Katherine Pierce Está De Volta
20 Tentando salva-los
Notas iniciais
A proposito, fiquem a vontade pra adc aos favoritos ou recomendar gente, me façam feliz! Bjs e aqui vai
Me soltei rapidamente dos braços de Klaus. O que ele pensava que estava fazendo? Matou minha família toda, me perseguiu durante 500 anos pra quebrar a maldição dos infernos, pra dizer que me ama depois? Ah não, não caio mesmo.
- Você deve estar louco, tente outra coisa Klaus. Conheço seus truques, nostalgia né? Até parece 1492 quando você disse que me amava... me iludiu e tudo mais, pra? Pra pegar meu sangue. — o empurrei e cheguei perto de Stefan acariciando sua testa.
- Mas eu te amava, só que eu precisava de você, precisava de seu sangue, Katerina! Você não entende. — exclamou ele dando ênfase ao meu nome passado.
- É Katherine. — revirei os olhos. — Me deixe em paz, você não vai conseguir nada de mim. — E não, não entendo. — continuei
- Tudo bem, Katherine. — falou meu nome forçando. — Se você não fazer o que eu te propus, mato-os sem pensar duas vezes... ainda sou o vampiro sanguinário de sempre, só que apaixonado talvez.
Depois do que ele disse veio uma leve imagem em minha mente de Damon e Stefan torturados e mortos em uma pilha junto com todos que Klaus tinha matado de minha família. Me arrepiei com a imagem e a mandei pra longe. Isso nunca iria acontecer, porque eu abriria mão de qualquer coisa por eles. Até da minha segurança, que sempre foi tão importante pra mim.
- Tic Toc. — disse Klaus depois de um tempo imitando um relógio antigo... a diferença era seu sotaque apaixonador. — Tic Toc Tic Toc, vamos! — repetiu ele, me apressando.
Chegou mais perto de mim enquanto eu havia colocado o corpo de Damon e Stefan um do lado do outro, fazendo carinho nos cabelo s sedosos dos dois ao mesmo tempo.
- Sim. — falei baixo, não tirando os olhos dos rostos dos dois.
- O que disse? Não ouvi. — eu sabia que tinha ouvido.
- Sim. — falei mais determinada olhando em seus olhos.
- Ótimo... essa é minha Katerina... minha. — deu ênfase na última palavra.
- Só não entendo uma coisa.
- O que? — perguntou-me
- Se queria tanto isso, porque não me compeliu? Era tão fácil, só dizer pra esquece-los e ir com você.
- Gosto das coisas do jeito difícil, e eu sei que você é espertinha demais pra esse negócio de compelir sei que toma verbena, love. — sorriu torto e eu revirei os olhos. — Não me olhe assim Katerina... me olhe com amor. — disse ele chegando em mim em sua velocidade vampirica me prensando na parede e encaixando suas pernas nas minhas.
- Não queira coisas impossíveis, Klaus. — Falei ofegante.
- Não é impossível... você me olhava assim o tempo todo, ainda pode.
- Não me faça ter nojo de você, por favor. — falei revirando o rosto e soltando um risinho.
- Você é tão sedutora... — disse chegando nossas bocas perto demais uma da outra. Menos de um centímetro de distância daquela boca infernal... que me trouxe tanta dor. Quem diria! Como a vida é bela!
Suas mãos percorreram minha cintura, apertando-a e massageando-a. Suas pernas se enroscaram nas minhas. Minha mão, como se fosse um reflexo, subiu seu pescoço até chegar em sua nuca. As suas seguraram meus cabelos enquanto seus olhos me olhavam com desejo e luxúria, ele lambia os lábios em protesto. Em um momento fora de mim uni nossas bocas novamente mas agora, com desejo. Eu deveria estar ficando louca, mas algo me dizia que por mais que eu lutasse pra salva-los no fundo eu mesma iria mata-los, por dentro. E muitas vezes.
Ouvi uma voz, e depois o dono da tal.
- Katherine! O que está fazendo? — perguntou-me Damon e logo depois Stefan se levantou olhando-nos com fúria.
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