La Mia Bugia
2 Capítulo 2: Os Olhos Verdes.
Notas iniciais
Bem agora chega de falar e vamos ao capitulo. Boa leitura.
Buonanotte
adesso è tardi andiamo a letto
è quello che ti ho detto
quello che ti ho scritto
Ma era una bugia
io non sto dormendo
io ora sto partendo
senza dirtelo
Per andare via lontano
attraverso il tempo
e tornare a quel momento
noi sotto le coperte/
chiudi gli occhi
che ti porto via con me
Acordei cedo, os primeiros raios da manhã invadiam meu quarto indo diretamente aos meus olhos. Estava ficando incomodado, mas o que me incomodou mais foi o fato dela não estar ao meu lado como quando fomos dormir. Levantei e procurei-a pela casa, não a encontrei. Voltando para a sala reparo em um pequeno bilhete:
“Não nasci e cresci acreditando em amar somente uma pessoa, você acredita nisso e esse sentimento é algo que eu nunca sentirei. Não cumpri as promessas que te fiz, se continuar me afogarei em mais mentiras e no fim só terão mágoas. Adeus, Camila.”
Meu mundo caiu. Jogo-me no sofá e fecho os olhos com força, abro e nada mudou. Queria acreditar que tudo era um pesadelo, ou uma brincadeira de muito mal gosto, mas não era. Aquela dor que sentia no peito não passava e a porta não abria com ela voltando para me fazer uma surpresa. Agora fecho os olhos e recordo a primeira vez que vi aqueles encantadores olhos verdes.
Flashback:
Era para ser mais uma noite de sexta tranquila, meu plano era ir ao cinema ou a locadora e pegar um filme, pois estou com preguiça de planejar algo mais animado. Era isso que eu pensava, até que meus amigos me ligaram contanto de uma festa que iria acontecer naquela noite, tentei enrolar e não sair, porém acabaram me convencendo. Tomei um banho e vesti uma camisa azul de gola v, uma calça jeans e um sapato. Peguei em seguida um casaco, por causa do frio. Estava pronto esperando aquele bando de loucos virem me buscar. Chegaram rápido e assim seguimos para a festa. Era em uma boate nova, entramos na área vip, não sei como eles conseguiram isso. Sentamos em uma mesa e pedimos algumas bebidas, ficamos olhando as pessoas, a pista, e depois alguns saíram atrás de garotas outros ficaram na mesa bebendo e jogando conversa fora. Eu estava distraído pela musica até que parei meus olhos naquela ruiva que dançava na pista, ela dançava bem e tinha um sorriso lindo. Eu não sou o tipo de cara que sai catando todas em uma balada, mas ela tinha um charme especial que eu não sei descrever. Levantei-me da mesa e segui para a pista, me aproximando dela e entrando em sincronia com ela. Ela me olhou pela primeira vez e sorriu. Fiquei a vontade para continuar ali com ela. Após algumas músicas perguntei se ela queria beber algo, ela afirmou com a cabeça e voltamos para o bar. Sentamos na bancada e pedimos nossas bebidas.
- Qual é o seu nome? – perguntei –
- Camilla, e o seu? – respondi e depois tomei um gole do meu drink –
- Pedro. Você tem o nome bonito. – falei sem muito pensar –
- Obrigada. – corei – Você curte balada? – perguntei em seguida mordendo o lábio inferior –
- Não muito, e você?
- Adoro. Sempre que posso eu venho, é bom para relaxar. – Disse sorridente –
-Legal. O que mais gosta de fazer? – perguntei curioso –
- Sair com amigos, praia, shopping, de tudo um pouco. Gosto de estar sempre em atividade. – sorri – e você?
- Sou mais caseiro, nem sempre gosto de sair. Eu gosto de ir à praia, passear, ir ao campo... Gosto de estar em contato com a natureza.
- Você por acaso é biólogo também?
-Não, sou formado em artes e trabalho em uma galeria.
- Sim, então por que gosta tanto de natureza?
- Por que me inspira, acalma e a natureza é única. Sem a natureza não a vida e ela coloca a vida toda em equilíbrio, é perfeito.
- Eu concordo. Estou para me formar em biologia marinha e o mar é tão lindo com tantas espécies em harmonia ali, o que estraga é o homem cada vez mais poluindo o ecossistema. Os animais sofrem muito com isso, é horrível quando encontramos animais mortos pela poluição. – disse pensativa –
- É mesmo, não só nos mares, mas também nas florestas, no ar, esta tudo se contaminando. Devemos tomar atitudes para mudar o planeta e assim salvar a nossa casa.
- Exatamente, cada pequena atitude vale como um começo e depois pequenas atitudes juntas se transformam em uma grande ajuda. – Sorria enquanto voltava a olhar para a pista de dança –
- Quer dançar? – perguntei quando reparei que ela olhava para a pista –
- Sim. – Sorri e o puxei para a pista sem dar chances para mudar de ideia –
Ficamos assim a noite toda, dançávamos e íamos beber e conversar, foi uma noite bem agradável. Ao fim da noite peguei um taxi e lhe dei uma carona ate em casa e trocamos os números, me despedi com um beijo em sua bochecha e segui para a minha casa.
Flashback Off.
Notas finais
A história terá a narração principal pelo olhar de Pedro.
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