Katherine
1 Welcome Katherine!
Entro em meu carro, abro o porta malas e pego a papelada que havia preparado, olho a ficha de minhas próprias vítimas, abro um sorriso de canto e logo depois ascendo meu cigarro. Sinto a fumaça percorrer por meus pulmões e logo depois a solto no ar lentamente. Ponho meus óculos escuros arredondados mesmo estando de noite. Começo a dirigir meu carro até New Orleans. Após horas chego na casa de minhas vítimas, desço do meu carro, vou até a mala do veículo, abro-a, pego minha pistola por precaução, a ponho na cintura e logo depois pego minha arma branca favorita, meu machado. Fecho a mala com apenas uma mão enquanto a outra segura minha arma favorita. Começo a andar pelo jardim da casa e ao chegar a frente da porta dou uma machadada no ferrolho da porta da casa e logo a chuto, fazendo-a abrir, todas as luzes estavam apagadas, a única claridade que havia dentro da casa era a da Lua que entrava pelas janelas. Subo as escadas enquanto passo minha mão no corrimão lentamente, começo a andar pelo corredor, escuto apenas o som do meu salto ecoar pelo lugar e do meu machado arrastando no chão. Vejo que a porta do quarto está entreaberta, empurro-a devagar e logo entro no quarto. Sem conter-me abro um belo sorriso, seguro meu machado com as duas mãos e logo depois o enfio no peitoral do cara que estava a dormir com sua esposa. Sinto pingos de sangue bater em todo meu rosto, passo a língua em meus lábios sentindo aquele gostinho de ferro que o sangue humano tem. A esposa do cara acorda com o barulho e começa a gritar desesperada e logo depois levantasse da cama já preparada para correr, pego minha pistola e calmamente aponto para o meio da cabeça daquela vadia, atiro e vejo seus miolos voar na parede. Volto meu olhar ao cara e logo vou para mais perto, vejo-o deitado, aliso seu corpo e logo depois sento-me em cima de seu colo lentamente, enfio minha mão dentro da ferida que fiz em seu peitoral com meu machado e com alguns segundos arranco seu coração. Faço o mesmo com sua mulher e logo depois deixo os dois deitados na cama, os cubro com o lençol como se estivem dormindo um belo sono.
Vou até o banheiro dos dois e ponho a banheira para encher, enquanto isso vou até o guarda-roupa da vadia e pego um vestido de alcinha de ceda vermelha no qual fica meio soltinho no corpo. O ponho em cima da mulher e logo depois volto ao banheiro, desligo a torneira já que a banheira já está cheia, ponho alguns sais, tiro minha roupa lentamente, em frente ao espelho, realmente eu tinha um corpo maravilhoso, não é a toa que meu falecido padrasto queria me usar. Sorrio. Entro na banheira lentamente sentido aquela água morna deliciosa, respiro fundo de logo deito-me, sinto todo aquele sangue sair de minha pele, levanto uma de minhas pernas e nela passo uma esponja ensaboada lentamente, faço a mesma coisa com a outra perna e com meus braços. Depois de alguns longos minutos, termino meu banho, saiu da banheira, me enxugo e logo depois saiu pelada do banheiro, afinal, não havia ninguém para olhar. Visto o vestido que peguei a minutos atrás, fica perfeito em mim.
— É vadia até que você serviu para alguma coisa além de dar-me seu coração. — Falo em um tom provocante em modo de sussurro.
Pego o lençol que os dois estavam cobertos e os enrolo com ele. Os levo até o jardim da casa, deixo os dois deitados no gramado, um ao lado do outro, cubro novamente os dois como se estivem dormindo um lindo sono. Volto lá para dentro da casa para buscar meu machado, pego-o e logo depois escuto um choro, um choro de um bebê para ser mais específica, sigo o som e vejo a criança, era linda, tinha os olhinhos azuis e o cabelo loiro, aliso seu rostinho e logo depois beijo sua testinha, saiu do quarto da criança e logo lhe dou "tchauzinho" com a mão. Derramo gasolina pela casa inteira e logo depois saiu da mesma deixando a galão aonde estava o liquido lá dentro, abro a mala de meu carro e guardo meu machado dentro, a fecho e logo depois ascendo meu cigarro, dou uma boa tragada. Ponho o coração das vítimas ao lado delas. Pego as mãos dos cadáveres e ponho em cima de seus peitos, pego algumas flores e coloco entre suas mãos.
— Em nome do pai, do filho e do espírito santo, amém! — Benzo-me. — Que descansem em paz.
Falo e logo depois vou para frente da casa e jogo meu cigarro, vejo toda a casa pegar fogo juntamente com o bebê que lá dentro se encontra. Coitado. Escuto meus salto ecoar pela calçada e logo entro dentro de meu carro, olho mais uma vez o casal morto deitado sem seu gramado enquanto sua casa pega fogo. Ligo o veiculo e sigo um novo rumo e de acordo com o mapa vou para uma cidadezinha em Londres, chamada Liverpool. Pego a garrafa de whisky que está no banco carona, dou um gole pela boca da garrafa e sigo estrada. Chego na cidade, vejo que tudo é encantador, acho que dessa vez vou ficar. Vejo uma casa para alugar e logo vou até ela, estaciono na frente e ligo para o número na placa, o cara logo vem me trazer as chaves. Entro em minha nova casa já mobiliada. Sorrio e logo vou para meu quarto com minha garrafa de whisky na mão, hoje o dia foi cansativo, preciso dormir um pouco.
Termino toda minha garrafa de Whisky, jogo-me na cama, fico alisando o lençol lentamente com os olhos fechados, realmente eu estava sentindo-me realizada, porem, ainda não estava com sono. Levanto-me e saiu do quarto, vou até a cozinha ver se tem algo para comer, mas é óbvio que não tinha, afinal havia me mudado para cá há apenas dez minutos. Ainda vestida com meu vestido de alcinha de ceda vermelha meio curto e de meia calça preta, pego minha jaqueta de couro preta e resolvo ir comprar algo pra comer. Saiu de casa, visto minha jaqueta e começo a andar por aí atrás de pelo menos uma lanchonete, ascendo meu cigarro, dou uma dragada, solto a fumaça no ar. Adoro escutar o barulho dos meus saltos quando ando, fecho meus olhos e curto um pouco o momento, ainda estava com o efeito do álcool em meu corpo. Vejo uma garota na rua, ela é bonita, deve ter um belo coração, definitivamente. Apago meu cigarro, ajeito meus cabelos compridos com a tonalidade loira e vou até ela, esbarro de propósito, porém disfarço bem.
— Nossa desculpe-me, não foi proposital. — Falo com um olhar meigo, afinal, tenho que causar boa impressão. — Se machucou? Realmente, desculpe-me.
— Ahn... Não, estou bem — Fala ela um pouco perdida em suas palavras enquanto fica olhando para si mesma.
— Realmente desculpe-me. — Falo e logo ajeito novamente meus cabelos.
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— Eu bem que sabia que você tinha um lindo coração garota. — Falo olhando para a mesma, enquanto, pegava em seu peito lentamente. Ela está presa, acorrentada na verdade, bem a minha frente, as mãos presas com correntes que vão até o teto assim deixando-a pendurada.
— Sabe quando falo coração lindo, quero dizer que você realmente era uma pessoa legal, porém, agora quero ver se o coração físico também é lindo mocinha. — Falho olhando-a fixo nos olhos, ponho minhas mãos em sua bochecha e logo depois a beijo, ao rejeitar meu beijo dou um tapa em seu rosto e começo a gargalhar.
— Vamos acabar logo com isso. — Falo pegando meu machado e logo depois passo minha língua lentamente na parte lisa da lâmina.
Me pego perdida em meus pensamentos e logo volto a mim ainda com meu olhar meigo fixo a garota.
— Sabe, eu queria muito sua ajuda. — falo em um tom um tanto desesperada. — É que acabei de me mudar e estou morrendo de fome.
— É... Acho que tem uma lanchonete a que por perto.
— Você poderia me levar lá? — Falo olhando para o chão transmitindo um ar de meio perdida, depois volto meu olhar a garota e discretamente olho-a dos pés a cabeça, principalmente a cabeça, talvez ela ficasse melhor sem ela, ou sem os braços talvez.
— Claro que posso te levar lá, mas daqui a pouco tenho que voltar pra casa, está ficando um pouco tarde e essa cidade não tem uma fama muito alta se tratando de segurança. — Fala a garota enquanto coloca uma mecha de seu cabelo atrás da orelha.
— Nossa, ainda bem que você apareceu, pois não sei o que seria de mim por a que sozinha, pois pra falar a verdade estou nesta cidade faz apenas dez minutos. — Sorrio. — Ah e para mim tudo bem, o que importa é apenas me levar lá, não precisa fazer-me companhia, já está fazendo muito por mim e aliás hoje em dia as coisas estão muito perigosas mesmo para está andando sozinha, ainda mais esta hora.
Começamos a caminhar enquanto fico pensando no que falei, poderia rir disso, mas não seria muito conveniente até por que o perigo maior a que agora sou eu. Não deixo de notar as casas do local, são bem bonitas e fáceis de se entrar, talvez esse ano o papai Noel resolva aparecer.
— Bem acho que chegamos. — Falo já na porta da lanchonete. — Não quer comer algo? Ou prefere ir para casa? Pois realmente, já está um pouco tarde. — Falo tentando transparecer o máximo de simpatia que posso e logo depois ela responde-me dizendo que prefere ir para casa.
— A propósito, me chamo Emilly! — Falo antes da garota sair, ela diz-me seu nome, Celine e logo vai andando até sua casa.
Resolvo entrar na lanchonete e sentar em uma mesa, fico pensando por que sempre uso esse pseudônimo de Emilly. Pego o cardápio e logo em seguida vem o garçom, ele anota meu pedido e logo vai até o balcão, o estabelecimento está praticamente vazio, olho para todos os lados e realmente não a ninguém, o garçom traz meu pedaço de pizza, pego o garfo e a faca, parto o alimento e começo a comer.
— Hey por que não me faz companhia? Afinal não há ninguém a que além de mim e você. O cozinheiro está lá dentro então eu e você poderíamos fazer companhia um ao outro. — Falo em um tom provocante e o garçom senta-se na cadeira logo a minha frente, ele começa a me dar cantadas baratas, me contenho o máximo para não revirar os olhos então quando termino meu pedaço de Pizza enfio o garfo na mão do garçom que estava em cima da mesa, vejo-o gritar desesperadamente tentando conter a dor, limpo minha boca e retoco meu batom, adorando os gritos do rapaz levanto-me da cadeira e passo a faca na garganta do mesmo. Vou até a cozinha e vejo que o cozinheiro já estava agoniado tentando digitar o número da polícia em seu celular, sorrio, pego a pistola que está em minha meia calça e atiro no meio do crânio daquele gordo nojento.
— Desculpa não é nada pessoal. — falo enquanto vejo o dois cadáveres. — Mas é que a cidade precisa saber que a filha do Black Devil, Katherine, chegou! — Falo e logo saiu dalí enquanto o som do meu salto ecoa pelo local.
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