Lamentos de Um Bardo
27 Cordel Perfumado I
[...] Não sinto outro aroma...
Que perfume é este?
Não, não me refiro ao cheiro de vinho...
De sangue, de morte...
Outro aroma domina minha alma,
minha mente, meu corpo...
Um aroma devasso, malicioso...
Um aroma repleto de ganância...
Ganância por prazer, pela vida...
Pelo prazer de viver...
Uma melodia estridente surgia,
uma melodia alegre irradiava luz...
Não é o meu bandolim... Sequer possui cordas...
A dona das castanholas sorria...
Quem és tu milady?
Sou tua guia, tua protetora, tua luz,
Tua cigana...
Me destes a sua caixinha,
eu lhe dou a minha luz.
Ainda que meu perfume domine sua alma,
sua mente, seu corpo...
Não posso abrir a caixinha... [...]
Notas finais
Em dedicatória a Thai-Chan... A Cigana... <3
Fale com o autor