Notas iniciais
Oiee Preciosas :D Mais um cap para vcs.

Dia seguinte...

Maria é a primeira a acorda, ela se vira para Estevão e fica olhando seu marido dormindo por algum tempo, então e se põe por cima dele e começa a beijá-lo e acariciá-lo assim aos poucos ele vai despertando.

Estevão: Maria o que faz aqui?

Maria: Eu dormi aqui, junto de você Estevão, eu te disse que não conseguiria dormi sem você ao meu lado. Tanto que eu nem tentei dormi sozinha (tenta beijá-lo mais ele vira o rosto).

Estevão: Bem já dormiu aqui, agora pode se levantar e ir para o seu quarto se arrumar pois eu vou fazer o mesmo (frio).

Maria: Estevão não faz isso comigo, eu preciso de você meu amor (tenta beijá-lo mais uma vez).

Estevão: (tira ela de cima dele e se levanta) Maria o que aconteceu ontem, me fez abrir os olhos. Pensei muito em tudo e em tudo que a Regiane falou é verdade. Nosso casamento está por um fio, você se dedica mais a Casa de Modas do que aos nossos filhos.

Maria: Estevão tenta me entender que eu ainda sofro por nossa filha, e sempre vou sofrer.

Estevão: (alterado) Você acha que eu não sofri? Que eu não sofro por causa da nossa filha Maria? Eu sinto tanta falta dela quanto você, eu me lembro do dia que íamos viajar ela implorou para não fazermos aquela maldita viagem para Acapulco. Foi minha culpa não ter escutado nossa filha, se eu tivesse escutado ela nada disso teria acontecido e ela estaria com a gente, nosso casamento estaria a mil maravilhas e nossos filhos felizes recebendo o amor da Mãe deles.

Maria: (se levanta da cama e fica de frente para Estevão e chorando) Não foi sua culpa Estevão, como íamos adivinhar que ia acontecer algo com nossa família, como íamos saber que nessa viagem que nossa filha ia ser seqüestrada. Estevão vamos recomeçar do zero meu amor, eu lhe prometo que vou tentar mudar.

Estevão: Não prometa algo que você não vai cumprir Maria (vai para o banheiro e entra).

Maria: Eu não vou lhe perder Estevão, não vou. Não posso deixar que nosso casamento se acabe eu te amo demais. Não suportaria mais uma perda em minha vida (vai para o seu quarto).

Assim eles fazem sua higiene pessoal, trocam de roupa e descem para tomar café da manhã, todos estava à mesa no maior silêncio.

Mansão Salgado, Geraldo acorda e sente um peso em seu peito e ao olhar para seu peito, se lembra que dormiu junto de sua esposa, ele abraçou mais o corpo dela deixando mais próximo ao dele, ele começa a dar beijos em todo o rosto dela a fazendo despertar.

Regy: (acordando) Hum... Que jeito bom de ser acordada (sorri) Bom dia Geraldo.

Geraldo: Bom dia dormiu bem?

Regy: Sim e você (olhando nos rosto dele)?

Geraldo: Melhor impossível (iniciando um beijo).

Regy: (termina o beijo com selinhos) Você não pede a oportunidade de me beijar não é Geraldo?

Geraldo: Não, não perco. Vicie-me em seu beijo, então toda vez que tenho chance eu aproveito (sorri malicioso).

Regy: Você é safado Geraldo (tentando se levantar mais ele segura).

Geraldo: Já fui safado, mais não sou mais desde que chegamos aqui, sei que são poucos dias mais, estar aqui já fez uma grande mudança em mim.

Regy: Fico feliz por isso (sorri) pode me soltar?

Geraldo: Não. Pois ainda quero ficar mais um pouco deitado com minha esposa, curtindo esse momento com ela (selinho).

Regy: Abusado, sorte que eu estou com preguiça de levantar, então só mais alguns minutinhos.

Geraldo: Perfeito. Posso te fazer uma pergunta?

Regy: Que tipo de pergunta?

Geraldo: Íntima.

Regy: (olha para ele com os olhos arregalados) Íntima?

Geraldo: Sim, posso fazer a pergunta ou não?

Regy: (respira fundo) Pode.

Geraldo: Você...

Regy: Eu?

Geraldo: Você é virgem?

Regy: (da um pula da cama) Que pergunta Geraldo, acho melhor nos trocar e irmos trabalhar.

Geraldo: (se levanta e abraça pela cintura) você disse que eu podia perguntar então agora me responda.

Regy: Eu disse que você podia perguntar mais eu não disse que iria responder agora me solta (tentando se soltar).

Geraldo: Não vou te solta, quero a minha resposta. Você é ou não (apertando o corpo dela no dele)?

Regy: Está bem, eu respondo. Eu não sou virgem, satisfeito?

Geraldo: (ele a solta) Sim (sai do quarto dela pela porta de acesso e bate a porta).

Quarto da Regy.

Regy: Eu em o que deu nele (olhando para porta)? Tive que mentir, eu não posso dar o gostinho de ele saber que ainda sou virgem. Pois tenho certeza que ele ia fazer mil coisas para conseguir que eu me entregasse para ele (vai até o closet e começa a trocar de roupa).

Quarto de Geraldo.

Geraldo: (trocando de roupa e nervoso) Eu não posso acreditar que ela se entregou a outro, não posso acreditar que outro homem tocou o corpo dela, que pode acariciá-la, que pode beijá-la, que pode fazer ela mulher (raiva) mais você será só minha não será demais ninguém. Com certeza vou ser melhor que esse maldito homem que ela se deitou (termina de se arrumar e desce para tomar café assim como Regy, tomam café todos em silêncio e cada um vai para os seus afazeres, assim como todos da Mansão Sán Román).

Faculdade.

Ângelo andava distraído quando esbarra sem querer em Nayara que com o impacto cai no chão.

Nayara: Ai (caindo).

Ângelo: (a olho e se abaixa para ajudar ela a se levantar) Desculpa moça eu estava distraído.

Nayara: (olha para o rosto dele) Está desculpado moço eu também estava distraída (sorri prazer eu me chamo Nayara (estende a mão para cumprimentá-lo).

Ângelo: Eu me chamo Ângelo (encantado por ela, estendendo a mão) Prazer. Você estuda o que?

Nayara: Medicina.

Ângelo: Que legal eu também, falta pouco para eu terminar, quero me especializar em pediatria e você?

Nayara: Estou na metade, quero me especializar em Cardiologia.

Ângelo: Interessante vai cuidar do coração das pessoas doentes, será que cuida de um coração que acabou de se apaixonar (sorri)?

Nayara: Não entendi sua pergunta (o olhando sem entender).

Ângelo: Esquece aceita almoçar comigo hoje depois da aula? Para me desculpar por ter te derrubado.

Nayara: Sim (sorriso tímido) onde nos encontramos?

Ângelo: Pode ser no portão da faculdade, ai vamos para algum restaurante de sua preferência.

Nayara: O problema que eu não tenho restaurante de preferência porque faz poucos dias que estou aqui na Cidade do México, eu sou de Aruba.

Ângelo: Entendi, então vamos ao meu restaurante preferido. Até depois.

Nayara: Até (cada um vai para a sua sala).

Assim a manhã passa Regy e Maria não trocam nenhuma palavra, Estevão o tempo todo evitando falar com a Maria, Estrela estava quieta e distante, Pepino fazer de tudo para arrancar pelo menos um sorriso dela mais era em vão. Geraldo passou a manhã inteiro irritado por causa da resposta de sua esposa, ele precisava agir, ele precisava fazer com que ela fosse dele.

Hora do almoço, Ângelo tinha saído mais cedo da sua aula e foi até uma floricultura e comprou um buquê de rosas vermelhas para Nayara, ele estava encantado por ela, talvez tenha se apaixonado a primeira vista, quem sabe ela mudaria ele em algumas coisas e até a respeito da irmã dele que ele a odeia, ele estava parado no portão onde todas as meninas que passavam olhavam para ele com o buquê nas mãos, mais ele não deu bola para elas, assim que Nayara saiu e foi até ela.

Ângelo: Achei que você não ia mais sair, essas Rosas são para você (entregando).

Nayara: (pega as Rosas) Obrigada, são lindas. É a primeira vez que eu ganho flores (sorri).

Ângelo: Fico feliz em ser o primeiro em lhe dar, agora vamos almoçar?

Nayara: Vamos.

Eles vão até o carro de Ângelo, ele abre a porta para ela, ela entre ele fecha a porta, da a volta e entra no carro, da a partida e depois de alguns minutos eles chegam ao shopping onde vão direto para a praça de alimentação, onde vão ao restaurante de comidas típicas Ângelo indica alguns pratos para Nayara e ela escolhe tacos e ele também, depois de um tempo são servidos. Enquanto eles conversavam e comiam, Regy, Geraldo, Vivian, Estrela, Pepino e Estevão entram no mesmo restaurante Pepino é o primeiro a avistar Ângelo e Nayara a qual ele ainda não conhecia.

Pepino: Gente, gente aquele não é o Ângelo almoçando com uma moça (todos olham e depois se sentam em uma mesa um pouco distante)?

Estrela: Sim é ele, não faço idéia de quem seja à moça.

Pepino: Vamos lá cumprimentar eles, ai conhecemos a namoradinha dele (super animado).

Regy: Acho melhor não, vai que é o primeiro encontro e estragamos, ele pode ficar envergonhado e a moça constrangida.

Estevão: Regy tem razão.

Vivian: Já percebi que a Regy é careta igual ao meu tio Estevão. Nunca podemos nada, porque podemos envergonhar ou constranger alguém.

E e P: Verdade.

Geraldo: Vocês iam gostar que fizessem isso com vocês?

P, E e V: Não.

Regy: Então sosseguem o facho e vamos almoçar, como se nada tivesse acontecido.

Pepino: Você é chata que nem a Maria (chateada).

Regy: O que disse?

Estrela: Que você é chata que nem a minha mãe, ela tem disso também, como se nada tivesse acontecido (todos riem).

Regy: Muito obrigada pelo elogio.

Eles fazem o pedido, poucos minutos são servidos e começam a almoçar, na mesa de Ângelo ele e Nayara terminam de almoçar e Ângelo pede a conta e paga e quando está saindo junto dela, ele avisa seu pai, sua irmã, sua prima e Pepino, sem reconhecer o casal que estava de costas para eles.

Ângelo: Vou te apresentar a minha família (segura na mão dela e a puxa e vão até eles) Oi família quero apresentar uma amiga.

Es, E, V e P: Oi (todos sorriem).

Regy: (se vira para trás) Nay?

Nayara: Regy?

Ângelo: Vocês se conhecem?

Regy: Sim, somos quase irmãs, fomos criadas juntas. Ela é filha da minha babá e do nosso motorista.

Ângelo: Que legal (Ângelo não se importava com classe social, se era branco ou negro, se a pessoa era digna e trabalhadora para ele já era o suficiente) Nay esse é meu Pai Estevão, minha irmã Estrela, minha prima Vivian e Pepino é amigo da família (mostrando quem é quem).

Nayara: Prazer.

Es, E, V e P: Prazer é nosso.

Ângelo: Vamos Nay eu te deixo em casa.

Nayara: Vamos.

Regy: Quando eu chegar em casa vamos ter uma bela conversa senhorita Nayara (arqueando uma das sobrancelhas).

Nayara: Claro Regy (olhar preocupado).

N e A: Tchau.

Todos: Tchau.

Geraldo: Já vi que vai ter uma conversar estilo irmã mais velha coma irmã mais nova.

Regy: Com certeza.

Estevão: Regy, Ângelo é um bom rapaz.

Regy: Eu sei disso, apesar dele odiar a irmã acredito que ele seja nobre. Já repararam que não fomos apresentados?

Geraldo: Verdade, ontem só vimos ele, não nos apresentamos.

Estevão: Desculpe por isso, vamos marcar algum jantar aqui o apresento.

Regy: Perfeito.

Assim eles almoçam, riem, conversam e logo depois voltam para Casa de Modas e Prataria. Que fica três quadras do shopping.

Mansão Salgado (portão).

Ângelo: Não acredito você mora na frente da minha casa (sorri).

Nayara: Sim, bem eu tenho que entrar tenho um trabalho para fazer e entregar amanhã, obrigada pelo almoço e as flores.

Ângelo: Não precisa agradecer, por mim almoçaria sempre contigo (sorri e pega na mão dela e da um leve puxão nela aproximando o corpo dela no seu, então ele rouba um beijo, que de inicio não é correspondido, mais depois de uns instantes ela corresponde o beijo onde eles terminam o beijo com selinhos por falta de ar e ela entra em casa correndo sem falar nada e ele sem reação vai para dentro do carro e entra na Mansão Sán Román).

Passam algumas horas Ângelo e Nayara ficaram um pensando no outro e no beijo que tinha acontecido, já na Casa de Modas Regy e Pepino conseguiram fazer Estrela, sorri e brincar com eles. Depois de trabalharem se divertindo Regy vai até a sala de Estevão mostrar alguns desenhos de jóias que ela tinha desenhado.

Regy: (bate a porta e entra) Com Licença.

Estevão: Toda (ela fecha a porta e vai ate ele e senta na cadeira na frente dele.

Regy: Estevão eu trouxe esses desenhos de jóias para você dar uma olhada e dar sua opinião (entregando os desenhos).

Estevão: (pega e olha um por um) Nossa são magníficos, você realmente tem muito talento com desenhos de todos os estilos (sorri).

Regy: Obrigada (sorri).

Estevão: (se põe triste) Lembro da minha filha Regiane quando ela desenhava e me entregava os desenhos e me dizia que seria uma grande estilista e design de jóias.

Regy: Estevão quem sabe ela não é tudo isso, quem sabe ela realizou esse sonho (coração partido ao ver o pai daquele jeito).

Estevão: (se levanta e da à volta a mesa) Eu... Eu me sinto tão culpado por não ter ouvido minha filha, ela não queria ir naquela maldita viagem, ela me implorou ela chorou e eu não dei a mínima. Minha filha foi seqüestrada por minha culpa (nervoso) eu fui o culpado por não ter mais ela ao meu lado e ao lado dos irmãos e da mãe.

Regy: (se levanta e por um impulso o abraça) Por favor, não se culpe mais, o senhor não teve culpa, não foi a sua culpa (começando a chorar) eu não quero que se sinta assim.

Estevão: (fica sem entender e corresponde o abraço) Porque você fala assim (os dois se olham nos olhos)?

Regy: Por que... Porque sou...