Notas iniciais
Espero que gostem.

Minha mãe dirigi como louca, eu nunca a havia visto dirigir dessa maneira, ela sempre fora Prudente e cautelosa, tinha perdido todas as aparências normais seu rosto estava desesperado, aflito e com um olhar destemido. ( Tatiana nós precisamos, chegar ao Instituto o mais rápido possível Karl me disse que Alex mandou todos os seus submissos para pegar a Liss)olho pro lado e vejo meu de volta a ativa passando todas as informações para minha mãe. ( Pai?!!! )ele olha pra mim com um olhar tranquilizador( Quem é Alex?!! o que está acontecendo aqui pai? )meus olhos lagrimejando (Liss agora não é a hora, tudo vai ficar bem querida)desvio meu olhar para Estrada a minha frente, o mesmo homem que fora atropelado á alguns minutos está na nossa frente, mas minha mãe dessa vez não segue adiante ao invés disso ela freia bruscamente e sai do carro (mãe o que está fazendo? ) ela não olha pra trás (querida Tatiana sabe o que está fazendo e eu também )ele abre a porta dele e em seguida a minha, me pega no braço e me joga por cima de seu ombro, andando no sentido contrário ao homem que agora já não parece um humano, pois de suas costas saiam longas asas prestas e em sua boca há dentes grandes afiados e os olhos que parecem queimar como o inferno, minha mãe estava a sua frente com uma espada de prata, lutando contra o monstro, ela lutava bravamente mas, em um momento distração ele a capturou com as mãos erguendo-a no ar golpeando-a na barriga com a ponta de sua calda, que atravessou suas costas (Nãaaaaaaaaoooooo, mãe, não, não?)ergo meu braço em uma tentativa inútil de alcança-lá(Pai pre... precisamos voltar, pai, a mamãe ) falo entre soluços, meu pai agora está correndo (Ela ganhou tempo pra nós Liss, nós vamos chegar ao Instituto querida, eu te prometo)(Pai ele está vindo)eu grito para que meu pai entenda a situação, ele olha para trás e vê o demônio que estava a metros de distância agora está a uma distância perigosa, ele nos alcança empurrando meu pai com uma força que o fez me soltar, eu bati com minha cabeça em uma árvore não consegui sentir meu corpo direito e minha visão está turva, mas ainda consigo vê meu pai lutando com o monstro ele o acertou com sua espada, de onde ele a tirou eu não sei, mas, lá estava ela cortando uma das asas do monstro no meio, o demônio gritou de dor um grito rouco, um grito assombrador, mas ele foi mais forte virou-se para o meu pai é lançou sua calda no coração, meu pai foi rápido e desviou mas não foi rápido o bastante pois ele foi golpeado no ombro esquerdo, o demônio o pegou pelas pernas e lançou meu pai longe fazendo seu corpo bater em um pinheiro com tanta força que eu poderia jurar que ouvi os ossos quebrarem; ele se virou e veio até mim, com muito esforço eu me arrastei para longe ele chegou mais perto e passou sua mão esfumacada em meu cabelo; com minha respiração ofegante eu continuei tentando me afastar (ohhh Lissa você está sendo patética, você nunca iria conseguir fugir de mim, você nem treinada foi)ele rir (me deixa em paz )(você está com medo de mim Lissa?mas é claro que está. ) ele me ergue arrastando meu corpo sobre o tronco da árvore e segura meu pescoço com apenas uma mão, a essa hora eu não alcanco mais o chão com meus pés , ele de dá um sorriso malicioso ( Por quê não estaria não é mesmo? Eu sou do mal)ele aperta meu pescoço mais uma vez quase me fazendo perder todos os sentidos (sorte a sua que Alex quer você viva ) eu vejo uma espada encostada ao meu tórax, mas, a espada não é pra mim e sim para o meu agressor que agora está com a boca aberta e os olhos que antes queimavam feito inferno agora estão vagos, ele afrouxa o seu aperto me deixando cair com força no chão por cima do meu braço esquerdo, o monstro que me atacava a alguns segundos virá pueira revelando o meu Salvador, ele estava lá parado olhando pra mim, eu não o vi direito eu senti que vou desmaiar ou morrer, não sei, a única coisa que eu sei é que eu poderia Jurar que meu Salvador era uma anjo.

.........

Quando eu acordei estava em um quarto de pardes em tom de vermelho sangue, com lustres do tempo medieval, a cama em que eu estava deitada era grande e de madeira, ao lado da minha cama estava uma mulher loira com olhos verdes que encaravam atentamente o trabalho que estava fazendo, olho em direção ao olhar da mulher; ela está encostando em meu braço uma luz azul que me parece estar saindo dela,mas aquilo seria impossível, ou será que não? será que ela era uma bruxa? eu olho novamente para seu trabalho em meu braço, EM MEU BRAÇO!!!! o que quer que ela estivesse fazendo ele está fazendo em MEU BRAÇO, de repente o pânico me atravessa, me levanto as pressas e deixo a mulher me olhando surpresa. (não quero te machucar mundana, volte para cama e me deixe fazer meu trabalho. ) MUNDANA? ela ainda me ofendeu, eu não sei o que diabos era o trabalho dela, mas não deixaria ela tocar em mim. (não chegue perto de mim bruxa) (bruxa? )ela me dá uma risadinha, e em uma fração de segundos está agarrando meu pescoço ( já me chamaram de coisa pior) eu olho pra ela(vaca) eu digo, (está bem mundana, decidi que não gosto de você ) ela aperta mais meu pescoço, procuro algo que possa usar pra me ajudar, vejo uma mesinha contendo vários pedaços de tronco, por que diabos ela tem tronco no quarto, me repreendo rapidamente, ela estava a poucos segundo com uma luz azul mão e eu estou me surpreendendo com troncos?!! ergo minha mão e agarro um pedaço batendo com muita força na cabeça da mulher ela me larga e em uma fração de segundo corro para Porta, mas, bato em alguém que para meu desespero me leva de volta a cama segurando meus braços acima da minha cabeça e com suas pernas prendendo as minhas, tento me mover sem sucesso, cansada e frustrada eu paro de tentar fugir e com a respiração ofegante eu olho para o homem que me segura; ele tem cabelos cacheados loiros e brilhantes, olhos verdes mas, não em um tom claro como os da bruxa, os dele eram verdes escuros como um rio refletindo a luz da lua com um brilho tão intenso que eu poderia ficar paralisada ali encarando-os durante dias e ficaria (temos que parar de nos encontrar assim mundana) ele diz me tirando do devaneio que seus olhos me causaram, ele me dá um sorriso meia lua (você sempre está Metida em uma briga ou fugindo de alguém? ) eu tento falar mas não saí nada de minha boca, ele realmente era uma figura angelical, então me lembro ele era o homem que me salvou do monstro na floresta. (vo... vo... você é um anjo? ) (um anjo?! serio isso?! um anjo? )a mulher está ao lado da cama com a mão no rosto, agora percebo que não a atingi na cabeça, mas sim em seu rosto, ela deu uma gargalhada, e se vira para o homem (Primeiro ela me chama de bruxa agora te chama de anjo) ele ri e a mulher olha novamente para mim dessa vez com uma expressão de descrença (mundana, se tem uma coisa que o Peter não está nem perto de ser é um anjo).

Notas finais
Deixem comentários.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.