Lady Sensitive..
1 Prólogo
Notas iniciais
Musica recomendada para ouvir enquanto ler o prólogo:
All Fall Down - OneRepublic e All We Are do OneRepublic tambem para finalizar.
Enfim, vamos à história...
– NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃO! — esse foi o último grito que Alice deu, enquanto se debruçava sobre a pequena Annie que estava assustada demais para correr [...]
{...} Alguns anos após aquela noite... {...}
– Annie, Annie, você está bem?! — perguntou Gabriel que estava ao lado de Annie a agitando feito uma boneca de pano.
– Ahhhhhhh Gabriel, deixe de ser um saco e me solte. EU ESTOU BEM! — disse Annie saindo do quarto e batendo a porta com uma força que fez caírem alguns ursos e canetas da estante.
– Ammmmm? Mas o que foi que deu nela?
– Não sei, mas ela estava bempálida e estava suando muito, acho que ela estava passando mal apenas, deixe ela ir no banheiro se acalma Gabriel, vocês homens nunca entenderão as meninas mesmo. — responde Joana que lia sobre moda em uma revista.
– Por favor Joana, não generalize todos, eu por exemplo sou uma exceção é defendo dignamente o orgulho dos homens! — rebate Felipe que estava concentrado demais em seu jogo para perceber toda a bagunça que estava se formando.
– Exceção uma ova seu canalha desgraçado! Você pensa que não me lembro de você é aquele nojento do Ivan tentando espiar a gente enquanto tomávamos banhos quinta-feira? — a agitada Angelica se estressa e lança a agulha de tricô que estava nas mão em direção à Felipe, que por sorte passa de raspão de seu enorme nariz e acerta a parede.
– Vo.. voc.. voc.. VOCÊ ESTA MALUCA?! Se isso me acertasse provavelmente estaria em direção a caminho da enfermaria se não pior. — Felipe fala correndo em direção a Angelica.
– PAREM OS DOIS! — grita Joana, lançado sua revista a milhas de distancia e se lançando em frente a Angelica e Felipe — vocês não acham que estamos se esquecendo de algo não? Já fazem quase 40 minutos desde que a Annie saiu e eu estou começando a ficar preocupada. Acho melhor irmos procurar por ela, sei la, só pra ver como ela está e se não estar precisando de algo.
– Acho justo, sem contar que um inocente, lindo e maravilhoso representante masculino quase foi morto à poucos minutos atrás, injustamente é claro, acho mais que justo, a Annie não é de ficar doente muito menos de demorar quando sai assim. Tem algo errado nessa historia toda. — fala Felipe.
– Pensando bem, você tem razão Ivan, a mais forte entre todos que estão aqui sempre foi ela. Isso está muito estranho. — agiliza Gabriel, se levantando da cama e indo em direção à porta.
– Espere Gabriel! Vamos fazem um esquema de busca primeiro. O primeiro que à encontrar avisa aos outros. Eu e Joana iremos procurar no banheiro feminino, na biblioteca e na área de descanso, enquanto você é o Felipe procuram no pátio externo e nos corredores, acho bom dar uma olhada na cantina e nos corredores.
– Certo! — responde Gabriel e Joana.
– Hmmm, espere um pouco? Porque a gente tem que ficar com a parte mais chata enquanto vocês ficam com toda a diversão? — reclama Felipe.
– Ai Meu Deus! Deixe de ser idiota Felipe, se você se refere ao banheiro feminino, você nunca seria autorizado à entrar e mesmo que entrasse não sairia vivo — enquanto fala, Joana lança um olhar arrepiante pela sala.
– Taa Sseertoo! Entendi. Vamos Gabriel, ainda pretendo terminar aquele jogo estúpido hoje! — e saíram correndo em direção ao pátio externo.
{...}
– O que está acontecendo comigo? Porque eu fui me lembrar daquilo logo agora? Depois de tanto tempo? Porque estou chorando? Eu nunca choro. Me obrigo a chorar. — Annie engole o choro e começa a se levantar — Hm?! Porque minhas mãos estão queimando tanto? Que sensação estranha.
Annie estava abaixada ao lado de uma caixa de som na antiga sala de música à muito não utilizada. Ela tinha descoberto esse local à alguns meses quando estava se 'pegando' com Kayo, seu ex ficante que na verdade era um cafajeste, que estava ficando tanto com Annie quanto com Sheilla, uma safada do 2° ano que vivia para incomodar Annie e seus amigos. Aquele local era uma espécie de santuário para Annie e ela não revelou para suas melhores amigas, pois aqui ela se sentia como se estivesse em casa, de volta aos seus 5 anos de idade, quando podia se esconder de baixo das cobertas à noite e ouvir o som dos galhos roçando em sua janela, com o pequeno cheiro de cereja é terra recém molhada. Annie queria aquilo só para ela, é naquele lugar ela não se importava de lembrar de coisas que a fizessem se sentir em casa, porém nem sempre suas lembranças eram boas.
{...}
– Nada da Annie, será que aconteceu alguma ruim com ela? Eu juro, se aquela Sheilla nojenta estiver incomodando ela denov...
– Calma Joana, a Annie sabe muito bem se defender e por outro lado não vejo a cara da Sheilla já faz algum tempo. Será que ela está aprontando alguma? Se tiver, irei descobrir e não deixarei barato. — fala Angelica.
– Certo. Mesmo assim, estou muito preocupada com a Annie, ela nunca agiu dessa forma antes, sumindo por tanto tempo e se agitando com as besteiras do Gabriel. Ele sempre foi assim.
– É. Até entendo isso, mas tem alguma coisa muito estranha nessa situação -"o modo como a Annie estava olhando pro vazio... ela estava sentindo algo realmente ruim ou lembrando, espero que ela esteja bem"- pensou Angelica — Vamos, temos que encontra-la antes que aqueles idiotas.
– Certo! — fala Joana, apressando os passos atrás de Angelica.
{...}
– Aquela idiota da Angelica. Da próxima eu enfio a cara dela dentro de uma lata de lixo. Aaaaah sim, é isso mesmo que irei fazer...
– Amm? Felipe, você está bem? — pergunta Gabriel.
– Oo que?! É claro que estou, só estava pensando um pouco alto demais. Acho melhor a gente se concentrar no que viemos fazer e parar de falar besteira.
– Certo. Mas quem estava falando besteira não era eu.
– Cale a boca, se não quiser perder os seus dentes.
– Pode tentar se quiser, você nunca ganha de mim mesmo! — devolve Gabriel.
– COMO É QUE É?! SEU NOJENTINHO PEQUENO, VENHA AQUI...
Passos se aproximam.
– Parem com isso os dois. O que pensam que estão fazendo?
– Ammm? Quem é que ousa atrapalhar... — começa a perguntar Felipe e se cala imediatamente. Ficando de pé, seguido de Gabriel.
– Nós desculpe sra. Margareth. A gente só eestava brincandoo. né Felipe?
– Éé claaaro, sra. A gente nunca ousaria descumprir uma lei máxima do colégio assim.
– É o que fazem nos corredores por essas horas? Hum? Não já era para vocês estarem no dormitório não?
– Ah bem, é que a gente veio procurar uma amiga que se per... — começa a responder Gabriel quando foi interrompido por Felipe.
– Uma amiga que está doente.
– Hmmmmmmmmmmmmm. — a sra. Margareth aperta bem os olhos, como se suspeitasse de algo — entendo. Então vocês só estão preocupados com a saúde da sua amiga? Tudo bem, dessa vez deixarei passar, mas da próxima vez que eu encontrar vocês passeando, ou melhor, 'bagunçando' — solta um olhar feroz para os dois — pelos corredores, irei levar vocês à sala da punição, que eu acredito bem, vocês já conhecem bem, estou certa?
– Siiim senhora. — respondem ambos em uni som.
– Pois bem, passem bem e cuidem da sua 'amiga doente'. Recomendo não ficarem passeando tanto assim pelos corredores uma hora dessas, nunca se sabe o que irá encontrar por ai né?
– Claro. — respondem em uni som novamente.
Eles observam enquanto a sra. Margareth caminha lentamente em direção ao outro lado do corredor como se tivesse todo o tempo do mundo.
...
– Nossa cara, aquela velha nojenta me causa horrores, eu até tenho pesadelos com ela, sério. — se queixa Grabriel, ainda branco demais devido ao encontro com a sra. Margareth.
– Não se preocupe, aquela velha la pode dar medo em quem for, mas ela nunca seria tão ruim à ponto de nós levar pra sala da punição sem algum motivo tão serio. — responde Felipe
– O QUE?! Isso é porque você não viu o que ela fez com o Alan. Só porque ele tropeçou no próprio cadarço e caiu em frete dela. Todo mundo ficou apavorado depois disso.
– Não acredito que tenha sido por isso. Acho que ela pensou que ele queria olhar embaixo da saia dela. Que absurdo. Acho que só de ver aquilo, urg, quero nem pensar, mas que castigo pior não tem.
– É você tem razão. Oh Felipe, você não tá achando nada estranho não? A gente já esta andando à horas e quase não encontramos ninguém por ai. Que estranho, mesmo por ser essa hora.
– Deixe de ser anta, é que amanha é a re-abertura do colégio, para todos aqueles que desejaram passar o verão com os país ou algum parente. Como não é o nosso caso, apenas seremos obrigados a participar da abertura. Pelo menos terá muitas meninas de mini saias e aquelas belas pernas de fora.
– É mesmo. Pensando por esse lado é até legal ir. Também entram alguns alunos novos né? Quem sabe a gente não encontra algum novato legal lá.
– É. Quem sabe.
{...}
Annie andava lentamente através da ponte, que passava pelo mini lago, quando algo a impede de passar.
– Ei você ai!
Annie começa a se virar lentamente, quando tropeça na madeira solta e é arremessada diretamente ao meio do lago. O único pensamento que passa em sua mente nesse momento é: 'eu não sei nadar' 'eu não sei nadar' 'eu vou morrer'. Quando tudo escurece. é ela mergulha no lago.
Notas finais
Foi um exercício teste, para testar se eu realmente saberia onde iria parar e eu realmente cheguei ao ponto certo, então é isso, é meio curto e bem resumido. Irei lançar em breve um extra contando alguns fatos de alguns dos personagens para melhor relacionamento com a história. Espero realmente que goste,.
Beijos e até a próxima. Prometo voltar.
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