Laranja Azeda

28 Capítulo 28 – Casamento 3ª Parte


Notas iniciais
Ola pessoal aqui esta finalmente a conclusão do casamento, espero que gostem Tenho novidades! Comecei uma nova história rsrsrsrs mas dessa vez sem nenhum vinculo com Laranja Azeda, o foco é em aventura, sexo e viagem pelos mundos de Nárnia, Harry Potter, The Walking Dead e muito mais! Quem estiver afim de dar uma olhada aqui esta o link: http://fanfiction.com.br/historia/614794/As_desventuras_sexuais_de_Dylan_Stark/

–Nessa vida temos que saber diferenciar quem é bom de quem é mal.

Aquela era uma casa simples e antiquada, naquele momento a garotinha de pele escura era banhada por três mulheres, uma criança, uma jovem e uma velha.

–Você sabe diferenciar a bondade da escuridão Beatriz? –Perguntou a velha esfregando as costas da menina.

–Não sei.

–Mas vai aprender –Disse a jovem ensaboando seus cabelos.

–Aprenderá ou morrerá –Disse a criança de expressão séria.

Beatriz tinha seis anos na época, foi criada por três mulheres esquisitas e misteriosas, elas eram extremamente brancas diferente da garota de cor forte, a única coisa que todas elas tinham em comum eram os olhos verdes e vibrantes.

–Que saudade de casa –Sempre reclamava a velha.

–Um dia vamos todas voltar pra lá –Consolava a jovem.

–Sortuda é a Beatriz que vai parar lá primeiro –Dizia a criança séria –Quando estiver lá espere por a gente, mas tente estar viva até lá. O paraíso pode ser mais perigoso do que você imagina.

Elas sempre tinham um papo insano. Beatriz cresceu como uma pessoa normal, mas sabia que magia ou algo do tipo existia, já que agora estava com vinte anos e as três mulheres estavam exatamente iguais a como sempre foram.

Meses depois estava fazendo um cruzeiro quando o navio foi pego por uma tempestade, houve a evacuação e no desespero se viu dividindo o bote salva-vidas com um homem desconhecido, devia ter por volta de seus quarenta anos. Se teve uma coisa que Beatriz aprendeu com as três mulheres, foi reconhecer o mal, e quando entrou naquele bote e viu aquele homem, sentiu que estaria mais segura no navio que afundava.

Foram arrastados para o centro da tempestade que afundou seu bote salva-vidas, Beatriz viu criaturas marinhas bizarras e sentiu que morreria, fechou os olhos e quando voltou a abri-los viu uma garota ruiva com um vestido de noiva.

–Onde estou?

–Bem vinda à Ilha do Escorpião, chegou bem a tempo de assistir o nosso casamento –Disse Santana.

Beatriz não teve nem tempo de ficar surpresa, pois a garota estava com muita pressa.

–Meu nome é Santana, vocês dois sobreviveram ao mar de monstros, bem vindos a ilha, aqui não tem preconceito, todo mundo transa com todo mundo, depois explicamos como as coisas funcionam, agora venham conosco assistir o final da cerimônia. Não vou deixar nem mesmo o mar de monstros impedir meu casamento!

Beatriz agora estava sentada numa praia ao lado de um homem latino do qual não sabia nem o nome, rodeados de cerca de umas duzentas pessoas seminuas, em sua grande maioria mulheres. No altar via a agoniada ruiva ao lado de seu noivo peladão e gostoso e o que mais chocava era a mulher que realizava a cerimônia, ela era alta, loira, estava completamente nua e tinha vários escorpiões andando pelo seu corpo.

–Onde é que eu vim parar?

–Você esta no paraíso! –Disseram uma loira e uma morena juntas.

–Fui eu quem achou vocês dois!

–Deixe de ser mentirosa Charmosa! Fui eu quem os encontrei!

–Paraíso? –Beatriz lembrou das coisas que as três mulheres sempre diziam, será que ela tinha mesmo chegado ao paraíso?

–Senhoras e Senhores –Começou o mulherão –Já que o mar de monstros nos interrompeu...

–Nem ouse dizer que vamos adiar o casamento que eu dou na sua cara! –Gritou a ruiva.

–Respeite a padra!

–Aiiii! –O mulherão deu um puxão de cabelo na noiva.

–Já que o mar de monstros nos enviou esses dois, isto é um sinal de que eles devem participar da cerimônia! Se aproximem!

Beatriz ficou assustada, todo mundo os aplaudia e os guiavam para o altar, ela não olhou para o pênis amostra do noivo e desviou o olhar, ela não era tímida, mas nunca tinha chegado tão perto de um homem pelado antes. A morena era virgem.

–Se apresentem!

–Eu... Sou Beatriz Trindade, tenho 20 anos e... Prazer em conhece-los? –Ela não sabia bem o que falar.

–Ótimo –Disse a tal “Padra”. Será que esse nome é devido aquela marca famosa de bolsas? –Agora o homem.

–Olá –Disse o latino sorrindo encabulado, sorriso de cobra, pensou logo a morena –Eu me chamo Raul Padilha, tenho 43 anos, estava num cruzeiro quando o navio afundou e...

–Tá bom! Tá bom! Tá bom! –Interrompeu a noiva –Podemos continuar com meu casamento agora?

–Claro! –Disse a Padra –Os sobreviventes devem fazer um boquete nos noivos, Raul chupe a buceta de Santana, e Beatriz o pau do Otto.

–O que?! –Disseram os sobreviventes. Beatriz viu que o latino ficou tão chocado quanto ela. Como assim teriam que fazer um boquete?

Eles não sabiam quais eram as leis daquela ilha, não sabiam do que aquelas pessoas loucas e seminuas eram capazes, o jeito era obedecê-las. Para Raul foi mais fácil, não era a primeira vez que chuparia uma buceta. A noiva levantou o vestido, Raul humedeceu os lábios e deu um beijo generoso naquela vagina, a ruiva gemeu sentindo um movimento diferente daquela língua.

–Orr Ai o que é isso?

–Eu chamo de língua latina.

–Hum Então cai de boca e me faz cantar Macarena!

Raul tentou espantar a letra da música Macarena de sua mente e chupou aquela buceta. De repente a noiva arregalou os olhos e perguntou:

–Você não esta sentindo nenhum gosto diferente? Tipo assim, meio cítrico?

–Senti realmente um gosto forte, mas nada que irrite meu paladar mexicano, cresci chupando pimenta e tomando tequila.

–Ohh Ariba! Então continua!

A língua se movia em círculos pelos lábios externos da vagina, depois ficava dura e entrava de vez no buraco, Raul envolveu a buceta e o clitóris com sua boca, mordia o interior das cochas, lambia o pinguelo e delirava com os gemidos gostosos daquela jovem. Uma curiosidade era que mesmo com toda aquela cena excitante o pênis do latino permanecia calmo e mole em sua calça, será que ele não curtia mulheres? Será que sofria de impotência? Ou estava muito nervoso? Nervoso ou não, conseguia fazer seu trabalho muito bem, Santana estava se retorcendo em orgasmo com aquela língua latina dançando em sua buceta.

Beatriz se ajoelhou nervosa, o noivo se aproximou com aquela coisa dura e ela teve que se conter para não sair correndo.

–Fique calma, vai por mim, depois que você sentir o gosto não vai querer parar mais.

A morena abria a boca e depois fechava com medo, então o noivo segurou seu rosto e na mesma hora ela sentiu uma corrente de desejo percorrer todo seu corpo.

–Arr! –Gemeu.

Beatriz não sabia explicar aquilo, mas estava tão excitada que abocanhou o pênis do noivo como se fosse uma vadia acostumada e quando provou o gosto se surpreendeu: Era doce! Ela segurou a base da rola e chupou a cabeça com vontade, as vezes se arriscava colocar o máximo que podia, entretanto sentia bater na garganta e engulhava, mas nada que a fizesse parar. Otto gemeu e agarrou a cabeça da morena e começou a se movimentar metendo em sua boca. Beatriz achou que fosse vomitar, porém mesmo sendo difícil de respirar, aquilo era ótimo!

–Ooor! –Gemeram os noivos gozando.

Raul olhou pra Beatriz ambos se levantaram com a cara gozada e voltaram a se sentar em seus lugares. A morena estava em choque, o que acabara de fazer? Não conseguia acreditar que tinha chupado um pênis daquela forma, foi como se não tivesse escolha, como se não fosse possível resistir a um pedido do rei.

Um pouco longe dali Hector estava caído em seu próprio vômito diante de Branca que segurava um galho. O senhor Dois se levantou e cuspiu sangue, se apoiou numa árvore para se manter de pé.

–Pelo jeito o jogo virou garoto.

–Vamos acabar logo com ele –Disse Ned que descia segurando o gato siamês pelo pescoço.

O negro estava só com um olho aberto, pois o outro tinha sido perfurado pelo felino, seu rosto, pescoço e peito estavam cobertos de arranhões. O gato tentava miar, mas era em vão devido a tamanha força com que o homem apertava seu pescoço.

–Primeiro vou terminar de castigar esse animal, colocando meu pau nesse cuzinho apertado.

Hector olhou revoltado para o negro, aquele monstro não perdoaria nem mesmo um gatinho? Ia mesmo estuprar aquele animalzinho? Como em resposta, Ned forçou o corpo do gato no chão e se ajoelhou se inclinando sobre ele.

–Deixe minha gata em paz! –O grito veio do meio do mato, Ned se virou bem a tempo de receber um soco na cara tão forte que o jogou no chão.

–Estrela! –Veio gritando outra voz.

Hector achou que a pancada que recebera na cabeça tinha sido mais forte do que imaginava, pois estava vendo dobrado, estava vendo dois garotos exatamente iguais, loiros, olhos escuros, altos e ambos consolavam o gato, na verdade a gata.

–Nicolas Nicolau! –Gritou outro garoto saindo dos arbustos, este era mais baixo, tinha cabelos e olhos escuros. Este terceiro olhou para Ned, Branca, Senhor Dois e por fim para Hector –O que esta acontecendo aqui?

–Quem são vocês?! –Gritou Branca.

–Isso não importa agora –Disse o Senhor Dois –Só saiam daqui enquanto nós adultos cuidamos de nossos assuntos.

–Qual assunto? Matar o Hector?

O loiro não fazia a menor ideia de como aquele garoto desconhecido sabia o seu nome, mas era sua chance de salvação.

–Pessoal temos que ajudar o Hector!

–Então ele é uma das pessoas com quem você sonhou Fabrício?

–Todos eles são.

Fabrício, este era o seu nome. Sem esperar mais nada, Branca avançou para cima do garoto pretendendo lhe golpear com o galho, Fabrício desviou por pouco. Ned se levantou e encarou furioso os gêmeos.

–Não sei qual de vocês me golpeou, mas se a gata é de vocês vou descontar o que ela me fez, nos dois.

Ele avançou rapidamente dando um chute no peitoral do primeiro tão forte que o arremessou, agarrou o segundo pela camisa e girando o jogou contra uma árvore. O Senhor Dois se abaixou e pegou uma pedra enorme e seguiu cambaleante até o loiro.

–Vou acabar com isso!

Hector olhou pra cima vendo o velho descendo com a pedra em sua direção, ele girou desviando por pouco. Como se a chegada dos três garotos tivessem revigorado suas forças, o loiro se levantou e voltou a lutar contra o maldito Senhor Dois. Eles se atracaram, houveram socos, arranhões e até mordidas. A fúria nos olhos do velho era praticamente faíscas, mas nos olhos do loiro eram chamas.

–Raaaaaaa!

Na praia o casamento chegava em sua conclusão.

–Otto eu quero passar o resto da minha vida com você, quero acordar todas as manhãs e te ter do meu lado, quero...

–Ei! Ei! Pode parar! –Protestou a padra –A parte dos votos já passou! Vamos a parte mais importante! –Ela abriu novamente a enorme concha revelando duas pérolas –Cada um pegue uma, isso, vamos lá, Santana Watson dos cabelos de fogo você aceita o Otto como seu legitimo esposo para apoiá-lo na saúde ou na doença, no sexo ou na punheta, até que a morte os separe?

–Sim aceito –Santana não conseguia conter as lágrimas.

–Otto gostosão você aceita essa chata como sua legitima esposa para aquele monte de coisa que eu acabei de dizer?

Hector gritava em fúria correndo empurrando o velho com toda sua força até que este se choca contra uma árvore. O loiro se afasta ofegante e leva um susto ao perceber o que tinha feito. O senhor dois olha pra baixo e ver seu peitoral atravessado por um galho. Sangue escorreu de sua boca.

–Não pode ser.

O loiro estava em fúria, mas ainda assim não podia acreditar no que tinha feito.

–Senhor Dois! –Gritou Branca.

–Pai! –Gritou Ned o chamando assim pela primeira vez.

Fabrício e os gêmeos ficavam estupefatos olhando para o velho atravessado por um galho ensanguentado.

–Eu consigo ver –Disse Fabrício.

–O que? –Perguntou Nicolas.

–A alma dele, ela parece tão... velha.

O Senhor Dois morreu e sua alma deixou seu corpo, Fabrício pensou que a veria subir ao céus ou seja lá o que acontecia depois da morte, mas ao invés disso, ela saiu voando em linha reta pela floresta. Ninguém parecia ter notado.

No casamento Otto olhava com ternura para sua futura noiva, bastava dizer sim e ficariam juntos para sempre, abriu a boca, o som estava prestes a sair, quando sentiu algo em seu peito, como se algo invisível acabasse de entrar em seu corpo e naquele mesmo instante o mundo ficou diferente aos seus olhos e tudo que o rei pode fazer foi responder a pergunta:

–Não, eu não aceito.

Notas finais
E ai o que acharam? venho pedir também mais recomendações :) E aqui esta o link da minha nova história novamente rsrsrs: http://fanfiction.com.br/historia/614794/As_desventuras_sexuais_de_Dylan_Stark/