Notas iniciais
oi amores! gente, se alguém tiver uma ideia de alguma coisa que vocês queiram que aconteça aqui na fic me falem por MD ou até mesmo deixem nos comentários ok?

Após me levantar da cama me direciono até a cozinha, topando com Rebekah no caminho.

- Como seu humor está agora que tá longe dos seus vampirinhos?

- Cala essa boca maldita Rebekah. — falo a empurrando de meu caminho.

- Hm, que stress. Não se preocupe, se quiser eu posso cuidar do Stefan como você cuidava.

- Sem chance. — falo me sentando na mesa com os outros e pegando pão e geleia.

- Eu já transei com ele Katherine, se eu quiser posso fazer de novo. — fala ela me provocando. Ando tranquilamente em sua direção e quando ela menos espera pego-a pelo pescoço a colocando contra a parede.

- Vai lá Rebekah, tenta a sorte... não se esqueça do seu humaninho precioso.

- Q-quem? — diz ela se afogando com a própria saliva.

- Matt. — sorrio depois ao ver que sua expressão de medo passa para ódio. A largo fazendo-a cair no chão de joelhos.

Olho no meu relógio, já é mais de 11 e meia. Vou em direção a porta, procurar algum restaurante pra enganar minha fome até chegar a noite. Quando estou a um passo de sair dessa casa infernal, Klaus me barra.

- Onde pensa que vai? — pergunta ele colocando as mãos em minha barriga. Reviro os olhos e logo depois tiro suas mãos brancas de mim.

- Vou procurar algum lugar pra almoçar e Klaus... — faço uma pausa. — Me deixe respirar. — Saio andando porta á fora em direção a Lamborghini que consegui na noite passada. Klaus rapidamente me prensa no carro.

- Vou junto. — diz ele pegando a chave e saindo em direção ao outro lado do carro.

- Não, eu quero ir sozinha. — falo tentando parecer convincente. — Você tem tudo o que quer de mim Klaus, agora me deixe em paz. — falo pegando a chave de suas mãos.

- Você acha que eu não sei que você transou com um humano ontem? — questiona-me ele em uma pergunta retórica. — Sinto o cheiro de sexo de longe. — continua. — E não vai acontecer de novo.

Ignoro sua fala e aperto o botão pra abrir o carro, eu não tinha percebido que a porta do mesmo se abre pra cima e não pro lado. Ual, roubei um carrão. Sento-me no banco de couro e encosto minhas costas relaxando, ligo o carro e dou partida. Alguém abre a porta e se senta do meu lado. Kol.

- É perseguição? — pergunto olhando pra ele.

- Klaus me pediu, ele quer ter certeza que você não vai sair fazendo vampirinhos por ai. — reviro os olhos pensando o quão protetor Klaus tenta ser, mas não consegue.

- Ótimo. — falo sendo sarcástica. — Coloque o cinto. — falo colocando o meu. Ele da uma risada frenética.

- Não preciso de cinto.

- Você que sabe. — aperto o acelerador fazendo o carro roncar, percebo que ele é muito veloz e potente. Estou pronta pra me divertir.

Saio andando com o carro em uma velocidade razoável procurando uma estrada vazia.

- Katherine preciso te avisar que os restaurantes ficam do outro lado da cidade. — sorrio, até parecia que Kol era simpático. Olho pra estrada vazia, piso mais uma vez no acelerador fazendo ele roncar repetidas vezes, e então corro o máximo que consigo não tirando o pé dali. O carro começa a aumentar a velocidade e Kol perguntando-me o que eu estava fazendo me faz dar gargalhadas. 220... 260... 300... 340, estamos quase voando.

- Você está louca? — grita ele se segurando em todas as partes do carro. — A gente vai morrer! Katherine, o penhasco! — me avisa. Acelero mais ainda e quando faltando pouco pra nós cairmos freio o mais que posso girando o carro, olho através do retrovisor, faltou pouco. Dou gargalhadas, eu estava sentindo falta dessa Katherine... a louca e desmiolada.

- Você queria me matar?

- Olha Kol, se eu quisesse isso eu já teria feito. Porque você sabe ser muito irritante. — sou ênfase no muito, olho pra ele que sorri pra mim agora. Kol deveria saber o que está acontecendo em Mystic Falls, e pensando bem eu iria arrancar essa informação dele com os meus truques. Ele ainda me olha que nem um bobo. Pulo pro banco de trás.

- Vai ficar olhando? — falo tirando minha blusa, ficando apenas com um sutiã rendado vermelho, eu sabia que iria chamar atenção.

- O que você está fazendo? — pergunta ele não tirando os olhos de mim.

- A pergunta certa é o que eu quero. — falo passando as mãos pelo seu rosto, descendo pelo pescoço e pegando na borda de sua camisa. — E a resposta é... você. — falo em um sussuro sexy molhando meu lábios e estreitando os olhos. Ele logo pula pro banco de trás tirando sua camisa e as calças, tirando as minhas também. Sua cueca preta box já deixava claro o volume que ali tinha, meu Deus Kol sabia ser gostoso. Mas era só sexo, e nada mais. Ele vem em minha direção gatinhando e me prensa no vidro com tanta força que faz um leve racho. Começa a beijar minha mandíbula e a mordiscar subindo pra boca, começa a beija-la ferozmente passando a língua em toda sua extensão, faço o mesmo, percorrendo minhas mãos por suas costas musculosas enquanto ele aperta minhas coxas subindo as mãos pela minha barriga, chegando até o sutiã onde massageia meus seios enquanto não tira a boca de meu corpo. Abre meu sutiã e rasga minha calcinha, beijo seu tórax e desço minhas mãos até sua cueca, onde a rasgo em duas, desço mais a boca beijando sua virilha e já o ouço dar leves gemidos, ele puxa meus cabelos pra cima, me direcionando até sua boca, onde me beija novamente.

[...]

Enfim depois de tudo, lá estou eu deitada sob o peito de um original.

- Posso te fazer uma pergunta? — olho em diretamente em seus olhos. Ele afirma com a cabeça.

- O que você acha que Klaus vai fazer... comigo, e com os Salvatores? — tento parecer desinteressada.

- Ele gosta de você Katherine, e se for preciso mata-los pra te ter com ele... você sabe, ele vai matar. — Uma dor atinge meu coração, humanidade querendo se revelar. Fique ai, você já me deu muito trabalho.

- Ah. — me faço de despreocupada.

- Quantos caras já se apaixonaram por você? — diz ele acariciando meus cabelos.

- Não sei... muitos. Em mais de 500 anos, muitos mesmo. Porque? — pergunto brincando de fazer desenhos em seus músculos da barriga.

- Acho que você acaba de ganhar mais um apaixonado. — O olho e deposito um beijo calmo em seus lábios, enquanto minhas mãos sobem sua barriga até a nuca.

A vadia estava de volta, e dessa vez, era permanentemente.

Notas finais
Bitch mode on.