Katherine Pierce Está De Volta
36 É Desse Jeito Que Me Ama?
Notas iniciais
Como prometido, hoje teremos um capítulo meio Kalijah (Katherine+Elijah) pra mudar um pouco, já que o beijinho dos dois nessa fic não foi suficiente e ficou com gosto de quero mais.
Chega de papo, vão ler. Espero que gostem!!
– Klaus. — foi tudo o que consegui dizer encarando a figura loira e com um terno impecável a minha frente. Eu não sentia medo dele, não mais. Apenas tinha medo do que ele poderia fazer com Damon e Stefan, isso era o que mais me ameaçava. Passei 500 anos fugindo, poderia fazer de novo. – Pensei. Mas, nesse caso, nos dias atuais, não era apenas eu que estava envolvida no rolo todo.
– Isso é jeito de me cumprimentar? Logo eu que sou seu namorado? — disse isso e me puxou bruscamente pela cintura, me debati tentando me soltar, o que era em vão considerando que ele era raposa velha. 1679 anos não é pra qualquer vampiro, sua força era formidável eu tinha que admitir. — Não seja mal criada, dance comigo. Mostre o quanto ama seu namorado. — disse sorrindo de canto com os lábios avermelhados. Não pude deixar de dar um sorriso irônico, olhando para o chão e desviando dali pro seu olhar.
– Acontece que você não é meu namorado, Niklaus. — Me virei sorrindo vitoriosa, quando sinto novamente seus braços me apertarem com brutalidade me fazendo virar-me, encontrando seus olhos claros novamente.
– Acho que não preciso te lembrar de nada, não é querida? — disse ele olhando em meus olhos, me causando cala-frios. Em seguida direcionou um olhar mortal para os Salvatores. Me lembrei que o motivo deles estarem vivos era meu acordo com Klaus. Amor por Amor. Eu viveria com Klaus e seus estúpidos irmãos (Menos Elijah, que era um homem sábio, sedutor, encantador, lindo e cavalheiro) E em troca, ele manteria Damon e Stefan "vivos". — Me concede essa dança, Katerina? — eu tinha que admitir, meu nome real ficava estupidamente lindo falado no sotaque britânico dele. Olhei em seus olhos. Mas, ao olhar para os irmãos e pensar neles mortos, não tive dúvidas e peguei em sua mão, aceitando a dança. Ele me conduziu com destreza até o meio do baile, e me virou para ele, me puxando para si fazendo nossos corpos grudarem como um só. Colocou sua cabeça no vão entre meu pescoço e ombro, me cheirando, o que as vezes, me arrepiava.
– O que você quer de mim? — perguntei, virando meu rosto, fazendo o mesmo que ele estava fazendo comigo, fazendo todos que estavam ali pensarem: " Oh, mas que belo casal." Belo... porém, nada compatível.
– Você sabe muito bem, amor. Temos um trato, não o quebre de novo.
– Um trato não me fará te amar, Klaus. Desculpe.
– Mas pelo menos fará te ter comigo, o que já é suficiente. Amor vem com o tempo.
– Esse não virá nem com séculos. Não mais.
– Não seja rebelde... uma dama tão linda, não deveria ser assim.
– Para com esse teatro. -sussurei em resposta, o fazendo ficar mudo por um minuto.
– Não há teatro. Eu realmente te amo, Katerina. Mesmo você me evitando e me fazendo sofrer. Bom, eu não deveria amar, mas a humanidade é algo meio difícil de se evitar as vezes.
Concordava com a fala, até.
– Quando te conheci, eu confesso que vi Tatia em você por um momento. Elijah, até se apaixonou por você e quando veio me dizer isso, não exitei em dar uma bronca nele. Mas, a verdade era que, eu estava mas era fraco pra admitir. Katerina... — ele parou de dançar e pegou em meu rosto com as duas mãos, obrigando-me a olha-lo. — Depois que passei um tempo com você fui capaz de perceber que Tatia e Katerina eram totalmente o oposto, Tatia era mais como Elena, talvez a parte má que nunca conheci dela fosse você, e a parte boa fosse Elena. Sempre pensei nisso. Mas, eu gosto da tua parte má, eu gosto de ti como tu é. — Seus lábios selaram os meus, na qual fui capaz, ainda que meio absorta de suas palavras, separa-los de mim.
– Só me deixe em paz, se realmente me ama. — e sai do lugar em que ele ali estava, escutei seus passos atrás de mim e ele parou em minha frente usando sua velocidade vampirica, não ligando para os humanos ali presentes.
– Já vi que vai ser do jeito difícil. — indagou ele aplicando o líquido ordinário em mim com uma seringa. Senti a queimação, e meu corpo já não me pertencia mais. A última coisa que pude ouvir foi o beque do meu próprio corpo caindo no chão.
[...]
Quando acordei ainda atordoada, já era dia. O sol já entrava pela janela gigante incomodando meus olhos escuros. Fui por onde ele não batia fechar a janela e quando encostei na válvula, senti a mesma queimação que tinha sentido na noite passada. Verbena. Passei em frente ao sol, foi quando meu corpo ardeu em chamas. Olhei de ralance para meu pulso, aonde meu bracelete do dia não estava mais. Droga. Eu estava ficando velha demais para joguinhos.
Fiquei em um canto escuro, não olhando para a luz. Encolhida como um cachorro em dias de trovão.
– Dormiu bem? — pergunta irônico Klaus entrando no quarto em que eu estava, chegando perto de mim e afagando meus cabelos.
– Onde eles estão? — pergunto, ignorando sua fala.
– Não se preocupe, nada acontecerá com eles por enquanto. — Da enfase na palavra por enquanto, sinto meu corpo tremer.
– Não quero brincar de casinha Klaus, deixe-os ir. E apenas fique comigo. — Tento fazer uma de sentimental, retribuindo seu toque no rosto.
– Não sou eles, meu amor. A mim você não engana. Não sou Elijah. Não caio nos seus truques. — diz ele tirando delicadamente minhas mãos de seu rosto.
– Não é isso que quer?
– Sim, mas por vontade sua.
– Não acontecerá, você sabe.
– Sinto muito em dizer que alguém tem que pagar por isso. — diz ele fazendo cara de piedoso.
– É assim que você me ama? Me obrigando, me comprando... colocando verbena no meu corpo? Klaus, isso não é amor.
– É o único jeito de ter algo em troca, querida. É o mais próximo de amor que você pode me dar por enquanto.
Ele fecha a janela e pelo mesmo lugar em que entrou, desaparece. Me deito na cama, sentindo falta de meu vestido passado da noite anterior. Olho para baixo e não o encontro, apenas estou vestida com a langerie preta de strass. Abro o guarda-roupas e encontro uma bela coleção de roupas caras e de marca. Mas, não encontro vontade alguma de me vestir. Apernas deito-me de novo e deixo o cansaço me levar.
[...]
– Acorde Katerina, hora de lanchar. — sotaque. A não. Mal abro os olhos, não tenho muita vontade de olhar para Klaus. Mas, vejo uma figura morena, e me levanto passando a mão pelo rosto. Vejo Elijah com uma menina jovem ao lado. Hipnotizada é claro.
– Não estou com fome, Elijah. Quero secar, apenas me deixe sozinha. — sei que não fui muito educada.
– Não quero te ver virar pó. — Ouço-o rasgar a pele da menina com os dentes ponteagudos, o cheiro de sangue fresco me faz ficar atiçada. Meus olhos se transformam e o meu eu verdadeiro sai pra fora. Sem me controlar corro até a menina grudando em seu pescoço e provando cada gota daquela preciosidade. Sugo com vontade, minhas mãos apertam cada vez mais o seu pescoço fazendo o líquido vermelho praticamente jorrar. E quando não há mais nada ali, solto o corpo sem remorso algum do que havia feito. Elijah me olha curioso, ainda sim exibindo seu típico sorriso de ganhador que era.
– Eu disse que não queria. — Falo brava com ele, limpando os cantos de minha boca.
– Eu sei que sim. — ele chega mais perto de mim e tira uma mecha do meu cabelo de meu rosto, e olha dentro de meus olhos. Olho-o do mesmo modo. Elijah era um bom homem, bonito, esperto, elegante e muito de bom gosto. Era o original que eu mais gostava, de fato. Eu podia fechar os olhos e lembrar-me de como era feliz com ele em séculos passados, como ele me fazia sentir-me viva, como ele fazia eu ver que a vida era tudo, que a humanidade era o nosso bem mais precioso. Só agora que sou um monstro, compreendo o que ele me dizia naquela época.
Dou mais um passo para perto dele, fazendo nossos corpos ficarem mais próximos. Ele desce as mãos pelos meus ombros seguindo-as com o olhar e chegando na minha cintura da um aperto. Mordo o lábio ao imaginar como seria o Original na cama, eu mal me lembrava de como ele era. E porque não curtir um pouco, já que estou na prisão perpétua?
– Eu sempre tive uma queda por você. — Não sei de onde tirei coragem de dizer.
– Quedas não é amor, infelizmente. — diz ele olhando para o chão.
– Mas já foi, Elijah. Porque não tentamos uma vez? — Grudo meus lábios nos dele. Ele seria minha chance se sair dali. Me doía usar o original para isso, pois realmente eu gostava dele, e muito. Suas carícias se tornam mais urgentes, percorrendo de cima pra baixo e vice versa minhas pernas até a cintura. Ele passa as mãos em meus seios ainda cobertos com a langerie e com destreza abre meu sutiã. Ergo os braços para facilitar seu trabalho e ele os tira com a maior facilidade, tira sua boca da minha e com a agilidade tranca a porta para não ocorrer desleixos. Sua boca avermelhada percorre meus pescoço todo, coloco a cabeça pra trás facilitando tudo. Me encosta brutalmente na parede e gemo. Rasgo sua camisa e ele olha para mim por um momento.
– Tem certeza que quer isso? — ainda me pergunta
– Eu quero muito. — digo já ofegante. Abrindo suas calças.
Agora ele só está cueca e eu de calcinha. Ambos pretos. Ele me prensa novamente na parede e agarro minhas pernas em torno de sua cintura. Ele tira uma de suas mãos de mim e tira sua própria cueca. Sinto seu membro roçar na minha já então úmida entrada. Ele me carrega até a cama e deita sobre mim, tomando cuidado para não depositar todo seu corpo no meu. Ele traça uma trilha de beijos até chegar onde ainda está tampado e ali a rasga sem pensar duas vezes. Invade-me com um dedo, me contorço toda. Alterna um, dois, três dedos, fazendo-me gemer cada vez mais e mais. Oro mentalmente para que Klaus não esteja ali, pensando bem não estaria, Elijah não seria burro. Sinto sua língua invadir-me também, onde fica fazendo movimentos circulatórios, onde sinto-me ser sugada. Ele morde forte a beirada de minha intimidade, arrancando sangue e ali o chupando. Cada vez fico mais exitada e então, uno minhas pernas, sentindo o líquido quente escorrer entre elas. Relaxo. Mas ainda não acabou. O viro pegando-o disprevinido jogo-o contra a cabeceira da cama, fazendo um estrondo. Engatinho até ele, onde é visto que seu membro já está duro até mais que o normal. Passo de leve minha língua ali, na qual ele já solta um leve gemido baixo. Pego uma de minhas mãos e faço pra cima de pra baixo repetidas vezes, escutando-o gemer meu nome verdadeiro, que soa tão bem em sua voz britânica. Faço o mesmo com minha boca e sinto que ele ali despeja. Engulo sem exitar. Me deliciando, de fato. Me deito estirada na cama e ele sobe em cima de mim, beijando-me muito. Massageando meus seios com as atrevidas mãos. Ele volta e separa minhas pernas, ainda com as mãos em meus seios entra dentro de mim, me fazendo arfar de prazer. Tira e coloca só a ponta, roça de um lado pro outro, judiando de mim, me fazendo quere-lo. Ele coloca com tudo, e levanto minha cabeça gemendo alto demais "Elijah" E ele "Katerina". Com sua velocidade vampirica ele entra e sai rápido demais para olhos comuns acompanharem. Tombo minha cabeça, arranhando suas costas como nunca. Aperto-me a ele, e gozamos juntos. Caindo pro lado, exaustos.
Passa as mãos em meu rosto tirando meus cabelos que grudam em meu suor. Aninho-me a ele e olho seu pescoço tão saboroso que me parece no momento, não resisto a ali, abro furos deixando escorrer pela minha garganta, o meu vício eterno.
Notas finais
Elijah e Katherine foi tão ousado, não sei de onde tirei essas coisas gente. Até porque minha mente é puríssima... 66'
Até a próxima amores!
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