Notas iniciais
Finalmente postei! o/
Desculpem a demora, eu sabia o que queria escrever, mas tava com preguiça mesmo, mas escrevia um pouco quase todo dia KKKK
Espero que gostem :)

Após saberem da entrega das cartas, varias Ladies foram até a sala de reuniões, a maioria nem havia sido chamada.

– Nossa, apareceram mais garotas do que eu pensei... – pensa alto a Madame Marie, em frente a mesa de reuniões. – Enfim... – continua a Madame. – O trabalho dessa vez é simples, então só convoquei três Ladies. – ela esclarece. – Nosso alvo é Alois Garret, um cientista bem conhecido. Parece que ele criou algum tipo de “produto” para uma certa organização, e a outra organização, a que nos contratou, também quer esse tal produto, Alois chegará em Paris, na Estação Central, daqui a 2 dias, levando a maleta com o conteúdo. – ela continua a explicar e a garotas já pareceram entender qual era o objetivo. – Precisamos ser discretas, pegar a maleta sem que ninguém perceba, já que será em público, é ai que você entra Marietta. – ela afirma voltando os olhos para Marietta.

– Humpf, posso fazer isso de olhos fechados. – afirma Marietta soltando um sorriso bem convencida.

– Ótimo. Bem, o único problema que temos é que não sabemos em qual trem Alois irá desembarcar, por isso precisamos de alguém que consigo enxergar a estação inteira. – dessa vez ela voltou os olhos para Lolita.

– Hihihi, pode deixar. – responde Lolita animada, fazendo um sinal positivo com a mão direita.

– Contamos com você, Lolita. Agora, a última pessoa que escalei foi apenas para dar um reforço ao grupo, caso necessário. Pepita, você ajudará elas no que for necessário.

– Sim, senhora. – aceita Pepita sem nenhuma discordância.

– Aaaaaah, a Pepitinha vai ficar longe... – choraminga Collet atrás de Pepita apertando as bochechas dela. – Vou ficar tão sozinha...

– Collet... Isso dói... – disse Pepita, mas sua voz e seu rosto não expressavam nenhuma dor, enquanto as outras deram risada da situação.

– É só isso, vocês estão dispensadas. – encerra a Madame Marie.



Victória e Marietta, junto com as outras Ladies, saíram da sala de reuniões pelo extenso corredor de paredes escuras.

– Finalmente! Vou trabalhar de novo! – disse Marietta empolgada esticando os braços para cima, se espreguiçando. – E vou pegar o papel principal de novo! Espero que de tudo certo dessa vez pelo menos.

– Eu também espero, afinal, eu não vou estar lá pra te cobrir. – brinca Victória.

– Hmm... Ta dizendo que eu não sei me cuidar? – interroga Marietta, também brincando.

– Bem... Digamos que sim. – zomba Victória.

Em troca, Marietta dá um leve soco do braço de Victória e as duas riem do momento.

– De qualquer forma, boa sorte e tenha cuidado. – deseja Victória um pouco mais séria e preocupada.

– Não se preocupe, eu sei realmente me cuidar. – responde Marietta.

– Ehhh... Cadê a minha boa sorte também? – pergunta Lolita se metendo entre as duas, meio melancólica.

– Boa sorte pra você também, Lolita. – deseja Victória para Lolita também, dando uma leve risada.

Durante a conversa Pepita passa tranquilamente por elas.

– Ah, Pepita, boa sorte no trabalho. – deseja Victória como fez com as outras duas.

– Ah... obrigada... – diz Pepita continuando a andar, parecendo distraída. – aaaah... to com fome... – ela pensa alto, parecendo despreocupada.

– A Pepita continua despreocupada... como sempre... – comenta Marietta.

– Pois é... – acrescenta Victória.

– Ah! Agora que eu lembrei! – exclama Lolita alto.

– O quê? – pergunta Victória.

– O messiê Anthony vai vir aqui hoje.



Algumas horas se passam e messiê Anthony chega à mansão das Ladies’s Brotherhood, carregando duas caixas de madeira. Assim que entra na mansão, varias Ladies começam a rodeá-lo animadas por vê-lo, e Anthony estava, digamos que, “feliz” por ter varias garotas felizes em volta dele.

– Anthony! – grita a Madame Marie descendo lentamente as escadas do salão principal, junto com Marietta, Lolita e Victória, parecendo estar meio brava. – Seu velho tarado! Pare de dar mole pra minhas meninas!

– Madame, não fique brava com ele. – disse uma das garotas brincando, segurando o braço esquerdo de Anthony, que já estava completamente corado.

– É, nós amamos ele. – disse outro segurando o braço direito, também brincando.

A Madame que antes parecia brava, agora estava rindo animada, ela só havia brincado com ele antes.

– Só estão brincando. – disse a Madame ainda rindo. – É que desse jeito vocês vão matar o velho do coração. — ela comenta vendo a situação do velho. – Enfim... Você trouxe o novo brinquedinho que você disse ter inventado?

– Ah! Sim, sim! – ele confirma abrindo a primeira caixa. – Eu chamo isso de comunicador. – ele disse mostrando dois pequenos aparelhos dentro da caixa, feitos de cobre e ouro. – Ele usa frequências de radio a certa distância, como se fosse um telefone sem fio. Um só recebe o sinal de voz e o outro só manda.

– Interessante... Nunca imaginaria algo assim. – comenta a Madame intrigada e curiosa. – Bem, pelo o que você explicou, ele vai ser ótimo para o trabalho de agora. E a outra coisa que você trouxe?

– Ah, esse é para a pequena Lolita. – ele afirma pegando a outra caixa.

– Pra mim? – perguntou Lolita animada e curiosa.

– Isso mesmo. – ele abre a caixa e dentro dela estavam duas armas feitas de ouro. – Essas são duas Bisley 45, feitas completamente de ouros, fiz especialmente pra você. – ele entrega a caixa com as armas nas mãos de Lolita.

– Muito obrigada messiê Anthony! Elas são lindas! – agradece Lolita com um brilho nos olhos, encantada com as novas armas.

– Aqui está o pagamento, espero que seja o suficiente. – Madame Marie entrega para ele um pequeno saco cheio de pequenos diamantes.

– O suficiente?! Tem até de mais! – ele exclama espantado com a quantidade que ganhou.

– Não tem problema, estamos indo muito bem e você merece muito mais.

– B-Bem... Se insiste, não vou recusar. – ele aceita lisonjeado o pagamento.

Já anoitecendo, Anthony se prepara para ir embora, preparando seu cavalo.

– Tem certeza que não quer a gente te acompanhe? – pergunta Marietta ao lado dele. – Pode ser perigoso nesse horário.

– Não se preocupe, não tem mais ninguém por essas regiões.

– Então se cuide, massiê Anthony. – disse Victória se despedindo.

– Vocês também. Até mais. – ele sobe no cavalo e vai calmamente para casa.

– Temos sorte de ter aliado como ele, não é mesmo? – comenta Marietta.

– Tem razão.

– Pensando nisso, por que ele sempre ajuda a gente? – pergunta Marietta curiosa para Victória.

– Hm... Parece que quando ele era mais jovem as Ladies salvaram ele, foi alguma coisa assim, e agora ele nos ajuda como se fosse para retribuir o favor. – responde Victória tentando lembrar a história.

– Hm... Entendi.



Dois dias depois, na delegacia da cidade, Christofer estava em seu escritório com as pernas em cima da mesa e balançando a cadeira, como se fosse uma cadeira de balanço. Ele olhava fixadamente a janela, parecendo estar pensando em alguma coisa.

– O que foi Christofer? – pergunta Edgar, que acaba de entrar no escritório de Christofer. – Está entediado? – ele faz outra pergunta, se sentando em uma cadeira vazia do escritório.

– Não estou entediado, só estou pensando. – responde Christofer sem tirar os olhos da janela e sem parar de balançar a cadeira.

– Hm... Não me diga que está pensando naquela garota do Festival? – pergunta Edgar com um olhar malicioso.

– Claro que não velho, eu nem conheço ela. – ele responde parecendo emburrado. – E pare de perguntar isso toda vez que fico pensativo.

– Ta bem, ta bem, eu paro. – responde Edgar cruzando os braços atrás da cabeça. – Ah, é mesmo, fiquei sabendo que seu pai está vindo para cá hoje.

Nessa hora, Christofer, para de se balançar na cadeira.

– É mesmo, por um instante havia me esquecido. – ele responde num tom baixo, como um sussurro, fazendo Edgar não conseguir entender o que ele dizia. Ele se levanta e pega seu terno que estava pendurado perto da porta. – Vou tomar um ar.

– Hã? Ah, ta, tudo bem. – responde Edgar confuso com a atitude repentina do rapaz, que sai antes mesmo de Edgar terminar de falar. – O que deu nele de repente?



Enquanto isso, na estação de trem da cidade, Marietta, Lolita e Pepita se preparavam para partir para trabalhar. Elas estavam em frente ao vagão em que embarcariam, Marietta usava um vestido vermelho escuro e um chapéu pequeno de lado, no mesmo estilo do vestido, ele era elegante, o suficiente para Marietta parecer uma garota de classe, que era seu disfarce. Victória foi junto com elas para acompanha-las até a estação.

– Então, boa sorte, e voltem logo. – deseja Victória.

– Sorte? Humpf, não preciso disso. – disse Marietta brincando, jogando o cabelo para traz.

– Hihihi, nem eu. – concorda Lolita fazendo um sinal positivo com a mão direita, fazendo Victória soltar uma leve risada.

A risada logo some e Victória volta a fazer uma cara preocupada que tentou disfarçar, mas Marietta percebe:

– Vamos, vai ficar tudo bem, você está exagerando. – disse Marietta tentando conformar a amiga. – É muito simples, até de mais, eu termino ele em dois segundos.

– Isso mesmo, isso mesmo. – continua Lolita.

Victória solta outro sorriso, mas agora mais sincero. De repente, Pepita a chama, parecendo querendo contar algo para ela. Victória se abaixa para perto dela para ouvi-la.

– Não se esqueça da promessa que fez com Collet. – cochichou Pepita no ouvindo de Victória, que corou do nada.

– Hã?! P-P-Por que isso de repente? – pergunta Victória alto, totalmente confusa e corada.

Pepita não responde, apenas esboça um leve sorriso.

– Hã? O que foi? – pergunta Marietta curiosa com as duas.

– N-N-Nada não! – responde Victória tentando disfarçar.

Nessa hora, foi chamado na estação para os passageiros embarcarem, então Marietta, Lolita e Pepita entraram em seu vagão.

– Até depois!! – grita Lolita da janela, acenando e se despedindo de Victória, que retribuiu fazendo o mesmo.



Depois que elas foram embora, Victória resolve andar pela cidade. Ainda preocupada, vai até a praça da cidade e senta em um banco que havia em frente à fonte, nem mesmo havia notado que também havia outra pessoa sentada nele.

– Aiai... Acho que estou me preocupando de mais... – ela tenta conformar a si mesma e logo em seguida solta um forte suspiro, coincidentemente a pessoa que estava de seu lado também solta um suspiro e ao mesmo tempo que ela.

Percebendo isso, os dois viraram o rosto ao mesmo tempo um pro outro e, surpreendentemente o rapaz que estava ao lado dela era o do Festival.

– V-Você?! – disseram os dois ao mesmo tempo, levando um susto com a situação.

– Você é aquela garota do Festival não é? – pergunta Christofer para confirmar, mas ele tinha certeza que era ela.

– A-Acho que sim... – responde Victória tentando evitar contato visual.

– Eu nunca mais te vi desde o Festival. – comenta Christofer. – Você simplesmente foi embora.

– É-É mesmo, m-me desculpe por isso. – disse Victória mexendo na franja, tentando conter o nervosismo.

“Meu Deus, O-O quê que eu faço?! Isso é muita coincidência, até de mais! O quê que falo pra ele? É-É mesmo, tenho que cumprir a promessa que fiz com Collet, vamos lá, você consegue...” Pensa Victória nervosa.

– Qual é seu nome? – pergunta Victória ainda um pouco nervosa.

– É mesmo, não me apresentei ainda, sou Christofer, Christofer Hardy. – responde Christofer.

– É um prazer conhecê-lo. – cumprimenta Victória, sentindo mais aliviada por saber o nome dele. — B-Bem, tenho ir agora, tchau. – ela se levanta do banco e anda apressada.

– E-Espera! – chama Christofer indo até ela, tentando acompanha-la. – Você vai simplesmente perguntar meu nome e ir embora sem dizer o seu? – ele pergunta andando ao seu lado.

– M-Me desculpa... – pede Victória, percebendo que não ia poder escapar dele. – É Victória.

– Só Victória? – ele pergunta irônico.

– Victória de Langrage. – ela completa.

– Hm... É um nome muito bonito, combina com você.

– O-Obrigada... – disse Victória lisonjeada e corada. – Pelo seu nome e pelo sotaque acho que você não é daqui, não é mesmo? – ela pergunta curiosa.

– Ah, mais ou menos. Nasci aqui, mas cresci na Inglaterra.

– E o que veio fazer aqui na França? – ela pergunta cada vez mais curiosa.

– Minha mãe revolveu voltar para cá, então decidi acompanha-la.

– E seu pai?

– Bem, meu pai... – ele respondia essa pergunta parecendo desanimado. – Ele ainda trabalha na Inglaterra, mas vem nos visitar de vez em quando.

– Entendo... – disse Victória tentando não perguntar mais nada, pois tinha percebido que essa pergunta havia aborrecido ele.

– Enfim... – continua Christofer parecendo voltar ao normal. – Para onde você está indo?

– Hã? E-Estava acompanhando você. – responde ela confusa parando de andar.

– Hã? Mas era eu que estava te seguindo... – ele responde tão confuso quanto ela.

Os dois ficam alguns segundos quietos e, de repente, começaram a rir da situação. Nessa hora, o sino da igreja por perto começa a tocar, mostrando que já era um certo horário do dia.

– Droga... – resmunga Christofer confirmando a hora em seu relógio de bolso. – Eu tenho que ir agora, sinto muito.

– Não tem problema, também tenho que voltar para casa.

– Bem... Foi um prazer revê-la, Victória.

– O mesmo pra você, Christofer.

Christofer vai embora pelo o caminho oposto que iam. Ainda andando, ele se vira de lado e acena para ela, com um belo sorriso. Victória faz o mesmo, também com um belo sorriso no rosto. “Foi uma boa coincidência...” Ela pensa.



Christofer chega a uma mansão luxuosa perto da cidade, cercada por um grande muro e um grande portão dourado. Ao entrar na mansão, nada animado, uma criada aparece e segura o terno que ele acabava de tirar.

– Seja bem-vindo, Christofer. – cumprimenta uma mulher alta que descia as escadas, de postura elegante, cabelos pretos perfeitamente presos, coberta por um xale branco, ela era sua mãe, Madeleine Hardy.

– Olá, mãe. – responde Christofer, com o mesmo humor que havia entrado.

– Recebi uma mensagem de seu pai, ele disse que não poderá vir hoje para casa. – afirma sua mãe.

– Humpf, não é nenhuma novidade. – ele responde nada surpreso com isso. – Vou para meu quarto.

Ele sobe a escadaria, passando por sua mãe, que apenas o segue com o olhar.



Algumas horas depois, na Estação Central de Paris, Marietta, Lolita e Pepita se preparavam para fazer o trabalho.

A estação era gigantesca, era a maior da França. Era composta por cinco linhas de trens, com centenas de pessoas que saiam de vários trens todos os dias.

Lolita e Pepita entraram discretamente dentro de uma grande torre de um relógio, que ficava no centro da estação. Dentro do relógio, Lolita conseguia enxergar cada detalhe da estação com sua visão apurada.

– Marietta fique atenta. – disse Lolita com o comunicador que havia recebido de Anthony. – Ele pode desembarcar a qualquer momento.

Marietta escutava tudo com o receptor de voz que estava escondido em seu chapéu, mas não podia responder. Ela estava encostada em uma parede, perto da entrada da estação, segurando uma maleta que provavelmente teria a mesma aparência da que seu alvo iria trazer.

Passaram-se alguns minutos, Lolita continua atenta, até que finalmente o alvo aparece, descendo do trem da linha 2.

– Marietta, é a sua chance! Ele está entre a linha 2 e 3! – afirma Lolita no comunicador.

– Entendido. – responde Marietta mesmo sabendo que Lolita não poderia ouvir.

Ela anda calmamente até o vagão em que o alvo estaria. Ele estava distraído, pegando as outras malas que trazia, mas a maleta com o conteúdo estava bem perto dele, encostada na perna esquerda. Seria difícil se uma pessoa normal fosse rouba-la, mas Marietta não era tão normal, ela fazia isso tão bem que nem percebia.

Ela passa bem ao lado dele, e troca as maletas com facilidade, como ela esperava. Lolita, observando tudo, solta um suspiro de alivio.

Marietta se distanciou um pouco e fingiu que entraria no trem ao lado, esperando ele ir embora. Ele finalmente foi embora, sem perceber do roubo.

– Parece que terminamos aqui, Marietta, muito bom trabalho. – disse Lolita através do comunicador.

– Vamos para casa... – disse Marietta a si mesma.

Quando ela começa a andar, percebe algo estranho; não havia mais ninguém na linha onde ela estava, nem mesmo uma alma viva, somente ela. Ela olha ao redor, atenta, tentando entender o que estava acontecendo, de repente, algo estoura de baixo dos trens 2 e 3, deixando a linha que ela estava completamente cheia de fumaça.

Ela cobre o nariz com o braço direito por causa da fumaça, mas continuava atenta. As outras pessoas que estavam na estação, se assustaram com o a fumaça.

– Marietta! Cuidado! ­– grita Lolita no comunicador, mas foi tarde de mais.

Alguém agarrou Marietta por traz, tampando sua boca e seu nariz com um pano branco, cheio de clorofórmio. Sua vista começa a escurecer e seu corpo fica cada vez mais fraco.

– Parece que não deu muito certo dessa vez, Lady. – disse o homem que estava de segurando, e em segundos, ela apaga.

– Droga! – resmunga Lolita descendo a torre do relógio, rapidamente e desesperada, junto com Pepita, correndo até Marietta.

Enquanto descia, o trem da linha 3 começa a andar, levando Marietta junto. Lolita e Pepita estavam correndo o maximo que podiam, mas não conseguiriam alcançar o trem, mesmo faltando apenas alguns centímetros, até que Lolita teve uma ideia:

– Pepita, me dá um impulso!

Nessa hora, Lolita da um pequeno pulo, e então Pepita dá um pequeno impulso no pé de Lolita, o suficiente para ela poder agarrar da grade no ultimo vagão. Pepita tenta correr o mais rápido que podia para poder alcança-la.

– Não Pepita! Você fica! – grita Lolita do trem. – Eu vou ficar bem! Avise a Madame e as outras!

Ela para de correr, e pega o chapéu de Marietta que estava jogando no chão a sua frente, observando o trem indo embora, preocupada e sem saber o que fazer.


Notas finais
Espero que tenham gostado =D
Não se preocupem, o proximo capitulo eu vou tentar postar o mais rapido possivel ;)