Kevin Bryan e o Pulverizador de Ossos
13 Ah! Se Os Bonecos Falassem!
Notas iniciais
Já eram dez horas da manhã e o carro esquisito e preto de Nikolay Chulakay Saintoz irmão do já falecido Dostoyer Chulakay Saintroz, acabara de estacionar no terreiro da casa onde estava sendo guardado e vigiado os dois homens Laércio e o Isac que têm envolvimento na morte do seu irmão e o sumiço da maleta com o projeto do pulverizador de ossos, que até o momento, presume-se que esteja em poder dos dois prisioneiros.
Nikolay era um homem de aparência estranha, era alto, tinha traços de europeu, branco, com olhar frio, barba ao longo do queixo, mãos grandes e refinadas, trajava um capote escuro, se aquela aparência era típica de um nazista, ele era o próprio. Seus homens tinham orgulho em imitá-lo.
Os homens vendo o veículo se aproximando, saíram da casa para dar as boas vindas:
– Bom dia seu Nikolay! Seja bem vindo, estamos lhe esperando para resolver as coisas à sua maneira!
– Bom dia! As coisas só andam da minha maneira! Se Dostoyer fizesse como eu, as coisas andariam muito melhor.
– Concordo seu Nikolay!
– Onde estão o Laércio e o outro? Temos que terminar logo com isso! Não podemos perder mais tempo, entendeu?
– Sim! Então vamos lá para o quarto onde os dois estão presos!
Os homens de Nikolay que era um total de seis, entraram juntos com os outros cincos que faziam guarda, abriram o quarto e Nikolay entrou e ficou em pé mirando os dois homens amarrados e começou o interrogatório que lembrava bem o Adolfo Hitler:
– Acho bom vocês abreviarem essa conversa, por que eu não tenho tempo pra perder. Onde está a maleta? É melhor vocês falarem que posso ser bom com vocês, é só voltarem a trabalhar pra mim! E então?- o silêncio tomava conta do ambiente-Vocês estão pedindo para mim ser cruel, eu sei como ser bem cruel! Vão ficar calados? Abram o bico!
Os homens assistiam aquilo impacientes. Nikolay pediu uma cadeira e pediu para alguém que abrisse uma cortina por que o quarto estava meio escuro e continuou;
– Vocês vão ficar aí calados? Eu não tenho o dia todo, não! Andem abram o bico falem! Onde está a maldita maleta?- o silêncio persistia.
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