Laura Caixão: Solteirus
3 Familia Caixão
Sexta-feira havia chegado e com ela o jantar prometido dos Caixão. Simis usava um terno completamente formal. Os cabelos penteados para traziam trazia um ar de sério ao homem. A barba recém feita dava um toque de mais formalidade a Simis.
Jocasta usava um longo vestido azul marinho. A maquiagem e o cabelo bem feito e penteado dava um contraste
maior ao rosto da bela. Usava, também, saltos altos de cor azul escura.
Miguel — que era a copia exata do pai, se não fosse pelos olhos azuis herdados da mãe — usava um terno mais despojado pois o rapaz ainda era um adolescente e não teria que ficar usando ternos formais igual a do pai, assim como pensava. Não era ali que queria estar, mas pela paz da família ele foi.
Laura usava um pequeno vestidinho de criança que a protegia completamente dos ventos frios da noite. A pequenina era carregada no colo da mãe.
A família entrava no carro do patriarca para ir para a casa dos Caixão, que ficava perto do cemitério da cidade. O caminho
foi tranqüilo. O que não era tranqüilo era a casa.
A casa era assustadora. A propriedade era cercada por um muro de pedra. O portão de entrada era preto e enferrujado. A
casa tinha um paredão de pedra. Todas as outras paredes eram pintadas em tons escuros como preto, cinza, marrom, etc.
Os proprietários já estavam na frente da casa para receber a família. Cornélia Caixão, uma mulher com cabelos roxos, assim
como os olhos – lente –. O cabelo era curto, nos ombros. Usava um vestido preto e uma maquiagem muito gótica, combinando com a casa e o marido.
O marido de Cornélia, Gusmão também tinha uma aparência gótica. Cabelos cumpridos – maiores que da esposa – castanho escuro. Tinha olhos da mesma cor. Usava um terno preto.
Nos braços de Cornélia havia um bebê. Aquele era o provável filho do casal. Assim como Laura era pequenino. Tinha um pouco de cabelo negro.
Havia também outra mulher. Ela era loira e muito bonita. Os olhos eram castanhos. A maquiagem e o cabelo bem feitos.
Vestia-se elegantemente, com um vestido longo vermelho. Jocasta nem Simis nunca viram ela.
Saíram do carro e foram cumprimentar a família Caixão:
-Ola. – Disse Jocasta cumprimentando Cornélia, que foi respondida da mesma maneira – Ola. – Agora era para Gusmão
-Jocasta – falou Cornélia -, quero que conheça minha irmã. Agnes Rugabaixa.
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