Kingdom Hearts - Dreamer Journey
15 Um Passo A Frente
Notas iniciais
Hyrule, Um reino bonito e cheio de monstros de tipos diferentes. Clara e eu acabamos embarcando nesse lugar. Chegamos a um lugar chamado Vila dos Kokiris onde crianças com roupas verdes vivem e conhecemos Link um garoto que foi convocado a uma reunião com a grande árvore deku e agora estamos dentro dela para tentar quebrar sua maldição.
– Prontos? – Pergunta Link.
– Sim – Digo
– Tudo pronto – Completa Clara.
– Então vamos pessoal – Diz Link
Quando já estávamos entrando na boca da árvore ela a fecha rapidamente.
– Esperem jovens. Essa jornada só pode ser feita por Link e Navi. – Diz a árvore
– Espera! O que? – Pergunto.
– Por quê? –Diz Clara.
– É mesmo começamos isso juntos. Sem meus amigos eu não sei se consigo. – Diz Link
– Meu jovem, o destino deles é diferente do se. O que significa que os caminhos também. Haverá momentos que poderão lutar juntos, mas não será sempre. Cada um tem seu caminho e o seu objetivo. – Diz a árvore.
Aquela mensagem serve para nossa jornada, então decidi não discutir mesmo querendo muito ajudar Link.
– É verdade Link, nem sempre poderemos lutar nossas batalhas juntos, se você não lidar com as coisas do seu modo de fazer. Quando não tiver ninguém não saberá o que fazer. – Digo
– Mas Rick... – Diz Link
– Não se preocupe, estaremos te esperando. – Diz Clara.
– É melhor ir logo, a árvore está com problemas. – Digo.
– Tudo bem. Desejem-me sorte. – Diz Link.
– Não acho que você precisa de sorte. – Respondo.
A árvore abre novamente sua boca e dessa vez Link segue em sua direção, sozinho. Pouco a pouco até desaparecer.
– E agora Rick? – Pergunta Clara.
– Temos que achar Keyhole. Não quero que esse mundo se vá. – Digo.
– Parece que você ficou muito amigo dele não é. – Diz Clara.
– Não sei, mas ele se parece um pouco comigo. Eu sinto isso! – Diz Rick
– Sabe. – Diz Clara olhando para o céu – Eu também acho que vocês se parecem um pouco.
Eu olho para Clara e vejo que seu olhar estava longe e então também começo a olhar para o céu. O céu desse mundo era bem mais bonito que o do meu mundo. Não me lembro de muita coisa sobre mim, mas tenho vagas lembranças de algumas coisas, como da cor do céu, das brisas de ar, do barulho dos animais e das sombras das árvores, esse me fez sentir um pouco melhor, como se estivesse em casa.
– Eu quero sair logo desse lugar. – Digo
– Por que você quer tanto sair daqui? Não que eu esteja sendo rude, mas, você não se lembra de nada sobre você. – Pergunta Clara.
– Eu tenho vontade de ver o meu mundo de novo. – Digo – Eu quero saber quem eu sou e quero rever minha família.
– É bem pior quando você sabe, assim, senti mais falta. – Diz Clara com uma pequena lagrima no olho.
– Mas o que eu quero descobrir. Por que eu e não outra pessoa? Por que só comigo que essas coisas acontecem. – Digo um pouco triste.
– Não diga essas coisas egoístas. Não é só você nesse mundo, você não é o único que esta tentando sobreviver para sair daqui. Você tem sorte de ter uma keyblade, ela é a sua salvação e a salvação de todos. Claro é uma grande responsabilidade, mas não é só por isso que a única pessoa que sofre nesse mundo é você! – Diz Clara quase chorando – Vamos sair daqui juntos e juntos vamos descobrir sobre você.
Clara segura minha mão. Eu fico um pouco vermelho bem devagar ela vai soltando e fica parada olhando para a árvore.
– O... O que foi? – Digo;
– Ali – Diz Clara apontando para a árvore
Viro meu rosto e vejo o vulto perto da árvore. Rapidamente me levanto e chamo minha Keyblade ficando pronto para lutar.
– Você de novo! O que quer aqui? – Pergunto.
– Jogar – Diz o Vulto.
– O que? – Pergunto.
O Vulto estala suas mãos e de repente um portal negro aparece e de dentro dele aparece um porco espinho gigante e de madeira.
– Vamos começar o jogo. – Diz o vulto.
Pouco a pouco o vulto começa a desaparecer.
– Espera – Digo indo atrás dele.
– Rick cuidado – Diz Clara.
Olho para o lado e vejo o porco espinho com os seus dentes de madeiras apontados para meu rosto.
– Que droga! – Digo me virando para o porco espinho.
– Eu vou te ajudar. – Diz Clara correndo com duas Dream Balls na mão.
Das Dream Balls de Clara saem Swipper e Neko. Como a árvore era grande, o lugar todo estava coberto por suas sombras, então Swipper poderia lutar livremente. Clara corre em minha direção para ajudar.
– Não venha é perigoso. – Digo
– Eu... Eu não vou te deixar lutar sozinho. – Diz Clara.
– Clara! – Digo olhando para ela – Então é melhor não ficar com medo, aqui não é lugar para garotinhas medrosas.
– Não se preocupe eu não tenho mais medo! – Diz Clara.
Olho para o rosto de clara que estava cheio de determinação. O porco espinho pula em minha direção em quanto estava distraído.
– BARRIER – Diz Clara chamando uma magia.
De repente um círculo de luz aparece ao meu redor. O porco espinho bate seu rosto nele e depois recua.
– Uau! – Digo.
– Não se preocupe comigo, eu vou usar as magias que eu sei para te ajudar. – Diz Clara.
– Tudo bem. – Me viro para o porco espinho – Lá vou eu!
Saio correndo em direção ao porco espinho e ele faz o mesmo. Bato em seu rosto com a Keyblade, mas ele me morde e me lança para o lado. Meu braço começa a doer e acabo deixando a Keyblade cair.
– Droga! – Digo
– Cure– Diz Clara.
Minha dor começa a diminuir e sinto meu braço forte como antes, mas o machucado ainda estava lá.
– Obrigado, Clara! – Digo indo novamente para o ataque.
– Já que você é de madeira experimente isso – Digo fazendo minha Keyblade pegar fogo – Fire Raid.
Lanço minha keyblade flamejante em direção ao monstro. Minha Keyblade o acerta fazendo-o ficar em chamas, mas depois de se balançar as chamas desaparecem.
– É! Acho que não vai ser tão fácil assim. – Digo.
Neko e Swipper mandam uma onda sônica que vai em direção ao porco espinho deixando-o abatido.
– Essa é minha chance. Quick Blitz – Digo atacando com minha Keyblade.
Pulo três vezes com a keyblade em direção ao monstro e para cada uma, um corte na barriga de madeira do porco espinho aparece. Recuo e depois começo a fazer uma chama na frente de minha Keyblade.
– Fira! – Digo
A bola de fogo vai rapidamente em direção ao porco espinho, mas ele começa a girar e ela se desfaz. De tanto girar, espinhos começam a cair pelo campo de batalha.
– Clara. Cuidado! – Digo.
– Não se preocupe comigo. Mesmo podendo criar só uma barreira eu vou te proteger. – Diz Clara.
– Eu não posso deixar. Se proteja não se preocupe comigo. – Digo.
– Rick. – Diz Clara.
Clara passa sua barreira que estava em mim para ela. Rapidamente começo a desviar dos espinhos. Eles eram grandes e fortes, consigo desviar até que sou acertado por alguns.
– Ai! Tinha que ser bem no meu antigo machucado. – Digo deixando minha keyblade cair.
– Rick – Diz Clara.
De repente caio de cara no chão. Logo Clara desfaz a barreira que estava a protegendo e a nossos amigos Spirits.
– O que você fez com ele?! – Diz Clara
Clara se levanta e fica de frente para o monstro de madeira. O monstro parte para cima dela, com medo, Clara fecha o olho e segura minha mão. Quando Clara abre seus olhos eu estava com a keyblade entre os dentes do monstro impedindo-o que ele nos devore.
– Rick. – Diz Clara
– NÃO ENCOSTA NELA! – Digo
Bato minha Keyblade com tanta força no rosto do monstro que o faço cair rolando, além de quebrar quase todos os seus dentes.
– Zan... Tetsu... Ken... – Digo
Sinto atravessando algo e quando abro o olho estava do outro lado do monstro.
– Vou acabar com isso agora. Fire Dash – Digo.
Meu corpo fica em chamas e depois coloco minha Keyblade para frente e deslizo como chamas pelo chão em direção ao monstro, deixando uma marca cinza no chão. O monstro cai no chão e alguns de seus espinhos de sua parte de trás, haviam se quebrado.
– ACABOU! Sonic Blade. – Digo
Meu corpo atravessa varias vezes pelo monstro tão rapidamente que nem eu mesmo sabia para onde estava indo e de repente o monstro aparece cheios de cortes, logo depois, começa a desaparecer.
– Finalmente – Digo com a voz cansada.
Caio de bunda no chão, onde fico parado olhando para o céu. Clara chega ao meu lado limpa um pedaço de madeira da minha roupa e segura minha mão depois diz.
– Obrigado! De verdade.
– De... De nada – Digo com o rosto vermelho.
Clara solta minha mão e novamente o vulto volta a aparecer.
– Até que você é bom Rick, mas não se esqueça, em meus jogos eu nunca perco. NUNCA. – Diz o Vulto – O jogo ainda não acabou, se eu fosse vocês eu iria olhar a cidade.
O vulto desaparece tão rapidamente quanto apareceu.
– Que droga! Esse cara não me deixa em paz. – Digo
– Acabamos de lutar e já temos outra batalha. – Diz Clara.
– Não temos tempo a perder a cidade está em perigo. – Digo.
???
– Eu disse que não o venceria – Diz um garoto.
– Você está errado. Eu já o venci muito antes de começar! – Diz o Vulto rindo.
– Eu não acho isso. Da próxima vez, vou ser eu que ira destruí-lo, com minhas próprias mãos. – Diz o Garoto.
– Cuidado para não ser derrotado. – Diz o Vulto.
– Não para um idiota como ele. – Diz o Garoto com uma Keyblade na mão.
CONTINUA
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