Koiwazurai
8 Capítulo VII
Notas iniciais
Tudoo certinho?
Bem, dessa vez eu acho que não demorei a postar, pelo menos não muito. E continuo fazendo das tripas ao coração para quê esse intervalo diminua.
Agora queria AGRADECER a TODOS os reviews LINDOS dos MEUS leitores LINDOS! O que seria dessa fic sem vocês?
Mas uma vez obrigada pelas palavras de admiração, ideias e opniões. Nenhum passa despercebido meus amores, nenhum!
Mas eu ainda continuo esperando minha segunda recomendação! Anciosa demais para saber como ela será!
Enfim, bom capítulo para vocês, particularmente, eu achei esse cap bem forte e necessário!
Boa leituuura!
Apreciei o carinho dele, tentando gravar seu leve toque em meu coração e em minha alma, antes de dizer tudo que eu precisava. Afastei-me logo após e o encarei seriamente.
- Você só pode estar louco. Só pode ser isso! Você faz tudo que fez. Acusa-me de algo que eu não fiz e vem-me dizer que sente muito?Isso é tudo sua culpa Sasuke, tudo que estou passando e por sua causa! Espero que esteja orgulhoso de si mesmo, pois de mim você só ganha decepção!
Dei as costas para ele, peguei minha mochila e saí andando, mas antes mesmo de eu começar a me afastar, eu já sabia que ele não ia me deixar sair assim. Estava certa, ele enlaçou minha cintura e me virou para ele. Seus olhos estavam frios novamente, mas bem no fundo, eu percebia mais um sentimento, que sumia antes de eu identifica-lo.
- Você não vai para casa.
- Eu vou para onde eu quiser! Que droga! Você não manda em mim!
- É aí que você se engana! Você é minha Sakura! Entende logo essa porra!
Ele me arrastou até o carro dele, enquanto eu estava segurando minhas lágrimas e xingando minha vida mentalmente. Eu precisava dos meus calmantes.
...............
- Está com fome? — Sasuke perguntou da cozinha.
- Não.
- Devia estar! Você não almoçou.
- Eu quero ir para casa.
- Isso não vai acontecer Sakura, pelo menos não agora.
- Acho que estou começando a odiar você.
Ele veio até mim, com uma raiva que eu não esperava, me prensou contra a parede e segurou meu queixo com força.
- Acho melhor você calar a boca.
O empurrei com toda a minha força e raiva.
- Ou o quê? Vai me bater? Vai me dar de presente um hematoma?Igual a meu pai? COVARDES! – cuspi nele e corri.
Mas com uma merda de escapatória na cabeça, pois eu não tinha para onde ir e consequentemente ele me pegou, me jogou por cima de seus ombros e foi em direção ao seu quarto.
Fui jogada em cima da cama com violência.
- Queria muito, muito mesmo te esganar agora. – ele falava enquanto tirava as roupas – Mas resolvi que seria mais prazeroso para nós dois se eu te fodesse.
- Eu não quero. – encolhi-me.
- Tire as roupas Sakura ou eu vou tirar.
Continuei imóvel, me sentindo pequena naquela cama imensa.
- Vou contar até três. Um... Dois... Três. Acabou.
- Espere! – me dando por vencida- Vou tirar.
Sem nenhum tipo de dignidade e me atrevo a dizer, sem vergonha, despi-me.
- Ótimo. – ele sorriu e deitou por cima de mim.
O contado de nossos corpos nus eletrizou minha pele completamente. Ele acariciava a lateral do meu corpo e lambia lentamente meu lábio inferior e só com isso eu já estava gemendo para ele. Repugnante da minha parte, certo?
- Adoro seus seios. – ele comentou.
Perdi a noção entre as lambidas, sugadas e apertos que ele deu em meios seios.
- Toque em mim.
Inevitavelmente levei minhas mãos até seu abdômen definido e massageei sexualmente. Demoramos em carícias até que ele me botou inversamente em cima de se próprio, de modo que sua boca ficava em meu sexo e seu sexo ficava em minha boca.
- Chupe Sakura. – abocanhei seu sexo lentamente, passando apenas a língua primeiramente e depois sugando tudo, de ponta a ponta, ás vezes parando para gemer, pois ele fazia a mesma coisa comigo.
Antes de atingir o orgasmo ele me virou e me penetrou fortemente. Gememos juntos com o ato.
- Sasuke vai mais forte, mais forte.
A cabeceira da cama batia na parede, os movimentos eram frenéticos, o suor escorria pelos nossos corpos, tudo muito carnal e luxurioso.
- Vai amor, vai! – eu não sabia mais o que dizia, só queria mais e mais, mais forte, mas rápido, mais fundo, mais!
Ele inverteu as posições de novo, fiquei sentado em seu colo, eu comandava agora. Levantei e sentei lentamente e depois mais rápido e mais rápido e mais rápido. Ele abocanhou um de meus seios que quicavam em seu rosto. Meu ápice estava perto, já podia senti-lo e Sasuke também.
- Goza para mim gostosa.
O orgasmo me atingiu forte e Sasuke veio logo atrás. Caí por cima dele, fraca e tremendo e antes de dormir, senti ou apenas imaginei uma leve carícia em meus cabelos.
................
O quarto estava totalmente escuro quando eu acordei. Eu estava com frio, apesar de estar coberta com um edredom, faltava algo para me aquecer completamente e eu sabia o que era. Só não queria admitir.
Levantei cambaleante, me enrolei na coberta e saí do quarto, antes eu ficasse onde estava.
Encontrei Sasuke na sala, sentado no sofá e Karin em seu colo fazendo carícias ousadas.
O barulho que a porta fez atraiu a atenção deles.
- Des- des- desculpe in-interromp-per.
- Tudo bem. Karin já estava indo embora.
- Estava? — ela me olhava maleficamente. Parecia satisfeita com minha visíve derrota.
-Ah, por favor, não se incomodem comigo, deve ser sua vez na cama, certo Karin? Eu já estava de saída mesmo, só preciso me vestir.
- Você não está indo embora não.
- Estou sim Sasuke!
Voltei para o quarto rapidamente e catei minhas roupas que estavam ao pé da cama e me vesti, peguei minha bolsa e pronta para sair, Sasuke aparece.
- Karin já foi.
- Isso não me interessa. Estou indo também.
- Tecnicamente era ela que devia estar com ciúmes.
- Não estou com ciúmes de você!
- Deve acontecer uma fusão entre a empresa do meu pai e do dela e isso vai acontecer pelo casamente. Ela é quase minha noiva.
Sabe a sensação de quê arrancaram o chão dos seus pés, cruelmente?
Eu estava caindo, me afogando, desesperada e não tinha ninguém para me puxar. Minha garganta estava fechada. Meus olhos secos. Minha pele formigava. A dor era tão grande que parecia física.
- Deixe-me ir embora – sussurrei em um fio de voz.
- Você está com fome?
- Deixe-me ir, por favor.
- Vou pedir algo para a gente comer, por que não toma um banho?
Ele saiu do quarto e bateu a porta, perdi a noção do tempo que eu fiquei ali. Fui para o banheiro, tranquei-me lá, larguei minha bolsa no chão e mecanicamente tirei a roupa, liguei a ducha e entrei embaixo da água extremamente gelada e fiquei parada até meus dedos enrugarem e minha boca tremer de frio, desliguei o chuveiro e me enrolei na toalha felpuda que estava pendurada.
Joguei-me no chão e fiquei olhando para o nada por muito tempo, depois vasculhei minha bolsa, procurando meus remédios e quando os achei, encarei o potinho como se fosse minha salvação.
Engoli á seco a maior dose que já havia tomado. Relaxei meus músculos e as lágrimas desceram involuntariamente, depois a anestesia provocada pelo calmante foi se alastrando pelo meu corpo lentamente.
Encostei a cabeça do azulejo, me sentindo mais leve. Tudo estava escurecendo e escurecendo e escurecendo e por fim não sobrou mais nada, havia acabado toda a minha dor, eu estava sonhando, estava com Sasuke, à gente se amava mutuamente. Eu estava feliz.
Notas finais
Beijooooos, até o próximo!
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