Komattute masu.

1 Capítulo 1:Viagens só de ida...


Notas iniciais
Oiee, bem vindos a minha 10ª tentativa de postagem o/ ♥.Eu espero que vocês realmente gostem da fic.Algumas pessoas já podem ter visualizado esse primeiro capítulo e tals..., mas ocorreu um "imprevisto " a pessoa que vos escreve tem um caso raro de lerdite aguda, portanto sem querer ela excluiu a história. Foi muito mal pessoas.Boa leitura! ♥

Masumi Yamamoto P.O.V

Meu mundo era perfeito nada de guerras, nem mesmo ter que fazer tarefas domésticas como: lavar louça, limpar a casa em geral ajudar a mãe .Fontes de refrigerante , garotos perfeitos e menos nojentos, e eu podia fazer oque eu quisesse. Era tudo tão perfeito... , digo “era” porque simplesmente tive o grande “prazer” de acordar. Eu esfregava tanto os olhos por causa da luz forte que ultrapassavam as cortinas, que quase os ranqueei fora, eu me virei fitando o relógio que marcava o horário de: 07h15min AM e era simplesmente meu primeiro dia de aula, o grandioso primeiro dia, que para alguns poderia ser ótimo, mas para uma garota nova na cidade e no colégio... , não se pode dizer que é um dos melhores dias do ano.

Eu levantei da cama com uma pequena impressão da cama estar me chamando de volta parar dormir, sacudi a cabeça e dei um grande bocejo, que me deu um alerta de que realmente eu tinha acordado, logo depois de ter colocado os dois pés ao chão como sempre, bati meu dedinho do pé em minha mesa onde estava meu computador, o impacto realmente foi grande , e de repente minha garrafinha de água decide dar um abraço no meu pé já machucado, e ela deu realmente um grande abraço, daqueles de tia, e antes mesmo de eu gritar, levei as duas mãos a boa, a tapando.

– E apenas soltei um pequeno ruído estranho- Grhh’.

Andejei até meu guarda-roupa mancando um pouco e levei as mãos em ríste (direção) as fechadura do guarda roupa as puxando, simplesmente vi uma montanha de roupas desmoronando em cima de min me soterrando, eu cai de costas viradas ao chão, que realmente fez um grande estrondo, que como sempre chamou a atenção de minha mãe que estava na cozinha.

– Masumi Yamamoto, o que esta acontecendo ai? – Ela gritou com um tom de fúria em sua voz, me deixando apavorada.

– N-Nada mamãe, apenas d-derrubei minha mochila... — disse gaguejando como se estivesse passando de bicicleta em uma rua esburacada tentando falar ao mesmo tempo.

Após minha resposta, não ouvir minha mãe resmungando nada, eu relaxei debaixo daquela pilha de roupas, e ainda estava tentando descobrir como minha mãe conseguiu me ouvir de debaixo daquela pilha. Eu até mesmo poderia ficar ali de baixo , até porque minha mãe nunca desconfiara que eu estaria ali..., mais melhor não , até porque mãe é mãe. Mais o pior é que deixo de toda aquela roupa estava meu uniforme, e se eu não andasse rápido iria me atrasar para o primeiro dia de aula, oque não era uma boca ideia tendo a mãe que eu tenho.

‘XXX’

Eu de repente criei forças para conseguir sair dali de baixo depois de achar meu uniforme, e acho que depois de sobreviver a montanha de roupas, estaria preparada para uma Avalanche de verdade, ou não... , então abracei quase todas as roupas e as levantei as colocando de volta dentro do guarda- roupa, essa foi a parte fácil, o difícil foi fechar a porta do mesmo. E que as olimpíadas começassem.

Logo após muito esforço e um banho de suor consegui fechar a porta do guarda roupa com a ajuda de um cinto horrível que minha mãe terá me dado, posicionei minhas mãos sobre meus joelhos procurando conseguir tomar folego, e antes que eu pudesse me levantar de repente algo atingiu minha cabeça, me levando quase a nocaute após cair para trás e bater a cabeça na gaveta do guarda-roupa, fazendo a porta de cima se abrir, fazendo todas as roupas caírem em cima de min.

A dor era tão pouca comparada a raiva que eu estava sentindo, e a única pessoa capaz de fazer aquilo seria uma peste que por acaso foi parar em minha família porque acho que a cegonha não foi com a cara dele então o derrubou no telhado da minha casa como coco de pombo. Eu o ouvi gargalhar por um instante e levantei furiosa tirando todas as roupas de cima de min , revirando os olhos para meu irmão casula Yudi Yamamoto, o pior pestinha da face da terra, eu apenas estava esperando seu olhar de misericórdia para que eu não o matasse com um livro de cabeceira, mais para minha alegria e tristeza, ele levou as mãos a boca mostrando a língua como se fosse um desafio.

Eu bati o pé direito freneticamente como minha antiga amiga da outra cidade fazia quando estava nervosa, e apenas vasculhei ao redor revirando os olhos, até que fitei um troféu que avia comprado em um bazar antigo, após já ter descoberto a arma do crime , olhei novamente pra meu irmão , que por acaso percebeu meu olhar maléfico , e acabou deixando uma pequena gota de suor escorrer por seu rosto. Foi tão rápido quando me vi, já estava com o troféu na mão de pijama correndo pela sala atrás dele. Cheguei ao ponto tacar o troféu, eu via em câmera lenta ele indo em direção a Yudi, que por sua vez desviou de tal objeto, esbarrando no vaso favorito da mamãe, eu só ouvi o grande estrondo do vaso caindo e se despedaçando no chão. Eu dava lentos passos para trás tentando sair da sala, até que esbarrei em algo, e então virei para trás. Eu congelei ao ver o olhar frio e raivoso de minha mãe, eu olhei para trás e vi Yudi petrificado, Inértil de tanto medo, eu voltei a fitar o olhar de minha mãe, ela moveu seu rosto para baixo me encarrando , ela encaminhou sua mãos para baixo, eu senti algo escapar de minha mão canhota, ela levantou o troféu para o alto, e começou a contagem regressiva, para eu e Yudi contarmos oque avia acontecido , mais eu simplesmente não conseguia me concentrar com a grande pressão que minha mãe fazia, nós corríamos o risco de viajar para a lua sem mesmo nos despedirmos do papai, que por acaso não voltava logo de onde é que ele teria ido. Mamãe já havia chegado ao número seis, e começou a contar mais alto.

– CINCO, QUATRO, TRES, DOIS... – Ela dizia quase gritando de raiva cerando os punhos.

Naquele momento eu estava tendo um Flashback de toda minha vida, até que fui tirada de meu momento de despedida da vida, por minha mãe olhando para minha com o troféu levantado.

– Esse troféu é seu, não Masumi? – Ela perguntou tentando não elevar tanto o tom de voz , esperando minha resposta.

– É-E s... – fui interrompida por minha mãe dizendo.

–PARE DE GAGUEJAR, E DIGA LOGO!!- Ela disse rangendo os dentes de raiva.

– Sim, é meu! – Nunca teria me arrependido tanto de algo que tenha dito a minha mãe, certamente eu iria visitar a lua naquele mesmo instante.

Yudi Yamamoto P.O. V

Eu tinha acordado como em todos os dias, já tinha planejando algo para chatear aquela chata da Masumi.

Eu levantei correndo em direção a meu arsenal de coisas para tacar na Masumi, que pro acaso eu tinha colado uma foto que avia tirado no dia que ela acordou com uma espinha gigante na outra casa. Eu estava procurando minha meia recheada de bolinha de gude, mais achei que ela poderia morrer com aquilo , e não seria nada legal , até porque , quem eu iria chatear se ela morresse? , eu não seria nem doido de chatear a mamãe ou o papai. Levei minha mãe destra adentrando a meia, retirando de lá todas as bolinhas, e coloquei no lugar uma bola de tênis antiga da Masumi. Eu sai correndo pelo corredor, e ao em aproximar do Quarto da Masumi , andei um pouco mais silencioso e me aproximei de uma brecha que avia na porta. Eu há vi com as mãos sobre o joelho descansando, só não sei como ela poderia estar cansada logo de manha, até porque ela nunca fazia nada. Eu abri a porta sorrateiramente e mirei bem em sua cabeça, então em preparei tacando a bola no ponto certo, eu era muito bom de mira, sempre treinava pelas manhãs tacando algo na Masumi. Ela caiu e bateu a cabeça, e de repente eu vi uma pilha de roupas caindo sobre ela.

Não consegui segurar o riso, e soltei uma gargalhada tão estranha, que me fez rir mais ainda. De repente a vi revirar os olhos e me fitar, eu levei as mãos até a boca e mostrei a língua a ela, que começou a bater o pé freneticamente, que revirou os olhos, olhando para todos os cantos, onde fitou um antigo troféu, que ela dizia ter ganhado em uma competição.

Começamos a correr pelos corredores, e ela estava com sangue nos olhos e com o troféu em mãos.

Narrador P.OV.

Os dois realmente não tem solução, elas brigam até de mais, mas no fundo bem no fundo do fundo, eles gostam muito um do outro, só não Admitiam. A briga dos dois realmente parecia uma daqueles filmes de Ação, onde só um poderia restar vivo.

Os dois realmente haviam perdido a cabeça brigando daquele jeito na SALA! , até que Masumi pirou absurdamente ao tacar seu troféu em seu irmão casula, que desviou esbarrando em um vaso, que para sua alegria era o favorito de sua mãe. Tudo aconteceu muito de repente, o vaso caiu , e a mãe dos dois ‘ Mizuki ’ foi tele transportada para de trás de Masumi , na mesma hora que ela estava tentando fugir do local do “crime”.

A mãe dos dois estava a ponto de explodir com o tal desastre catastrófico que avia ocorrido com seu vaso favorito, e já estava pronta para estrangular, ou apenas coloca-lo (a) de castigo, o culpado por todo aquele acidente que era para ela na verdade um ‘Incidente’.

XXX

Depois de muita gritaria com a mãe contando os segundos para alguém assumir a culpa, ela decide perguntar diretamente para Masumi.

– Esse troféu é seu, não Masumi?

A garota gaguejou tanto coitada, só falta a língua fugir de tanta pressão, mais com muita dificuldade a garota assume que o troféu era seu, oque não era mentira.

Até que todos despertam desse clima tão tenso por alguns instantes, ao ouvirem alguém revirando a maçaneta da porta da frente da casa.

Notas finais
E aii gostaram ?comentá ai que vai me deixar muito feliz! ♥♥♥mas se não quiser não é obrigado...