Laços Eternos: a Morte não é o Fim
4 Pensamentos e sentimentos
Notas iniciais
Rukia entra em casa e seu irmão se aproxima.
?: Rukia-nee-chaaan!!!!!!!!!!!!!!!!!!! — chega todo alegre pra perto dela
R: Byakuya-nii-sama! — abre um sorriso
B: O que? Você aceitou minhas boas vindas?
R: É que hoje foi um dia diferente... — com um sorriso sereno
B: O que foooi??? Finalmente arranjou um namorado?
R: Isso são modos de falar?? — dá um ponta pé em Byakuya — E além disso, eu sou uma criança, ainda não tenho idade pra pensar nessas coisas.
B: Ah o que é isso nee-chan!!
R: É que eu conheci uma pessoa, que assim como eu, vê espíritos.
B: Você ainda insiste nessa história? Sabe que fantasmas não existem, é só fruto de sua imaginação...
R: Ele virou meu amigo...
B: Qual é o nome dele?
R: Ichigo, ele veio dos Estados Unidos
B: Uuuuuhhh...
R: Ele me convidou pra fazer um pequinique no parque nesse fim de semana, eu acho que... no sábado
B: Ótimo!! pode ir!!
R: Hã? Mas você nunca deixou eu sair com outras pessoas desde que nossos pais morreram!!
B: É que eu marquei um encontro pra esse dia!!! Estou tão emocionado!!!
R: Lá vai mais uma...
B: O que você disse?
R: Ah nada!!
B: Então, nee-chan!! Daqui a pouco vai passar aquele anime que você gosta... eeehhh...
R: Pokemon??????? — disse com os olhos brilhando
B: Isso!
Rukia dispara para a sala e liga a TV.
B: Yosh! Vou preparar o almoço! — vai para a cozinha com uma cara simpática.
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I: Obaa!!! Vai passar Pokemon!!
M: O que você quer pro almoço filho?
I: Pokemon! Pokemon!
M: Tá bom, eu faço qualquer coisa!
A mãe de Ichigo chega no quarto do garoto com o almoço.
I: Thank you, mama!
M: Eu disse pra você falar em japonês, já que vamos passar a morar aqui agora.
I: Ah, gomenasai, oka-san
M: Melhor assim — disse colocando as mãos na cintura.
I: Mamãe, será que o irmão da Rukia irá deixar ela ir pro pequinique?
M: Por que filho?
I: Se ela não fôr, eu vou ficar muito triste.
M: Mas querido, por que você se apegou tanto a aquela garotinha se você só a conheceu em uma manhã?
I: Eu sei lá, parece que tem alguma força que me apega a ela, não sei o que é — olha para o chão
M: Tá bom filho, vamos almoçar.
I: Sim mamãe!
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A semana passou rápido, e no decorrer do tempo, os dois passaram a ter mais intimidade e se soltarem mais.
Em uma bela manhã de sábado, o céu estava rosa e no parque, muitos rostos felizes. Um casal... não... uma profunda amizade infantil florava no meio daquela gente.
Ichigo, Rukia, o irmão e a mãe de Ichigo, proucuravam um pedacinho de terra para se alojarem.
I: Mãe, eu não encontro lugar nenhum! — fazendo carinha de mimado
M: Calma filho, vamos achar
R: Ali Senhora Roswell!!
Rukia apontava para um cantinho onde tinha uma árvore infestada de pétalas as quais formavam uma bela sombra sobre a grama tão verde como uma enorme esmeralda.
I: So cool... digo... sugoi Rukia-chan
R: Não se esforçe muito em aprender japonês depressa, você deve aprender aos poucos
I: Sim!
M: Vamos logo antes que peguem nosso lugar, Ichigo segure seu irmão um instante
I: Sim! Vamos Steven!!
S: Sim onii-chan!
Ichigo pegou seu irmãozinho de 2 anos pela mão e Rukia se abaixou e olhou para a criança.
R: Seu irmão é tão bonitinho
Ichigo abriu um de seus belos e radiantes sorrisos.
M: Venham crianças!
Notas finais
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