Notas iniciais
Aqui está nosso, 1º CAPÍTULO BÔNUS! Ehhhhh, pode comemorar, porque virão muitos outros!

Pov. Leo — 3 anos atrás.

Dentro daquele avião me arrependi de ter aceitado a missão, não que estivesse com medo, mas me afastar dos meus amigos... Eu não gostava dessa ideia.

Já podia ver a cidade do Rio de Janeiro abaixo do avião, uma parte encantadora e a outra mostrava que podia muito bem esconder vários monstros com muita facilidade.

Já dentro do aeroporto me preparando para pegar minhas malas e seguir viagem por um novo país e fazer papel de babá de semideuses que nem faziam ideia do que eram, e achavam que o papel de Rick Riordan era apenas ganhar dinheiro e ficar famoso com uma incrível história sobre um garoto chamado Percy, sim eu, Leo Valdez, teria de fazer papel de babá para um bando de idiotas. Mas vocês devem estar se perguntando o que Rick Riordan tem a ver com isso, vou explicar. É tipo assim, depois de toda nossa aventura (se quiser saber qual é leia os livros), a coisa toda de semideus romano ou grego, Cronos, Gaia e etc, deu um rolo que estava difícil demais para consertar, pois os sátiros tinham dificuldade de achar novos meios sangues e recebiam mensagens por tablet de Hades toda hora, sempre dizendo a mesma coisa:

“A fila está gigante, será que não dá para salvar e levar os semideuses para os acampamentos? Dois acampamentos inúteis!”

Continuando, Rick é um semideus filho de Atena e que para facilitar o trabalho de encontrar os outros semideuses e ensina-los, escreveu uma coleção de livros para que fosse mais fácil de encontrá-los, mas também advertiu que isso facilitaria para os monstros, mesmo assim eu e os outros seis concordamos e fomos de cabeça.

— Leo, a carona chegou. – Falou Grover, o sátiro que me acompanhava, pude perceber infelicidade na sua voz, afinal ele deixou uma namorada bem legal nos Estados Unidos e agora estava no Brasil.

— Certo. – Fui à mesma direção que ele e vi uma mulher de cabelos curtos preto com um vestido azul claro que segurava uma placa que mostra o meu nome e o do Grover.

— Olá! – Ela falou animada. – Sou a Sra. Andrews, mãe de Emma, uma semideusa indefinida, mas, por favor, não achem que por eu não saber qual é o Deus pai de minha filha que sou uma puta – Ela disse apressada.

— Claro que não Sra.! – Dissemos eu e Grover também apressados.

— Minha filha está no carro, — Disse enquanto caminhava. – vou leva-la para casa de um amigo Rony, que é onde o Sr. Valdez irá ficar, todos os amigos dela estão lá e se não me engano todos são meios sangues.

— Nossa! Já foram atacados por monstros? Eu não me surpreenderia se dissesse “Sim”! – Falei, não conseguia ficar muito tempo com cara de carrancudo, ainda mais com uma mãe bonita dessas na minha frente e também por outros problemas que semideuses têm. – Tantos no mesmo lugar, isso seria bem comum.

— Nunca... Que eu saiba. – ela respondeu.

— Desculpe não me apresentar, sou Leo Valdes, com “S”, e esse é Grover, o sátiro.

— Eu sei, recebi um E-mail de um tal Quíron, ele falava tudo que eu precisava saber para ter certeza, de que minha filha e seus amigos ficaram seguros quando chegar a hora de... Ir embora. – era fácil perceber sua tristeza, se afastar de um filho nunca é fácil.

— Fique tranquila com a gente aqui eles estarão seguros. – Falou pela primeira vez Grover.

Chegamos ao estacionamento e vi um carro simples com uma garota ao lado fingindo tocar uma guitarra, ela balançava a cabeça freneticamente como uma louca, bem... Talvez ela realmente fosse.

— Essa é minha filha, um pouco maluca. – Sussurrou à mãe. – Oi querida, ficou bem?

— Claro! Você realmente acha que alguém teria coragem de chegar perto de mim? Só se fosse maluco! – A garota se virou e pude ver que seus cabelos eram curtos como os da mãe e bem pretos e isso inclui seus olhos, ela era bonita... Na verdade todas eram para Leo Valdez, mas eu tinha que esconder isso, minha fama de mulherengo era bem conhecida e agora eu era Leo Valdes com “S”.

— Olá. — Cumprimentei tímido. Ô falsidade. – Sou Leo Valdes.

— Grover Underwood. É um prazer conhece-la Emma.

— O que minha mãe falou de mim? Só falta ela ter inventado que uso drogas! – A garota disse num tom de “Não acreditem no que ela fala”.

— Ela não falou nada. Fique tranquila. – Disse Grover de forma calma.

— Entrem no carro, estou atrasada para encontrar o pessoal. E se você é Leo Valdes é provável que seja o garoto que vai ficar na casa do Rony e acho que Grover ficará na casa de Peeta. – Disse Emma agitada.

Depois de um tempo dentro do carro chegamos a uma casa fechada por murros altos bem seguros.

Emma desceu correndo e tocou a campainha, logo o portão se abriu e um garoto e cabelos ruivos olhou para Emma e deu um sorriso radiante.

— Eu venho pegar vocês às 20h00min! – Exclamou a mãe de Emma.

— Certo! – Concordamos.

— Oi! Eu sou Rony, vocês devem ser Leo e Grover, né? – O garoto ruivo perguntou.

— Sim, isso mesmo. Esse é Leo – Ela apontou para mim. –Vai ficar na sua casa Rony, e esse é Grover – apontou para Grover. – vai ficar na casa de Peeta.

— Certo, entrem vamos ver um filme maneiro e comer bastante. – Essa era uma boa ideia, estava faminto.

Quando entrei, fiquei impressionado com a beleza da casa do ruivo, mas o que me chamou atenção foi uma garota de cabelos até os ombros bem marrons com olhos da azuis, ela acenou e eu me lembrei de respirar.

— Sejam bem vindos companheiros, sou Raquel! – Ela estendeu a mão para cumprimentar e eu também, foi bem rápido, mas seu toque quase me fez me ajoelhar e pedi-la em namoro ali mesmo.

— Leo Valdes. – Falei vidrado encarando seus olhos.

Pude ver uma garota e um garoto saindo de trás de Raquel, mas não queria saber de garoto nenhum só tive olhos para a mais bonita e linda de todas as três garotas que tinha conhecido em apenas um dia. Ela era incrível, indescritível, se pudesse colocar Narciso em forma feminina seria ela, com toda certeza.

— Gente onde tem Coca-Cola? Ah, sou Agatha, a gata. – Ela riu de si própria, a piada realmente era horrível, mas vindo dela, ficava perfeita. Não conseguia desviar o meu olhar.

Acho que se meu senso de seiláoque estivesse um pouco alterado eu teria pedido para ela se casar daqui uma hora comigo, mas infelizmente eu estava completamente normal. E estava decidido a voltar ao meu normal, mas não a pediria em casamento... Pelo menos não agora.

— Oi! Sou Leo Valdes, com “S”, o gostoso para dedeú! – Falei com um sorriso malandro.

Achei que seria bem chato ter essa revira volta em minha vida, mas isso seria bem legal se aquela garota estive-se ao meu lado.

Notas finais
Sim povinho, Leo Valdez com "S".
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.