Keskij

4 Mensagens


Notas iniciais
YOOOOOOO, MINNA :3 Bem curto esse O-O Desculpe. Vou tentar escrever mais t-t

[29/08/2014 — 23P.M. — Dormitório]

Carina digitava o mais rápido que podia debaixo dos cobertores quentes. Sua respiração se condensava junto à tela do celular, embaçando-a. Precisava daquelas mensagens tanto quanto precisava escondê-las de Bruno. Ele ficaria paranoico se descobrisse. Já haviam conversado sobre: escola, sapatos, o enigma dos tomates (Fruta ou legume, poxa?!), livros, animes(que, por acaso, ele(a) gostava tanto quando ela, e muitos outros assuntos estranhos. Uma coisa importante que ela ficou, super, SUPER, empolgada: coincidentemente, ele estudava no mesmo colégio interno que ela. COMO ASSIM?! Mas... ele não revelou seu nome. Assim que ele soube disso passou a ter mais cuidado com a identidade. Quem poderia ser? Bruno... quem sabe. Não conversa muito com outras pessoas da classe. "Um dia eu descubro. Só juntar 1 com 3.", concluiu e foi puxando informações aos poucos pelas mensagens, até que adormeceu tarde da noite.

Bruno sacudia mais e mais o corpo de Carina. "Acorde, idiota, já é hora da aula!", pensava, até que ela acorda sonolenta.

– Quê é? — Balbuciou devagar.

– Você parece bêbada. Vi que ficou até tarde no celular. — Meneou com a cabeça, indicando o celular dela.

– Poxa, você não passa uma. — Levantou devagar, até perceber que seu pijama estava amassado e, bem, estranhamente curto para Bruno. Ele virou a cabeça e foi em direção à mesa do computador, tentando esquecer a cena.

– Se troque logo. — Esperou. Ela vestiu o uniforme e pegou a bolsa.

– Desligue essa máquina viciante e vamos. — Abriu a porta e o esperou. — Primeiro os cavalheiros. Ele passou, rindo. Eram melhores amigos, afinal.

[30/08/2014 — Sala de aula do 9º ano]

Natalia sentada em cima de um dos pés, jogando Temple Run 2. Dake sentado na carteira ao lado da dela, a olhando igual um idiota. Do outro lado da sala, Frime estava conversando com Clare bem baixo sobre a excursão.

– Você sabe que é só uma excursão, né? Nada de paranoia, Frime. — Recitou.

– Poxa, Clare, até parece que não me conhece. — Começou a puxar uma pele do dedo, até que começou a sangrar. — Opa. — Sorriu sem querer.

– Não sorria! Isso — apontou — é um problema.

– Tsc. — Frime se virou para frente. Estava incomodada; faltavam dois dias para a porcaria da excursão. Obrigada a ir, lógico. Enquanto pensava, podia jurar que estava sendo observada. Procurou alguém pela sala, mas não viu nenhum olhar pousado nela. Apenas as cortinas balançando violentamente.

Notas finais
Er... >< Vou postar o próximo muito em breve.