Katherine Pierce Está De Volta
7 Mistério
Notas iniciais
Depois de um horrivel pesadelo levantei da cama e fui tomar um banho quente e relaxar, passei meu melhor perfume. Coloquei a roupa e peguei os cadernos indo em direção á sala.
- Ei Caroline. Você tá bem? — perguntei a loira.
- Sim, bom eu acho...
- Meus pesames, sei que você e a Elena eram muito amigas. Bom, você deve saber que não me importo com ela ter morrido, mas não gosto de ver pessoas legais tristes.
- Obrigada Katherine. — sorriu ela.
Sentei em minha carteira esperando aquele tédio começar. Não sei porque, mas aquilo nem era tão ruim. Pelo menos, as pessoas dali não eram tão tediosas.
- Stefan... — sussurei.
- Oi?
- Eu não tenho um lápis, me empresta ai.
- Além de roupas o que você trouxe pra cá?
- Nada. — ele sorriu e me entregou um lápis, continuei anotando as coisas que a professora falava. As vezes quando eu olhava pra trás Damon estava olhando pra mim e Stefan, já que eramos colegas de carteira.
[...]
O sinal tocou, sai da sala indo em direção ao segundo andar. Eu iria entrar no quarto de Elena que estava interditado e descobriria quem a matou.
- Onde você vai? — perguntou Damon.
- Resolver uma coisa...
- Vou junto
- Não Damon, você não pode ir.
- Pare de se fazer de difícil Katherine, eu vou e pronto. — disse ele ainda me seguindo. Não haveria como escapar dele.
- Mas fique quieto, e não fale auto.
- Sou um túmulo. — respondeu ele me fitando com o olhar cobiçador.
Caminhei em direção ao quarto de Elena e fui girando a maçaneta.
- Você não pode entrar ai. — disse Damon fechando a porta de novo.
- Eu entro onde eu quiser, Damon. — bati em sua mão e fui entrando pra dentro do quarto que por sinal tava uma bagunça.
- Pensei que Elena fosse mais arrumada.
- Porque a gente não faz sexo aqui e bagunça mais um pouquinho? — me perguntou ele
- Damon! — adverti, mas logo senti sua boca pressionando a minha, uma sensação que não existia igual, seu hálito misturando-se ao meu formando um gosto e cheiro que nada se compara. — Damon, agora não.
Continuei andando pelo quarto e olhei em baixo da cama. Senti um tapa nas minhas nádegas.
- Para — falei
- Tá bom, tá bom. Vou descarregar ali no banheiro, já volto.
Achei um sapato ali, vermelho e alto. Muito bonito. A claro, o sapato de Caroline. No dia em que cheguei ela estava com ele.
Olhei atentamente os saltos e estes estavam cobertos por sangue.
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