Notas iniciais
Boa leitura...

" A verdade sempre aparece. Pode até demorar, mas virá a tona da forma mais surpreendente possível "

Zac Potter vasculhava todo o seu quarto há minutos. O jovem procurava algo importante. Já havia se passado meia hora e nada. Estava ficando preocupado, já. Afinal, onde raios estava o tal dossiê. Ou melhor, onde se encontrava a tal caixa azul?

Continuou a procurar e nada. Antes de morrer, Lizete havia lhe pedido. Lhe pedira que por tudo o que é mais sagrado, entregasse os dossiês e agora havia perdido-os. Não importa. Custe o que custasse haveria de achar os benditos dossiês.

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Hermione Grindeward aguardava ansiosamente na porta da casa daquela pessoa. Dessa vez, haveria de acabar seu assunto inacabado e nem mesmo mil e um patronos de Gellert a impediria. Tocou a campainha e logo um homem lhe atendeu:

– Você? — perguntou o homem surpreso.

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Gellert Grindeward aterrorizava os nascidos-trouxas que havia capturado no balcão há cerca de duas horas. Havia feito o mesmo que fizera com Katherine um tempo atrás. Os mesmo estavam praticamente cegos.

– E AI? CANSARAM DE BRINCAR? AH MAIS QUE CHATOS — berra o loiro gargalhando, sádico.

– O que você vai fazer com a gente? — pergunta uma ruiva com medo estampado na cara, o que só divertia Gellert mais ainda e aterrorizava cada vez mais os jovens a sua frente.

– Quanta petulância sangue-ruim — vocifera Gellert pegando uma espada e cravando no pé da ruiva, que urra de dor — É LORD DAS TREVAS OU VOCÊ-SABE-QUEM PARA VOCÊ — diz o loiro aos berros — E eu vou matar vocês é claro!!! E de uma forma altamente dolorosa — completa o loiro fazendo todos os nascidos-trouxas ali presentes entrarem em pânico.

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Mella Parkinson andava pelos corredores de Hogwarts pensativa. Repensava em toda a sua vida. Sempre amara Tiago Malfoy, mas havia feito burradas atrás de burradas e agora que o moreno jamais iria quere-la mesmo.

E fizera tudo isto po puro egoismo. Pisou na bola e agora não havia mais volta. Mas se arrependimento matasse, já estaria morta e enterrada.

Magoara pessoas, somente por pensar em si mesma e bem, fazer seu maior amor não querer te ver nem pintada de ouro, não seria algo do qual a jovem se orgulharia, muito pelo contrário.

– Hey! — alguém tirou-a de seus mil e um pensamentos, puxando-a pelo braço, assustando-a um pouco.

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– Nossa que recepção hein Dumby! Esperava mais de você darling — debocha Hermione adentrando na Casa Dumbledore, mesmo que contra a vontade do ex-amigo.

– O que você quer? — pergunta Albus hostil, fazendo a castanha revirar os olhos e fazer uma careta.

– Uau, isto que é ser direto e recepcionar bem os velhos amigos — retruca Hermione sarcástica.

– Não somos amigos há muitos anos, Grindeward — vocifera Albus friamente.

– Tem razão! Como ser amiga de um desgraço que tenta estuprar a própria melhor amiga? — ralha Hermione, friamente e com amargura na voz.

– VEIO AQUI PARA QUÊ, DIZ LOGO — berra Albus descontrolado.

– E não que ele tem pavio curto? KKKK — debocha Hermione, rindo — Vim acertar as contas baby — completa a castanha soltando um sorriso macabro, fazendo o moreno encolher os ombros, pois quando Hermione queria, sabia muito bem causar o pânico nas pessoas, tal como o próprio Gellert.

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Gellert continuava a torturar os nascidos-trouxas. Já havia torturado-os bastante, agora seria a hora do gran finale. Pegou uma estaca e com ela, cortou lhes a cabeça de um por um brutalmente. Os nascidos-trouxas continuavam vivos, pois Gellert ainda não havia-os matado.

– Agora meus queridos, o show começará para valer — sorri o loiro, sádico.

Em seguida, o loiro começa a espancar e chutar com o pé em uma força brutal, a cabeça de todos os nascidos-trouxas ali presentes. Sangues eram visto se esparramando por todo o local.

Até que um último e forte e brutal chute fora ouvido e logo não se ouvia mais nenhum ruido de nascido-trouxa algum. Todos haviam morrido. Por fim, Gellert soltou uma gargalhada macabra e satisfeita.

– Nem foi tão difícil matar esses imbecis, esperava mais dificuldade KKKKK, bando de manés que decepção seus fracotes KKKK — ri Gellert logo saindo do local.

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Zac Potter continuava a vasculhar seus quarto a procura dos dossiês e consequentemente acabara por fazer muito barulho. Logo, certa mãe preocupada e intrigada bateu na porta do quarto do mesmo:

– Filho? Tá tudo bem ai? — pergunta Estrela Potter do lado de fora do quarto de Zac, em um misto de preocupação e curiosidade.

– Agora não mãe! — responde Zac em um tom irritado.

– O que houve?

– Ser puder me ajudar a encontrar uma caixa azul muito bem, mas se não puder volta depois — pede Zac um tanto apressado e preocupado, não entendia como a caixa desaparecera dali.

– Seria uma com um dossiê vermelho e outro com cor verde dentro? — pergunta Estrela em um tom irônico, fazendo o filho arregalar os olhos — E sim, eu sei! Fui eu que dei para ela aliás, está no meu quarto — completa a mulher indo buscar a caixa azul.

Logo a mesma volta com a caixa azul em mãos.

– Faça o que tem que fazer! Faça o que Lizete pediu que fizesse seja o que for — diz Estrela antes de entregar a caixa e desaparecer do quarto afora.

– É o que vou fazer mãe! — diz Zac aos sussurros — LOCOMOVATE, SEGRETS REVELATIONS, ALOENTLEVE ETERNAL, HERMIONE PARKER GRINDEWARD — berra Zac jogando a carta vermelha na chaleira, após fazer um feitiço com a varinha e logo a mesma some — LOCOMOVATE, SEGRETS REVELATIONS, ALOENTLEVE ETERNAL, THOMAS PARKER — berra o loiro novamente, agora jogando a carta verde.

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Momentos Depois...

Thomas Parker pensava em sua vida até agora. Na morte de Anabelle. Em sua relação conturbada com Hermione, quando algo veio parar em suas mãos. Era um envelópe de cor verde. Intrigado, observou uma carta e viu uma pasta verde junto. Resolveu primeiro ler a carta:

De Lizete Parker Grindeward para Thomas Parker,

Sei que há muito terei morrido se chegar a ler esta carta vovô,

Mas é necessário, leia apenas se estiver ciente de que não és uma vitima e se tudo foi ocasionado por alguém foi por você naquele ato desmedido e desnecessário,

Mas eu te perdoei,

Assinado, sua neta

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Hermione se preparava para pegar sua varinha e apontar para Albus Dumbledore e acertar suas contas com o mesmo, quando um envelópe vermelho foi parar em uma de suas mãos. Dentro do envelópe tinha uma carta da cor vermelha e uma pasta da mesma cor. Resolveu primeiramente abrir a carta:

Olá mamãe, sei que para você ter recebido essa carta eu já terei morrido,

Eu não queria ter que ser a portadora mas não há outros meios,

Sabes como ninguém que o final dessa história está próximo,

Então acertos de contas entre pai e filha deverá acontecer,

Leia o dossîe vermelho, pois nele há um segredo grave e surpreendente

Assinado, Lizete...

Notas finais
Então? O que acharam do capitulo? Deixem reviews...