Lamentos de Um Bardo

12 Pergaminho Desgastado XII


[...] Bom dia princesa... como foi o seu sonho esta noite?

Devo agradecer por ter acordado, o meu dia acaba de iluminar agora que vejo seus brilhantes olhos...

Perdão se me perco na imensidão deles, é que somente a menção de olha-los ja torna minha alma alegre...

Obrigado por fazer este pobre bardo sorrir, princesa...

Devo retribuir-lhe cada gesto com uma singela e cincera nota de amor, pois é o bem que mais prezo depois de minha humilde vida...

Novamente me perdoe por me perder em ilusões por vislumbrar a sua beleza, princesa... é que não posso deixar de sonhar quando vejo tal delicado rosto... Sinto-me vivo, sabia?

Seus olhos, sua boca, seus cabelos... perfeição divina... perfeição esta que este pobre menestrel teve a felicidade

de se render. Cuide bem de meu sorriso, princesa... [...]