Kekkai

1 Capítulo 1


Notas iniciais
Eu fiz isso morrendo de sono... Não briguem se tiver erros de portugues ou algo assim...

Mas um dia chato em minha vida. Monótono. Escola, deveres de casa e meninas que estavam loucas para perder a virgindade com algum rapaz bonito e que só falavam nisso. Apesar de ser do sexo feminino nunca me interessei muito por meninos, achava eles idiotas demais ou espertos demais para mim. Talvez eu tenha gostado de um ou dois atores de novelas ou filmes na minha infância, mas eu não me lembro. Creio que os únicos homens que eu lembro que amei são meu pai e um personagem de desenho animado que lutava contra as forças obscuras que queriam destruir Tokyo, o nome do personagem era Pokeranger.

E eu também não gosto muito de meninas, não que eu já tenha ficado com uma, mas é que até agora eu não encontrei nenhuma que fosse especial como uma amiga ou coisa parecida. Talvez eu me case com o Pokeranger algum dia se me faltarem outras opções.

Eu estava andando pela mesma rua obscura e estranha que eu sempre passava no caminho casa-escola/escola-casa. A rua parecia não ter nada alem de casas bem parecidas e árvores grandes e cheias de folhas. Pelo menos eu nunca tinha reparado nada até aquele momento. Eu parei no meio da rua e senti o vento balançar meu cabelo, ou melhor, minha franjinha já que o cabelo era preso em um rabo-de-cavalo e parecia só sair do lugar quando eu pulava ou me mexia de forma agitada. Eu olhei para a casa a minha direita e um ponto de interrogação surgiu em minha mente. Não era uma casa necessariamente. O que era estranho, pois eu pensava que ali realmente havia uma casa como todas as outras. O que eu vi diante de mim era um terreno baldio com um gramado grande e mais atrás uma ‘casinha improvisada’ que deveria ter apenas um cômodo com uma janela e uma porta. A ‘casa’ era visivelmente de madeira e deveria ter anos atrás uma pintura branca que com o tempo foi se desgastando e que agora parecia se juntar a madeira criando um aspecto de mofo ou coisa parecida por toda a parte externa da casa.

Aquilo realmente atraiu minha atenção. Não que eu goste de coisas velhas e desgastadas, mas o que mais de fascinava eram as antiguidades e suas historias. E talvez aquela casa tivesse alguma historia para contar. Fui chegando perto da ‘casa’ e a cada passo que dava para frente podia ouvir a voz de alguém lá dentro. Seria um fantasma? Ou será que um humano realmente morava ali? Seria interessante se morasse alguém de carne e osso tanto quanto seria interessante que um fantasma vivesse ali e eu pudesse vê-lo ou falar com ele de alguma forma. Eu estava de frente à porta e já com a mão na maçaneta quando ouvi um gemido rouco vindo de dentro. A voz que ouvi e o gemido era certamente de algum ser humano do sexo feminino. Interessante.

Girei a maçaneta e abri a porta.

Notas finais
---

Minhas histórias são todas com capitulos curtinhos, mas estou trabalhando em sagas aqui que espero que fiquem famosas *-*