Quero ter a honra de amar de fato, e sentir o quanto é ou não exato essa teoria do amor.
Com o passar das estações, desejo encontrar sintonias novas no meu velho e nostálgico ser radiante.
Ser tua, e gritar pelos becos, vielas, todas as ruas da cidade, o quanto sei agora amar. Graças a ti!
A oitava maravilha, fui eu quem descobri! ali está, lado direito da cama, presente e convincente, sempre a me iluminar.

Como lanternas, adoro lanternas!
Clareiam caminhos e movem destinos, traçam rotas e na derrota, ainda ali estão despertas.
Minha lanterna azul,
leve-me além do labirinto da cruel dúvida que é desconhecer a teia de minha existência.

Frágil lanterna azul, faça-se bússola e passe a guiar-me além do Sol.
O cais do lago me parece um bom destino, sereno, pequenino,
pronto, a ponto de nos receber em compasso com a música cantarolada alegremente.

Estou contente! Estou contente! Adoraria dançar na chuva,
podemos dançar na chuva? Irei deixar meus pés à mercê dos teus,
para que sejam conduzidos por minha doce lanterna azul!

Faça-me uma guirlanda de margaridas floridas,
pois tais flores do campo me deixam de bem com a vida.
E eu assim, também o farei, colherei rosas violetas, mas não violentas,
alegres feito um certo conhecido, e vos coroarei com elas, amado de fato é nosso amor.

Não se entristeça, jamais, pois não o deixarei ir sem que queira.
Prometo não vos abandonar ao relento na calada da noite,
abriga-se em meu peito e dorme ameno amando-me,
acordarei-te com beijos e cortejos, para que durante meus dias exponha toda poesia dada a mim.

Notas finais
(Realmente não consigo pensar em nada no momento)
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!