Notas iniciais
uma semana pra postar mas peço desculpas, tá na época de provas e fica difícil pra mim as vezes, prometo que vou postar de 1 á 2 vezes na semana... me perdoem!!!

Os dias passavam devagar demais pra mim, minha eternidade quase perdida, minha pouca humanidade quase enterrada novamente. Eu tenho Stefan. Tenho metade de mim comigo, mas por algum motivo a outra metade me fazia muita falta, qualquer uma delas faria. Eu deveria escolher um deles? Deveria, mas não gosto muito de ser certa, afinal isso é o que uma pessoa certa faria, não é?

[...]

Na biblioteca lendo livros Clássicos como a babaca da Elena fazia, talvez a minha humanidade ter voltado me deixava ser um pouco ela, mas eu era superior, a tudo e a todos.

Turn it off, Katherine. — Minha mente avisava, mas eu recusava. Desligue e tudo ficará melhor, tudo vai passar. — E normalmente meu último 1 mês tem sido isso, uma guerra interna que eu não conseguia impedir.

Sinto mãos fortes me segurarem, mãos conhecidas. Passo minhas mãos entre as suas que estão em minha cintura, e encosto minha cabeça em seu ombro, uma sensação de paz percorre meu interior.

- Ora ora, gostou tanto assim da visita, Katerina? — o sotaque tão conhecido invade minha mente, me tirando dos pensamentos. Talvez eu esteja louca, não-lúcida. Talvez isso seja apenas uma visão ou um delírio da minha parte. Mas quando me viro, o vejo. A figura loira de olhos claros, e uma aparência tão bonita e tão perigosa também. — Assustada? — pergunta-me ele quando o olho com pavor, tentando abrir a porta que ele acara de passar verbena. Me afasto rapidamente trombando nele no pequeno espaço em que estamos.

- Klaus. — é a única coisa que consigo dizer, ainda em choque. O que eu pensava? que ficaria ali vivendo um "feliz para sempre" com Stefan? ou sofrendo pra sempre ali por Damon? Esqueci-me completamente de Klaus, e mal pude sentir sua presença quando olhos azuis estão vagando em minha mente.

- Saudades meu amor? — cínico! penso comigo mesma. — Achou que eu não iria te encontrar aqui? ou achou que minha viagem duraria... sua felicidade eterna? — ele sorri totalmente irônico, e logo me recomponho.

- Talvez já que fiz uma lista com as coisas que você é ruim, e em primeiro lugar é me encontrar. — dou um de meus sorrisos.

- Sem humanidade de novo? — pergunta-me

- Quase.

- Prefiro você sem, é mais selvagem, e é bom. — ele chega mais perto e me segura nos braços forte. Tento me soltar, mas é em vão. — Diga o quanto sentiu minha falta e podemos ir embora sem ninguém se machucar. — seus lábios estão a centimetros dos meus, mas não me esquivo.

- Tudo bem Lord Nicklaus. — uso seu nome de época. — A verdade é que... — chego mais perto de seu rosto, quase grudando nossas bocas, o vejo salivar. — Eu não senti falta alguma sua. — E então, ele me joga longe. Bato com a cabeça na estante de livros e vejo a mesma vir pra frente, ameaçando cair. Apenas cubro a cabeça, sei que se ela despedaçasse e alguma parte de sua madeira acertasse meu coração seria meu último suspiro. Fecho os olhos me preparando pra dor, mas me sinto ser coberta por algo quente. Talvez a morte ou algum parente dela. E logo depois ouço o beque dela caindo sobre mim, não sinto dor, mas ouço gemidos, em meio as estroços procuro Klaus e quando o acho tiro-o dali rapidamente. Ferido e debilitado apenas fica imóvel. Vejo o tanto de "estacas" improvisadas que estão enfiadas nele e me desespero. Arranco uma por uma de vagar e o levo cuidadosamente pro tapete felpudo perto de nós. Espero, espero... espero. E enfim ele se move, mostrando que pra um original híbrido isso não é absolutamente nada, mas suas feridas ainda não estão totalmente curadas, mesmo depois de horas de espera. Debilitado me abraça, e não resisto, passando minhas mãos por seu pescoço, chegando em seu cabelo louro dourado e macio. Suspiro. Beijo seu rosto por impulso.

- Eu amo você, não entende? — diz ele calmamente, segurando meu rosto.

- E-eu entendo. — Não posso ser fraca, não posso o beijar. Fecho meus olhos e me concentro em Damon e Stefan, não posso fazer isso com eles. Porque eu os amo. Mas, logo sinto sua boca pressionar a minha, resisto, mas depois de algum tempo cedo aos beijos fortes que me dava ali no chão mesmo. Tiro os meus cabelos do pescoço deixando-o a mostra, seus olhos brilham, pego seu cabelo e coloco sua boca ali. Logo o sinto sugar e em meio a toda confusão abro os olhos vendo suas feridas que antes estavam meio abertas se curarem rapidamente, dou um sorriso ivoluntário.

E apesar de tudo, são laços que mesmo antes quebrados se reformam com tanta facilidade... - penso comigo enquanto sinto-o sugar meus sangue delicadamente.

Notas finais
ahhhhhhhhhhhhhhh enfim, comentários por favor?