Notas iniciais
Musicas : Avril lavigne-nobody's home

—Deu negativo-ela dizia tristemente.

—Eu sinto muito querida-dizia ele a abraçando-

—Henri,eu não sei mais o que fazer,já tentamos muito,parece que tudo conspira contra nós-chorava-

—Eu sei meu amor,eu daria qualquer coisa só para poder dar oque você deseja-Disse ele abaixando a cabeça-

—A culpa não é sua-ela segurou o rosto dele,fazendo o mesmo a olhar-Eu te amo e é isso que importa

—Eu também te amo

—Vamos conseguir,eu tenho fé.

Com o passar dos meses tudo ia ficando mais exaustivo ouvir sempre a mesma resposta 'negativo..'

*noite*

—Amor,cheguei-dizia Henri, e nada foi dito- Amor?

—Ah,Henri você chegou!-dizia Lara sorrindo-

Logo ele a puxou para um abraço:

—Querido?-Disse mantendo ainda o afeto-

—Sim?

—Eu estive pensando,e se.. e se adotarmos uma criança?Oque você acha?

—É o seu desejo amor?

—Sim!

—Então fazemos-ele soltou um sorriso meio envergonhado-

—Sério?

—Claro.

>>>>>>>>.

Eles foram em diversos orfanatos,porém ainda não haviam encontrado uma criança/bebê que se 'conectassem'

Porém um dia foi diferente,tiveram uma sensação boa,chegava a ser inexplicavel,neste dia eles encontraram 'oque' procuravam,algumas semanas depois de finalmente arrumarem a papelada da adoção,finalmente poderiam leva-la para casa,ela se chamaria 'Jennie',ela parecia uma boneca de porcelana,era um sentimento inconfundivel e inexplicavel,finalmente tudo estava caminhando,estavam mais felizes que nunca.

*3 anos depois*

*Pov Lara

A jennie era a alegria da minha vida,eu dedicava todo o meu tempo e atenção para ela,porém,a mesma reagia de uma forma confusa a cada demonstração de carinho ou algo do tipo,ela também tinha mudanças drásticas de humor,não dava para saber como ela reagiria a cada coisa nova que descobrisse,agora com 4 anos parecia cada vez mais 'perdida',sempre que eu a deixava sozinha por poucos minutos,ela começava a chorar,gritar ou até mesmo se machucar,nós tentavamos ensina-la que aquilo não era necessário,más nunca conseguiamos,então resolvemos leva-la em um Médico psiquiatrico,ele a avaliou,pediu exames, o comum,ele nos disse que assim que tivesse um resultado entraria em contato.

Um tempo depois fomos ao consultório dele:

—Bom Dia-a secretaria disse-o doutor Marcos está aguardando os senhores-

—Bom dia,obrigado-eu disse me dirigindo a sala juntamente de meu esposo-

Ao entrarmos:

—Que bom que vieram,eu consegui resultados plausiveis sobre a filha de vocês.

—E então?

—Bom,parece que a 'personalidade' dela é o que chamamos de ''transtorno de personalidade bonderline''

—E isso significa o que?

—Ela tem um trauma que resultou nisso,a causas são:Medo intenso de abandono ou até de ficar sozinho,seja real ou imaginário;autoconceito instável;tem o costume de se sentir perdido ou vazio;pensamentos paranoicos;Furia intensa;mudanças repentinas de humor que podem durar horas ou ate mesmo dias.

—Esse transtorno,ele tem cura?

—Sim,o tratamento envolve o treinamento na regulação das emoções,as vezes pode envolver antidepressivos para amenizar os sintomas e assim manter suas funções normais,com o tratamento intenso a cura,na maioria dos casos é possível.

—Onde encontrariamos esse tratamento?-Meu esposo perguntou-

—Aqui na cidade o tratamento seria precário,eu recomendo que busquem na cidade ao lado.

—Certo,obrigado-

Assim que saímos da clinica eu olhei para o meu esposo e perguntei como fariamos para ajudar a nossa menininha,ele me disse que acharia um jeito de irmos fazer o tratamento dela,nós decidimos organizar tudo para podermos nos mudar e começar.

Afinal,tudo pela minha filha.

Continua..

Notas finais
Gente,desculpe a demora,e desculpe o capitulo pequeno. Obrigado por ler ♥
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.