Notas iniciais
Boa leitura!

Por favor, leiam as notas finais.

No dia seguinte, acordei acabado. Lógico que a gente não foi jogar quadribol depois de tudo aquilo no corredor. A mulher não falou muito mais, então quando ela partiu nós fomos cada um para seu lado.

Foi um longo caminho até as masmorras naquela noite.

No café da manhã o diretor Longbottom fez seu discurso de sempre, mas nenhuma comida apareceu nas mesas quando ele acabou.

“Estranho...” ele disse, o cenho franzido. Pegou sua varinha e apontou para o salão. Nada.

Então, de repente, houve um barulho estranho. E o céu interno do salão principal já não existia mais.

Todo mundo estava parado, sem saber o que fazer.

“Crianças, quero que mantenham a calma.” Disse o diretor Longbottom. Só que ninguém tinha perdido a calma ainda. “Vocês têm o dia de folga. Estão liberados.”

Talvez pelo choque, ninguém reclamou de sair sem comida. Eu não sabia se eu ficava apavorado ou apavorado. Aquele moço disse que não haveria mais magia e agora...

Eu fiquei sentado à mesa da Sonserina enquanto todos levantavam, assustados e saiam.

“Vamos bisbilhotar a sala do diretor Longbottom e ver o que está acontecendo!” Albus estava na minha frente, a capa de invisibilidade na mão.

Eu não sabia como ele tinha chegado ali ou o porquê dele andar com a capa o dia inteiro.

Antes que eu pudesse concordar, Rose Weasley apareceu com sua “câmera” pendurada no pescoço.

“Vamos” ela disse. E eu nem precisei concordar.

***

“Pelo o que meu pai disse” começou Albus, “o diretor Longbottom usa as mesmas senhas que o antigo diretor Dumbledore usava.”

Nós estávamos na frente da entrada da sala do diretor. Tínhamos esperado ele e os professores saírem do Salão Principal, então o seguimos com a capa de invisibilidade. Porém não pudemos ouvir a senha.

“E como nós vamos saber as senhas?” eu perguntei.

“Minha mãe disse que as senhas eram sempre algum doce trouxa. Eu sou metade, metade trouxa, então...” Rose disse, sorrindo.

Ela olhou para a entrada e respirou fundo. Então começou: “sorvete de limão, bala de coco, cocada, tapioca, caramelo, sorvete de creme, chocolate, torta de morando, torta de chocolate, torta de maçã, torta...”

Houve um barulho de fechadura.

“Acho que foi ‘torta de maçã’” eu disse.

Entramos.

Em todos os sete anos de Hogwarts, eu nunca estive muito na sala do diretor Longbottom. Eu não era nenhum tipo de aluno muito importante e também não era muito ruim, então...

Diretor Longbottom estava no centro da sala, imponetente. Nossos professores estavam sentados em sua volta, ouvindo com atenção:

“A Profecia começou” disse o diretor Longbottom. “A Profecia que nós achávamos que era falsa.”

“Eu disse que não era!” disse nosso professor de Advinhação, Sr. Merryweather. Ele tinha a fama de ser louco, porque suas aulas podiam ser resumidas à gritos histéricos sobre profecias sem sentido e leituras de xícaras de chá com gosto suspeito.

“O importante agora é saber como nós vamos fazer para que ela não se concretize” disse a nossa professora de Poções, a sra. Grace.

O diretor Longbottom foi em diração a sua mesa e de uma das gavetas tirou uma espécia de bola de cristal. O professor Merryweather levantou-se e, quando suas mãos tocaram o objeto, uma voz grossa e estranha começou a contar o que parecia ser uma história.

“O sangue de quem um dia foi deus será derramado e o que conhecemos nos será tirado. Um objeto de valor contém a chave para o fim dos tempos sombrios e sinuosos.”

E então eu desmaiei.

Notas finais
Gente, eu tenho que pedir desculpas por este capítulo estar como está. Está muito ruim, mas eu tenho motivos. É, eu venho sofrendo de estresse há algum tempo e isso me impossibilita de fazer algo legal. Eu iria reescrever o capítulo, mas eu vi que estava ficando sem tempo para postar, então eu decidi postar mesmo assim. Eu prometo que vou tentar postar outro capítulo até sexta mais ou menos, se eu conseguir pensar até hoje. A história não vai parar até que eu tenha que ser internada em alguma unidade de saúde psicológica euheueh Beijos!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.