L And Me

2 Capítulo 2- Indiferença


Notas iniciais
Agora a história vai começar a se envolver mais com Death Note. Queria dizer que tenho salvo até o cáp. 10, mas está no meu celular, e por isso, não vai dar pra postar tudo uma vez, mas vou fazer o possível pra postar o mais rápido possível! >

Mortes, mortes, e mais mortes. Todas as vítimas são criminosos... imagino se meu pai será a próxima vítima... A TV dava as notícias, eu acompanhava silenciosamente. Eu sabia que já haviam acionado investigações, a força-tarefa estava investigando tudo. Consideravam que haviam um assassino, mesmo as mortes sendo, em sua maioria, comuns, como paradas cardíacas, e não literalmente um assassinato. Passaram a chamar esse assassino de Kira. Pensava, "E se esse Kira matar o meu pai?" Seria a única forma de detê-lo. Mas e se ele mudou? Minha mente estava tão confusa! Passaram-se alguns dias, e o meu pai seria finalmente solto. Ao encontrar-me com ele, não parecia mais tão peverso, e mau... mas não confiava nele... Me impressionava o fato de o Kira ter assassinado vários presidiários, mas não o meu pai. Ao irmos para casa, eu, minha mãe, e o meu recém- liberto pai, subi as escadas, corri para o meu quarto, e me tranquei, esperando os gritos que ouvia quando menina. Mas não houve nada. Apenas silêncio, e paz. Ao descer as escadas no outro dia, impressionei-me ao ver que estava tudo... bem? Será que ele tinha mesmo mudado? Bom, esse tempo de aparências durou pouquíssimo. Aos poucos ele voltava a ser agressivo, e violento. E o meu medo apenas crescia. Eu constantemente estava fora de casa. Ou passeando, ou na faculdade. Em um certo dia, eu saí, para relaxar após ver ele discutindo com a minha mãe. Ao voltar para casa, me impressionei com o silêncio em que estava. Era possível ouvir o bater de asas de uma mosca. Como de costume gritei:

–Mãe, cheguei! Que horas sai o jantar?

Mas não obtive resposta alguma. Podia sentir o pavor me cobrir totalmente... lentamente fui até o balcão da cozinha, peguei uma faca, no intuito de me defender, se seja lá o que for, e fui até o seu quarto. Entrei, e... Meu Deus!

–Mãe! Mãe! Sou eu! A Kemi! Mãe acorda! Mãe! Mãe!!

Fiquei um pouco tonta, tudo ficou escuro...

Acordei em uma cama de hospital. Uma enfermeira veio falar comigo.

–Oi Kemi. Vejo que já acordou.

–Onde está ela? Onde está minha mãe? Ela está bem? Mãe!

–Calma! Não quer ter que tomar calmantes. Sua mãe está na UTI. Houveram algumas hemorragias devido às agressões, mas ela vai ficar bem, eu acho.

–Mas, e como eu cheguei aqui?

–Um vizinho seu ouviu seus gritos, arrombou a porta da sua casa, e, ao encontrar você e a sua mãe desacordadas, nos contactou. Ele é um bom homem.

–E quanto ao meu pai?

–Não tivemos notícia nenhuma. Isso é caso para a polícia, não para nós.

Onde estava o Kira?? Esse homem a quem chamo de pai merecia morrer! Meu ódio era tão intenso! Eu odeio o Kira! Ele foi totalmente indiferente à mim! Por quê ele não matou o meu pai? Eu tinha que fazê-lo pagar... tinha que ajudar a encontrá-lo... Já sei! Misa! Ela tem contato com o filho do Capitão Yagami, chefe da força tarefa! Talvez... se eu me envolvesse... pudesse ajudar a encontrá-lo, e fazê-lo pagar por sua indiferença em relação à mim. Peguei o celular:

–Alô, Misa? Preciso falar com você.

Notas finais
Vamos lá pessoal, não parem de ler agora >.<