Lamentos de Um Bardo

8 Pergaminho Desgastado VIII


[...] Oh nobre guardião dos Tomos...!

Proteja o que mais amo e valorizo, proteja o meu coração, proteja nobre porteiro!

Se tu em tua infinida bondade ainda restar ainda restar um resquício de piedade, proteja o coração deste reles poeta indefeso perante os males do amor.

Lhe pagarei com a minha música se assim aceitar, pois ela é o bem mais precioso depois do coração ferido dentro desta caixinha de cobre.

Proteja a chave com a tua vida, e eu lhe deverei a minha, nobre porteiro! Mas jamais permita que esta caia nas doces mãos daquela que minha pobre mente possa dizer amar. [...]