Killers Lovers
6 Teki ni kekkon
Notas iniciais
27 de Novembro de 2014
Tokyo-Japão
Damon e Elena desceram de seus respectivos jatinhos particulares, os saltos agulhas de Elena e as botas pretas de couro de combate de Damon pisaram no solo da capital japonesa, ambos na mesma cidade a alguns muitos metros de distância um do outro sem nem ideia de que estavam tão próximos.
Elena pôs seus óculos de sol Louis Vutton e Damon seu Ray Ban ambos caminhando aos seus devidos carros, Elena junto a um motorista na glamurosa BMW e Damon na sua Ferrari amarela alugada.
Era tão irônico, o casal apaixonado e mentiroso pronto para se encontrar, ironia dos destino? Azar? Sorte? Eu? Claro que eu iria mexer os pauzinhos para eles se encontraram, nem os maiores assassinos do mundo conseguiriam esconder aquela mentira, mas é óbvio que Damon e Elena não se apaixonariam por pessoas ordinariamente comuns, é óbvio que essa não é uma daquelas histórias que Damon é o chefe Elena a secretaria, Damon e príncipe Elena e princesa, casamentos arranjados, Elena e pura e boa, claro que não, Elena e má, manipuladora, cruel e sem piedade lógico que se apaixonaria por um homem sádico, perverso e com uma sede de sangue insaciável como a de Damon, e vice versa.
Elena não se apaixona por homens normais, nem engenheiro, médico, príncipe ou advogado.
Damon não se apaixonaria por mulheres normais, nem secretaria, nem médica, nem princesa ou advogada.
Eles nasceram feitos um pro outro, era um fato.
Elena saiu do carro dando ao motorista dinheiro para um táxi e pegando as chaves do carro, pegou suas bolças e entrou no banheiro de um posto de gasolina, onde tirou a blusa e saia elegante e colocou uma calça jeans preta, o colete a prova de balas blusa preta e jaqueta da mesma cor, junto à botas que não tinha cor diferente.
Saiu do posto e entrou novamente, acelerado o carro revirando os olhos assim que lembrou como o motorista que estava no voltante a minutos atrás era lerdo.
Enquanto isso Damon já havia parado no Drive-Thru do MC Donald's estava um hambúrguer enorme na mão e uma coca ao lado enquanto tinha o telefone no ombro e ria alto com uma piada que Alaric tinha contado.
Por um lado eram opostos: Damon era divertido, e gostava de brincadeiras e besteiras, realmente Elena estar com ele fazia bem a mulher, ela sempre deixava aquele lado descontraído dela para trás quando estava com ele, passava a a ser risonha e brincalhona algo que não era com mais ninguém além do moreno.
Desligou o telefone e jogou o copo vazio e o papel do hambúrguer no lixo quando saiu do carro parando novamente em outro depósito, Damon soltou uma risada irônica pensando em como esses mafiosos, contrabandistas, traficantes, terroristas, ladrões e assassinos tinham uma péssima criatividade para bons esconderijos.
Ajeitou seu terno e sua gravata, pegou sua Desrt eagle pronto para atacar.
Elena estava trinta minutos adiantada, estava atrás de várias caixas de madeiras com computadores a volta dela é uma pilha de armas e explosivos a envolvendo, brincava com a bala que estava em sua boca.
Ela tinha essa mania estupida de colocar balas na boca, toda vez que estava esperando por gente deste tipo ficava jogando paciência no computador enquanto mexia a bala com a língua.
Ouviu a porta se abrindo e posicionou sua arma rapidamente encaixando entre as caixas de madeira, mirou num homem de cabelos pretos de costas, mas perdeu o foco quando a outra porta do depósito foi aberta revelando vários homens com armas e roupas protegidas entraram.
Elena perdeu o foco rapidamente não perdendo o tempo quando mirou no homem mais próximo e puxou a gatilho, mirando na perna do homem, que caiu de vez no chão.
Damon num espanto pulou pra trás de um caixa vendo que não estava sozinho, encarando uma mulher extremamente bonita com os olhos em uma arma, e em só conseguia pensar em como ela parecia com Elena.
Elena jogou uma bomba nos pés dos homens armados e então fez o mesmo com seu corpo, ao qual arremessou contra o chão na tentativa de evitar danos ao seu organismo, Damon fez o mesmo tapando os ouvidos e se encolhendo no canto.
–Merda, essa vaca e boa-resmungou quando ouviu a bomba se explodindo, se levantando colocando as arma entre as armas e o dedo no binóculos da mesma maneira que Elena anteriormente, logo atirando na morena que se abaixou antes do tiro a pegar.
–Cachorro-Elena pegou sua arma e atirou em Damon que se escondeu atrás da caixa fazendo com que a caixa ao lado dele sofresse o dano da arma.
Os homens estavam todos desmaiados o que fez Elena e Damon ganharam tempo. Alguns deles estavam mortos mas outros apenas apagados. Elena queria escolher uma vítima pra torturar por isso não pegou uma bom na mais potente.
–Deus-resmungou deixando sua Desrt eagle de lado e pegando uma Sniper no calibre Ponto 50 . E logo atirando onde Elena estava, que se jogou mais uma vez pra um lugar ainda mais longe.
–Ah seu cavalo-resmungou quando bateu a cabeça numa caixa, passando a mão na cabeça.
Elena atirou em um dos homens de preto aos quais começaram a se levantar logo o matando de cara, e prendendo o cabelo logo em seguida com a liga que tinha em seu pulso, e logo atirando em Damon que logo se revoltou.
–Então vai ser assim princesa?-riu malicioso pronto para jorrar sangue pelas paredes. Quando mirou nas caixas viu que não havia ninguém lá-Mas o qu...-e o tiroteio começou.
Os homens de preto não estavam mas do chão, haviam se levanto e agora começava uma disputa de tiros entre o casal de Salvatore.
–CRETINO-Elena deixou sua metralhadora trabalhar quando começou a segurar o gatilho sem soltar, o que fez com que as balas atravessassem as caixas e o moreno corresse para longe de todos aqueles tiros, fazendo Elena seguir seus tiros na direção do homem.
Elena abaixou sua arma quando não encontrou mas Damon, então franziu as sobrancelhas mas logo deixou que seus sentidos trabalhassem e jogou uma faca pra trás virando logo em seguida e se deparando com um estrondo quando viu um homem de preto preso na parede, sorriu maliciosa.
–Oi gracinha...-falou se aproximando dele com um sorriso de lado.
O homem preso, estava com o braço esquerdo preso na parede, pois a faça havia atravessado seu braço e cravado na parede, enquanto isso esse mesmo braço tentava alcançar a arma do chão jogada bem longe de seu alcance-Nem tente fofo, só vai doer mais-ela se virou rapidamente e atirou direto no peito de Damon que agora usava um óculos especial e apenas o colete a prova de balas.
Elena sabia que aquilo não o seguraria mas ganharia mais tempo ainda.
Damon foi jogado contra a parede e Elena se voltou para o homem preso na parede, e abriu sua blusa protetora e depois tirou sua mascara.
–Então vai me dizer para quem trabalha ou vai ser do modo difícil?-falou sacando a faca, e logo ouviu um ruído vindo do lado esquerdo, o que faz ela tirar a arma e atirar no mesmo, matando mais um homem.
–Não?-se voltou pro homem novamente que apenas suava de medo-Bem, você que pediu.
Elena primeiramente decidiu dar a ele uma dor lenta, passando a faca pela extremidade da barriga do homem vendo o sangue cair escorrer, e o homem começar a gemer-E então?
O homem não respondeu apenas se revirou um pouco.
–Quem é você?-gritou Damon
"Essa voz parece demais com a dele..." Pensou "não impossível"
–Bem, eu já venho lindo-disse colocando a faca com força no local ao qual havia arranhado fazendo o homem gritar.
–Me diga você-falou se escondendo atrás de uma das caixas posicionando seu olho na arma tento localiza-lo.
–Seu pior pesadelo-disse deixando que o gatinho de sua metralhadora destruísse tudo em volta de Elena inclusive o homem ao qual torturava.
–Merda-sussurrou, tentando correr para pegar uma arma mais habilidosa.
Damon localizou Elena correu e passou a atirar balas que passavam cada vez mais perto, até Elena cair no chão perto de suas armas depois de uma bala de raspão ferir seu braço.
A morena pegou sua Metralhadora Heckler e escorou a cabeça em uma das caixas gemendo de dor baixinho. Não deixou que a dor a consumisse colocou a mão em cima da ferida e a outra atirava nos homens que vinham a sua direção.
Bando de tolos que achavam que apenas por Elena Petrova estar machucada a interferiria em alguma coisa, bando de tolos se achavam que conseguiria matá-la.
Após Damon e Elena terminar de matar todos naquele depósito Elena já havia dado um jeito em seu braço, pegará agora apenas uma Taurus calibre 380 e correu para fora do depósito sem antes deixar de atirar em Damon que foi pego de surpresa desviando da arma entendo aquilo como um chamado.
Elena se virou pronta para receber Damon.
O Salvatore saiu do local encarando a morena de costas.
–Tenho que admitir fiquei surpreso-disse apontando a arma para suas costas-Eis muito habilidosa.
Elena soltou um riso irônico sabendo que as palavras de um fracassado como ele não tinha nenhum efeito sobre ela.
–Pena que não posso dizer o mesmo-disse se virando pronta para matá-lo.
Ambos estavam, ou pelo menos estavam até ver quem era a pessoa ao qual pretendiam matar.
–Ah meu deus-Damon falou perdido sem acreditar que a sua doce e fria mulher poderia ser essa mulher incrivelmente sanguinária e habilidosa com as armas, isso explicava boa parte da vida dos dois juntos.
Nunca folga. Ser tão boa com a arma quando foram ao parque. As vezes que o derrubou brincando de luta. A frieza, tudo.
–Damon...
Pela primeira vez na vida Elena teve vontade de chorar, talvez pela mentira, ou por ter sido tão burra todos esses anos para não perceber o que estava bem na sua frente. Ou o mais provável, amar demais o inimigo.
–Abaixa a arma-ergueu sua arma novamente tentando esquecer totalmente o fato de que aquele era o homem ao qual era apaixonada.
–Abaixa você princesa-Damon falou sem autoridade, não se importando realmente se ela era médica ou assassina, a amava da mesma maneira.
–Não fala mais assim comigo-disse receosa sentindo cada parte do coração se quebrar com o que iria fazer em seguida.
–Elena nada mudou, abaixa essa arma, eu sei que você não e capaz de me matar
–Você não tem idéia do que eu sou capaz Damon!-gritou-Abaixa a PORRA DA ARMA!
E o inesperado aconteceu, Damon abaixou a arma, e a boca de Elena se abriu em seguida sem acreditar no que ele havia acabado de fazer. Mas Damon sabia, ele sabia que Elena jamais atiraria nele, e sabia que Elena o amava acima de tudo ou pelo menos queria acreditar nisso.
–Erro seu-falou puxando o gatilho.
Fale com o autor