai voltar. Volte logo pra mim, ok?

Jakujo — Uhum.- Sequei minhas lágrimas com a barra da blusa.- Eu... vou voltar.

Lawliet — Ótimo. Pare de chorar, agora.

Jakujo — Sim... Lawli-kun?- Olhei pra ele fazendo a cara mais fofa que eu podia.- Nee... Posso dormir com você?

Lawliet — Huh, eu... acho que... — Continuei olhando pra ele com meus olhinhos brilhantes — Tá, pode.

Jakujo — Weeee, arigatou Lawli-kun!- Fui ao meu quarto trocar de roupa, afinal eu não ia dormir de calça jeans. Engraçado, mesmo que não a

usasse por normalmente quando dormia, dormia na cadeira, Lawliet tinha uma cama como todas as outras pessoas normais. Acho que era para que o

quarto dele não fosse tão diferente de todo o resto do orfanato.

Sabe , eu não tinha notado, quando eu saio do meu quarto, sempre a porta da frente está fechada. E agora que notei, tem uma gravação na

maçaneta. "L-0124". L... depois eu pergunto se ele tem algo a ver com isso.

Cheguei no quarto dele e vi ele sorrindo, olhando para algo fora da varanda, fui até ele. Ele sorria olhando para o céu.

Lawliet — Venha.

Jakujo — O quê, hã, pra onde você está me levando?

Lawliet — Rápido!

Segui descendo as escadas atrás dele. O que ele queria?

Lawliet — Para a torre!

Jakujo — TOORRE? eu estou descalça, não vou correr todo o jardim da Wammys assim!

Lawliet — Logo!

Corremos todo o jardim e eu cheguei lá quase morrendo sem fôlego, mas L Nem parou para se apoiar na parede. Subiu direto a escada da torre do

sino, paralisei só de olhar a escada. Subi e cheguei lá arfando sem ar. A primeira vez que eu tinha ido áquela torre, tudo estava vazio e só tinha um

sino no canto, mas parece que L improvisou um observatório estelar aqui. Ele pegou um dos dois telescópios direcionados á um mesmo ponto e

sorriu.

Jakujo — O que está olhando?

Lawliet — Shiiu. Pegue este telescópio. Hoje é um dia especial. Quinze, quatorze, treze, doze...

Jakujo — Especial?

Lawliet — Sim. Hoje pode ocorrer um evento raro. Nove, oito, sete...

Jakujo — Como o quêêê, por acaso?

Lawliet — Só olhe. Três, Dois, Um.

Assim que ele terminou de contar, vi uma estrela estranha no foco do telescópio... era um cometa. Ou popularmente falando, uma estrela cadente,

mas....

Jakujo — A... a cauda.... como pode? — A cauda do cometa se soltou...

*Alerta Einstein Onn*

Lawliet — O cometa e seu campo magnético induzido formam um obstáculo ao fluxo das partículas de vento solar. Nesta onda de choque, grandes

concentrações de íons cometários se juntam e contribuiem para "carregar" o campo magnético solar com plasma, de tal forma que as linhas de

campo "dobram" em torno do cometa formando a cauda iônica. Se a carga da cauda iônica é suficiente, então as linhas de campo magnético são

pressionadas juntos ao ponto de, a certas distâncias ao longo da cauda iônica, aconteça a reconexão magnética. Isto leva a um "evento de

desconexão de cauda".

...

Tá ok, entendi TUDO.

Jakujo — Nossa... não sabia disso.

Lawliet — E você pode ser uma das primeiras a saber. Este é o segundo evento do mesmo tipo detectado pela humanidade. E provavelmente, somente

nós e alguns cientistas que procuraram anteriormente se comunicar sobre o assunto viram desta vez.- Ele sorriu como quem sorri para receber um

prêmio.Sorri de volta, olhando ao redor e notei, haviam anotações coladas em todos os murinhos de lá, e uma inscrição com o código "L — 0124" no

sino que tinha no meio do local.

Jakujo — Ah, Lawli!

Lawliet — Sim?

Jakujo — O que significa 0124?

Lawliet — 01... 2... 4...?? — Ele parecia pálido como uma vela.

Jakujo — Sim...?

Lawliet — Hã.... nada, só um.. número aleatório.

Jakujo — Hã, sei. — Eu conhecia ele muito bem pra saber quando ele estava mentindo.

(...)

Lawliet — Jakujo... Adeus.

Jakujo — Você... aonde você vai?

Lawliet — Cada segundo que eu ficar a mais com você vai ser mais um segundo que eu vou querer ficar perto de você. Não me procure amanhã.

Jakujo — T- tudo bem.

Lawliet — Estarei lhe esperando aqui. — Ele andou de costas e bateu no sino, fazendo o mesmo tocar de um jeito irritante.

Jakujo — Viu... nem os sinos querem que você vá embora.

Lawliet — Mas eu tenho que ir. Vai ficar aí?

Jakujo — Sim... meu quarto está infestado de mosquitos.

(...)

Acho que dormi na torre, porquê meu quarto não estava realmente infestado de mosquitos, foi só uma desculpa porquê eu não ia aguentar ir até o

meu quarto com o quarto de L na metade do caminho no corredor.

PV Lawliet

Fechei meus olhos jogado na cama. Despedidas são horríveis, não acha?Na verdade nunca consegui me despedir de alguém formalmente. Abri a

gaveta da cômoda ao lado da minha cama e peguei alguns cubos de açúcar e pedaços de chocolate. Incrível como está acabando aquela imensa

variedade de doces que Watari comprou ontem mesmo. Aliás, ele está chegando perto. E sim, sei que é ele, porquê as crianças desse orfanato ficam

em seus quartos raciocinando e estudando o tempo todo. Sou um dos únicos adolescentes/adultos aqui.

Watari — L?

Lawliet — Sim, Watari?

Watari — Lembra-se de B? Ele fugiu novamente. — B era Beyond Birthday, um garoto 2 anos mais novo que eu, mesmo assim estava aqui há mais

tempo que eu. Ele costumava fugir mas chamava muita atenção, porquê tinha os olhos meio avermelhados, nunca dormia e andava curvado para

baixo, dando a ele um aspecto diferente, mesmo que eu me familiarize com ele nas duas últimas 2 características. Ele tinha fama de psicopata e sua

ficha criminal tinha uma lista de 10 assassinatos, todos bem elaborados. Vivia fugindo da Wammy's House.

Lawliet — Normal. Daqui a 1 dia ele está de volta.

Watari — Sim, mas ele sumiu há 5 dias. — Mais de um dia? Suspeito. — E 2 assassinatos... peculiares foram registrados nos Estados Unidos. Você vai

para Los Angeles.

L — Los Angeles?

Notas finais
MALDITO WATARI! Caham... Vou parar um pouco de tempo (não se assustem! Só tipo um mês...) De postar aqui e postar sobre o caso que a Jakujo vai resolver, Cartas de Alice, que já tem o 1 capítulo disponível pra quem quiser ver ^^
https://www.fanfiction.com.br/historia/201648/Cartas_De_Alice
Reeviews?? *-*
Ps: Quem notou que na última frase o nome Lawliet foi substituído por L?
E o que significa L-0124?
Tudo no próximo capítulo!!
E alguns detalhes da fanfic podem ser contados em Cartas de Alice, viu?