Lamentos de Um Bardo

32 Papiro Borrado III


Notas iniciais
O nome desta poesia em especial é Redenção.
Em memória de meu tio, Roque Mascarenhas Júnior.

Nos veremos em breve, tio...

[...] O bardo ficara mudo.

Não por tristeza, mas sim pelo horror que sentia.

Ou pior, o que não sentia.

Os dedos estavam petrificados de pavor...

O coração havia silenciado.

Não o meu...

Olhe, veja aquela luz lá adiante!

Segure minha mão, vamos até lá?

Sorria, não estará sozinho... Jamais.

Redenção?

Viva, somente viva...

Crie a sua razão para viver caso não tenha uma.

Não chore, não odeie.

Sorria, olhe aquela luz lá adiante!

Sou eu.

Nada significou tanto para mim quanto........

Escrevi a minha história.

Continue a cantar, o mundo precisa sorrir,

chorar...

Segure minha mão, e não estará sozinho...

Ainda nos veremos, eu prometo.

Pela segunda vez,

Eu prometo... [...]