Katherine Pierce Está De Volta
24 Adeus pouca humanidade.
Notas iniciais
Após me levantar da cama me direciono até a cozinha, topando com Rebekah no caminho.
- Como seu humor está agora que tá longe dos seus vampirinhos?
- Cala essa boca maldita Rebekah. — falo a empurrando de meu caminho.
- Hm, que stress. Não se preocupe, se quiser eu posso cuidar do Stefan como você cuidava.
- Sem chance. — falo me sentando na mesa com os outros e pegando pão e geleia.
- Eu já transei com ele Katherine, se eu quiser posso fazer de novo. — fala ela me provocando. Ando tranquilamente em sua direção e quando ela menos espera pego-a pelo pescoço a colocando contra a parede.
- Vai lá Rebekah, tenta a sorte... não se esqueça do seu humaninho precioso.
- Q-quem? — diz ela se afogando com a própria saliva.
- Matt. — sorrio depois ao ver que sua expressão de medo passa para ódio. A largo fazendo-a cair no chão de joelhos.
Olho no meu relógio, já é mais de 11 e meia. Vou em direção a porta, procurar algum restaurante pra enganar minha fome até chegar a noite. Quando estou a um passo de sair dessa casa infernal, Klaus me barra.
- Onde pensa que vai? — pergunta ele colocando as mãos em minha barriga. Reviro os olhos e logo depois tiro suas mãos brancas de mim.
- Vou procurar algum lugar pra almoçar e Klaus... — faço uma pausa. — Me deixe respirar. — Saio andando porta á fora em direção a Lamborghini que consegui na noite passada. Klaus rapidamente me prensa no carro.
- Vou junto. — diz ele pegando a chave e saindo em direção ao outro lado do carro.
- Não, eu quero ir sozinha. — falo tentando parecer convincente. — Você tem tudo o que quer de mim Klaus, agora me deixe em paz. — falo pegando a chave de suas mãos.
- Você acha que eu não sei que você transou com um humano ontem? — questiona-me ele em uma pergunta retórica. — Sinto o cheiro de sexo de longe. — continua. — E não vai acontecer de novo.
Ignoro sua fala e aperto o botão pra abrir o carro, eu não tinha percebido que a porta do mesmo se abre pra cima e não pro lado. Ual, roubei um carrão. Sento-me no banco de couro e encosto minhas costas relaxando, ligo o carro e dou partida. Alguém abre a porta e se senta do meu lado. Kol.
- É perseguição? — pergunto olhando pra ele.
- Klaus me pediu, ele quer ter certeza que você não vai sair fazendo vampirinhos por ai. — reviro os olhos pensando o quão protetor Klaus tenta ser, mas não consegue.
- Ótimo. — falo sendo sarcástica. — Coloque o cinto. — falo colocando o meu. Ele da uma risada frenética.
- Não preciso de cinto.
- Você que sabe. — aperto o acelerador fazendo o carro roncar, percebo que ele é muito veloz e potente. Estou pronta pra me divertir.
Saio andando com o carro em uma velocidade razoável procurando uma estrada vazia.
- Katherine preciso te avisar que os restaurantes ficam do outro lado da cidade. — sorrio, até parecia que Kol era simpático. Olho pra estrada vazia, piso mais uma vez no acelerador fazendo ele roncar repetidas vezes, e então corro o máximo que consigo não tirando o pé dali. O carro começa a aumentar a velocidade e Kol perguntando-me o que eu estava fazendo me faz dar gargalhadas. 220... 260... 300... 340, estamos quase voando.
- Você está louca? — grita ele se segurando em todas as partes do carro. — A gente vai morrer! Katherine, o penhasco! — me avisa. Acelero mais ainda e quando faltando pouco pra nós cairmos freio o mais que posso girando o carro, olho através do retrovisor, faltou pouco. Dou gargalhadas, eu estava sentindo falta dessa Katherine... a louca e desmiolada.
- Você queria me matar?
- Olha Kol, se eu quisesse isso eu já teria feito. Porque você sabe ser muito irritante. — sou ênfase no muito, olho pra ele que sorri pra mim agora. Kol deveria saber o que está acontecendo em Mystic Falls, e pensando bem eu iria arrancar essa informação dele com os meus truques. Ele ainda me olha que nem um bobo. Pulo pro banco de trás.
- Vai ficar olhando? — falo tirando minha blusa, ficando apenas com um sutiã rendado vermelho, eu sabia que iria chamar atenção.
- O que você está fazendo? — pergunta ele não tirando os olhos de mim.
- A pergunta certa é o que eu quero. — falo passando as mãos pelo seu rosto, descendo pelo pescoço e pegando na borda de sua camisa. — E a resposta é... você. — falo em um sussuro sexy molhando meu lábios e estreitando os olhos. Ele logo pula pro banco de trás tirando sua camisa e as calças, tirando as minhas também. Sua cueca preta box já deixava claro o volume que ali tinha, meu Deus Kol sabia ser gostoso. Mas era só sexo, e nada mais. Ele vem em minha direção gatinhando e me prensa no vidro com tanta força que faz um leve racho. Começa a beijar minha mandíbula e a mordiscar subindo pra boca, começa a beija-la ferozmente passando a língua em toda sua extensão, faço o mesmo, percorrendo minhas mãos por suas costas musculosas enquanto ele aperta minhas coxas subindo as mãos pela minha barriga, chegando até o sutiã onde massageia meus seios enquanto não tira a boca de meu corpo. Abre meu sutiã e rasga minha calcinha, beijo seu tórax e desço minhas mãos até sua cueca, onde a rasgo em duas, desço mais a boca beijando sua virilha e já o ouço dar leves gemidos, ele puxa meus cabelos pra cima, me direcionando até sua boca, onde me beija novamente.
[...]
Enfim depois de tudo, lá estou eu deitada sob o peito de um original.
- Posso te fazer uma pergunta? — olho em diretamente em seus olhos. Ele afirma com a cabeça.
- O que você acha que Klaus vai fazer... comigo, e com os Salvatores? — tento parecer desinteressada.
- Ele gosta de você Katherine, e se for preciso mata-los pra te ter com ele... você sabe, ele vai matar. — Uma dor atinge meu coração, humanidade querendo se revelar. Fique ai, você já me deu muito trabalho.
- Ah. — me faço de despreocupada.
- Quantos caras já se apaixonaram por você? — diz ele acariciando meus cabelos.
- Não sei... muitos. Em mais de 500 anos, muitos mesmo. Porque? — pergunto brincando de fazer desenhos em seus músculos da barriga.
- Acho que você acaba de ganhar mais um apaixonado. — O olho e deposito um beijo calmo em seus lábios, enquanto minhas mãos sobem sua barriga até a nuca.
A vadia estava de volta, e dessa vez, era permanentemente.
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