Notas iniciais
Yoooo, ha quanto tempo, pessoal!! XD, o site ficou off uns dias, mas a fic continua! Espero q gostem deste cap! Boa leitura!!

Os dias se passam e o colégio Kyodai volta às aulas. Todos se esforçaram ao máximo para manter o “segredo” dos humanos avançados longe do conhecimento das pessoas “comuns”. Uma revelação como essa poderia abalar todo o mundo e dar início a uma guerra – sem sentido nenhum – entre quem tem dons e quem não tem. Isso foi o que sempre pensou tanto os integrantes da Carmesim quanto os da Gênese. Por isso agiam em segredo, “longe das câmeras”.

– Tem certeza de que não quer falar com ele, Daisuke-kun? – pergunta Tsubaki, andando ao lado de seu amigo pelos corredores da escola.

– Absoluta! – exclama. – Percebi o quanto fui idiota nesse tempo todo!

Tsubaki e Daisuke, agora, caminham lado a lado. Pelos corredores do colégio, eles vão para o que foi dito ser a nova sala da turma. Algumas mudanças, promovidas pela direção alteraram certos setores da instituição.

– Ele está diferente... – pensa a garota, observando a face do seu amigo enquanto ambos andam, sem dar muita importância para o fato de, hoje, ser o primeiro dia de aula após o período de “férias forçadas”. – Parece não estar, mesmo, sofrendo pelo que houve com a relação entre...

– Vocês estão atrasados, hein? – questiona Lucy, ao surgir bem diante da dupla quando os dois amigos dobram a esquina de um corredor.

Os dois, ao pararem, olham surpresos para a “cientista maluca”. Dessa forma, Daisuke questiona:

– O que houve com você, Lucy?

– Como assim? – a interrogada tenta entender.

– Você sabe... Não está mais como era antes. – garante. – Mas tudo bem: não precisa me dizer nada, pois já sei de tudo.

Tsubaki alterna seu olhar entre os dois. E, sem entender o que está acontecendo, apenas permanece em silêncio. Diante disso, seu amigo prossegue com suas palavras:

– É minha habilidade, se lembra? Aptidão intuitiva. Consigo entender as coisas e como elas funcionam. Isso se aplica às pessoas também. Não sou capaz de chegar tão profundamente na essência de alguém como o Senshi-kun e sua empatia ou como Sayuri-kun e sua empatia musical, mas garanto que posso alcançar certas coisas...

Repentinamente, Lucy dá as costas para ele. Na verdade, ela jamais se sentiu tão vulnerável como agora que está tanto sem habilidades quanto sem a pessoa que mais amou um dia. No fundo, a “cientista maluca” está clamando por socorro, mas sente como se estivesse em meio a um denso nevoeiro sem achar o verdadeiro caminho que deve trilhar.

– Você não parece estar bem mesmo, Lucy-san... – admite Tsubaki, colocando suas mãos à frente dos seus seios, observando o dorso da citada.

– Não, não estou. – fala. – O que não deve ser mais segredo para ninguém...

Apesar dos seus esforços, todas as suas mais recentes pesquisas falharam. Sua incessante procura por uma fórmula capaz de devolver dons especiais não anda tão bem quanto pensava inicialmente.

– Bem... Vamos para a aula? – sugere Daisuke, retomando seus passos.

As duas garotas vão seguindo ele. E quando andam o suficiente, se colocando perante a porta da nova sala da turma, Tsubaki toma a iniciativa e abre a porta. Dessa maneira, todos os três se surpreendem com o que veem.

– Demoraram. – afirma o diretor de Kyodai, de pé e de costas para o quadro do local.

Do lado direito de Yuki, está Kenny McGiven. Do lado esquerdo, Luka Trancy Gold.

– Mas o que... – pensa a garota das flores, sem entender muito bem a situação.

Tsubaki, Daisuke e Lucy olham para quem está na sala. E notam que além dos estudantes do segundo ano, estão presentes outros. Assentados em seus devidos lugares, estão Nagashi Swords, Senshi Yujo, Daniel Strauss, Sherry Fontaine, Kaoru e Saori Tohara, Sayuri Kishimoto, Yuong Tsukyomi, Akemi Pégasus, Eric White, Anthony Christhurt, Julie Gray, Amaya Ome, Arin Cowne Style, Christopher John Huxley e James Anthony Krum.

– Assentem-se, por favor. – pede Luka, que agora está encarando os três recém-chegados.

O trio percebe que restam somente mais três lugares vagos. Sem mais delongas, andam mais e se assentam, ocupando-os.

– O que está acontecendo, Swords-kun? – questiona Tsubaki ao se assentar logo atrás da loira em questão.

– Mudanças na escola, Tsubaki. – ela responde, olhando para a curandeira rapidamente. – Mudanças drásticas, eu diria.

– Agora que todos vocês estão aqui, posso finalmente me pronunciar. – alega Yuki, chamando para si a atenção de todos os presentes. – Tudo terá que mudar de agora em diante. Afinal de contas, nós não somos como os outros.

– Aonde quer chegar? – questiona Anthony Christhurt.

O diretor olha para o garoto em questão. Sorrindo, responde:

– Aonde todos nós devemos chegar.

– Como assim? – desta vez, é Julie. – Não estou compreendendo.

– Todos aqui são especiais, possuem características que os diferencia dos demais, inclusive você, Julie, que nunca teve nenhuma habilidade se manifestando, mas ainda assim é uma humana avançada. Julie Gray, seu dom é o poder de ampliar outras habilidades especiais.

A garota em questão fica surpresa, mas nada fala. O diretor, então, continua:

– Você pode ampliar os poderes de outros humanos avançados quando eles estão perto de você. Porém, quando dominar essa sua especialidade, poderá fazer isso de modo tão exponencial que será permanente. – e ele dirige seu olhar para Anthony. – Já o seu poder, Anthony Christhurt, como deve saber, é envenenar tudo que toca por mais de cinco segundos. Foi por isso que sua família se foi, correto? Ou melhor: por isso que todos os seus sonhos e alegrias morreram?

O questionado permanece sério sem falar absolutamente nada. Em seguida, Yuki muda seu foco de olhar para Amaya Ome. E declara:

– Você, Amaya Ome, é a menina da ultra comunicação. Quando aprimorar isso, poderá se comunicar telepaticamente com qualquer pessoa na face da Terra e ser capaz de encontrar quem quiser no planeta inteiro. Ou talvez até no universo...

A garota, apesar de estar um pouco surpresa, permanece quieta. Era outra que não conhecia o seu próprio dom.

– Arin Cowne Style e Christopher John Huxley. – leva sua atenção para ambos. – Enquanto você, Arin, pode detectar as fraquezas de outros humanos avançados, você, Christopher, pode manipular e criar ácido com a oxicinese.

Esses dois, por particularidades, já sabiam do que acabaram de ouvir. E ficam como antes, sem demonstrar nenhuma surpresa.

– A partir de hoje, as coisas serão diferentes em Kyodai. – define Yuki.

– Seja mais objetivo. – pede Yuong. – Está enrolando demais para o meu gosto.

– Há três nomes que gostaria de declarar para vocês. – fala o diretor, dando as costas para os alunos.

O filho do fundador caminha e se aproxima do quadro. Retirando um pincel do bolso da sua calça, se livra da tampa e começa a escrever com o objeto. Em poucos instantes, é possível ver uma espécie de esquema, sendo que, no topo do mesmo, há três nomes: Yukino Arima, Grade Lark e Fênix.

– O que significa tudo isso? – indaga Nagashi, com as mãos unidas abaixo do queixo e os cotovelos sobre sua carteira.

Yuki se vira para os jovens. E declama:

– Guerra!! De agora em diante, terão de sacrificar tudo o que é normal em suas vidas para que alcancemos vitória nesta guerra!

– Guerra!? – Kaoru tenta entender.

– Yukino Arima, Grade Lark e Fênix são nossos inimigos. – define Luka. – Enquanto os três não caírem, não poderemos ter mais nossa vida de antes.

– Fênix já foi derrotado. – observa Jimmy. – Não entendo porque considerá-lo como um inimigo a essa altura do campeonato.

– É um equívoco pensar dessa forma. – alega o diretor. – Aquele homem não foi, simplesmente, derrotado. Ele foi preso dentro da cabeça de Nagashi, mas não pensem que isso será mantido para sempre.

– Está dizendo que não posso mantê-lo selado para sempre? – a loira tenta compreender as palavras que ouvira.

– Sim, mas mesmo que consiga, um dia você morrerá. E quando isso acontecer, aquele monstro voltará a assolar o mundo. O que está fazendo, Nagashi, é apenas adiar o inevitável. – e passa a olhar para todos os alunos do colégio. – Acham que é certo agir dessa forma? Acham que é certo vivermos bem sem se preocupar com as gerações futuras?

Nagashi abaixa a cabeça. E, angustiada, fala:

– Eu pensei que a medida que eu havia tomado salvaria a todos. Fiz o que fiz pensando no que era melhor para o mundo. Estava eu enganada?

– Suas intenções foram as melhores. – alega Kenny, de braços cruzados. – E disso ninguém aqui tem dúvidas. Entretanto, por mais poderosa que seja, você não pode salvar a todos sozinha. Precisa do apoio de todos.

– É por isso que tomei uma decisão. – Yuki volta a se manifestar. – A partir de hoje, todos vocês estarão nessa sala especial. Não teremos tempo para os estudos padrões, pois de agora em diante, estudarão o que é preciso para desenvolverem suas habilidades.

– Não seremos mais estudantes comuns? – pergunta Arin.

– Não, pois não será isso que mudará nosso futuro. Ou pelos menos não será isso que evitará a escuridão.

– Seja mais objetivo. – insiste Yuong.

– Se não estou sendo claro, serei agora: essa é a turma que aprenderá tudo sobre seus dons especiais para que possa deter Yukino Arima, Grade Lark e Fênix. Nós estaremos, sim, auxiliando. Mas devem saber que aqueles que são os adultos de amanhã é que devem preparar o mundo para o futuro. Ou por acaso querem um futuro de destruição e morte?

– É claro que não! – declama Tsubaki. – O que precisamos fazer?

– Devem somente se esforçar. Tenham em mente que ninguém aqui é capaz de fazer tudo sozinho. Aprendam a trabalhar em equipe ou todos nós estaremos condenados ao fim. E quando falo “todos nós”, me referido a toda a humanidade. – determina o diretor.

– Sobre o Fênix... – Akemi se pronuncia, chamando para si toda atenção. – Ele não pode nos oferecer perigo dentro da cabeça da Nagashi-kun, mas... Pelo que me parece, a simples existência dele já é uma ameaça inconcebível, certo?

– Sim. – Yuki corresponde.

– Sendo assim, como faremos com o caso dele? – indaga Eric, que se está ao lado direito de Akemi. – Tudo indica que, dos três inimigos, ele é o pior.

– Nagashi terá que romper o que prende ele. – afirma o diretor. – Precisa deixá-lo sair, mas conduzindo-o para um determinado corpo para que ele não possua ninguém no processo.

– Não posso fazer isso. – diz a garota, erguendo sua face novamente. – Não fui eu quem o prendeu dentro de mim. Pelo menos não sozinha. Além da ajuda dos meus amigos, precisei da contribuição da Arashi. E, de algum modo, ela desapareceu.

– Fênix, por acaso, ainda está em você? – Luka pergunta preocupado.

– Sim, eu posso mantê-lo em mim sem nenhum problema. – alega ela. – Porém, há alguns dias, sinto como se Arashi tivesse desaparecido completamente. Sem ela, não posso retirá-lo de mim, apenas mantê-lo.

– Está enganada. – afirma Yuki, surpreendendo-a. – Arashi é, também, parte de você. Ela somente surgiu por uma falha de suas habilidades. Devo supor que Sherry já falou sobre algo a respeito com você.

“Como Kimiko Swords foi um dia, você é a pessoa mais poderosa e com o maior potencial do mundo. Para que nada, nem ninguém possa lhe fazer frente, basta adquirir controle sobre os seus poderes”. Mais uma vez, Nagashi se lembra dessas exatas palavras.

– Então tudo o que precisamos fazer é dominar nossas habilidades? – indaga Senshi.

– Precisamente, sim. – confirma Yuki. – Dominar suas habilidades e saberem utilizá-las como um grupo. Quando estiverem prontos, Nagashi retirará Fênix de sua mente e nós iremos varrê-lo de vez deste mundo. Depois, bastará irmos atrás de Yukino Arima e Grade Lark. Quando determos ambas, tudo estará acabado.

De repente, Lucy se levanta do seu lugar. E determina:

– Não sei por qual razão estão me envolvendo nisso. Eu não sou mais quem eu era antes, não tenho mais as minhas habilidades.

– Lucy... – recita Luka. – Eu entendo como você se sente e sei como, em toda a sua vida, foi vista como uma pessoa anormal. Não exatamente pela sua habilidade, mas por sua personalidade.

A garota dirige seu olhar para ele, que prossegue:

– O seu lado racional, de certo modo, foi o que lhe condenou. Hoje, sei como deve ser difícil conviver com o fato de que tudo o que lhe restava na sua vida foi arrancado de você. Porém, não pode desistir, mas sim persistir.

– Sinto como se um dilúvio tivesse levado tudo o que fui um dia, restando para mim absolutamente nada. – a garota, de pé no mesmo ponto, argumenta. – Por mais que possam entender o que está acontecendo comigo, não podem fazer nada a respeito. E, acima de tudo, não posso fazer nada por mais ninguém.

Sem suportar mais ficar aqui, a garota começa a caminhar em direção a porta. Enquanto se afasta, olhando somente para o seu caminho, Lucy vai falando:

– Adeus a todos. Jamais retornarei para Kyodai.

Quando Lucy usa sua mão direita para abrir a porta, alguém do lado de fora o faz por ela. Desse modo, a jovem dá de cara com uma senhora.

– Lygis-sensei? – pensa Daisuke, surpreso.

Lygis Pégasus, além de integrante da Carmesim, é também a professora de História. Sorrindo, a recém-chegada diz:

– Você não vai a lugar algum, Lucy Rouvier.

– Quem você pensa que é para me impedir? – questiona a “cientista maluca”. – Eu faço o que quero da minha vida, não importam opiniões alheias. Sou um fardo, um peso morto diante de tudo isso. É melhor partir antes que eu cause mais estragos.

De repente, um tapa. Lygis, com sua palma direita, golpeia o rosto da garota. Todos, inclusive a própria Lucy, se surpreendem, mas nada fazem. É aí que a professora de história continua:

– Até quando vai arrastar esse seu orgulho deprimente? Será que não percebe que foi justamente ele a causa da morte de Saito?

Lucy, com um olhar furioso, volta a encarar a mulher. Entretanto, nada fala. É aí que a Soldada da Carmesim continua:

– O futuro de uma pessoa é definido pelas decisões que ela toma em seu presente. A realidade na qual aquele garoto morreu foi criada por você mesma, que arrastou seu orgulho ao ponto de lutar contra seus próprios sentimentos. Não seja arrogante, menina!

– Você não conhece a minha dor para se ver no direito de me criticar! – Lucy se defende.

– E você não conhece a dor das pessoas para se ver no direito de se colocar como “a vítima”! – Lygis argumenta, causando ainda mais surpresa nela. – Os anos me ensinaram muitas coisas. E um dos maiores aprendizados que adquiri foi que nós, humanos, somos meros tolos. Nos engrandecemos por tudo, até mesmo pela dor que passamos. É isso o que você está fazendo agora: se fazendo de vítima e se engrandecendo com a sua dor.

– Eu... Eu... – Lucy tenta falar, mas não encontra as palavras certas.

– Você é fraca. – define Lygis. – Porém, já foi forte um dia. Depende da sua vontade, e somente da sua vontade, voltar a ser o que era antes.

Lucy a fita por alguns instantes, mas logo abaixa sua face. Dessa forma, o silêncio se amplia por toda a sala até Yuki se manifestar de novo:

– Vai voltar e se assentar ou jogar tudo para o alto e tentar ser uma pessoa normal? Qual a sua escolha... Lucy Rouvier?

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Longe dali, em uma pequena loja de acessórios femininos da cidade...

– Somente isso, senhorita? – questiona o caixa, após colocar em uma sacola todos os produtos que a cliente pegara.

– Sim, somente. – define ela.

É Yukino Arima. Passara aqui para comprar algumas coisas, mas com o objetivo principal oculto: encontrar informações sobre Pierre Fontaine. Entretanto, por alguma razão, acabara desistindo.

Retirando o dinheiro de sua carteira, a pela paga o homem e se retira daqui sem nem mesmo fazer uma pergunta sequer. Caminhando, vai saindo daqui com a bolsa no ombro esquerdo e a sacola no direito. Desse modo, usa sua mão para retirar uma folha de papel da bolsa, começando a lê-lo com os olhos.

“Yukino Arima, aqui quem fala, metaforicamente, é Anthony Christhurt. Contei com a ajuda de duas preciosas humanas avançadas para lhe entregar esse recado: uma delas é Amaya Ome, que foi capaz de te rastrear, outra foi Sayuri Kishimoto, que teve visões sobre o futuro relacionadas a você. Devo dizer que nós três sabemos que está à procura de vingança e que não pretende descansar enquanto não realizar suas ambições. Porém, devo alertá-la: não está se tornando mais feliz com tudo isso. Pelo contrário, está destruindo as poucas chances restantes que tem de reconstruir sua vida. Por acaso pretende mesmo deixar tudo de bom de lado somente para se vingar das pessoas que te fizeram mal? Será que você não tem mesmo nenhuma boa meta mais? Para deixar claro, eu a conheço. Sei da história do seu passado e como te prenderam como um animal feroz apenas pelo temor de suas capacidades. Sei também que perdeu tudo, mas garanto que pode recuperar o que tiraram de você. E, principalmente, há alguém que depende das suas escolhas: Gingamaru Pride. Não podemos lhe obrigar a nada, mas devemos garantir que, caso escolha o caminho errado, haverá inúmeras pessoas opostas ao seu caminho. Pessoas inocentes e justas que nada tiveram em relação ao seu passado. Pessoas que, caso insista, terá de passar por cima delas. Cabe a você, e somente a você, Yukino, a decisão de qual caminho deverá trilhar...”.

Yukino recebera esse bilhete hoje mais cedo de uma pessoa desconhecida: um homem que trabalha com a família Kishimoto e que, apesar dos apesares, somente entregou o bilhete como Sayuri havia pedido. Por outro lado, a ex-mulher de Raiabaru Yamagato não teve curiosidade alguma e somente agora decidiu ler.

– Gingamaru... – pensa ela.

A mulher cai de joelhos ao chão. Sente como se uma terrível força tivesse assolado a sua mente e o seu coração. Sente como se vários sentimentos estivessem entrando em conflito dentro do seu ser. Apenas tal nome, Gingamaru, causa um impacto que não pode suportar. Desnorteada, Yukino ergue sua face para o céu azul, dizendo a si mesma:

– Talvez eu deva reavaliar... Os meus conceitos...