Lady Sensitive..

4 Capítulo 2 - Goodbye My Love


Notas iniciais
Bem, sim é isso mesmo, Goodbye My Love.
Espero que não entendam esse capitulo errado, porque eu tive que escreve-lo duas vezes. Sim, isso mesmo, fiquei puto da vida. Eu aqui, à 3 horas me dedicando fielmente à cada palavra posta à esse capítulo fantástico, quando termino e clico em publicar. Só que alguma coisa deu errado e em vez de ser publicado a paginas foi atualizada. Perdi tudo. Fiquei revoltado e quase desisto de escrever essa fic. Porem, pense pelo lado que eu tambem estou curioso para saber o final e resolvir escrever novamente. Deu mais palavras do que o esperado, mas tudo bem, o que importa e que eu amei esse capitulo.

Musicas recomendadas para ouvir enquanto ler: Comece com algo com Same Mistake e TERMINE com Goodbye my love, ambas do romantico James Blunt. Bom love s2

Dedico esse capítulo para my love: Karol

Capítulo 2 – Goodbye My Love


– Mamãe, tá doendo. Eu não quero fazer isso! – reclamava Annie enquanto a mãe apertava a mochila nas suas costas.

– Querida, não temos opção. Tudo ficará bem, mamãe promete que nada de ruim acontecerá com a princesa da mamãe, agora deixe eu terminar de lhe arrumar – Aline falava para a pequena Annie enquanto vestia um casaco e colocava um par de luvas em suas mãos.

{Presente}

– Arg. Essa cesta deixou minhas mãos vermelhas, não pensei que ser voluntário para ajudar aquela bruxa velha fosse tão cansativo. Que saco. – reclama Gabriel enquanto colocava a cesta no birô que ficava no centro do auditório.

– A culpa é toda sua Gabriel. Ninguém pediu para você fazer isso. – retrucava Felipe

– Eu sei, mais a nossa pele não anda tão boa assim, pensei que desse modo aquela velha veja pelo lado positivo e nós esqueça por um bom tempo! – respondeu Gabriel

– É. Realmente isso pode até ser verdade, mais olhe só quanto desperdício de tempo aqui! O campus está cheio de gatinhas novatas e a gente aqui, atolado porque não podemos sair sem que aquela velha da sra. Margareth apareça e comece logo esse negócio – se queixava Felipe para Gabriel

– Ninguém pediu para você vim e ficar aqui comigo. Eu consigo fazer isso sozinho. Pode ir se quiser.

– É claro que não! Minha barra está suja também, tenho que limpa ela de alguma forma mesmo.

– Então pare de reclamar e me ajude a abrir esse negócio.

{...}

Pov’s Annie On

Insegurança. Não conheço bem o significado dela, pelo menos não a parte que é citada em dicionários, é tão complexo, porém conheço o significado dela na prática bem demais. Posso até arriscar e dizer que vivo ele todos os dias. É algo realmente ruim.

Acho que já nasci assim. Insegura. Sei lá, é tão estranho falar disso, eu só queria esquecer e deixar rolar, porque não é nada bom é isso tende a me afetar nas piores horas, como por exemplo à 5 minutos atrás.

Não sei o que deu em mim, se foi causado pelo nervosismo ou se foi algo que eu estou sentindo, só sei que foi ridículo de minha parte. Ai que vergonha.

Lembro de uma vez quando eu era bem pequena e minha falou um negócio que nunca irei esquecer.

~Flashback ON

– Annie querida, solte, você não deve pegar as ferramentas do papai sem permissão, é perigoso – falou Aline para a pequena Annie que estava segurando uma chave de fenda entre os pequenos dedos

– Não. Não quero. Quero brincar com isso. – reclamava a pequena Annie enquanto Aline tentava retirar com cuidado a chave de fenda que Annie segurava forte entre os dedos.

– Annie, sente aqui que eu tenho uma coisa muito importante para lhe dizer. Na vida existe pessoas boas é pessoas más, você entende isso? – perguntou Aline enquanto colocava Annie no colo.

– Sim mamãe, malvadas que nem o Macaco Louco né?! – perguntou a inocente Annie

– Isso mesmo querida, só que eles são muito piores na vida real. Só que não é isso que eu quero lhe contar. Existe pessoas boas e pessoas ruim, assim como existe coisas boas e coisas ruins – tentava explicar Aline – por exemplo, essa chave de fenda que você está segurando ai. Ela é boa pro papai e para algumas outras pessoas, mas é ruim para a pequena Annie, porque ela pode machucar, você entende isso querida? – continuava explicando Aline

– Sim. – responde Annie com a cabeça baixa

– Então, agora, sempre que a pequena Annie não souber o que é bom ou ruim, promete que irá perguntar sempre a mamãe antes de mexer nela?

– Sim mamãe, Annie promete.

~Flashback OFF

É, sempre foi assim até aquele dia. Minha mãe era tão legal, tão bonita.

A partir daquele dia eu comecei a enxergar o mundo de forma diferente, sempre associando ao bom é ao ruim e ao bem e o mal. E é isso que eu me questiono sempre. Será que estou sendo uma boa pessoa? Boa o suficiente para sempre querer mais e mais e mais? Sou uma pessoa terrível.

Acho que tudo é ligado ao emocional, é ver aquela cena me desligou do mundo. Eu sou queria sair dali, correr e correr o máximo possível, me afastar deles, daquele lugar. O que minhas amigas pensaram de mim? Eu acho melhor explicar a ela o mais rápido possível, não posso dar ao luxo delas pensarem mal de mim.

Eu sei. Eu realmente abandonei elas ali, sozinhas. Mais eu podia fazer o que? Ficar e encarar a Sheilla, ainda mais com o Guilherme... não, ainda não estou pronta. Preciso de mais tempo. Guilherme... ai meu Deus, eu me recuso a começar a sentir alguma coisa por eles que não seja nada além de amizade. Ainda não estou pronta para relacionamentos, mas tenho que admitir, aqueles olhos azuis me encantam.

Não posso pensar assim. Annie pare agora. Você precisa ser forte e parar de ser uma chorona mimada que só sabe fugir quando o cinto aperta. Comece levantando a cabeça. Isso. Agora se localize e vamos dar um jeito de voltar para aquele auditório e dar o troco. Não estou doente e não quero que aquela vadia da Sheilla pense que eu estou acabada, não ainda.

Pensando bem, onde estou?

Pov’s Annie Off

Annie se encontrava na cozinha do refeitório abaixada no canto de um balcão, de forma que nem quem estivesse dentro da cozinha à localizaria. Estava um maior deserto é na hora da fuga do auditório, ela não olhou bem para onde ia. Bem, estava um maior deserto.

Justo quando Annie se preparava para se levantar escuta um barulho na porta e entra uma garota, que Annie logo à identificou. Era à ex de seu melhor amigo Gabriel: Danniely, ou Danny se preferir. Ela é uma garota legal, porém é mal falada e Annie passou a não gostar dela depois do episódio com seu amigo.

Ela usava um vestido nos joelhos bastante brilhante, “provavelmente vem do auditório” pensou Annie. Ela estava cantando uma melodia baixa, bastante animada, porém não parecia saber a letra e a música era resumida para algo como “So la da di da di we like to party”. Ela se dirigiu ao armário e pegou um avental é vestiu. Annie não entendeu bem.

Annie não podia ficar ali para sempre, tinha que voltar pro auditório, e mesmo que Danniely à visse sair dali debaixo, ela tinha que agir. Quando tomava coragem novamente para se levantar escuta outro barulho. Dessa vez são vozes vindo do lado de fora da cozinha é se aproximando rapidamente.

Annie volta a sua posição é apenas observa.

Entram na cozinha 4 garotos. Annie não identifica nenhum, nem de vista. Eles pareceram surpresos com a presença de Danny na cozinha, até mesmo mais do que Annie, pois eles pararam de repente e pararam a conversa.

– Ora, Ora, se não é a putinha do Kayo! – fala um deles se dirigindo a Danny enquanto os outros 3 riam

– Por favor, não me chame de puta! E vocês não tem permissão para estarem aqui! Poderiam se retirar por favor?! – falou Danny apontando na direção da porta

– Bem... é se nós não quisermos? O que você irá fazer? – perguntou o mesmo garoto de antes, agora indo até o balcão e pego uma maça

– Eu irei expulsa-los! – continua a insistir Danny

– HAHAHAHAHAHAHA! É quem você pensa que é para fazer isso? Puta sem noção! – continua provocando

– Eu sou a responsável por esse lugar e por favor, coloque a maçã de volta a fruteira. Não é permitido comer nada da cozinha sem permissão, assim como é proibido a entrada de pessoas não autorizadas, se você continuarem insistindo terei que comunicar ao meu supervisor! – falou Danny

Todos eles soltam uma gargalhada alta.

– E o que você está esperando para fazer isso? Ouvi dizer que você ficou debochada depois que virou puta, é verdade? Deixe a gente prova também. – continua falando o garoto que supostamente e o líder

– Vocês estão passando do limite, pelo visto terei que comunicar ao meu superv- Danny começava a se dirigir à saída quando é interceptada por um deles com o braço, que rapidamente o envolve no pescoço dela é a vira de frente, de modo que ela não pode fazer nada pois ficará sem respirar

– Agora, acho que irei lhe dar uma liçãozinha em você! Para aprender a ficar de boca fechada e a ser uma boa putinha! – fala o garoto-líder

– Me soltaa.. O que vocês pensam que estão fazendo? – continua Danny

– Apenas lhe mostrando com quem nunca se deve brincar

O garoto-líder se posiciona em frente a Danny de modo que ficou bem em frente a ela e lança um soco em seu estomago que a faz gritar.

– Xiiiiiiiiiiiii, se eu fosse você evitava gritar e fazer qualquer tipo de barulho, ou sua situação só irá piorar. João e Hugo, enquanto eu resolvo o nosso pequeno probleminha aqui, porque vocês não fazem o que era nosso objetivo principal? Juntem ai o nosso ‘lanchinho da manhã’ que a gente já está quase de saída. – falou o garoto-líder

– Certo Lucas. – falou um dos garotos

– Bem, agora, podemos continuar nossa festinha. – fala Lucas se virando para Danny novamente e soltando outro murro no estomago da garota que ofega em silencio – essa, foi pelo Kayo e por tudo o que você fez com ele

– Ele mereceu tudo o que passou é muito mais! – provoca Danny mas logo percebe que foi um erro

– Sua cadela nojenta! Como se atreve a falar assim do meu mano?! – Lucas se exalta e começa a bater de mãos fechadas no rosto de Danny, que sem opção começa a gritar e a espernear

– Para! Para! Para! – chorando e com sangue saindo do canto da boca, implora Danny

– Ei Lucas, acho que já tá bom. Ela ficou seriamente ferida. E se alguém escuta os gritos dela ou descobre que foi a gente que fez isso com ela? Acho melhor irmos, o Hugo e o João já estão quase terminando mesmo. – fala o cara que está segurando Danny

– Quem decide quando é hora de irmos ou não, sou eu, Miguel. EU. Então por favor não se meta se não quiser levar uma também – fala Lucas para o tal Miguel

– Mais Lucas, ela pode ficar realmente muito mal. Você está batendo muito forte nela – continua insistindo Miguel

– CALE A BOCA! SE NÃO ESTÁ SATISFEITO SAIA DAQUI! – explode Lucas

– Ai Lucas, terminamos aqui — fala Hugo — Acho que já devemos ir, essa cadela ai já recebeu o que merecia

– Não. Ainda não. Ainda tem uma coisa que irei fazer. Miguel coloque ela no chão é abra as pernas dela – ordena Lucas

– Ei Lucas, espera ai. O que você vai fazer com ela? Acho que ai você já está passando dos limites – fala Miguel pondo a mão livre no peito de Lucas

– Nunca mais, você me ouviu bem, NUNCA MAIS, faça isso novamente. O que eu irei fazer é com quem é problema meu! Coloque ela no chão, se não está satisfeito pode ir embora – fala Lucas tirando a mão de Miguel de seu peito e puxando Danny que cai com tudo no chão, semiconsciente

– Lucas, pow, também não concordo com isso. A garota não fez nada à você! Se alguém descobre que você fez isso estamos todos ferrados. Eu estou fora – fala Hugo andando em direção à saída da cozinha com uma sacola na mão

– Eu também estou fora – fala Miguel que é acompanhando de João

– Tudo bem, seus covardes! É melhor assim. Gosto de privacidade, né docinho?! – fala Lucas se dirigindo a Danny que começava a gemer no chão, sem forças

– Pa.. re! Por... favor! – implorava Danny segurando o calcanhar de Lucas

– Sinto muito docinho. Agora estou ficando excitado é quando isso começa é difícil me controlar! – fala Lucas com um sorriso malicioso nos lábios

Annie observava tudo horrorizada, sem ação é em choque não sabia se avançava para cima de Lucas ou se simplesmente fechava os olhos. Calculou suas opções. Não eram muitas, podia tentar correr para pedir ajuda, porém a cozinha não era lá tão larga e corria o risco de ser facilmente interceptada, sem contar que não queria ficar na mesma situação que a Danny. Podia tentar lutar, mas não sabia nem chutar direito.

Enquanto Annie pensava em um modo de ajudar Danny, Lucas se preparava.

– Bem docinho, acho que é hora do show! – Lucas se abaixou perto de Danny, a virou de bruços e enfiou a mão entre suas pernas. Como ela estava de vestido e praticamente imóvel, foi fácil. Ele começa a puxar lentamente a calcinha da Danny até que ela seja completamente retirada – Agora sim!

Lucas fica em pé e começa a tirar o cinto, em seguida abaixa as calças ficando apenas de cueca é se abaixa ficando totalmente em cima de Danny.

Annie se desespera. Não tem mais tempo, é mesmo que consiga correr até a saída não conseguirá pedir ajuda à tempo. O único jeito é atacar e tentar salvar Danny o mais rápido possível. Ela observa o local. Do outro lado da cozinha, ela vê um conjunto com 12 facas. Porém está muito longe e ela não chegará à tempo. Ela então começa a procurar alguma coisa perto que seja de mais utilidade. Encontra uma colher de madeira, mais não vê utilidade para ela. Até que acha um rolo de pão. Está encostado no balcão à sua frente e está de fácil acesso.

Annie se prepara para agir. Então se levanta sem fazer praticamente nenhum barulho e segue em direção ao balcão do outro lado da cozinha. Consegue chegar e agarra-lo sem ser notada. Então, tentando ser mais rápida possível, se dirige a Lucas que está abaixado formando uma meia lua com Danny. Annie levanta o bastão é quando está preparada para descer na cabeça de Lucas, escuta um barulho do lado de fora da cozinha, o que a lhe desconcentra.

Lucas ainda não há tinha notado, até o barulho do lado de fora. Foi quando ele se virou e viu Annie apontando um rolo de pão para sua cabeça. Foi tudo rápido demais. No mesmo momento que Lucas se virou ele se levantou rápido e segurou o braço com o rolo que Annie estava, fazendo com que ele envergasse e ela soltasse o rolo. Em seguida ele virou ela de costas e segurou seu outro braço, de modo paralisante. Passando a força para apenas uma das mão, ele cobriu a boca de Annie com a mão livre.

– Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, se você fizer algum barulho, não será apenas a sua vida que estará em perigo, docinho. — E levou Annie em direção ao armário de limpeza. Enquanto o barulho do lado de fora toma voz.

– “Olá! Tem alguém aqui?” – perguntava a voz que até então só podia ser identificada como masculina

Lucas abaixou Annie a forças, ainda segurando suas mão e tapando sua boca e fala em seu ouvido baixinho.

– Eu irei tirar a mão de sua boca, se você emitir algum barulho ou tentar fugir eu arranco as suas tripas – ameaçou Lucas enquanto Annie concordava com a cabeça, chorando

Lucas soltou a boca de Annie e com à mão livre puxou a corda do avental, o que utilizou para amarrar as mãos de Annie. Em seguida arrancou uma tira de pano do avental e amarrou a boca.

– “Tem alguém ai? Gostaria de uma informação” – perguntava a mesma pessoa do lado de fora da cozinha, à alguns metros apenas da entrada. Annie estremece ao ouvir a voz.

– Droga. Era só o que me faltava – reclama baixo Lucas que se dirige a parede e puxa uma faca de cabo de madeira com aproximadamente 17 cm de largura

Em seguida se dirige para ao lado da porta, para o caso do indivíduo resolver entrar. Lucas ainda estava com apenas a cueca, que subiu rápido, antes de amarrar Annie. Tudo permanece quieto por alguns segundos, quando a porta e empurrada bem devagar e entra um garoto. Annie tenta gritar mas é impedida de continuar por estar com sua boca amarrada.

Lucas rapidamente pula na frente do garoto e manda ele encostar na parede do outro lado da cozinha. Ele levanta os braços e começa a caminhar para o mesmo locar onde Annie está amarrada. Quando à vê toma um leve susto mas continua como se nada estivesse acontecido. Lucas andava atrás dele com a mão levantada, segurando a faca.

– Sem nenhuma gracinha. Não é só sua vida que está em jogo aqui, playboy – falava Lucas para o garoto

Quando o garoto se preparava para virar e sentar foi quando aconteceu. Ele rapidamente segurou a mão de Lucas, fazendo com que a mão virasse em 180° e fazendo a faca cair nos seus pés, que a chutou para debaixo da mesa. Em seguida virou Lucas e o arremessou por cima da pia. Lucas segurou a primeira coisa que achou e a arremessou em cima do garoto, era um prato de porcelana.

O prato acertou o garoto no ombro que gemeu baixo. Lucas tentou correr em direção à faca caída mais foi impedido. O garoto segurou ele pelo braço e o derrubou no chão, que saiu embolando, ficando assim, mais perto da mesa. Lucas começa a se arrastar o mais rápido possível atrás da faca. O garoto segura em suas pernas e a puxa para longe, enquanto chuta ele no estômago.

Lucas geme baixo e fica estatelado no chão. O garoto se vira para ajudar Annie. Lucas aproveita a oportunidade e mesmo com muita dor, se move rápido até a faca. Quando o garoto percebe que Lucas pegou a faca e já estava em pé novamente é tarde demais. Quando ele se vira para se defender e recebido por uma facada em sua barriga. O garoto cai e fica imóvel. Annie se desespera.

Lucas percebe o estrago que fez tarde demais. É em ato de desespero pega sua calça que estava jogada perto de Danny e sai o mais depressa possível da cozinha. Deixando Danny desmaiada no chão, Annie amarrada e amordaçada e um garoto esfaqueado.

Annie tenta espremer suas mãos pela corda do avental. Tentativa 1: nula. Tenta novamente até que consegue passar uma delas, machucando um pouco uma delas.

Ela rapidamente tira a mordaça e corre em direção ao garoto estendido no chão.

– Guilherme! GUILHERME! – gritada desesperada enquanto tentava conter o sangramento na barriga dele

Ela rasgou um pedaço de seu vestido e colocou em cima do ferimento e começou a pressionar com força. Infelizmente, uma tentativa falha.

– Oi... Annie. – se esforça Guilherme já pálido

– Não. Não fale nada, por enquanto fique apenas quietinho ai, SOCORRO! – gritava desesperada Annie – ALGUEM ME AJUDA – continuava enquanto lagrimas corriam por seus olhos

– Vai.. fii.. car.. tudo beeem Annie – se esforçava para falar Guilherme já com a voz embolando

– Vai sim! Eu irei procurar ajuda, espere aqui – fala Annie enquanto começa a se levantar quando é impedida por Guilherme que segura forte sua mão

– Nãão Ann.. ie. Não.. vá! Não.. me.. aban.. done – implorava Guilherme com olhos marejados e muito pálido

– Ta certo! Não irei – fala Annie sem conseguir conter o chorro – Eu nunca poderei abandonar esse olhos azuis, não vá Guilherme, NÃO VÁ!

As pálpebras de Guilherme começaram a pesar é ficar com os olhos abertos era impossível. Então ele olhou bem fundo para Annie, sorriu e fechou lentamente seus olhos.

– GUILHEEEEEEEEEEEEERMEEEEEEEEEEEEEEE!

Notas finais
Então, acabou.
MAS CALMA! FOI APENAS O CAPITULO! NAO SE DESESPERE!
Bem, pra aumentar o drama, irei passar um tempinho sem publicar Muahahaha
Brincadeira, eu tentarei escrever o mais rapido que conseguir, só que tem o fato de que fiquei em recuperação em química inorganica e não sei de nada, entao dedicarei uma boa parte do meu tempo à isso, sorry.
Prometo que não irei decepiciona-los com o proximo capitulo.
XOXO