Notas iniciais
Espero que gostem e desconsiderem alguns erros ortográficos.

Katty levára um baita susto ao receber a nóticia de que seu irmão mais novo havia sumido, mas ela sabia que algo estava acontecendo, que alguma coisa estava muito estranha.

– Você tem certeza disso? — Perguntou ela, desconsolada.

Phill, sem um pingo de dó da garota respondeu:

– Sim, sim, não estou ficando mais louco fo que ja só não, disse, rindo.

– Ei, Isso não é hora para brincadeiras, não está vendo a situação da garota? — Esbravejou Larck, que novamente abraçou Katty. — Calma Katty, vamos esclarecer tudo isso, vamos embora.

Os dois então sairam andando, seguindo até a casa de Katty para obterem mais informações sobre esse tal sumisso de Wivy, porém novamente a cidade de Lórsy começava a ficar estranha, ao virar uma esquina, especificamente a da rua em que Katty morava, notaram que havia um carro muito semelhante ao daquele misterioso taxista que os trouxeram até a cidade, no primeito instante ficaram com muito medo de se aproximar, mas a angustia de Katty em saber se seu irmão estava bem era maior, e ela sabia que teria que continuar andando até sua casa, que coincidentemente estava bem próxima ao carro, muito próximo, tanto que andaram mais alguns métros e puderam perceber que o carro estava exatamente em frente a casa de Katty.

– Mas será possível? — Questinou Larck, que olhou para Katty, um pouco espantado.

– Possível oquê? — Perguntou ela.

– O que este homem está fazendo aqui? nós ja o pagamos, o que ele quer com a gente? — Disse Larck.

– Com a gente ou especificamente comigo? — Perguntou Katty, que infurecida, resolveu ir em direção ao carro, e quando começara a se aproximar, sentiu novamente um grande arrepio.


– Katty, espere! — Gritou Larck, um pouco distante.



Quando já estava bem próxima do veículo, o tal homem então abriu a porta de seu carro e desceu, ficando parado bem ao lado do mesmo, olhando diretamente para a garota, que, ao perceber que estava no olhar do Taxista, correu em direção a sua casa e tentou entrar pelo portão, enquanto o homem ficava ali parado e fitando-a. Alguns segundos depois Larck chegou mais próximo da garota.



– Ei, ei! Se acalme, estou aqui. — Disse ele a garota, que estava desesperada tentando abrir o portão de sua casa que normalmente custuvama a ficar aberto, mas ela tentava, tentava e não estava conseguindo abri-lo.


– Está trancado Larck, trancado, isso não é normal. — Disse ela.

– Nada mais será normal, Katty! — Exclamou o Homem.

Katty então se calou e vagarosamente virou-se para o homem, segurando a mão de Larck, ela perguntou, com a vós um pouco trêmula.

– Oque que você está dizendo? — e tornou a abraçar Larck.

– Estou dizendo que sua vida nunca mais será normal, o mesmo eu digo para seu amigo. — Disse o homem.

– Larck? — Perguntou ela.

O Homem então calou-se por alguns segundos, Katty tornou a perguntar. — Responde, é o Larck?

O Homem então aproximou-se dos garotos, ficando frente a frente com eles e disse com sua vóz lenta e muito grave:

– Sim, o Larck.

– Pare de querer nos assustar seu velho, nos deixe em paz! — Gritou Larck.

O homem se quer ouviu o Larck disse e distanciou-se dos garotos, ao mesmo tempo disse:

– Vocês já devem estar sabendo do desaparecimento do garoto Wivy.

– Ei, não fale do meu irmão! — Gritou Katty.

Na mesma hora o tal amigo de Larck, Phill misteriosamente desceu do carro do velho homem e dirigiu-se ao seu lado. Larck sem entender nada perguntou:

– Espera ai, o que que tá acontecendo aqui?

– Não sou quem você pensa que sou Larck, na verdade me chamo Gregório e esse ao meu lado é meu pai, Henrico. Viemos para orientá-los, pois a vida de Wivy e de muita gente está correndo perigo, só vocês podem salva-lo...


Continua no próximo capítulo.