Notas iniciais
PRIMEIRO: Obrigada pelas reviews
SEGUNDO: QUERO SABER UMA COISA. COMO ASSIM EU TENHO 22 LEITORES MAS SÓ ALGUNS DELES MANDAM REVIEWS???? COMO ASSIM PRODUÇÃO??? PODE ISSO???
TERCEIRO: Sorry a falta de criatividade, ela tirou férias e ainda não voltou, mas como eu me comprometi com a fic.

KATNISS

Depois da Captura da Bandeira, todos do chalé 7 estão me tratando como uma celebridade. O que detesto. Menos Will Solace, Michael Yew e Lottie Partyson.

Era noite e todos estavam tentando dormir. E eu estava refletindo sobre o tal poder. Estava na beliche ao lado da de Lottie.

– Lottie. — chamei e ela se virou para mim. Os cabelos dourados lisos todos bagunçados. Para você ter uma ideia. Lottie era alta, loira, tinha olhos da cor dos meus e tinha por volta de 16 anos. — Por que todos estão me tratando como uma celebridade?

– Por causa do poder, oras. — ela respondeu, meio sonolenta.

– Tá, mas e por que você, Will e Michael estão me tratando igual antes? — perguntei.

– Porque a gente não vê o porquê dessa atenção toda. — ela explicou. — Você é uma pessoa normal.

– E por que você acha que Apolo me concedeu esse poder? — perguntei.

– Porque você é a preferida dele, oras! — respondeu. — Agora vá dormir.

E se virou, antes que eu pudesse protestar.

Eu, a preferida de Apolo? Até parece. Se eu fosse, ele teria nos ajudado nos tempos difíceis.

"– Por que você nos abandonou? NÓS QUASE MORREMOS! — gritei.

– Ei, ei, ei! — ele disse. — Calma! Eu realmente amei sua mãe, mas Zeus me fez voltar para o passado, eu não tive escolha, tive que fingir que morri naquela explosão. — ele explicou.

– Você não... provocou aquela explosão não, né? — perguntei.

– Não. Ela realmente aconteceu. Eu só a usei para fingir uma morte. — ele explicou.

– Você não podia ter enviado... Sei lá! Uma ajuda? Comida, dinheiro! Qualquer coisa! — eu gritei. — AFINAL, VOCÊ É UM DEUS!

– Eu tentei, mas Zeus não permitiu! — ele baixou os olhos."


E assim adormeci. E tive o pior sonho.

[...]

Eu estava dentro de um edifício, ele era branco, e estava todo bagunçando. No centro da sala, se encontrava o próprio Cronos, um adolescente de tapa-olho, e preso à cordas, estava um garoto de cabelos loiros e olhos claros, e ele era.... PEETA???

– Sinto muito, meu senhor. — disse o cara de tapa-olho. — Mas ele se recusa a falar sobre a tal garota do futuro.

– ENTÃO FAÇA COM QUE ELE FALE, NAKAMURA! — Berrou Cronos.

– S-sim, meu senhor. — gaguejou ele. — M-mas, e o nosso espião?

– Ela se recusa a falar! — resmungou Cronos. — Que ótimo espião Luke foi me arrumar! Ela vai ser a primeira a morrer na Guerra! – exclamou ele. — Agora vá, Nakamura! Faça esse mortal inútil falar! — e saiu.

– E-está bem, senhor. — ele disse, e se virou para Peeta. Fez um gesto com a mão e uma dracanae apareceu com um bastão nas mãos e bateu na cara de Peeta, fazendo com que sangue caia da boca dele, e alguns dentes também.

Não! tentei gritar.

[...]

Acordei num pulo, e saí do chalé correndo, despistando algumas harpias, e corri para a Casa Grande.

Entrei na casa devagar, e fui até o quarto de Peeta. Antes que eu pudesse abrir a porta, uma mão tocou o meu ombro, me assustando e fazendo com que eu batesse o joelho em uma mesinha.

Gemi baixo.

– Que droga! — resmunguei. Depois me virei para a pessoa e era Peeta. — Graças aos deuses!

E o abracei.

– O que foi, Kat? — perguntou ele.

– Tive um sonho horrível. — eu disse, ele me puxou para o quarto dele e fechou a porta.

– O que sonhou? — ele perguntou.

Contei a ele. Ele ficou em silêncio.

– Katniss...- começou. — Alguém aqui do acampamento já lhe disse que sonhos de semideuses são premonições do futuro?

Sentei na cama, e fiquei encarando o armário, perplexa.

– Mas.... — comecei. — Argh! Por que eu fui inventar de vir ajudar essa droga de país que eu nem sequer morei!

– Porque você é Katniss Everdeen, a Garota em Chamas. — ele disse. — E sempre vai ajudar os outros.

Continuei em silêncio processando tudo.

– Katniss, quero que me prometa que não importa o que vai acontecer comigo, você vai ajudar essas pessoas. — ele falou.

– Não! Peeta, se você... se você.... morrer. — falei, mordendo o lábio inferior. — Eu não vou conseguir ajudar ninguém.

– Prometa. — insistiu ele.

Relutante, prometi.

– Mas quero que me prometa uma coisa. — falei.

– Está bem. — ele disse.

– Durante a guerra, eu quero que você fique aqui no acampamento. — eu falei, ele tentou protestar, mas eu insisti e ele, relutante, concordou.

– Agora vá dormir. — ele disse.

– Tudo o que eu preciso é de mais sonhos. — falei.

– Acredite, eu sei.- ele disse.

Saí da Casa Grande, e já estava amanhecendo. Resolvi voltar para o chalé e me trocar.

Pus a camisa do acampamento, um short, um tênis e fiz a trança de sempre em meus cabelos.

Peguei meu arco e flecha e fui para o anfiteatro.

Acertei todos os alvos com minhas flechas. E descobri que Apolo não só mudara a cor de meu arco, mas também acrescentou um novo tipo de flecha. Eram flechas de pura energia solar que ao tocarem o alvo explodem.

Eu tinha uma parecida, mas essa era mais potente. Senti alguém se aproximar, me virei e era Annabeth.

– Oi. — falei.

– Oi. — respondeu ela. — Sem sono?

Assenti.

– Tudo o que eu preciso é de mais sonhos que mostram Cronos arrebentando a cara de Peeta. — falei.

Annabeth concordou. Ela olhou para todos os alvos que eu acertei, e me encarou.

– Você é muito boa! — exclamou ela.

– Obrigada. — disse, sorrindo timidamente.

Uma trombeta soou, era hora do café da manhã, Annabeth e eu saímos em direção ao pavilhão do refeitório. Sentei-me a mesa 7 e Annabeth a 6.

Lottie apareceu e sentou-se ao meu lado.

– Oi. — falei.

– Oi. — ela respondeu. — Onde você foi? Acordei e você não estava em sua beliche.

– Sonhos. — respondi. Ela assentiu.

Observei Percy chegar e sentar-se sozinho a mesa 3. Annabeth levantou-se, foi até a mesa 3 e deu um selinho nele. Sorri involuntariamente. Gale chegou e sentou-se a mesa 8, acenei, e ele acenou de volta.

Comi Cozido de Carneiro. E desejei ao meu copo que fosse suco de laranja.

[...]

Mais tarde, eu estava tentando aprender Grego Antigo com Quíron, quando Annabeth apareceu.

– Quíron! — gritou ela. — Percy... ele.... Sumiu! — gritou ela, tentando tomar fôlego.

– Calma, minha querida. — disse Quíron. — Sente-se e me conte.

– Bem, ele apareceu hoje no pavilhão, depois ele disse que ia ver a Sra.O'Leary, e não voltou mais! Olhamos na arena e a Sra.O'Leary também desapareceu! Leneu disse que Percy falou com ele mais cedo, mas depois Leneu saiu, e deixou ele com Júniper e Nico. — ela dizia tudo rapidamente. — E agora, Quíron?

– Bom, minha cara — disse ele -, o que nos resta é esperar notícias.

Annabeth assentiu e saiu da sala batendo os pés.

ANNABETH

Estava sentada em um banco que ficava em frente a praia, preocupada com Percy, quando resolvi ir ao meu chalé pegar meu celular e ligar para a mãe de Percy, para ver se ela tem notícias dele.

Corri para o chalé, abri minha mala, e liguei o celular. Nele continha uma mensagem do número da mãe de Percy:

"Annabeth, estou bem, não se preocupe. Estou com Nico e a Sra.O'Leary. Pode trazer todos os campistas em frente ao Empire State? Depois explico tudo.

Percy"

– Esse garoto quer me matar de preocupação! — gritei.

[...]

Estávamos todos dentro da van, a caminho do Empire State, quando resolvo ligar meu celular, para avisar para Percy que estamos chegando. Logo depois que o liguei, o celular tocou.

– Ei! — Percy disse do outro lado. — Recebeu minha mensagem?

– Percy, onde você está? — exclamei. — Sua mensagem não dizia praticamente nada! Estávamos loucos de preocupação!

– Conto tudo depois — ele disse. — Onde você está?

– Estamos a caminho como você pediu, quase chegando ao túnel de Queens para Midtown. Mas, Percy, o que você está planejando? Deixamos o acampamento praticamente indefeso, e não existe possibilidade de os deuses....

– Confie em mim — ele me interrompeu. — Encontro vocês lá.

E desligou.



Notas finais
Gente, sorry a falta de criatividade
aldkasldkaldkasd
Quero reviews hein!
Minha amiga potterhead me ensinou uma coisa:
ACCIO LEITORES FANTASMAS!!!!