Notas iniciais
Ai está o segundo capítulo de hoje. Espero que gostem.

Hyrule, Um reino bonito e cheio de monstros de tipos diferentes. Clara e eu acabamos embarcando nesse lugar. Chegamos a um lugar chamado Vila dos Kokiris onde crianças com roupas verdes vivem e conhecemos Link um garoto que foi convocado a uma reunião com a grande árvore deku e agora estamos dentro dela para tentar quebrar sua maldição.

– Prontos? – Pergunta Link.

– Sim – Digo

– Tudo pronto – Completa Clara.

– Então vamos pessoal – Diz Link

Quando já estávamos entrando na boca da árvore ela a fecha rapidamente.

– Esperem jovens. Essa jornada só pode ser feita por Link e Navi. – Diz a árvore

– Espera! O que? – Pergunto.

– Por quê? –Diz Clara.

– É mesmo começamos isso juntos. Sem meus amigos eu não sei se consigo. – Diz Link

– Meu jovem, o destino deles é diferente do se. O que significa que os caminhos também. Haverá momentos que poderão lutar juntos, mas não será sempre. Cada um tem seu caminho e o seu objetivo. – Diz a árvore.

Aquela mensagem serve para nossa jornada, então decidi não discutir mesmo querendo muito ajudar Link.

– É verdade Link, nem sempre poderemos lutar nossas batalhas juntos, se você não lidar com as coisas do seu modo de fazer. Quando não tiver ninguém não saberá o que fazer. – Digo

– Mas Rick... – Diz Link

– Não se preocupe, estaremos te esperando. – Diz Clara.

– É melhor ir logo, a árvore está com problemas. – Digo.

– Tudo bem. Desejem-me sorte. – Diz Link.

– Não acho que você precisa de sorte. – Respondo.

A árvore abre novamente sua boca e dessa vez Link segue em sua direção, sozinho. Pouco a pouco até desaparecer.

– E agora Rick? – Pergunta Clara.

– Temos que achar Keyhole. Não quero que esse mundo se vá. – Digo.

– Parece que você ficou muito amigo dele não é. – Diz Clara.

– Não sei, mas ele se parece um pouco comigo. Eu sinto isso! – Diz Rick

– Sabe. – Diz Clara olhando para o céu – Eu também acho que vocês se parecem um pouco.

Eu olho para Clara e vejo que seu olhar estava longe e então também começo a olhar para o céu. O céu desse mundo era bem mais bonito que o do meu mundo. Não me lembro de muita coisa sobre mim, mas tenho vagas lembranças de algumas coisas, como da cor do céu, das brisas de ar, do barulho dos animais e das sombras das árvores, esse me fez sentir um pouco melhor, como se estivesse em casa.

– Eu quero sair logo desse lugar. – Digo

– Por que você quer tanto sair daqui? Não que eu esteja sendo rude, mas, você não se lembra de nada sobre você. – Pergunta Clara.

– Eu tenho vontade de ver o meu mundo de novo. – Digo – Eu quero saber quem eu sou e quero rever minha família.

– É bem pior quando você sabe, assim, senti mais falta. – Diz Clara com uma pequena lagrima no olho.

– Mas o que eu quero descobrir. Por que eu e não outra pessoa? Por que só comigo que essas coisas acontecem. – Digo um pouco triste.

– Não diga essas coisas egoístas. Não é só você nesse mundo, você não é o único que esta tentando sobreviver para sair daqui. Você tem sorte de ter uma keyblade, ela é a sua salvação e a salvação de todos. Claro é uma grande responsabilidade, mas não é só por isso que a única pessoa que sofre nesse mundo é você! – Diz Clara quase chorando – Vamos sair daqui juntos e juntos vamos descobrir sobre você.

Clara segura minha mão. Eu fico um pouco vermelho bem devagar ela vai soltando e fica parada olhando para a árvore.

– O... O que foi? – Digo;

– Ali – Diz Clara apontando para a árvore

Viro meu rosto e vejo o vulto perto da árvore. Rapidamente me levanto e chamo minha Keyblade ficando pronto para lutar.

– Você de novo! O que quer aqui? – Pergunto.

– Jogar – Diz o Vulto.

– O que? – Pergunto.

O Vulto estala suas mãos e de repente um portal negro aparece e de dentro dele aparece um porco espinho gigante e de madeira.

– Vamos começar o jogo. – Diz o vulto.

Pouco a pouco o vulto começa a desaparecer.

– Espera – Digo indo atrás dele.

– Rick cuidado – Diz Clara.

Olho para o lado e vejo o porco espinho com os seus dentes de madeiras apontados para meu rosto.

– Que droga! – Digo me virando para o porco espinho.

– Eu vou te ajudar. – Diz Clara correndo com duas Dream Balls na mão.

Das Dream Balls de Clara saem Swipper e Neko. Como a árvore era grande, o lugar todo estava coberto por suas sombras, então Swipper poderia lutar livremente. Clara corre em minha direção para ajudar.

– Não venha é perigoso. – Digo

– Eu... Eu não vou te deixar lutar sozinho. – Diz Clara.

– Clara! – Digo olhando para ela – Então é melhor não ficar com medo, aqui não é lugar para garotinhas medrosas.

– Não se preocupe eu não tenho mais medo! – Diz Clara.

Olho para o rosto de clara que estava cheio de determinação. O porco espinho pula em minha direção em quanto estava distraído.

– BARRIER – Diz Clara chamando uma magia.

De repente um círculo de luz aparece ao meu redor. O porco espinho bate seu rosto nele e depois recua.

– Uau! – Digo.

– Não se preocupe comigo, eu vou usar as magias que eu sei para te ajudar. – Diz Clara.

– Tudo bem. – Me viro para o porco espinho – Lá vou eu!

Saio correndo em direção ao porco espinho e ele faz o mesmo. Bato em seu rosto com a Keyblade, mas ele me morde e me lança para o lado. Meu braço começa a doer e acabo deixando a Keyblade cair.

– Droga! – Digo

– Cure– Diz Clara.

Minha dor começa a diminuir e sinto meu braço forte como antes, mas o machucado ainda estava lá.

– Obrigado, Clara! – Digo indo novamente para o ataque.

– Já que você é de madeira experimente isso – Digo fazendo minha Keyblade pegar fogo – Fire Raid.

Lanço minha keyblade flamejante em direção ao monstro. Minha Keyblade o acerta fazendo-o ficar em chamas, mas depois de se balançar as chamas desaparecem.

– É! Acho que não vai ser tão fácil assim. – Digo.

Neko e Swipper mandam uma onda sônica que vai em direção ao porco espinho deixando-o abatido.

– Essa é minha chance. Quick Blitz – Digo atacando com minha Keyblade.

Pulo três vezes com a keyblade em direção ao monstro e para cada uma, um corte na barriga de madeira do porco espinho aparece. Recuo e depois começo a fazer uma chama na frente de minha Keyblade.

– Fira! – Digo

A bola de fogo vai rapidamente em direção ao porco espinho, mas ele começa a girar e ela se desfaz. De tanto girar, espinhos começam a cair pelo campo de batalha.

– Clara. Cuidado! – Digo.

– Não se preocupe comigo. Mesmo podendo criar só uma barreira eu vou te proteger. – Diz Clara.

– Eu não posso deixar. Se proteja não se preocupe comigo. – Digo.

– Rick. – Diz Clara.

Clara passa sua barreira que estava em mim para ela. Rapidamente começo a desviar dos espinhos. Eles eram grandes e fortes, consigo desviar até que sou acertado por alguns.

– Ai! Tinha que ser bem no meu antigo machucado. – Digo deixando minha keyblade cair.

– Rick – Diz Clara.

De repente caio de cara no chão. Logo Clara desfaz a barreira que estava a protegendo e a nossos amigos Spirits.

– O que você fez com ele?! – Diz Clara

Clara se levanta e fica de frente para o monstro de madeira. O monstro parte para cima dela, com medo, Clara fecha o olho e segura minha mão. Quando Clara abre seus olhos eu estava com a keyblade entre os dentes do monstro impedindo-o que ele nos devore.

– Rick. – Diz Clara

– NÃO ENCOSTA NELA! – Digo

Bato minha Keyblade com tanta força no rosto do monstro que o faço cair rolando, além de quebrar quase todos os seus dentes.

– Zan... Tetsu... Ken... – Digo

Sinto atravessando algo e quando abro o olho estava do outro lado do monstro.

– Vou acabar com isso agora. Fire Dash – Digo.

Meu corpo fica em chamas e depois coloco minha Keyblade para frente e deslizo como chamas pelo chão em direção ao monstro, deixando uma marca cinza no chão. O monstro cai no chão e alguns de seus espinhos de sua parte de trás, haviam se quebrado.

– ACABOU! Sonic Blade. – Digo

Meu corpo atravessa varias vezes pelo monstro tão rapidamente que nem eu mesmo sabia para onde estava indo e de repente o monstro aparece cheios de cortes, logo depois, começa a desaparecer.

– Finalmente – Digo com a voz cansada.

Caio de bunda no chão, onde fico parado olhando para o céu. Clara chega ao meu lado limpa um pedaço de madeira da minha roupa e segura minha mão depois diz.

– Obrigado! De verdade.

– De... De nada – Digo com o rosto vermelho.

Clara solta minha mão e novamente o vulto volta a aparecer.

– Até que você é bom Rick, mas não se esqueça, em meus jogos eu nunca perco. NUNCA. – Diz o Vulto – O jogo ainda não acabou, se eu fosse vocês eu iria olhar a cidade.

O vulto desaparece tão rapidamente quanto apareceu.

– Que droga! Esse cara não me deixa em paz. – Digo

– Acabamos de lutar e já temos outra batalha. – Diz Clara.

– Não temos tempo a perder a cidade está em perigo. – Digo.

???

– Eu disse que não o venceria – Diz um garoto.

– Você está errado. Eu já o venci muito antes de começar! – Diz o Vulto rindo.

– Eu não acho isso. Da próxima vez, vou ser eu que ira destruí-lo, com minhas próprias mãos. – Diz o Garoto.

– Cuidado para não ser derrotado. – Diz o Vulto.

– Não para um idiota como ele. – Diz o Garoto com uma Keyblade na mão.

CONTINUA

Notas finais
Obrigado a todos que estão acompanhando essa fic. Espero que estejam gostando e qualquer coisa é só comentar.