Notas iniciais
olá lindos do nyah, faltei no colégio hoje então decidi postar um capítulo agora e um de tarde ok? Divirtam-se

Eu e Kol conversamos sobre diversas coisas no caminho de volta a mansão, inclusive sobre a mania de Klaus de querer ter posse sobre as coisas. Klaus não é feio, na verdade ele está muito longe disso, é loiro dos olhos claros e tem um sotaque que faz qualquer uma ficar a seus pés. Mas eu não o amo, eu o amava de fato quando ainda era uma humana até conhecer seu irmão, Elijah, um homem bonito e muito elegante, divertido e que sempre me fazia companhia. Me apaixonei, pelos dois. Não espera, acho que já ouvi essa história antes.

Estacionei meu carro na frente do casarão Mikaelson e entrei logo depois de Kol, subi as escadas lentamente fazendo com que meus saltos fizessem barulhos enquanto eu desfilava por ali, me deixando com auto-estima. Quando estou na metade do trajeto de ir pro meu quarto, ouço o maldito sotaque.

- Katerina, pra quem iria só almoçar, você demorou bastante não é? — disse ele me virando pra nos olharmos.

- Ah. — faço cara de pensativa, olho pro relógio de parede. Já passa das quatro da tarde. — Kol é uma ótima companhia. -falo me livrando de suas mãos e continuando subir as encadas.

- Onde vocês estavam? — diz ele um pouco mais alto agora. Me viro e digo:

- A pergunta certa é, o que estavamos fazendo. — falo enrolando uma mecha de meu cabelo no dedo, e continuo. — e a resposta certa é: transando. — solto um sorriso, um sorriso de missão cumprida ao ve-lo imóvel, olhando pro nada.

- Transando? — pergunta ele incrédulo. — Transando? — agora grita

- é Klaus, e seu irmão mais novo manda muito bem, tanto é estou cansada. Vou pro meu quarto. — falo me virando e continuando a subir as escadas indo em direção aos meus aposentos. Abro a porta e me tranco, tiro minha calça e substituo por um mini-saia jeans, tiro minhas sandálias e...

I'm waking up to ash and dust (estou acordando em meio as cinzas e a poeira)

I wipe my brow and I sweat my rust (enxugo minha testa e suo minha ferrugem)

I'm breathing in the chemicals (estou inalando os produtos químicos)

I'm breaking in, shaping up (estou invadindo, tomando forma)

Checking out on the prison bus (verificando o ônibus da prisão)

This is it, the apocalypse (isto é, o apocalipse)

Whoa

Meu celular toca Radioactive, minha música favorita. Penso em atender de imediato mas aquele som, aquela melodia me acalma, me renova. Continuo ouvindo, cantando junto e relaxando enquanto as letras entram em minha mente e me mostram que essa música, esses trechos dela definem exatamente o que está acontecendo. Não uma mudança, não uma nova personalidade. Mas sim, a volta. A volta do meu eu mau, doentio, e vigarista.

I'm waking up, I feel it in my bones (estou acordando, sinto isso em meus ossos)

Enough to make my systems blow (o bastante pra explodir meu sistema)

Welcome to the new age, to the new age (Bem-vindo a nova era, a nova era)

Welcome to the new age, to the new age (Bem-vindo a nova era, a nova era)

Whoa, whoa, I'm radioactive, radioactive (eu sou radioativo, radioativo)

Whoa, whoa, I'm radioactive, radioactive (eu sou radioativo, radioativo)

I raise my flags, don my clothes (eu ergo minhas bandeiras, visto minhas roupas)

It's a revolution I suppose (é uma revolução, eu acho)

We'll paint it red to fit right in, whoa (vamos pintar de vermelho pra ficar bem)

I'm breaking in, shaping up (estou invadindo, tomando forma)

Then checking out on the prison bus (verifico o ônibus da prisão)

This is it, the apocalypse, whoa (isto é, o apocalipse)

Olho na tela, número desconhecido. Penso em desligar, mas algo dentro de mim diz que não.

- Alô. — falo. Mas ninguém responde.

- Alô? — tento mais uma vez, nada.

- Alô. — tento pela última vez. Estou prestes a desligar e então ouço, ouço uma voz que faz alguma coisa dentro de mim se agitar, querer sair, querer pular.

- Fala alguma coisa Stefan. - diz Damon do outro lado da linha incentivando o irmão a abrir a boca.

- Stefan? Damon? — falo e um sorriso maroto escapa de meus lábios. — Não se esqueçam que eu amo vocês, sinto falta de vocês. — continuo enquanto uma lágrima escorre pela minha face.

- Eu te amo. — fala Stefan com a voz tremula.

- Eu te amo Stefan, eu te amo. Ouviu?

- Volte pra casa, volte pra nós. — uma dor me atinge por dentro.

- Não posso. — falo triste.

- Me de esse telefone. - Diz Damon visivelmente irritado. — Katherine, estou mandando você voltar pra sua casa, que é aqui comigo. Bom, e com Stefan também. Volte pra nós, volte pra mim, volte pra me fazer feliz de novo. Eu te amo entendeu? Não vou deixar você ir de novo, não vou deixar você escapar. -diz ele.

- Damon... — a maçaneta da minha porta gira, e logo a figura loira aparece, sorrindo como criança.

- Comovente. Vamos fale pra eles. — diz Klaus fazendo gestos com as mãos, primeiro faz como se estivesse empurrando algo e depois como se estivesse quebrando o pescoço de alguém.

- Eu... — continuo. — Eu não posso porque... — tento fazer as palavras saírem. — Eu amo Klaus. — Klaus pega o celular de minhas mãos e desliga, deixando Damon falar sozinho um: "Não, o que? Não pode ser!"

- Muito bem sweetheart. - diz ele. — Falei com Kol, sabia? — fala com voz de indiferença.

- Mesmo? o que? — pergunto olhando pro seu rosto.

- Na verdade, eu não falei com ele. Eu só o tranquei em uma salinha daqui e joguei um balde de verbena nele. — deu uma risada. — Isso é pra ele aprender, que com mulher de irmão não se mete.

- Eu não sou sua mulher Klaus. — falo revirando os olhos.

- Tanto faz, você será. Porque se não... — ele pega um vaso e taca no chão, transformando em mil pedaços. — É acho que você entendeu o recado, querida. Vamos pra diversão agora. — Me empurra na cama e deita sobre mim, beija meu pescoço. Me livro rapidamente.

- Você é louco. — dou uma risada debochada. — Eu e você... não existe mais isso Klaus.

- Mesmo? — ele ri também. — Você que sabe, ou faz ou... bom preciso avisar de novo? — ele me alcança e segura em meus braços. — E faça de bom gosto. — me joga com brutalidade de novo na cama e sobe em cima de mim, beija minhas partes descobertas. Aperta minhas pernas com força deixando um rastro de roxo por onde suas fortes mãos relavam, beija meu pescoço e morde, desce os beijos para os meus ombros fazendo sucções fortes, beija meu colo e seios. Ele tira minhas blusa e logo depois a sua, abre meu sutiã, e abocanha meus seios delicadamente. Separa minhas pernas e se adentranha ali, chupando e lambendo cada parte, depois penetra me fazendo gemer alto o bastante.

[...]

Enfim depois de tudo, deito em um lado da cama o mais longe possível dele. Sinto-o chegar perto de mim lentamente, e faz... como é que os humanos dizem mesmo? a sim, "conchinha".

Saio de seus braços e vou em direção ao banheiro.

- Porque faz isso?

- Isso o que? — me faço de desentendida.

- Tudo, porque? Não é mais fácil me amar do que ser obrigada a isso? Nossas bocas não se tocaram durante tudo o que fizemos. — diz ele me virando, fazendo nossos olhares se encontrarem por breves segundos.

- Eu sou uma vadia, vadias são tratadas assim. Você degrada meu corpo, e não rela na minha boca. Feitos? — o olho erguendo uma sobrancelha, me viro e me olho no espelho, as marcas de um sexo realmente vampiresco mas que logo iriam sumir. Ele me segura por trás, penso em tira-lo dali, mas o olho no espelho, seu rosto em meu ombro, suas mãos percorrendo minha cintura. Uma pequena voz, uma voz quase inescutável diz no meu interior: "Você queria isso, você queria os braços dele em torno de sua cintura quando era humana. Você queria o ter Katherine. E agora ai está ele, totalmente entregue. Aproveite, bom, não é todas que tem o amor de um original"

- Eu te amo. — sussura ele em meu ouvindo, e depois sorri fazendo um vento. Involuntariamente também sorrio, mas percebendo isso fecho a cara. Afinal, originais amam?

Notas finais
sdds sexo e ai está, gente se alguém não gosta disso me avisem que eu manero ok?
Pra quem quiser a música que tocou é Radioactive do Imagine Dragons.