Keep moving slow

21 Você cairia em nome do amor?


Notas iniciais
Olá pessoas, tudo certo? Pois é... Novamente eu sumi durante a semana, mas cá estou e é isso que importa, não é? Hehehe Aproveitem...

"We are not permitted to choose the frame of our destiny. But what we put into it is ours." — Dag Hammarskjold

O centro comercial da cidade ficava a menos de dez minutos de onde os quatro amigos estavam residindo. Apesar de estarem no meio da semana, o comércio se mantinha animado e bem movimentado, lojas cheias e restaurantes faturando. Como o usual de um período turístico.

— Eu estou muito animada. – Alya esbanjava felicidade. – Nós quatro finalmente saindo para dançar junto.

— E nós já não fazíamos isso antes? Lá no clube? – Nino arqueia a sobrancelha.

— Não é a mesma coisa. Antes a gente não sabia quem era quem.

— Eu sabia...

— Não estraga o meu discurso, por gentileza. – A avermelhada o encara brava e o moreno levanta as mãos para cima em rendição.

— Alya, onde fica o clube? – Marinette, que estava ao lado do loiro, estava se sentindo um tanto quanto perdida.

— Mais umas duas quadras para frente. – Apontou para um ponto luminoso no fim do quarteirão.

Conforme se aproximavam do local, puderam notar a fila formada, para se entrar no local. Seguiram para a fila na espera para entrarem.

Adrien estava um pouco incomodado ali. Não fora só ele que notou em como a namorada estava bonita. Variados olhares masculinos eram direcionados a mestiça ao seu lado. Estava realmente ficando irritado, o que fez com que fechasse a expressão e passasse os braços ao redor dela, a abraçando por trás.

Marinette sentia o aperto forte do loiro ao seu redor. Aquilo não era normal, nem mesmo para ele. Virou um pouco a cabeça e notou a expressão carrancuda do garoto.

— Gatinho, está tudo bem? – Ele baixou o olhar para ela e sorriu levemente.

— Está tudo sim. – Não. Não estava nada bem. Aquele bando de urubus olhando para a sua joaninha o estava deixando extremamente irritado. O que o fez apertar ainda mais os braços ao redor da garota, o que a machucou um pouco.

— A-Adrien, você está me apertando muito forte. – Ela reclamou e ele afrouxou os braços, envergonhado.

— Desculpa... – Droga, lá estava ele se deixando levar pelas emoções e acabara machucando ela. A azulada havia notado que desde que chegaram, o gato estava agindo um pouco estranho. Ela virou-se para ele e passou os braços ao redor do pescoço dele, o fazendo se inclinar um pouco para baixo, fitando os olhos azuis da garota.

— Você não está bem. Quer ir embora? – Ela estava preocupada com ele. Pensava que estaria animado, mas a reação parecia justamente o contrário. O loiro suspirou e a abraçou também, colando a testa a dela.

— Eu não quero ir embora. É que esse bando de urubus de olhando, está me deixando irritado. – Ele suspirou frustrado. E foi só naquele momento que ela notou os olhares ao redor.

A mestiça nunca foi de prestar muita atenção no mundo ao redor, principalmente agora, que estava junto do namorado. Ela não ligava para aquilo. Estava com ele. E estaria por inteiro.

Ela sorriu e fez uma caricia leve em sua nuca.

— Gatinho ciumento. – Ficou na ponta dos pés e lhe selou os lábios delicadamente em um beijo casto. – Pronto, agora todos já sabem que eu estou acompanhada.

“Eu realmente sou um idiota, não sou?” Adrien pensou.

Ele todo preocupado com os outros ao redor dela, e a mestiça voltada só para ele. Sentia-se sortudo.

Muito sortudo.

Ela em sua vida foi uma das melhores coisas que já lhe aconteceu. Sorriu e a beijou.

— Se o casal ai já terminou... Nós podemos entrar? – A avermelhada interrompeu, fazendo o casal se afastar e olhar para frente, onde notaram que já era a vez deles de entrar.

O segurança os deixou com que os quatro entrassem, para logo serem inundados por uma enchente de luzes, cheiros e sons.

O lugar estava razoavelmente cheio. Não esperavam tanta gente assim, afinal a aquela não era uma cidade de clubes e afins. O que os fazia pensar que algumas pessoas de cidades vizinhas também estavam ali durante a temporada e resolveram aproveitar a noite.

Havia um bar e sofás espalhados pelos cantos, muitas pessoas mascaradas, todas sorrindo e dançando. Aquele lugar chegou a lembrar o Miraculous por um instante. Mas aquele clube ainda era menor. E não tinha as pessoas que tornavam o clube especial.

Chat virou-se para a joaninha e segurou sua mão, a puxando para o meio da pista, deixando os amigos para trás. O loiro sorria malandro e alegra, enquanto a mestiça tentava o acompanhar, lutando para não esbarras nas pessoas próximas.

O loiro chegou ao meio da pista e se virou para ela, fazendo com que a garota fosse de encontro com seu peito. Ela olhou para cima, buscando pelos olhos verdes do garoto, que sorria alegre para ela.

Adrien passou os braços ao redor da cintura dela, enquanto seus pés acompanhavam a batida ritmada da música.

Sentia-se feliz junto a ela. Como nunca antes.

— Podíamos dar um show nesse lugar... Mostrar como sé que se dança. – Falou ao pé do ouvido da mestiça.

— Nem venha com idéias, gato exibido. – Ela deu um leve tapa contra o leito dele, mas sorriu para ele.

— Não sou exibido. – Ela o olhou com um a sobrancelha arqueada. – Ok, talvez um pouco...

— Um pouco? – Ela riu do bico que ele fez.

A música que se seguia era mais animada.

Ela sorriu e virou-se de costas para ele. Os corpos colados, ela movendo o quadril e a cintura de acordo com a música.

Ela a provocara pela manhã. Que mal havia em dar o troco?

Levou as mãos para o pescoço do loiro, lhe acariciando os fios macios. Ele lhe apertava a cintura, gradativamente, com mais força. As nádegas dela, coladas ao seu quadril, graças ao salto que usava.

Quem olhava de fora, via somente mais um casal dançando, abraçados. Mas o loiro sabia que não era bem assim.

Ao som da música ela se transformava. O provocava.

— Você realmente gosta de me provocar na frente de todo mundo, não é? – Juntou os lábios a orelha dela e falou rouco em seu ouvido. Os movimentos dela, já estavam dando resultados.

— Talvez um pouco. – Ela riu. Sentia o ronronar dele em seu ouvido, a respiração forte contra as suas costas.

— Eu sei brincar também, não se esqueça disso. – Com isso, o garoto passou ambas as mãos para o quadril dela, o forçando com o seu, dando indícios do seu estado a ela.

— Achava que fosse mais controlado, gatinho.

— Com você é um pouco difícil. – Ele a virou para si, passando um braço ao redor da cintura dela e a outra mão ao seu rosto, inclinando o corpo, buscando sedento pelos lábios avermelhados.

Os dedos lhe acariciavam a bochecha, enquanto a boca devorava a dela, sentindo a maciez dos lábios, inchados pelo beijo e vermelhos pelo sangue que se concentrava lá. Lhe buscava a língua, sentindo o gosto que lhe entorpecia os sentidos, os dedos dela enterrados em seu cabelo, acariciando e arrancando-lhe ronronados.

Separou-se dela quanto o ar já lhes faltava, mantendo as testas coladas.

— Vamos sentar em algum lugar, meus pés estão doendo um pouco. – A joaninha lhe pedia e o gato atendeu prontamente, encaminhando os dois para um pequeno sofá no canto do clube e próximo ao bar cheio. Ela sentou-se e esperou que o loiro fizesse o mesmo.

— Eu vou buscar algo para a gente beber, está bem? – Chat apontou para o bar e ela concordou. O loiro se afastou, deixando a joaninha sozinha.

Péssima idéia.

Do outro lado do bar, um moreno alto, observava os movimentos da azulada atentamente, e assim que viu o loiro se afastar, não pensou duas vezes antes de ir se aproximar dela, sentando-se ao seu lado com um copo de bebida em mãos.

— Parece que você tem um gatinho fujão. – Falou próximo a azulada que o encarou assustada, só então notando a presença do moreno.

— Como?

— O loiro, fantasiado de gato... – Ele apontou para o bar, onde Chat esperava pelas bebidas. – Te deixou sozinha aqui e foi aproveitar.

— Ele foi somente buscar uma bebida. – Ela o encarou com a sobrancelha arqueada, sobre a máscara vermelha. Quem era aquele homem arrogante?

— Que bebida demorada. Dando tempo para qualquer um se aproximar de você, boneca. – Ele sorriu charmoso. – Sou Theo Barbeau, e você é?

— Ladybug. – Respondeu séria, não estava gostando dele. – E o “gato fujão” ali no bar, é Chat Noir, meu namorado.

— Chat Noir, que nome conveniente não? – Aproximou-se dela. – Ele dá tanto azar quanto o nome?

— Meu único azar foi ele ter saído e você chegado. – Aquele cara estava lhe tirando a paciência.

— Selvagem... Adorei. – Sorriu malicioso. – Eu posso ser muito melhor do que aquele gato.

— Boa sorte com isso, Copy Cat. – Afastou-se dele, se colocando de pé. – Mas eu prefiro o original. – Virou-se de costas para o moreno e foi em direção ao loiro no bar.

— Cópia é? – Theo encarava a garota se afastar com um sorriso nos lábios.

Ele era um artista, um jogador, e não gostava de perder.

A joaninha bufava de raiva, aquele homem lhe tirara a paciência. Que arrogante.

Se aproximou do loiro que estava de costas para si e o abraçou por trás, assustando o garoto desprevenido. Chat olhou para trás e deu de cara com os olhos azuis e brilhantes que ele tanto conhecia.

— Você estava demorando...

— Desculpa, Bugaboo. – Virou-se para ela a abraçando. – O garçom está um pouco ocupado. – Indicou com a cabeça o homem atrás do balcão, que se movimentava de um lado para o outro, com copos e garrafas de bebidas nas mãos.

Como se ouvindo o chamado, o homem deixou na frente do loiro dois copos com um conteúdo transparente e borbulhante. O loiro pegou os copos e entregou um para a azulada.

— O que é isso? Bebida?

— Água com gás. – Ele sorriu. – Nada de álcool para nós. De bêbados já bastam aqueles dois. – O loiro apontou para o meio da pista de dança, onde os amigos se encontravam dançando com copos de bebida em mãos e visivelmente alterados.

— Eu não acredito que eles já estão nesse estado. – A mestiça olhava para a cena indignada.

— Bom... Agora o Nino já é maior de idade. – O loiro deu de ombros.

— Mas a Alya não!

Os dois suspiraram. Os amigos realmente não tomavam jeito.

Por mais que a festa estivesse boa. Nenhum dos dois parecia estar aproveitando como devia. Ficaram em um sofá no canto do clube, com a azulada sentada no colo do loiro, tocando beijos e caricias em meio a música.

— Vamos embora? – Ela pediu baixinho. Já estava cansada daquela bagunça.

— Vamos. – O loiro concordou. – Só temos que encontrar os dois pé-de-cana.

Levantaram-se, indo em direção a pista de dança, onde os dois amigos mais cambaleavam do que dançavam. Adrien tocou o ombro do moreno, chamando sua atenção.

— Amigão! – Nino gritou jogando os braços para o alto e depois abraçou o loiro. Ele estava visivelmente alterado.

— Vamos para casa, Nino.

— Mas já? – Perguntou emburrado.

— Vai aproveitar mais o que? Aparentemente vocês já acabaram com o estoque do bar. – Apontou para o copo vazio.

— Exagero. Eu nem bebi tanto assim. – A língua enrolava.

— Claro. – Balançou a cabeça. – Mas agora vamos.

Apoiando o braço do moreno ao redor do ombro, foi acompanhado dos amigos para fora do clube, deixando que a brisa fresca e úmida inundasse os seu sentidos.

O estava do Alya não estava muito melhor do que o do namorado. Mas ao menos ela conseguia andar sozinha, apesar dos tropeços. Por segurança, Marinette ficou com o braço atado ao da amiga.

— Já está indo embora, vermelhinha? – Uma voz masculina chamou da entrada do clube. Os quatro olharam para trás e a mestiça fechou a cara ao notar que se tratava do homem arrogante de mais cedo. – Achei que pudéssemos aproveitar um pouco a noite.

Notando o olhar do homem sobre a namorada o loiro interveio.

— E você quem seria? – Engrossou a voz e fechou a expressão.

— Um amigo dela. – Sorriu desafiador.

— Nenhum amigo dela a chamaria de “vermelhinha”. – Frisou ríspido.

— O que posso fazer... – Levantou os ombros. – Sou um amigo intimo.

— Isso com toda certeza você não é. – A mestiça interveio ao notar a aura agressividade que emanada do loiro. – Vamos Chat.

— Isso gatinho, vai com ela enquanto pode. – O moreno sorriu malicioso, vendo os quatro amigos se afastarem, mas contente por ter conseguido tirar o loiro do sério.

Os quatro caminhavam em silencio pelas ruas da cidade. Adrien não estava se aguentando, precisava saber quem era aquele cara.

— Amigo seu? – Por mais que não quisesse, sua voz saiu seca.

— O que? Não. – Marinette balançou a cabeça negativamente. – É um idiota que tentou dar em cima de mim enquanto você estava no bar.

— ...

O caminho se seguiu em silencio até chegarem em casa.

Assim que puseram os pés para dentro do sobrado, despejaram os amigo, semi conscientes, sobre os sofás da sala.

Marinette tirou os sapatos da avermelhada e a ajudou a se deitar sobre o móvel, colocando uma almofada fofa em baixo de sua cabeça, tentando deixá-la o mais confortável possível.

Em compensação: Nino já estava completamente apagado, o corpo pendendo entre o sofá e o chão. Não havia mais muito que se fazer. Só torcer para que o dia seguinte fosse bonzinho com os dois.

A azulada retirou os saltos e com eles em mão, subiu as escadas em direção ao quarto. Tudo o que mais desejava era um bom banho e uma longa noite de sono.

Adrien não havia falado mais nenhuma palavra desde que saíram do clube. O que não costumava ser o habitual do rapaz. Mas Marinette associou o fato ao cansaço. E somente a isso.

Colocou os saltos no chão, próximo a cômoda e buscou por uma muda de roupa entre seus pertences. Adrien veio subindo logo atrás dela, sentou-se na cama e tirou os sapados de qualquer jeito.

Aquele homem, chamando e provocando a sua namorada, não saia da cabeça.

Mas por que diabos tinha que tê-la deixado sozinha?

— Eu vou tomar um banho. Já volto. – Com as roupas em mão ela saiu do quarto, deixando o loiro sozinho e em silencio, sendo atormentado por dividas e pensamentos inconvenientes.

Por mais que não admitisse, o maior defeito do loiro era a insegurança. Chat Noir era sua verdadeira essência, mas ela não podia negar a existência de Adrien, e de todos os seus defeitos.

Tinha medo que Mari o deixasse.

Tinha medo de ser abandonado... De novo.

Sacudiu a cabeça com raiva.

“Ela não faria isso.” Pensava. Não, não ela.

Ela o amava, o loiro sabia disso. Mas só de imaginar que ela poderia trocá-lo, seu peito doía.

Não notou quando a azulada voltou para o quarto, vestindo um pijama curto e com os cabelos soltos e úmidos.

Marinette notou que o loiro não se movera desde que ela deixou o quarto. Se aproximou dele em silencio e passou a mão sobre seus cabelos.

— Adrien, está tudo bem? – Sua voz era calma. Ele levantou a cabeça, deixando que ela vislumbrasse seus olhos tristes, levemente marejados. – Hey gatinho, o que está acontecendo com você?

Adrien pegou ambas as mãos dela as segurando entre as suas.

— Mari, me promete uma coisa? – Levava os pequenos dedos dela em direção a sua boca, os beijando levemente. – Promete que não vai me largar? Por mais chato e insuportável que eu possa ser. Me promete que não vai fazer isso... Por favor.

— Adrien... – Ela sentou-se em seu colo, tirando as mãos das dele e as depositando sobre o rosto entristecido do garoto. – De onde você tirou isso? Eu não vou te deixar... Que idéia é essa?

Ele baixou a cabeça, encostando a testa sobre o ombro dela.

— Aquele cara hoje... – Falou baixo.

— Era só um idiota... Está preocupado com isso?

— Não é só com isso. Bom é... Mas... – Ele suspirou frustrado. – E se você achar alguém melhor que eu, ou simplesmente cansar de mim. Aquele cara é um dos vários candidatos a vaga...

— Adrien Agreste. – Falou brava. – Chega disso. Eu não vou deixar ou me cansar de você está me entendendo? – Suspirou. – Estou começando a achar que você bebeu...

— Eu não bebi.

— Então da onde veio toda essa depressão?

— Sei lá. Simplesmente me veio a cabeça. – Mentira. Aquele medo tinha nome e sobrenome. E ele periferia não lembrar-se disso. – Desculpe. – Sorriu fraco.

— Hey, eu te amo está bem. – Acariciou-lhe o rosto, passando os dedos delicadamente sobre as bochechas. – Agora você precisa de um banho. – Levantou-se do colo do loiro.

— Vai comigo? – Sorriu de lado. Ai essas idéias.

— Nem pensar. – Ela riu. – Sei muito bem o que você quer fazer, e isso não vai acontecer. – Ele acompanhou o riso dela.

— Mas por que não? – Aproximou-se dela, com um sorriso malicioso nos lábios. – Eu prometo fazer valer a pena.

— Você é terrível, sabia disso? – Sorria. – Mas esqueça essa idéia. Eu estou cansada. Então vá logo. – Saiu dos braços dele, indo sentar-se na cama.

O loiro suspirou em meio a um riso e fez o que ela pediu.

Pegou suas roupas e tomou um banho, se livrando da mascara e das orelhas no processo. Quando terminou voltou ao quarto, onde a mestiça já se encontrava deita, esperando por ela.

— É uma pena sabia...

— O que?

— Você ficou uma gracinha com aquelas orelhas... – Ela riu da expressão de desgosto do loiro. – O que foi?

— Não sabia que você tinha esse tipo de fetiche. – Agora foi a vez dele de rir dela. Marinette ficou vermelha com o comentário.

Imaginações a parte: Ela o imaginou sim, com aquelas orelhas, sobre ela, a beijando, tocando, lambendo...

“Droga” pensou.

— Você realmente imaginou... Eu não acredito. – Ele riu alto.

— Não i-imaginei nada. – Ela gaguejou. Grande erro.

Ele se juntou a ela na cama, a abraçando por trás.

— Essa vermelhidão te denuncia, sabia disso? – Lhe beijou a nuca. O corpo dela se arrepiou. – Quem sabe um dia...

— Idiota. – Torceu os lábios em um bico.

— Te amo. – Sussurrou em seu ouvido e ela virou-se para ele.

— Também te amo gatinho. – Beijou-lhe os lábios e aconchegou-se em seu peito.

Notas finais
Vou ser sincera e dizer: Estava sem criatividade nenhuma para esse capitulo. Sorry. Minha ideias estão a mão para acontecimentos futuros, mas nesse capitulo a situação foi complicada. E enquanto eu não finalizasse esse eu não conseguiria escrever o resto. Fazer o que, não é? Temos dias e dias... Mas o que importa é o que vem futuramente, hehe. Música do capitulo: Martin Garrix & Bebe Rexha - In The Name Of Love - https://www.youtube.com/watch?v=AeGfss2vsZg Tenho que confessar também, que estou com mil ideias a respeito de uma fic nova, e isso está me matando! AHHH (Gritos histéricos) HAHAHAH. Mas antes de começar a outra, quero finalizar essa! Pois bem, acho que é isso. Me digam ai o que acharam e afins. Hehehe. XO Ps: Capitulo ainda será corrigido e atualizado futuramente. (Só me falta tempo para isso, hehe)