Konoha: O Recomeço
7 Capítulo do meu versiculo NARUTO
Rody:
Assim que amanheceu, Yoshio ficou me cutucando. Ele me disse que iriamos até a Vila do Som, recrutar jovens para a Akatsuki. Aquele selo seria nossa chave mestra para sempre termos membros.
— Vamos logo, Rody. Você parece continuar o mesmo preguiçoso de sempre. — ele me falou no meio do caminho.
— Você avisou o Orochimaru sobre a nossa visitinha?
— Claro que não. Ele iria negar, ele virou pessoa do bem agora.
— Eu nunca entendi, por que ele deixou Mitsuki em Konoha e veio cuidar da sua vila.
— Eu também não. Nunca tentei entender.
— Praticamente ele não pode fazer nada contra nós, agora que somos os mais poderosos no mundo shinobi.
— Ainda não. Seu pai tem o Mangekyo Sharingan, e o Rinnegan. Rody, ele ainda é perigo, acha ele pode matar um de nós dois para estabelecer a paz?
— Um de nós eu acho que sim. Mas, eu nunca. Mesmo se ele tentar matar você, eu te salvarei. Mas isso geraria uma batalhe entre vocês dois que nunca iria acabar.
— Sim.
— Ei, a gente tem aliados, fora nossos membros?
— Sim. Duas organizações com o mesmo intuito nosso. Só que elas também são consideradas criminosas.
— Como se chamam?
— Apoiw, que tem membros que sabem utilizar alguns elementos. Eu os considerados bons.
— E a outra?
— Tudef. Eles são bem observadores, e sabem kinjutsus.
— Por que eles escolhem nomes tão estranhos?
— Eu nunca soube. Se eu perguntasse acho que me matariam.
— Eu te mataria por escolher um aliado desse.
— Cala essa boca. A entrada para Otogakure é bem ali.
— Esses kinjutsus, são considerados perigosos?
— Alguns sim. Vamos logo, eu pedi para um dos meus espiões distrair Orochimaru e reunir os jovens em um lugar ali. — Yoshio saltou ao terminar sua frase, e eu fui atrás dele logo em seguida.
— Atenção! A Akatsuki chegou! — um dos meus espiões gritou ali, apontando em nossa direção — Yoshio-sama e Rody-sama, sejam bem vindos para Otogakure! Aqui estão todos os que estão dispostos a se unir a Akatsuki!
— Muito bem. Devo te recompensar por isso. Reúna-os levando em consideração suas habilidades. Rody cuidara do lado direito e eu do esquerdo. Que os melhores sejam recrutados. — eu apenas sorri e saltei para o lado direito, como falado.
Realmente eram muitas pessoas. Como eu estava observando antes eles de cima, pude ver que eram no total 500 dispostos a se juntarem para a Akatsuki.
Do jeito que eu conheço o Yoshio, ele escolheria somente 35, se ele estivesse feliz seriam 50.
Ou seja, os ninjas de classe média ficaram para mim. Droga, meu espirito de gente boa não permitiria eu rejeitar todos.
— Qual o seu nome? — perguntei com um sorriso no rosto para uma garota que estava na fila. Estava a algum tempo já escolhendo, Yoshio já teria acabado. Como eu disse, 50. Ele estava em um bom dia pelo visto.
— Emy Rinha.
— Hm.. prazer eu sou...
— Rody Uchiha, um nukenin, atualmente o melhor da classe. — foi interrompido por ela.
— O melhor? — ri — Obrigado. Pelo nome do seu clã, acho que você absorve o chackra das pessoas. Não?
— Sim, você tem muito conhecimento, Uchiha Rody.
— Acho que sim. Meu amigo consegue fazer a mesma coisa. Acho que vocês... devem ser parentes.
— Qual o nome dele?
— Owio.
— Hm... ele usa a Kekkei Genkai do clã?
— Eu nunca soube, só sei que ele consegue absorver o chackra. Em breve você vai o conhecer.
— Como assim, em breve?
— Eu te escolho. Afinal, eu tenho que fechar logo isso daqui. Apenas 100 vão poder vir conosco. E... você é a minha última selecionada. — sorri para ela.
Boruto:
Estava no hospital ao lado de Daiki. Eu esperava ansiosamente que ela acordasse.
Não consegui ir ao velório de Kakashi-sensei, seria muita emoção para mim.
Aliás, eu já passei por momentos iguais, lágrimas não iriam descrever a perda de alguém como Kakashi-sensei.
— Boruto? — Sarada me chamava, me virei e olhei para ela.
— Ah? Oi, Sarada!
— Eu preciso falar com você.
— Beleza. — me levantei e fui para o corredor do hospital — Então, diga...
— Eu quero te perguntar sobre o Rody. Zawari e Chyome ficam me enchendo de perguntas que... nem eu sei responder.
— Eu sabia que esse dia ia chegar, só não imaginava que você me perguntaria tanto dele.
— Você conviveu por tanto tempo com ele, três anos, eu acho. Como ele está? O rosto, o jeito?
— Ele continua... o mesmo. Embora... ele tenha estado mais alegre desde que eu parti. Eu nem sei como eles estão agora, Rody e Yoshio devem bolar planos todas as horas, atacar mais jovens e mais jovens. Apenas saiba... que seu irmão ainda valoriza os amigos, e a família. Ele deve amar você.
— Ele sabe sobre o Chyome e Zawari?
— Não. Acho que saberá em breve, ele deve enviar espiões até Konoha, um deles deve noticiar sobre Chyome e Zawari.
— Acha que ele poderia...
— Não! Jamais! O Rody não é tão repulsivo, afinal, ele também queria a sua proteção! E eu não deixaria ele tocar nos seus três irmãos! — Sarada sorriu.
— Eu tenho que ir, minha mãe esteve pedindo minha ajuda em casa nesses últimas dias. Até mais, Boruto! — ela sorriu e deu um beijo na minha bochecha.
— Até... — eu fiquei sem reação apenas vi ela indo embora. Adentrei e vi que Daiki estava acordada.
— Boruto? É você?!
— Sim. Relaxe, apenas.
— O que faz aqui? Em... Konoha?!
— Eu... voltei para o lugar que sempre deveria estar!
— Mas... é o Yoshio e o Rody?! Você os traiu?
— Não! Eles são meus amigos, apenas acho que...
— Eles atacaram Sunagakure? Eu estive pensando nisto.
— Eu sinto muito pelo seu pai.
— Todos sentem, mas a dor... ninguém consegue entender.
— Eu... entendo.
— Agora que você voltou para Konoha foi para que? Se redimir ou apenas bolar um novo plano com seus subordinados?
— Eu voltei por você. Enquanto não voltasse para me tornar um verdadeiro shinobi, eu não teria seu amor.
— Você voltou por... mim?
— Sim. Sempre foi por você.
Yoshio:
Eu e Rody estávamos voltando para o esconderijo da Akatsuki. Meus espiões já sabiam aonde era, então eu dei a ordem para que ele os levasse até lá.
Rody se despedia de uma garota loira, sei lá quem era aquela.
— Aonde vamos agora? — ele me perguntou.
— Até a Vila da Nuvem. — seguirem em seu ombro e nos teletransportei até lá.
— Ei. O que viemos fazer aqui?
— Para sermos reconhecidos e sermos poderosos, precismaos das bijus.
— Aqueles bichos feios?
— É. Esse mesmo.
— O Nanadaime Hokage tem um desses, certo?
— Sim. A Kyubi.
— Hmm. E por que viemos até a Vila da Nuvem?
— Você é mais desinformado do que eu pensei! O Killer B, conhece?
— Sim! Um dia eu e o Kakashi estávamos voltando do treino, ai esse maluco tava lá, junto com o falecido Kazekage e a... Daiki Amadori. — Rody sempre se embolava em falar o nome dela. Precisava lidar com aquele "trauma" dele.
— Sim. Esse mesmo, um fortão.
— Ele se acha rapper.
— Hehehe! Isso é verdade!
— E o que estamos fazendo aqui parados?
— Esperando, esperando, esperando... e... ali! — apontei no momento em que Killer B apareceu.
— Ata. Agora que eu vi.
— Quer que isso seja rápido?
— O mais possível, ultimamente pegamos oponentes fracos, nenhum deles se compara ao nosso Rinnegan.
— Ok. Mas só porque você pediu. — saltei em direção a ele. Killer B estava sozinho ali, naquele local.
— Ei?! Quem é você? — ele perguntou montando sua guarda.
— Acalme-se... meu rosto você não deve reconhecer.
— Do que está falando?!
— Apenas, siga meu... nome. Yoshio Kurama. Eu estava pensando em me apelidar de... " O príncipe do Genjutsu ".
— Príncipe? Você? — ele começou a rir alto.
— Meu parceiro está me esperando. Tenho que ser breve.
— Afinal de contas, o que diabos você quer?
— Sua biju.
— Ah não. Essa história de novo não!
— Eu prometo, serei breve.
— Embora, você seja um dos nukenins mais cotados, eu iria quebrar esse tabu! Hoje!
— Eu vou te provar o porquê de eu ser tão cotado. — fechei meus olhos e ativei o Kekkei Genkai do meu clã.
Olhei no fundo dos olhos de Killer B e o coloquei em um dos melhores genjutsus de meu clã.
— Dai Moku! — assim, uma grande floresta de árvores foi criada ali. Uma enorme quantia mesmo. Killer B, caiu corretamente meu plano. Se escondeu em uma das árvores perdendo o foco em mim.
Enquanto ele pensava estar salvo, fiz com que as raízes grossas o aprisionaram ali. Eu sai de uma árvore com uma kunai apontada para seu rosto.
— Fim de jogo, Killer B. — disse dentro do Genjutsu.
— Espetacular! — Rody desceu daquele penhasco já falando — Ele parece uma estatua.
— Temos que levar ele logo daqui!
— E quem seria o portador da biju dele?
— Um dos meus espiões, ele não é tão importante.
— Hm. Agora cala essa boca enquanto eu faço meu serviço.
— Quanta audácia! — Rody se aproximou e botou Killer B em seu ombro.
— Ele é pesado!
— Nos tire logo daqui, combater o resto dos guardas levaria horas...
— Seu genjutsu não é tão poderoso? — Rody provocou.
— Você quer apanhar de novo?! Eu te cubro na porrada, Rody!!
— Cala essa boca! — ele tocou no meu ombro e nos teletransportou para o seu dormitório.
— Isso é muito mal arrumado.
— Tanto faz. Agora me fala, por quanto tempo ele vai ficar assim?
— Mais 1 hora e pouco.
— E quanto tempo demora para selar a biju em alguém?
— Acho que... 5 minutos, dependendo do meu cansaço. — brinquei — Eu vou lá chamar meu espião, fique aqui e cuide dele.
Rody balançou a cabeça e eu fui rapidamente chamar meu espião, queria acabar logo com isso e matar aquele maldito Killer B.
— Venha, precisamos de você. — disse para meu espião. Ele estava no refeitório.
Eu e ele fomos até o dormitório do Rody e pegamos Killer B.
Nos dirigimos a uma caverna que ficava um pouco longe do esconderijo da Akatsuki.
Assim que chegamos, deitei Killer B em uma pedra e preparava para retirar a sua biju.
— Você é de minha confiança e um dos meus melhores espiões, sua lealdade será testada.
— Yoshio-sama eu servirei de qualquer jeito a você!
— Que bom. Rody, segure ele, eu vou transferir o selo de Killer B para ele.
— Belezinha. — ele veio para trás e abriu a camiseta do rapaz.
— Preparados?
— Anda logo, fracassado!
— Cala essa boca, Uchiha!
Concentrei uma enorme quantia de chackra nos meus cinco dedos e toquei no selo de Killer B, desfrutando das minhas novas habilidades quando estudei com Aetsu sobre selos.
Direcionei aquele selo para meu espião.
O selo foi perfeitamente colocado ali, claro que, como eu esperava meu espião soltou um grito imenso, não aguentou a dor que era suportar de primeira uma biju.
— Vamos Rody, pode soltar ele. — ele balançou a cabeça positivamente e saímos daquela caverna junto com Killer B. Trancamos ela com uma imensa rocha.
— Eu tenho que...
— Não faça besteira, Rody...
Ele fez um sinal com os dedos e expeliu uma quantia de fogo em volta da rocha, como se fosse uma fechadura fortificada ali, caso a biju acordasse, teria uma certa dificuldade em sair.
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