Notas iniciais
Espero que gostem essa é a primeira história que eu estou postando aqui.
Eu não conseguia ver direito mas havia uma homem no fundo da sala, sentado em uma Grande poltrona de coro por trás de uma escrivaninha com os dedos entrelaçados e testa repousando sobre os dedos, como se estivesse tentando se acalmar. Eu dei três Passos a frente para conseguir ver o rosto do homem ele virou a cadeira deixando ela ficar de lado para escrivaninha, por trás dele havia uma janela enorme que se estendia do chão ao teto que permitia ver a luzes da cidade que dali pareciam feixes de luzes, a luz da lua que entrava pela janela me permitiu ver o rosto do homem; ele tinha por volta de 28 anos, cabelos escuros, uma barba bem aparada, seus olhos eram estreitos e seus lábios finos. Eu me perdi vendo os detalhes do rosto do homem, mas, naquele instante o homem se mexeu e virou apenas a cabeça e olhou pra mim, fixou seus olhos em mim, aqueles olhos que agora eu podia ver a cor; verdes, Verde esmeralda e sua boca agora se torcia em um pequeno sorriso de malícia e pela primeira vez uma palavra saiu de sua boca; com uma voz áspera e forte. --jannye- então percebi que ele não estava olhando pra mim, mas sim para alguém atrás de mim como se seu olhar estivesse me ultrapassando, como se nem sequer eu estivesse lá; então eu me virei e olhei para trás mas a única coisa que eu consegui vê foi o teto do meu quarto. Me sentei na cama com a respiração ofegante e enrolei os braços ao redor da minha perna, eu não conseguia acreditar era a quinta vez que eu sonhava com aquele homem mas dessa vez eu consegui vê seu rosto e escultura a sua voz, era como se eu o conhecesse; mas quem era jannye? eu não consegui ver seu rosto. -Merda- me joguei na cama frustrada e depois de alguns minutos adormeci e dessa vez um sono tranquilo.

Na manhã seguinte quando eu acordei minha mãe estava no balcão da cozinha e meu pai ao seu lado com um sorriso enorme no rosto ele falou alguma coisa e lhe deu um beijo; eles formam um casal lindo, combinavam perfeitamente Tatiana Belikov é uma mulher alta, de corpo magro com 40 anos não demonstrava ter seus 38, com olhos de um azul como o mar iguais ao do meu pai, olhos que eu infelizmente não herdei na verdade eu não parecia com nenhum dos dois, meu pai, Victor Belikov é um homem alto e forte com cabelos ruivos enquanto eu era pequena e diferente de minha mãe eu tinha o corpo cheio de curvas e olhos negros com cabelos longos e lisos com a mesma tonalidade dos meus olhos, o meu cabelo é a única coisa que me lebra minha mãe. Eu estava encostada na porta os observando, quando meu pai percebeu minha presença — aí está você minha pequena, achei que iria dormir o dia todo-ele me deu um sorriso divertido -Victor deixe Lissa em paz hoje é o dia dela. -minha mãe o repreendeu — Só estava brincando com minha garota- piscou pra mim e saiu -Lissa temos que conversar, eu preciso... — meu pai enterronpeu voltando com um bolo com 17 velinhas acesas -Parabéns Liss- eu adorava quando ele me chamava pelo meu apelido, só ele me chamava assim.

Começamos o bolo e logo estavamos no carro indo a um lugar misterioso minha mãe estava dirigindo, ela parece desconfortável não por dirigir mas por outro motivo que meu pai olhava pra ele e ela acenava como se tivessem uma ligação. Eu respirei fundo e minha curiosidade se transformou em preocupação fechei os olhos e quando os abri novamente eu vi alguém parado na Estrada minha mãe acelerou e passou por cima do homem q voou longe. -Merda mãe o que a você fez? você atropelou um homem? --ele não era um home Lissa --como não? pra mim, pra mim ele parecia um homem, pai fale alguma coisa --eu balencei meu pai que estava imóvel olhando pro vácuo --ele não vai te responder Lissa a mente dele não está aí --O que? como a mente dele não está aí? onde ela está? e se você não atropelou um home o que você atropelou? --eu estava ofegando , minha mãe estava dura segurava o volante como se fosse o arrancar, seus olhos fixos na estrada, Merda o que está acontecendo aqui? eu senti uma lágrima descer em meu rosto e como um sussurro eu perguntei--o que você atropelou? -- Um Demônio.

Notas finais
Espero que gostem estou aberta a elogios e críticas.