Komattute masu.
2 Capítulo 02: Salvos pelo Gongo!
Notas iniciais
Yumi Yamamoto P.O.V
Eu havia acordado absurdamente cansada, já avia logo quando acordei ido correndo para a lavanderia passar a roupa dos três. Passado toda a roupa eu então logo ainda de pijama, desci as escadas e fui preparar o café da manhã para meus três amores. Eu empurrei o cansaço para dentro da frigideira junto com os ovos mexidos que eu ainda estava preparando. Eu realmente estava bem ansiosa para que todos nós ficássemos reunidos em volta da mesa para que eu pudesse contar a grande novidade que havia esperado três longos meses.
Quando estava preparando o café, quase me queimei ao ouvir um grande estrondo vindo do quarto de Masumi, e só saberia aquilo pelo fato de ser muito desastrada. Eu chequei se ela estava viva da cozinha mesmo, perguntando se ela estava bem, ela respondeu gaguejando um pouco, mais eu não liguei pelo fato de meu ovo mexido estar queimando no fogão. Eu o desgrudei rápido, e ele estava só um pouco torado.
XXX
Enquanto estava a preparar o café da manhã percebi o grande silencio que estava predominando a casa, até que ouvi fortes batidas no chão, então não me preocupei tanto assim. Comecei a ouvir passos desesperados pelos corredores, Será Yudi com a escova de cabelo de Masumi novamente? , eu apenas continuei ao que estaria fazendo antes de mais perguntas invadirem minha mente, até que ao ouvir um grande estralo e o barulho de um vaso caindo, fui as pressas até a sala, e me deparei com meu vaso caído despedaçado no chão. Eu estava tão nervosa, que já estava pensando na viajem que Masumi queria para Disney, até porque do meu jeito seria mais rápido.
Masumi Yamamoto P.O.V
Eu me virei ficando inértil , e fitei a fechadura que estava girando , ouvi minha mãe soltar o troféu que caiu ao chão rolando em direção a porta. O troféu saiu rolando , eu revirei os olhos e me deparei com a cara de boboca de Yudi tremendo de medo. Finalmente a pessoa do outro lado conseguiu abrir a porta e a única coisa que Yudi consegui disser era, ‘ Estou com Medo’ , como se não desse para notar.
A porta de abrir e entrou alguém com uma camisa brega havaiana, de chinelos, e com o rosto tampado por sacolas.
Não deu tempo nem mesmo d’eu respirar, vi tudo em câmera lenta novamente. O moço desconhecido pisou em meu troféu barato e acabou escorregando e as compras foram para as alturas, e como eu já pude imaginar depois disso, caiu feito uma pedra no chão.
Só depois de todas as compras voarem e eu ter parado de rir, consegui perceber que o bobão caído no chão era meu Pai!.
Eu fui correndo o acudir, ele murmurava por causa das dores que estavam por todo lado, mais principalmente na parte de trás, lá no estofado.
Eu segurei em seu braço, e revirei os olhos para trás e chamei o Yudi para me ajudar a levanta-lo. Nós dois o levamos com muita dificuldade mesmo ele para o sofá, enquanto isso a mamãe foi buscar gelo na cozinha.
Hiroto Yamamoto P.O.V
Depois daquele tombo gigantesco, sentia que logo teria que amputar a parte de trás que já não sentia de tanta dor, as criança tentavam me ajudar, e ficavam perguntando se eu estava bem, era quase impossível responder algo sem sentir uma dor imensa.
Minha querida esposa foi se aproximando de min com um saco de gelo e digamos que ela colocou gelo no estofado arrebentado.
– Aaaah – Eu gritei de dor, e ao mesmo tempo aliviado.
Logo após ela ter colocado o saco de gelo no local que era preciso, eu olhei para o relógio e vi que já eram 09h45min AM, Revirei os olhos para Masumi que era a única que teria aula naquele dia e a perguntei.
–V-Você não vai a aula hoje?
–Vou sim, mais a aula começa apenas 09h50min papai não se preocupe- disse ela sorrindo ingenuamente.
–Querida já são 09h45min!! – Eu a disse vendo-a em desespero, e sumindo em um piscar de olhos.
Masumi Yamamoto P.O.V
Eu desapareci pelos corredores da casa e fui correndo até a lavanderia onde puxei minha blusa de camurça favorita, levando todas as outras roupas para o alto. Eu sai da Lavanderia esbarrando nas paredes como uma bolinha de pebolim, coloquei minhas mãos a minha frente e abri com toda a força minha porta do quarto, Abri o guarda roupa e para minha sorte as roupas não caíram e meu uniforme estava bem no topo meio amarrotado apenas.
Eu me ergui na ponta dos pés e estiquei minhas mãos a caminho de alcançar o uniforme, e assim que consegui o peguei e joguei em cima da cama. Deixei o guarda-roupa aberto, tirei minha camisola e a joguei para trás, Coloquei minha camisa branca correndo , e abotoei uns quatro botões fora do lugar, coloquei minha saia correndo também , e por fim coloquei o casaco com o brandão do colégio, mais sentia que ainda faltava algo, procurei desesperada por esse algo que eu não sabia oque era por toda a parte , até que olhei para o chão, e eu estava descalço. Ajoelhei-me no chão e puxei tudo que estava de debaixo da cama, além d’eu ter encontrado meus sapatos achei uma pedaço de pizza da noite passada!, Realmente eu teria que fazer uma limpeza básica em meu quarto. Eu calcei o primeiro par de tênis, e fui saindo do quarto tentando calçar o segundo! , chegando na metade do corredor eu consegui , e quase voei de tanto correr, passei por minha mãe pegando o lanche, e quarto passei pro Yudi parei por um segundo, e lhe dei um imenso empurrão.
Passei pela porta correndo e gritei tchau, estava correndo tanto e para minha sorte a calçada era cheia de buracos e a cada 20mt eu tropeçava em alguns deles, Minha casa era bem próxima ao centro da cidade, eu revirei os olhos e fitei o relógio da praça, já eram 10h1min! , eu corri mais do que nunca e quase não consegui abrir os olhos por causa do vento forte.
XXX
Eu já conseguia até mesmo ver a fachada do colégio, e alguns metros antes de chegar na porta eu tentei em arrumar , tirei as folhas e galhos do meu cabelo e prossegui olhando para minha roupa.
E como eu era uma pessoa de muita sorte, de repente um bêbado em uma bicicleta descontrolada me atropelou, e eu fiquei histeria obvio até porque minha blusa ficou parecendo uma pista de formula1 com tantas marcas de pneu.
Eu me levantei e tentei limpar meu uniforme, e o garoto me perguntou como se eu apenas tivesse levado em tombo pequeno.
– Ei! , você esta bem garota? – ele me perguntou limpando a bicicleta.
A claro estou ótima tirando a parte que parece que fui atingida por uma nave alienígena, estou realmente ótima!. É claro que eu não disse aquilo, eu soltei um..- A estou sim , obrigada por perguntar.
– Você não olha por onde anda não, tome mais cuidado!- ele disse me fitando, com a voz um pouco alterada.
Eu o encarei sua grandes e brilhantes Orbes azuis acinzentadas por alguns instantes e cerei os punhos a ponto de massacrá-lo, mas eu já estava atrasada demais para a aula, então apenas corri em direção a porta e fui já preparada para a empurrar com tudo, mas novamente eu tenho tanta sorte, ela estava trancada eu bati com tudo o rosto no vidro da porta, onde acabei caindo estirada nas escadas.
O garoto cavalheiro da bicicleta não aguentou, e deu gargalhadas, que apenas me fizeram ficar mais constrangida, não bastava apenas olhar, ou me ajudar?!, Ele tinha que dar risada daquela situação critica? Pelo menos foi critica para minha coluna!
Eu me virei e segurei no corrimão da escadaria, logo em seguida me levantei limpando meu uniforme.
O garoto ainda estava rindo de min, não sei por que ele também estaria trancado do lado de fora , e foi isso que eu o disse.
–Ei garoto! Não sei do que está rindo, também está preso aqui do lado de fora.- Eu disse dando um sorrisinho de canto esperando uma reação de desespero do garoto.
– Querida, eu sou do conselho estudantil, portanto tenho a chave reserva da escola como garantia! – Ele me disse com um ar de superioridade quase encostando o nariz no sol de tão empinado.
– Hey! Não sou uma de suas “amiguinhas” para me chamar de querida! – respondi gesticulando as aspas.
Ele se encaminhou até perto da porta, Levou sua mão destra até o bolso de seu casaco retirando dali uma chave prateada, ao abrir a porta, ele revirou os olhos para minha direção me fazendo ficar sem graça, onde me perguntou ‘sutilmente’.
–Eu deixo você entrar, mais ficara me devendo uma! – ele disse dando um leve sorriso de canto.
Eu recolhi minha bolsa e passei pelo garoto que eu ainda não sabia o nome correndo sem mesmo dizer obrigada, ainda no corredor eu fiquei desesperada procurando a ‘Classe B do 1º ano ensino Médio’.
Ainda no corredor avistei um homem que parecia ser o zelador da escola, eu andejei em sua direção , e vi que ele estava ouvindo musica então o cutuquei no ombro.
– Senhor, onde é a Classe B do 1º ano ?... – disse sorrindo querendo parecer simpática.
O senhor retirou os fones de ouvido, e me fitou com suas enormes e enrugadas Orbes verdes.
– Ai que saco esses alunos em... – O senhor murmurou, e logo em seguida respondeu minha pergunta. — Fica a 2ª direita virando o corredor.
Ele logo em seguindo colocou em seus ouvidos seu fones novamente, e eu prossegui correndo com sempre até chegar na sala.
Eu esta próxima só falta virar o corredor, até que esbarrei em uma garota com longos cabelos ruivos brilhantes, e Orbes Azuis, Ela me fitou por alguns segundos meio tímida, então se levantou e ao virar o corredor desapareceu.
Fale com o autor