Laranja Azeda

17 Capítulo 17- Segredos da realeza 2ªParte- Ned


Notas iniciais
Desculpem a demora :P Mas finalmente saiu o capítulo rsrssrsr

–Felix você não vai acreditar no que tenho pra contar– Disse Santana eufórica ao entrar no quarto do seu primo, mas se conteve ao ver que o pivete loiro estava lá– Ah, você também esta aqui.

–Prazer em ver você também.

–Pode falar Santana, qualquer coisa que tiver pra me dizer, pode contar pro Hector também.

A ruiva estava receosa de contar que tinha invadido o escritório do Senhor Dois e achado pergaminhos contando a história de todos os possuidores dos hormônios dos deuses, vai que aquele loiro marrento saisse dali correndo pra contar pro rei e ela se desse mal? Hector percebeu esse receio.

–Vá em frente Santana, eu juro que não conto nada a ninguém, juro pelo Felix!

–Já que jurou pelo Felix vou acreditar, mesmo que pra mim você não passe de um demônio encarnado em pele de garoto, mas não posso negar que te vejo reluzir perto do meu primo, então vou acreditar na sua palavra. Eu invadi o escritório do Senhor Dois!

–Você fez o que?!– Hector gritou indignado.

–Foi tão ridiculamente fácil, não tinha nem se quer uma passagem secreta ou uma porta trancada, sério! O que impede as pessoas de entrarem lá?

–As regras– Disse Hector– É proibido entrar no quarto do rei, ou de um ex-rei, sem ser convidado, proibição esta que vale até pra nós possuidores dos hormônios.

–Só isso? Uma proibiçãozinha e ninguém vai lá? Como esse povo dessa ilha é certinho.

–Mas afinal o que você viu lá?– Perguntou Felix.

Santana sorriu e se pôs a contar animada a história de Shania e pelo jeito nem Hector sabia, os dois garotos a encaravam pasmos com citações como o lago de sangue ou a criatura demoníaca formada de sangue e escorpiões com a qual Shania perdeu a virgindade e se tornou a personificação da deusa do orgasmo.

–E tem muito mais pergaminhos, hoje a noite o Senhor Dois vai promover uma suruba na praia e seu quarto vai ficar desprotegido e não adianta o que vocês digam, eu vou lá de novo.

–Nós vamos com você!– Exclamaram os dois juntos.

–Até você loirinho?

–Cale essa boca e engula esse sarcasmo, vadia ruiva e vamos logo– Marrento como sempre.

A noite caiu e a diversão teve inicio na praia, normalmente uma trepada em grupo deixaria Santana louca de tesão, mas sua curiosidade era maior até mesmo que seu fogo no rabo. Os três jovens entraram sorrateiramente no quarto do Senhor Dois.

–Uma pele de urso polar?– Perguntou Felix.

–Deixa isso pra lá e vem por aqui, tem uma fenda na parede que leva pro escritório secreto e com segurança zero do Senhor Dois.

Santana viu mais uma vez as mesas com todos aqueles pergaminhos e foi Hector que escolheu qual história queria conhecer.

–Este aqui, vamos ver a história do Ned.

–Hum você gosta da rola do negão– Brincou Santana rindo e ficou meio sem jeito e sem entender por que os dois garotos não riram–O que foi?

–Nada, só comece a ler.

Era uma noite chuvosa na Ilha do Escorpião, treze mulheres estavam dando a luz naquele momento, estava sendo uma noite bem difícil, quando algo inesperado aconteceu, um jovem veio gritando que um monstro estava descendo do céu. Os três possuidores dos hormônios regentes: Kassandra, Noé e o rei Senhor Dois correram para ver o que estava acontecendo. Diante dos moradores da ilha um balão (o rei sabia o que era um balão, mas os demais pensavam se tratar de um monstro) caiu na praia. Sua lona era negra e azulada com desenhos que lembravam o céu noturno, havia o rosto de um demônio pintado e uma frase escrita com tinta prateada: “Deus da noite”.

O Senhor Dois reconheceu na hora que se tratava de um balão competindo numa corrida aérea, já tinha lido sobre isso num livro com gravuras, os competidores batizavam seus balões com os mais inusitados nomes e aquele, o Deus da noite, caiu em chamas sobre a areia, as pessoas ouviram gritos e assistiam a cena assustados. O rei tomou a frente e caminhou até o balão em chamas consciente de que ele podia explodir a qualquer momento. Ele olhou dentro do cesto que estava partido e lá viu uma mulher de pele clara agarrada a um bebê de pele extremamente negra, a mulher chorava e ao ver o Senhor Dois implorou:

–Por favor me ajude! Pegue o meu bebê!– Disse estendendo as mãos oferecendo a criança recém nascida.

–Ele não parece ser seu filho.

–Eu fui estuprada, mas mesmo assim quis ter meu filho! Me avisaram que eu não devia participar dessa corrida de balões estando com oito meses de gestação, mas não podia aceitar perder meu cargo de primeiro lugar invicta por tantos anos sem nem tentar competir!

O Senhor Dois pegou o bebê nos braços e levou um susto quando viu o órgão dele, era enorme, parecia o pênis de uma criança de dez anos e não de um recém nascido. O rei ergueu a mão para ajudar a mulher, mas ela estava morta. Ele não entendeu como ela podia ter morrido assim do nada, será que o que a estava mantendo viva era a vontade de proteger seu filho? Ou ela já estava morta, mas seu espirito lutou até entregar seu filho em segurança a alguém? O cordão umbilical tinha sido cortado e cauterizado, aquele bebê mal tinha nascido e já provara a dor lacerante de uma cauterização. Um zumbido extremamente alto chamou sua atenção, ele percebeu que o balão ia explodir e correu, quando estava longe o bastante como se o próprio balão esperasse até o bebê estar em segurança, explodiu.

No dia seguinte quando as chamar cessaram, as pessoas acharam o corpo carbonizado e cheio de areia de uma mulher e quando o Senhor dois contou que ela havia sido estuprada nasceu lenda de Ned: O Deus da noite estuprara a mãe Terra que deu a luz a um garoto super dotado. E naquele mesmo dia foi decidido que quando ele tivesse treze anos seria coroado como possuidor do hormônio da dor devido ao tamanho absurdo de seu pênis.

Por coincidência Ned nascera no mesmo dia que aquelas treze crianças e assim teve vários amigos para brincar entre eles Shania, Branca, Zé coco, Wilson, etc. Anos se passaram e aos onze Ned já era a sensação da ilha, quando ia se banhar numa cachoeira e se masturbar, varias mulheres e homens iam espia-lo sonhando o dia em que poderiam provar daquela rola. Quando enfim completou treze anos era chegado o dia de sua coroação, mas sua melhor amiga, Shania, havia desaparecido na floresta, seguindo para o lado proibido da ilha, deste modo a coroação foi adiada até encontrarem aquela criança que era doente desde seu nascimento. Quando os três possuidores voltaram com Shania algo estava muito diferente, ela não era mais uma garotinha doente e sim uma presença que impunha medo e respeito, ela andava nua com escorpiões caminhando por seu corpo. Foi anunciado que naquela noite haveria, não uma, mas duas coroações. Ned ficou muito feliz pois estava nervoso com tudo aquilo e poder dividir aquele momento com sua melhor amiga foi reconfortante.

Ao cair da noite os dois foram postos pelados sobre a mesa de pedra, Noé foi selecionado para transar com Shania e Kassandra possuidora do hormônio do primeiro prazer foi transar com Ned. Os homens ficaram de pé enquanto as mulheres chuparam seus pênis. Ned gemeu alto ao ter a cabeça de sua rola tocada pela primeira vez. Shania chupava o de Noé enquanto escorpiões iam de seu corpo para o dele. A tribo assistia curiosa sobre aqueles escorpiões e excitadíssimos com aquele coroação dupla.

Mesmo com treze anos Ned já tinha o maior pau da ilha de modo que Kassandra só conseguiu por metade na boca. Ela se deitou abrindo as pernas convidando-o para sua buceta. Ned se ajoelhou com o pau latejando, seu pênis era negro cheio de veias e a cabeça era roxa brilhante e estava molhada de lubrificante natural e baba de Kassandra, o menino se deitou introduzindo aos poucos e cada centímetro que entrava gemia sentindo aquela vagina experiente apertando-o. A mulher sentiu muita dor, mas estava tentando esconder, não queria que o povo saísse falando que ela não aguentara a rola de um menino de treze anos! Mas quando Ned colocou os últimos cinco centímetros de uma vez ela deixou o grito escapar e o som daquele grito no ouvido dele o fez ficar louco de tesão e a meter sem piedade.

Ned metia com tanta brutalidade que sangue escorreu de Kassandra como se ela tivesse um segundo hímen escondido por anos, a dor era tanta que ela nem conseguia gritar, só revirava os olhos num misto de leve prazer com profunda dor. Enquanto isso Shania rebolava na vara de Noé que apertava seus seios e gemia sentindo calafrios da cabeça aos pés. O Senhor Dois estava tão excitado com aquela cena que se levantou e foi pra mesa de pedra sobre os aplausos e vivas de seu povo. Ele se abaixou perto de Ned o fazendo parar e Kassandra deixou escapar um suspiro de alivio. O negro olhou nos olhos de seu salvador e o rei sorriu e o beijou na boca, passou a perna pela cabeça da mulher enfiando seu pênis de baixo em sua boca, enquanto beijava Ned e masturbava o pênis de cima. O garoto voltou a meter excitadíssimo. Kassandra estava sofrendo na rola do negão e nem conseguia gritar com a rola do rei na boca.

Ned de repente se assustou ao sentir seus mamilos sendo lambidos, abriu os olhos e lá estavam Shania e Noé, os dois já tinham gozado e vieram ajuda-lo. Um escorpião pulou em seu pescoço o picando, um choque percorreu seu corpo e foi até suas bolas depois deixou seu pau ainda mais duro, pro desespero da mulher, enquanto chupavam seus mamilos, Noé e Shania enfiaram cada um, um dedo, no cú preto do rapaz fazendo um duplo fio-terra, que fez seu pau latejar e nessa hora Kassandra conseguiu gritar sabe-se lá como. Ned meteu com força sentindo o orgasmo chegando, o rei gozou com o pênis de cima e a porra caiu sobre o corpo de Kassandra e um pouco na barriga do rapaz, o Senhor Dois tirou o pênis da boca da mulher que respirou desesperada e cuspindo porra e chorando, o rei tinha gozado com os dois pênis ao mesmo tempo. E agora o grande final era com Ned que meteu com mais força, com fogo nos mamilos, no cú e principalmente no pau e no fim deu um urro estridente gozando dentro daquela buceta.

A coroação chegou ao fim, a Ilha do Escorpião tinha agora cinco possuidores dos hormônios dos deuses, até que dois dias depois tinham só quatro, por que como não havia médicos na ilha, Kassandra com a buceta arrombada e cortada morreu de hemorragia e infecção.

E assim acabou o pergaminho.

–A coitada da Kassandra morreu!– Exclamou Santana chocada.

–Antes do meu pai chegar a ilha, muitas pessoas morreram ao transar com Ned, mas a maioria sobreviveu se tratando com ervas e tal– Disse Hector.

–É uma história melhor que a outra!– Disse Felix– E essa dupla coroação foi tão legal que a sua pareceu até sem graça prima.

Santana fez uma cara feia e deu língua pro primo, não satisfeita lhe deu um beliscão.

–Qual vamos ler agora?

–Acho melhor voltarmos amanha, já estamos aqui a um bom tempo.

–Então amanhã nós três voltamos.

Eles sorriram como amigos de um clube, talvez até fossem um, um clube de contos eróticos? Os três saíram, Hector e Felix foram brincar pelados numa cachoeira e Santana foi correndo pra praia e ainda conseguiu participar um pouco do surumbão na praia.

Notas finais
O que acharam da explicação de Ned ter nascido quando o "Deus da noite" estuprou a "mãe Terra"?